LEGISLAÇÃO

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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Acordo internacional



Acordo entre Brasil e China permite intercâmbio de informações aduaneiras

Especialistas explicam importância de pacto entre os dois países.


Foi publicado no Diário Oficial da União da última terça-feira, 30, o decreto 9.542/18, que promulga o acordo entre o governo da República Federativa do Brasil e o governo da República Popular da China sobre assistência mútua administrativa em matéria aduaneira, firmado no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 2012.

O acordo estabelece que as administrações aduaneiras de ambos os países deverão, a pedido ou por iniciativa própria, intercambiar informações e fornecer assistência administrativa, a fim de promover a adequada aplicação das legislações aduaneiras, além de garantir a segurança da cadeia logística do comércio internacional.



O termo também visa garantir a prevenção, a investigação e a repressão de infrações aduaneiras que sejam relacionadas à recuperação de direitos aduaneiros e à correta determinação de valor aduaneiro e classificação tarifária de mercadorias; observância de medidas de proibição, de tributação preferencial ou de isenção relacionadas à importação, exportação, transito de mercadorias ou a outros regimes aduaneiros; e aplicação de regras concernentes à origem das mercadorias.

De acordo com a advogada Claudia Petit, do escritório Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados, com o volume de negócios dos últimos tempos, chegou a hora de firmar o acordo de assistência mútua administrativa em matéria aduaneira entre o Brasil e a República Popular da China.

Segundo ela, a balança comercial sino-brasileira movimentou, em 2017, U$$ 75 bilhões, conforme dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços – MDIC.

"Este tipo de acordo já foi firmado com a França em 1995, com o Mercosul em 2000, com Rússia e Estados Unidos em 2004, com os Países baixos em 2006, com Israel em 2009, com a Índia em 2011, com a África do Sul em 2010 e Turquia em 2011", pontua.

Segundo a advogada, o acordo "é um instrumento bilateral onde o fundamental é assegurar direitos aduaneiros, evitando infrações contra a legislação aduaneira que prejudicará interesses econômicos, comerciais, financeiros, sociais, de saúde pública e culturais dos dois países".

"Direitos aduaneiros devem ser preservados nas importações, exportações, armazenamento e transbordo, com a colaboração mútua", pontua.

O advogado Rodrigo Rigo, do escritório Leite, Tosto e Barros - Advogados Associados, diz que "além dos eminentes benefícios que ambos os países terão com este acordo, a Receita Federal poderá firmar um Acordo de Reconhecimento Mútuo – ARM entre seus programas de operador econômico autorizado, auxiliando no combate a fraudes".

Segundo ele, "além do acordo, os países buscam cada vez mais uma aproximação no âmbito do comércio exterior como um todo".

https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI290375,91041-Acordo+entre+Brasil+e+China+permite+intercambio+de+informacoes



quinta-feira, 26 de julho de 2018

Guerra comercial EUA-China pode atingir Brasil, dizem especialistas


Guerra comercial EUA-China pode atingir Brasil, dizem especialistas


Por Daniel Mello - Repórter da Agência Brasil São Paulo


A guerra comercial entre os Estados Unidos e China pode atingir o Brasil e prejudicar as próprias empresas norte-americanas, segundo avaliação dos especialistas que participaram hoje (25) de um fórum sobre o tema promovido pela Câmara Americana de Comércio.

“Nenhum país tem tantas empresas transnacionais quanto os Estados Unidos, então, isso vai machucar, no médio prazo, as estruturas de custos das empresas norte-americanas. Vai fazer com que os executivos americanos precisem de mais tempo para repensar espacialmente a sua organização, e isso, no limite, vai acabar machucando o balanço patrimonial e a performance das bolsas norte-americanas”, destacou o pesquisador especialista em Brics, da Universidade de Columbia, Marcos Troyjo.

Nas últimas semanas, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou uma série de sobretaxas a produtos chineses com o argumento de que a balança comercial entre os dois países é prejudicial aos Estados Unidos. Como retaliação, a China também aumentou os tributos para entrada de diversas mercadorias dos EUA.

Para Toyjo, em países como os Estados Unidos, com muitas empresas com filiais no exterior, a análise simples da balança comercial pode ser enganosa para tomar decisões como a que motivou a disputa comercial. “Porque os déficits comerciais podem ser mais do que compensados pela remessa de dividendos e pelo fluxo de investimento estrangeiro direto”, ponderou.

No entanto, o professor destacou que há uma tendência global de se incentivar determinados setores das economias nacionais com subsídios ou tarifas protecionistas. “É como se o mundo inteiro estivesse, hoje, crescentemente aplicando medidas de substituição de importações”, disse.

Por outro lado, disse o especialista, os danos que a disputa pode causar às próprias empresas norte-americanas e dependência mútua entre as grandes economias são indicativos que a atual guerra comercial pode ser um fenômeno passageiro. “Os Estados Unidos são principal destino do investimento direto chinês. O principal polo irradiador de investimentos diretos para a China são os Estados Unidos”, exemplificou.
Posição do Brasil

A professora de relações internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Cristina Pecequilo destacou que apesar dos possíveis benefícios a curto prazo, o Brasil corre risco de ser atingido pela disputa entre as potências econômicas. “Uma polarização bilateral Estados Unidos-China, em qualquer área, gera fechamento de espaços no comércio internacional e na estrutura do sistema internacional de uma forma geral”, disse.

“Eu lembro a vocês inúmeros contenciosos entre Brasil e Estados Unidos, entre Brasil e União Europeia. Já foi lembrado as dificuldades de negociar um acordo entre Mercosul e União Europeia. Essas inúmeras variáveis mostram para gente que as avaliações otimistas de curto prazo não se sustentam”, acrescentou.

Seria estratégico para o Brasil, na avaliação da especialista, buscar se posicionar de forma a diminuir a dependência comercial em relação às grandes economias. “Não colocar todos os nossos ovos em uma única cesta”, resumiu.

Saiba mais
Ministro considera ruim para Brasil disputa entre EUA e China
Disputa comercial entre China e EUA pode beneficiar soja brasileira

Edição: Fernando Fraga


http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-07/guerra-comercial-eua-china-pode-atingir-brasil-dizem-especialistas

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Disputa entre China e EUA pode afetar exportações do Brasil, diz MDIC


Disputa entre China e EUA pode afetar exportações do Brasil, diz MDIC


Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil Brasília


O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, afirmou hoje (20) que o governo federal acompanha os desdobramentos da disputa comercial travada entre Estados Unidos e China, que pode ter impactos na redução do preço das commoditiesagrícolas no mercado internacional. Na semana passada, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou sobretaxas no valor de US$ 50 bilhões sobre centenas de produtos chineses que entram nos EUA. Como retaliação, o governo chinês também aplicou uma taxação equivalente contra uma extensa lista de itens comprados dos Estados Unidos, incluindo produtos agropecuários.

"Estamos acompanhando as manifestações de ambos os lados. Obviamente que fica a preocupação de termos, eventualmente, diminuição de valor de produtos que são fundamentais para as nossas exportações. Entretanto, nós temos uma relação sólida tanto com a China, que é nosso principal parceiro comercial, quanto com os Estados Unidos, nosso segundo principal parceiro comercial", afirmou Marcos Jorge.

O ministro acrescentou que "seria prematuro" fazer qualquer menção sobre outros impactos que o recrudescimento das relações comerciais entre China e EUA pode trazer ao Brasil, mas ressaltou que essa disputa não interessa a ninguém. "O que nós esperamos é que essas posições não levem prejuízos não apenas para o Brasil, mas para o mundo inteiro."
Carne de frango

Marcos Jorge também comentou que o governo federal tem atuado diretamente com o Departamento de Comércio chinês para evitar que o embargo às exportações brasileiras de carne de frango se torne definitivo. No início do mês, a China impôs, em caráter provisório, medidas antidumping sobre a importação de frango do Brasil, por considerar que seus produtores sofrem concorrência desleal do país. Com isso, as empresas que exportam para a China passaram a pagar sobretaxas que variam entre 18,8% e 38,4%, que é a faixa de dumping (venda de produtos com preço abaixo de mercado) que as autoridades de Pequim calculam que tem a carne de frango brasileira.

O tema do embargo comercial a produtos agropecuários brasileiros também será pauta de encontros que o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, terá com autoridades da China e da Rússia, esta semana, na África do Sul, durante as reuniões preparatórias para a 10ª Cúpula do Brics – grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Pacto Global

Marcos Jorge deu as declarações após participar do evento que confirmou a adesão do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) à Rede Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). O ministério é o primeiro órgão do Poder Executivo Federal a fazer parte da rede, que articula empresas privadas e instituições no desenvolvimento de ações e valores internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção. O evento contou com a participação de representantes do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (Pnud) e do Comitê Brasileiro do Pacto Global (CBPG).

"Nós temos a expectativa de poder contribuir, a partir de grupos de trabalho, com temas como uso da água, da energia, que é um insumo fundamental da nossa indústria. São trabalhos que podem contribuir com o setor produtivo brasileiro, mas também com a agenda que nós temos pela frente até 2030, que afeta sustentabilidade, desenvolvimento e, sobretudo, meio ambiente."
Edição: Juliana Andrade

http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-06/disputa-entre-china-e-eua-pode-afetar-exportacoes-do-brasil-diz-mdic

terça-feira, 19 de junho de 2018

EUA x China estão à beira de uma guerra comercial




EUA x China estão à beira de uma guerra comercial


Por Moisés Rabinovici* São Paulo


Duas pesadas economias estão lutando sumô à beira de uma guerra comercial sem precedentes na história. De um lado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaça elevar tarifas em estãoaticamente todos os produtos exportados pela China para o mercado americano, no valor estimado em US$ 200 bilhões.

Para a China, a ameaça é uma “chantagem”. O Ministério do Comércio chinês comunicou em nota: “Se os Estados Unidos perderem o senso e publicar nova lista de sobretaxas, a China terá que responder com medidas que serão fortes em quantidade e gravidade. Um diplomata chinês acrescentou que “a china não quer uma guerra comercial, mas não tem medo dela”.

Trump está implementado sua estratégia de “America First” cada vez mais significando América isolada.

Nenhum aumento antecipado de tarifas pela Casa Branca terá efeito antes de 60 dias. Se entrar em vigor, os norte-americanos pagarão mais por celulares (menos o da Apple), computadores, brinquedos, televisão e a maioria de gadgets que consomem.

*O jornalista Moisés Rabinovici é comentarista da Rádio Nacional e apresentador do programa Um olhar sobre o Mundo, na TV Brasil.
Edição: Valéria Aguiar


http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2018-06/eua-x-china-estao-beira-de-uma-guerra-comercial

sexta-feira, 8 de junho de 2018

China adota medidas antidumping contra importação de carne de frango do Brasil



China adota medidas antidumping contra importação de carne de frango do Brasil


A China anunciou nesta sexta-feira que vai impor medidas antidumping temporárias sobre as importações de carne de frango brasileira, no momento em que os Estados Unidos pressionam Pequim a reabrir seu mercado para os produtos avícolas norte-americanos.

Os importadores chineses de frango brasileiro terão que pagar depósitos de 18,8 a 38,4 por cento do valor de suas compras a partir de 9 de junho, informou o Ministério do Comércio em um comunicado.

Uma decisão preliminar do ministério descobriu que os produtores chineses foram "substancialmente prejudicados" pelos embarques do Brasil entre 2013 e 2016, quando o país forneceu mais da metade das importações chinesas de carne de frango.

Uma fonte da embaixada brasileira em Pequim disse que a medida é "muito decepcionante".

"Não estamos convencidos de que há dumping, lesão ou um nexo de causalidade", disse a fonte, recusando-se a ser identificada devido à natureza sensível do tópico.

Embora o resultado inicial da investigação iniciada em agosto passado era esperado para este mês, a imposição das medidas ocorre também no momento que os EUA tentam recuperar o acesso ao mercado avícola chinês, em meio a negociações comerciais em andamento.

A China concordou em aumentar suas importações de produtos agrícolas norte-americanos em recentes negociações destinadas a evitar uma guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo.

"Estamos muito, muito preocupados com essas negociações, porque o que nós não queremos ver é os exportadores brasileiros em situação de desvantagem vis-à-vis outros concorrentes que podem também estar em condições de exportar para este país", disse a fonte da embaixada brasileira.

As medidas antidumping são mais um golpe para os exportadores de carne do Brasil, que ainda estão se recuperando das consequências da operação Carne Fraca, da Polícia Federal.

A BRF, maior exportadora mundial de carne de frango, disse no mês passado que o aumento nos preços dos grãos e as barreiras ao comércio em importantes mercados frustraram os esforços para que a empresa voltasse a lucrar.

Analistas e a indústria não ficaram surpresos com a decisão, e ressaltaram que ela ainda é inicial e pode ser mudada.

Uma fonte da indústria brasileira disse que o Ministério do Comércio propôs mais negociações com os exportadores, incluindo a possibilidade de estabelecer um preço mínimo para as exportações para a China.

Ainda não está claro se a indústria vai aceitar tal proposta, disse ele.

Pé de galinha

Os exportadores brasileiros devem ser capazes de absorver o impacto dos depósitos, particularmente para pés de frango, que de outra forma não teriam valor, disse Pan Chenjun, analista sênior do Rabobank.

"A China não é o mercado mais importante (para o Brasil), mas em valor é muito importante, pois absorve todos os subprodutos."

Das 29 empresas brasileiras listadas pelo ministério chinês, as taxas de depósito nos produtos da JBS e da Seara Comércio de serão de 18,8 por cento, já os produtos da BRF sofrerão uma taxa de 25,3 por cento e os embarques da C.Vale - Cooperativa Agroindustrial serão taxados em 38,4 por cento. As importações de todos os outros produtores não especificados serão atingidas pela taxa mais alta.

Pan Chenjun espera que os importadores negociem com os fornecedores para compartilhar as taxas de depósito.

Li Jinghui, diretor da Associação de Avicultura da China, não quis comentar as notícias. Um funcionário da Associação de Agricultura Animal da China também se recusou a comentar.

Procuradas, a JBS, dona da marca Seara, disse que não comentaria a notícia, enquanto a BRF não tinha comentários imediatos.

Não está claro o que acontecerá com as remessas já a caminho da China. Um depósito antidumping incidente sobre o sorgo dos Estados Unidos em abril causou o caos no comércio de grãos, com dezenas de cargas retidas enquanto importadores tentavam vender para outros mercados para evitar pagar as tarifas.

Os preços dos frangos de corte na China se recuperaram significativamente desde o ano passado, quando caíram para mínimos em décadas depois que centenas de pessoas morreram por contrair o vírus H7N9 da gripe aviária.

Fonte: DCI

https://www.legisweb.com.br/noticia/?id=20629

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Secex anuncia vigência de direito antidumping para laminados planos de aço da China e outros países


Secex anuncia vigência de direito antidumping para laminados planos de aço da China e outros países




A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) informou nesta sexta-feira o prazo de vigência do direito antidumping aplicado a diferentes tipos de laminados planos de aço importados da China e outros países.

Conforme circular publicada no Diário Oficial da União, as partes que desejarem uma revisão de prazo devem protocolar a

petição no mínimo quatro meses antes do término de vigência.

No caso de laminados planos de aço ao silício, denominados magnéticos, de grãos não orientados trazidos da China, o direito antiduming se encerrará em 17 de julho de 2018.

Para laminados planos de aços inoxidáveis austeníticos tipo 304 (304, 304L e 304H) e de aços inoxidáveis ferríticos tipo 430 laminados a frio (com espessura igual ou superior a 0,35 mm, mas inferior a 4,75 mm) vindos de Alemanha, China, Coreia do Sul, Finlândia, Taipé e Vietnã, o prazo termina em 4 de outubro do ano que vem.

Já a vigência do direito antidumping em tubos com costura, de aços inoxidáveis austeníticos graus 304 e 316, de seção circular, trazidos da China e de Taipé acaba em 29 de julho de 2018.

Para tubos de aço carbono, sem costura, de condução (line pipe), utilizados para oleodutos e gasodutos, originários da China, o prazo se encerrará em 4 de novembro.

Fonte: Reuters

https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/41671-secex-anuncia-vigencia-de-direito-antidumping-para-laminados-planos-de-aco-da-china-e-outros-paises?utm_source=newsletter_8404&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

CHINA


China desbanca EUA e se torna principal país de origem das importações brasileiras
Comércio Exterior



De janeiro a agosto, as importações chinesas totalizaram US$ 17,5 bilhões



por Portal Brasil


Divulgação/Secretaria de Infraestrutura e Logística


Corrente de comércio com a China já soma US$ 18,9 bilhões em 2017


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Maior destino dos produtos brasileiros, a China também se tornou a maior vendedora de produtos para o Brasil, desbancando a posição tradicionalmente ocupada pelos Estados Unidos. No âmbito do comércio exterior, os chineses já figuram como o principal parceiro do País, com um saldo comercial que já soma US$ 18,9 bilhões em 2017.


Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), mostram que, de janeiro a agosto, as importações chinesas totalizaram US$ 17,5 bilhões, enquanto as compras de produtos norte-americanos somaram US$ 16,8 bilhões.


As importações com origem na China correspondem a 17,9% das importações totais brasileiras. Ao mesmo tempo, os embarques de produtos brasileiros para a China representam 25% do total das exportações brasileiras.


De acordo com a pasta, as importações chinesas aumentaram 13,3% de janeiro a agosto, com destaque de maior volume de compras de aparelhos transmissores e receptores, semicondutores, laminados planos, circuitos integrados, autopeças, circuitos impressos, aparelhos eletromecânicos, pneumáticos e bombas e compressores.


Fonte: Portal Brasil, com informações do MDIC

http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2017/09/china-desbanca-eua-e-se-torna-principal-pais-de-origem-das-mportacoes-brasileiras

Brasil tem 37 medidas antidumping contra contra a China


Brasil tem 37 medidas antidumping contra contra a China



Na mão contrária, chineses atingem frango e açúcar,os dois principais produtos da pauta de exportações agrícolas do Brasil

Claudia Trevisan, enviada especial, O Estado de S.Paulo



PEQUIM - Por trás dos bilionários números do comércio bilateral, há tensão gerada pela imposição de medidas antidumping pelo Brasil contra a China e de ações na mão contrária que atingem os dois principais produtos da pauta de exportações agrícolas depois da soja: frango e açúcar.

O Brasil tem 37 medidas antidumping contra a China em vigor. A mais recente delas foi aplicada em meados do ano e atingiu produtos de aço do país asiático.

Em meados do ano, o Brasil adotou medida antidumpung contra produtos de aço da China Foto: Stringer/Reuters

Duas semanas antes da visita do presidente Michel Temer, Pequim anunciou investigação sobre o setor de produção de frango do Brasil, que pode levar à imposição de sobretaxa no prazo de seis meses. Em maio, a China impôs salvaguardas à importação de açúcar, o que limitou o acesso do produto nacional a seu maior mercado externo.

De acordo com Marcos Jank, da Asia Brasil Agro Alliance, o Brasil foi o único país atingido pela medida, apesar de ela ter caráter universal. Isso ocorreu porque o País exportava além da quota definida pelos chineses, sobre a qual a tarifa é de 15%. O excedente, que era taxado em 50%, passou a estar sujeito a uma alíquota de 95%.

A projeção da Unica, entidade que representa a indústria da cana-de-açúcar, é que os embarques caiam para 2,2 milhões de toneladas neste ano. Antes das salvaguardas, a expectativa era de exportação de 3 milhões de toneladas.

O assunto não está no centro da agenda de Temer na China, mas poderá ser abordado pelo presidente no encontro com o primeiro-ministro Li Keqiang, marcado para as 16 horas de hoje (5 horas no Brasil).

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-tem-37-medidas-antidumping-contra-contra-a-china,70001960036

quarta-feira, 12 de abril de 2017

China



A China anuncia a construção de uma zona econômica três vezes maior que a área de Nova York

Shenzhen se tornou uma zona econômica especial nos anos 1980 e é atualmente considerada como o Vale do Silício da China no que diz respeito à produção de hardware, tendo se tornado um polo de inovação. Destaca-se que a cidade apresentou um crescimento do PIB de 9% no ano de 2016, um ritmo mais acelerado do que a média nacional e mais intenso do que o que se verificou em Pequim e em Shangai.
Baseado no exemplo deShenzhen, o Governo chinês anunciou neste ano (2017) a criação de uma zona econômica especial localizada no distrito de Xiongan, com uma extensão de 2000 quilômetros quadrados, o que corresponde a uma área três vezes maior que o território de Nova York. Este território será articulado em um triângulo de integração urbana compreendendo Pequim-Tianjin-Hebei, província na qual está localizado o distrito de Xiongan. Espera-se que a nova região assuma algumas das atividades econômicas de Pequim, sobretudo no que tange a produção de bens intermediários e atividades subsidiárias, visando a redução de custos na capital.
Paralelamente a isto, observa-se o desenvolvimento de polos de inovação, tais como o que se estende na cidade de Cantão (Guangzhou), centrados na produção de software para smartphones e Big Data.Guangzhou é a terceira maior cidade da China, cuja tradição em comércio remete aos antigos trajetos da Rota da Seda. No período recente, a cidade ganhou proeminência por ser atrativa para empresas estrangeiras e possuir vantagens logísticas ligadas a um porto altamente desenvolvido. No momento, a cidade vive uma transformação que é simbólica do estado da economia chinesa como um todo. Centros de pesquisa e desenvolvimento passaram a emergir, transformando o caráter econômico deste espaço urbano.
Estes fatos remetem à discussão acerca da dimensão espacial do desenvolvimento. A proximidade física e a integração entre empresas, fornecedores, produtores intermediários, instituições de pesquisa e universidades podem suscitar externalidades positivas para novos negócios, tais como ideias, inovação e diversificação produtiva. Se bem conduzido, este processo pode dar início à formação de um cluster ou aglomerado industrial, possibilitando a formação de economias de escala e a condução de estratégias empresariais (mesmo de internacionalização), que não poderiam ser realizadas se as empresas agissem individualmente.
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Imagem 1 “Imagem estilizada simbolizando a indústria chinesa” (Fonte):
Imagem 2 “Cidade de Shenzhen” (Fonte):
Imagem 3 “Província de Hebei” (Fonte):
http://www.jornal.ceiri.com.br/pt/a-china-anuncia-a-construcao-de-uma-zona-economica-tres-vezes-maior-que-a-area-de-nova-york/

terça-feira, 15 de março de 2016

CHINA COMPRA 30 SUPERNAVIOS VALEMAX



CHINA COMPRA 30 SUPERNAVIOS VALEMAX 





As gigantes chinesas do transporte marítimo Cosco Group, China Merchants Group e ICBC Financial Leasing Co. fizeram encomendas para 30 navios Valemax avaliadas num total de US$ 2,5 bilhões, dizem pessoas envolvidas no negócio.


A medida vai ampliar o controle da China sobre as exportações de minério de ferro do Brasil nos próximos dez anos e aumentar a pressão sobre as transportadoras marítimas ocidentais, que vêm penando para encontrar cargas em meio a uma das crises mais duradouras do setor.


As fontes disseram que as três titãs do transporte marítimo da China fizeram pedidos de dez navios cada uma para quatro estaleiros locais - Shanghai Waigaoqiao Shipbuilding, Behai Shipbuilding, CIC Jiangsu e Yangzijiang Shipbuilding - com entregas programadas a partir de 2018.


"Apesar do colapso do mercado a granel, os chineses estão encomendando novas embarcações para efetivamente controlar as taxas de frete de minério de ferro nos próximos dez anos ou mais", diz Basil Karatzas, da Karatzas Marine Advisors & Co., consultoria nova-iorquina do setor. "Isso vai pôr mais pressão sobre dezenas de transportadoras independentes às voltas com uma mínima recorde nas tarifas de frete."


Os navios Valemax foram lanças dos no mercado em 2010 pela mineradora brasileira Vale SA. O plano era construir cerca de 60 navios, mas apenas 18 foram entregues. A Vale sofreu um golpe quando a China proibiu esses navios de grande porte de atracar em seus portos, afirmando que eles eram inseguros. O embargo foi suspenso em julho do ano passado, mas naquele momento a Vale já havia vendido ou alugado os cargueiros para proprietários chineses, inclusive a Cosco.


O Valemax pode transportar até 360 mil toneladas de carga. Eles são duas vezes maiores que os navios Capesize, os maiores cargueiros de granéis sólidos de produção comercial, que possuem capacidade para 180 mil toneladas.


A China é a maior importadora de commodities e a desaceleração de sua economia é a principal razão dos problemas vividos pelas transportadoras marítimas. As importações de cimento e minério de ferro do país recuaram 46% e 38% em valor no ano passado, respectivamente, ante 2014, segundo a alfândega chinesa. Donos de navios de carga de granel sólido que transportam produtos como esses para a China vêm operando a um custo quase quatro vezes maior que as tarifas que cobram pelos fretes.


Dezenas de transportadoras de granéis sólidos estão em recuperação judicial, enquanto outras estão atrasando o pagamento de empréstimos para os bancos, deixando grandes quantidades de navios ociosos ou vendendo os cargueiros a preço de banana.


Corretores de Cingapura e Londres afirmam que as novas compras dos navios Valemax darão às transportadoras chinesas o controle de cerca de 30% do total das importações de minério de ferro do país, em termos de volume. Karatzas diz que tal domínio vai reprimir as tarifas de fretes durante anos.


"No auge do mercado, em 2007 e 2008, nós costumávamos pagar fretes diários de mais de US$ 200 mil por um navio Capesize", diz um executivo de uma das empresas compradoras do Valemax. "Estamos nos precavendo para que isso não aconteça novamente, quando o mercado se recuperar."


Os fretes diários de navios Capesize estão atualmente abaixo de US$ 3 mil.


Fonte: Valor Econômico\Costa Paris | The Wall Street Journal


https://www.portosenavios.com.br/noticias/ind-naval-e-offshore/33593-china-compra-30-supernavios-valemax?utm_source=newsletter_7776&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

China e Irã iniciam rota marítima de envio de mercadorias




China e Irã iniciam rota marítima de envio de mercadorias

O porto de Qinzhou, na região autônoma da etnia Zhuang de Guangxi, sul da China, iniciou com o Irã uma rota de navegação de transporte de mercadoria, informou, nesta segunda-feira (1º/02) o Grupo Portuário Internacional do Golfo de Beibu.





De acordo com esse órgão, o barco iraniano "Perarin", capaz de transportar 3.280 contêineres padrão, chegou ao porto de Qinzhou na quarta-feira passada para entregar mercadorias de diversos países localizados ao longo da denominada rota marítima da seda do século XXI.

Essa iniciativa, proposta pela China em 2013, junto com a Faixa Econômica da Rota da Seda, pretende abrir um maior horizonte à cooperação econômica e comercial.

A chegada do "Perarin" ao porto de Qinzhou marca a abertura da primeira rota de navegação de transporte de mercadorias que liga o Oriente Médio com o golfo de Beibu, onde se encontram os portos de Qinzhou, Beihai e Fangchenggang.

Até o momento, 22 barcos partem do golfo de Beibu toda semana com destino aos principais portos da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean, por suas siglas em inglês).

Autoridades marítimas de Guangxi têm reiterado suas intenções de ampliar suas rotas de navegação de transporte de mercadorias a mais países europeus e do Oriente Médio com o objetivo de promover o comércio exterior.

Fonte: Prensa Latina

http://www.vermelho.org.br/noticia/275747-9

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Três fatores afetam comércio exterior da China em 2015


Três fatores afetam comércio exterior da China em 2015


O mau desempenho econômico global, os crescentes custos corporativos e a queda dos preços de commodities afetaram o comércio exterior da China neste ano, declarou na quinta-feira um alto funcionário das alfândegas chinesas.


  Yu Guangzhou, chefe da Administração Geral das Alfândegas, disse em uma coletiva de imprensa que nos primeiros 11 meses do ano o comércio exterior da China caiu 7,8% anualmente, a 22,1 trilhões de yuans (US$ 3,4 trilhões), com as exportações perdendo 2,2% e as importações, 14,4%.


  A queda é atribuída principalmente ao ambiente global desalentador, de acordo com Yu.


  As exportações totais do mundo diminuíram 11% anualmente nos primeiros três trimestres, indicam os dados da Organização Mundial do Comércio (OMC).


  A China sofreu o maior impacto, especialmente nas exportações, assinalou Yu, acrescentando que ainda assim rendeu melhor que as outras principais economias, como a União Europeia, Estados Unidos e Japão em termos de vendas para o exterior.


  Além do ambiente global, os crescentes salários da China e a moeda forte aumentaram o encargo dos exportadores chineses e debilitaram sua vantagem competitiva, indicou Yu.


  Fora disso, os preços das commodities continuaram caindo e minaram as importações em 11,2 pontos percentuais e as exportações em 0,7 ponto.


  O funcionário acrescentou que ainda existem pontos positivos e citou uma estrutura comercial melhorada, maiores exportações de alta tecnologia e novas formas de comércio como o e-commerce fronteiriço e o turismo de compras.


  A China continua sendo o país que mais comercia no mundo e aumentando sua participação no mercado global, acrescentou Yu.


(Xinhua)

http://portuguese.cri.cn/1721/2015/12/25/1s209996.htm

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

China

China emite novas regras alfandegárias para impulsionar o comércio

Fonte: Diário do Povo Online   
PEQUIM, 26 de novembro (Diário do Povo Online) - A Administração Geral das Alfândegas (GAC) da China emitiu 18 medidas para reverter a tendência de queda do comércio exterior do país, disse ontem o porta-voz da AGA.
As medidas alfandegárias foram simplificadas, aumentandoem 50% a eficiência na liberação de autorizaçãonas alfândegas, disse Zhang Guangzhi em uma conferência de imprensa.
As tarifas de comércio exterior estão diminuindo ou sendo eliminadas, reduzindo os custos das empresas, disse Zhang.
A AGA também eliminou seis itens sujeitos a aprovações ou revisões governamentais.
Como a China é a maior vendedora de produtos do mundo, seu comércio exterior está sob forte pressão este ano devido à grande desaceleração econômica e à uma recuperação econômica frágil.
Dados da AGA mostram que o comércio exterior caiu 8,1% nos primeiros 10 meses de 2015 em comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto a meta anual é de uma taxa de crescimento de 6%.
"Parece impossível inverter a tendência este ano. A única coisa que podemos fazer é diminuir a queda", disse Bai Ming, pesquisador sênior do Ministério do Comércio da China.
Revisão: Rafael Lima
(Editor:Renato Lu,editor)
http://portuguese.people.cn/n/2015/1126/c310816-8982372.html

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

CHINA AVISA QUE PODE ACIONAR OMC CONTRA O BRASIL




CHINA AVISA QUE PODE ACIONAR OMC CONTRA O BRASIL


A China avisou ontem ao Brasil que não aceitará que, a partir de 11 de dezembro de 2016, o governo brasileiro continue sem reconhecer o país como economia de mercado e adotando metodologia flexível para impor sobretaxas contra produtos chineses.


Em reunião bilateral realizada em Istambul, o vice-ministro de Comércio da China, Wang Shouwen, deixou claro que, se o Brasil não reconhecer Pequim como economia de mercado a partir daquela data, Pequim acionará o Orgão de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC), assim como pretende fazer em relação a qualquer outro país com a mesma posição.


O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Fernando de Magalhães Furlan, sugeriu a Wang que setores produtivos da China começassem a se relacionar mais com a indústria brasileira, para eventualmente convencê-la de que funcionam como economia de mercado.


A cobrança chinesa ilustra a dificuldade que setores da indústria brasileira, como têxteis, máquinas, calçados, automotivo e siderúrgico, terão dentro de pouco mais de um ano para se proteger da concorrência chinesa.


Em 2001, quando Pequim entrou na OMC, economias desenvolvidas, como EUA, União Europeia e Japão, se recusaram a reconhecer a China como economia de mercado. O argumento foi o de que os preços domésticos chineses eram estabelecidos por políticas e agências do governo e não pelas forças do mercado.


O governo chinês teve então de se submeter a uma cláusula de adesão com duração de 15 anos, pela qual os parceiros podiam usar metodologia mais flexível para calcular dumping contra produtos chineses. No comércio internacional, o dumping ocorre quando um país exporta mercadoria com preço abaixo do custo de produção, ou do preço interno.


Em 2004, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, numa visita a Pequim, aceitou reconhecer a China como economia de mercado. O compromisso jamais foi cumprido, apesar das cobranças da segunda maior economia do mundo. Hoje, cerca de 35% das sobretaxas antidumping no Brasil são aplicadas contra mercadorias chinesas, acusadas de terem preços deslealmente baixos.


Nos encontros bilaterais à margem da reunião de ministros de comércio do G-20, ontem na capital turca, representantes dos EUA disseram aos brasileiros que não vão reconhecer automaticamente a China como economia de mercado, e acham que Pequim de fato poderá abrir uma disputa na OMC. Tanto americanos como europeus acham não há como dar o status automaticamente a Pequim. O texto da cláusula que acaba no ano que vem é tema de debates polêmicos entre advogados.


Durante a reunião ministerial do G-20, Furlan afirmou que o Brasil está implementando facilitação de comércio e que até 2017 será reduzido em 40% a demora para autorização de operações de exportação e importação. Segundo o secretário, o prazo para obter a documentação para exportar cairá de 12 para 8 dias, e de importar de 14 para 10 dias.


Furlan faz parte da delegação brasileira em Istambul, integrada também por Marcio Cozendey, subsecretário de Assuntos Econômicos do Itamaraty, Marcos Galvão, embaixador do Brasil na OMC, e Renato Resende, representante da Secretaria de Comércio Exterior.


Na reunião do G-20, o Brasil sugeriu que os países do grupo - as maiores economias desenvolvidas e emergentes - se comprometam no encontro dos líderes, em novembro, a não compensar a queda dos preços de commodities com a concessão de mais subsídios agrícolas, para não causar mais distorções no comércio in


Fonte: Valor Econômico/Assis Moreira | De Genebra

https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/31903-china-avisa-que-pode-acionar-omc-contra-o-brasil?utm_source=newsletter_7629&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

China lidera importações de produtos agropecuários do Brasil em julho


China lidera importações de produtos agropecuários do Brasil em julho


O complexo soja foi o principal setor exportador, seguido pelos produtos florestais e carnes de frango, boi e suína

ESTADÃO CONTEÚDO

Complexo soja foi o principal produto comprado pelos chineses em julho (Foto: Thinkstock)


A China foi o país que mais comprou produtos agropecuários do Brasil em julho, elevando sua participação nas exportações do setor de 25,5% para 32,1%. Dados do Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro (AgroStat) mostram que os asiáticos compraram US$ 2,92 bilhões no mês passado. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o incremento foi de 19,2%, puxado por soja em grãos e carne bovina.


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O complexo soja foi o principal setor exportador, com US$ 2,47 bilhões. Os produtosflorestais ficaram em segundo, com US$ 185,26 milhões (US$ 169,65 milhões de celulose, US$ 9,4 milhões de papel e US$ 6,21 milhões de madeira).


Em terceiro, ficaram as carnes, com US$ 127,39 milhões - US$ 69,51 milhões de carne de frango, US$ 57,27 milhões de carne bovina e US$ 610.080 de carne suína. No acumulado do ano até julho, a Chinatambém ocupa a primeira posição, com US$ 14,67 bilhões.


A lista dos cinco maiores compradores conta com: Estados Unidos - (S$ 3,72 bilhões), Páises Baixos - US$ 2,94 bilhões, Alemanha - US$ 1,63 bilhão e Rússia, com US$ 1,37 bilhão. Na América do Norte, os produtos florestais foram destaque em julho, com US$ 200,77 milhões.


No setor, a celulose ficou em primeiro lugar, com US$ 96,75 milhões, seguida pela madeira com US$ 86,69 milhões e papel, com US$ 17,33 milhões. O café ficou em segundo lugar, com US$ 113,36 milhões, US$ 105,40 milhões de café em grãos e US$ 7,96 milhões de extratos de café.


O complexo sucroalcooleiro foi o terceiro principal setor, com US$ 60 milhões, sendo US$ 43,80 milhões de álcool e US$ 16,20 milhões de açúcar.


Para os Países Baixos, o setor que mais exportou no mês passado foi o complexo soja, com US$ 317,77 milhões. O produto de destaque foi a soja em grãos, com US$ 160,15 milhões. Em seguida, ficou o farelo, com US$ 157,59 milhões e o óleo , com US$ 27,74 mil.


Os produtos florestais ocuparam a segunda posição, com US$ 106,67 milhões. Deste valor, US$ 102,65 milhões foram de celulose e US$ 4,02 milhões de madeira.


Em seguida ficaram as carnes, com US$ 66,96 milhões, sendo US$ 46,46 milhões de carne de frango, US$ 12,66 milhões de carne bovina, US$ 7,77 milhões de carne de peru e US$ 63.980 as demais carnes e miudezas.


http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/Soja/noticia/2015/08/china-lidera-importacoes-de-produtos-agropecuarios-do-brasil-em-julho.html


quarta-feira, 22 de julho de 2015

China é o principal destino das exportações brasileiras do agronegócio no 1º semestre

China é o principal destino das exportações brasileiras do agronegócio no 1º semestre

País asiático importou 27,2% do total que o Brasil vendeu ao mercado externo nos primeiros seis meses de 2015
A China foi o principal destino das exportações do agronegócio brasileiro no primeiro semestre de 2015, de acordo com dados do Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro (AgroStat), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).  Nesses seis meses, os embarques do Brasil para aquele mercado somaram US$ 11,75 bilhões, o que representa 27,2% do total exportado pelo setor, que alcançou US$ 43,26 bilhões.
As exportações do agronegócio para a China tiveram uma queda de 17,5% em valor em relação a igual período de 2014, quando somaram US$ 14,23 bilhões.
 O complexo soja liderou as exportações para a China entre janeiro e junho deste ano, com US$ 9,64 bilhões. A soja em grãos foi o principal produto exportado, somando US$ 9,56 bilhões. Esse montante representou queda de 20,2% em relação ao primeiro semestre de 2014.

O recuo decorreu da retração no preço (de US$ 506 para 387 por tonelada), que não foi compensado pelo crescimento de 4,2% na quantidade embarcada. Esta passou de 23,7 milhões de toneladas em 2014 para 24,7 milhões de toneladas em 2015.
Os produtos florestais ocuparam a segunda posição nas exportações para a China, com US$ 906,33 milhões. Em terceiro lugar ficou o setor de couros, com US$ 345,22 milhões, e em quarto, o complexo sucroalcooleiro, com US$ 329,73 milhões. O setor de carnes, com US$ 312,16 milhões, ocupou a quinta posição.

Ásia
O montante de produtos agropecuários exportados pelo Brasil entre janeiro e junho de 2015 (US$ 43,26 bilhões) representou queda de 11,9% em relação ao mesmo período do ano passado. As importações ficaram em US$ 7,06 bilhões no período, com recuo de 15,3% em relação a 2014.  Mesmo assim, o saldo da balança comercial no primeiro semestre deste ano foi positivo, de US$ 36,2 bilhões.
Com relação aos blocos econômicos e regiões geográficas, no primeiro semestre de 2015, a Ásia ocupou a primeira posição no ranking de destinos das exportações brasileiras do agronegócio. Houve crescimento na participação da região, de 44,3% para 44,6%, a despeito da queda nas exportações de US$ 21,73 bilhões para US$ 19,28 bilhões.
O segundo mercado que mais comprou do Brasil no primeiro semestre foi a União Europeia, com US$ 9,19 bilhões. Houve queda de 12,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Entre os países que mais contribuíram para amenizar a queda nas exportações estão o Vietnã, com aumento de US$ 260 milhões em comparação ao primeiro semestre de 2014, seguido pelo Irã, com US$ 163 milhões, Bélgica, com US$ 149 milhões, e Arábia Saudita, com US$ 129 milhões.
Produtos
O complexo soja foi o principal setor em termos de valor exportado entre janeiro e junho deste ano. Foram US$ 15,97 bilhões em vendas, sendo 78,3% relativos ao grão. Em seguida, estão as carnes, com US$ 6,94 bilhões, e os produtos florestais, com US$ 4,96 bilhões. O complexo sucroalcooleiro ocupou a quarta posição no ranking, somando US$ 3,85 bilhões no primeiro semestre de 2015.
Na quinta posição, as exportações do setor do café somaram US$ 3,16 bilhões. Entre os cinco principais setores do agronegócio brasileiro, o café foi o único a apresentar crescimento tanto em quantidade, de 0,3%, quanto em preço, de 8,3%. Esse desempenho resultou em crescimento de 8,7%, em valor, das vendas externas do setor.

Assessoria de Comunicação Social

http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2015/07/china-e-o-principal-destino-das-exportacoes-brasileiras-do-agronegocio-no-1-semestre

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Governo chinês lança mais medidas para impulsionar comércio exterior


Governo chinês lança mais medidas para impulsionar comércio exterior


O Conselho de Estado da China convocou no dia 15 uma reunião, lançando seis medidas para impulsionar o comércio exterior, incluindo: facilitar os negócios, incentivar as importações, estabilizar a taxa de câmbio da moeda chinesa, isentar as empresas das despesas de exportações e desenvolver comércio eletrônico transregionais.

As estatísticas mostram que, no primeiro semestre deste ano, o valor total do comércio exterior da China foi de 11,53 trilhões de yuans, diminuindo 6,9% em comparação com o mesmo período do ano passado, entre os quais, o valor das exportações chegou a 6,57 trilhões de yuans, aumentando 0,9% e o das importações foi de 4,96 trilhões de yuans, reduzindo 15,5%. A especialista da Academia das Relações Internacionais Contemporâneas da China, Chen Fengying, acha que as medidas tomadas pelo governo chinês visam a mudar a tendência de queda do comércio exterior:

"A situação é muito severa, pois 6,9% é uma diminuição muito grande, e nosso objetivo é aumentar 6% neste ano. Por isso, na realidade tem mais de 12 pontos percentuais de diferença com o objetivo. O ambiente do comércio internacional não é favorável, mas não temos como mudá-lo, o que podemos fazer é tomar mais medidas para fazer melhor nossos próprios negócios."

Segundo a reunião do Conselho de Estado, para facilitar o comércio exterior, a China está elevando a eficiência das alfândegas e impulsionando a política de desembaraço aduaneiro integrado em todo o país. De fato, essa política já foi aplicada em algumas regiões do país há algum tempo. Conforme as entrevistas dos nossos repórteres, o efeito da política é muito bom. O responsável de uma fábrica de papéis de Zhuhai, no sul da China, Liu Jianyu, revelou:

"Após a implementação do desembaraço aduaneiro integrado, poupamos o tempo de uma semana para completar os trabalhos de declaração à alfândega."

A subida da taxa de câmbio do Renminbi, moeda chinesa, também aumentou os custos das empresas no comércio exterior. Segundo os dados, até o dia 30 de junho deste ano, as taxas de câmbio média do Renminbi em relação ao euro, dólar americano e iene do Japão, aumentaram respectivamente 6,9%, 0,2% e 2,2% em comparação com o início do ano corrente.

Perante a situação, a reunião do Conselho de Estado enfatizou especialmente que deve se manter a estabilidade da taxa de câmbio de Renminbi, impulsionar a facilitação da liquidação em moeda chinesa nos comércios transfronteiriços, e ajudar as empresas a evitar os riscos das taxas de câmbio. A especialista, Chen Fengying, comenta:

"A estabilidade da taxa de câmbio de Renminbi é o nosso objetivo. Além disso, impulsionamos a liquidação de contas em moeda chinesa nos comércios transnacionais, porque por um lado, é mais conveniente, e por outro lado, podem se evitar mais riscos. Prevê-se que no segundo semestre deste ano, a taxa de câmbio do dólar americano poderá subir, e a instabilidade da economia da zona do euro faz com que a taxa de câmbio do euro também seja instável. Portanto, se fizermos contas em Renminbi, podemos evitar perdas econômicas causadas pelas turbulências de taxa de câmbio."

Além disso, a reunião do Conselho de Estado da China também decidiu aumentar as importações das tecnologias e equipamentos avançados, peças chaves e artigos de consumo de grande procura doméstica.

http://portuguese.cri.cn/1721/2015/07/16/1s202678.htm

quinta-feira, 18 de junho de 2015

CHINA É O PRINCIPAL DESTINO DAS EXPORTAÇÕES PELO PORTO DO RIO GRANDE




CHINA É O PRINCIPAL DESTINO DAS EXPORTAÇÕES PELO PORTO DO RIO GRANDE

Escrito por Redação


O setor de estatística da Superintendência do Porto do Rio Grande realizou o levantamento dos principais destinos das exportações realizadas pela estrutura gaúcha entre os meses de janeiro e maio de 2015. A China aparece em primeiro lugar, com mais de três milhões de toneladas, quase 8,5 vezes mais carga do que a Coreia do Sul, que aparece na segunda posição. As dez primeiras posições representam 75,7% do total exportado.

“Esse relatório mostra que o Porto do Rio Grande está ligado aos mais diferentes setores da economia mundial. Nossos terminais estão preparados para atender grandes potências como a China e a Holanda. Nossa estrutura é um elo entre o Rio Grande do Sul e o mundo”, afirmou o superintendente Janir Branco. Dos cinco meses analisados, a China ocupa a primeira posição em três: março, abril e maio. São 3.505.634 toneladas exportadas, enquanto para a Coreia do Sul, que ocupa a segunda posição, foram 418.126 toneladas. No total de exportações entre todos os países, foram movimentadas 8.062.305 toneladas. O total chinês representa 43,48% do quadro geral.

No ranking dos países, além da China e Coreia do Sul, aparecem pela ordem até a 10ª posição: Vietnã (373.532); Tailândia (341.732); Bangladesh (311.513); Irã (281.465); Holanda (274.743); Eslovênia (234.340); Filipinas (186.619) e Japão (180.558). As primeiras posições somam 6.108.262 toneladas, enquanto os demais países representam 1.954.043. “A diversidade de países que interagem com o Porto mostra a nossa capacidade de operação e produtividade, é um sinal positivo que nos motiva a qualificar a estrutura e, sempre, buscar novos mercados”, conclui o superintendente.

Tabelas dinâmicas

Todos os meses há uma intensa mudança de posições e países nas tabelas dos principais destinos. A Coreia do Sul liderou no mês de janeiro, enquanto fevereiro teve como principal país o Vietnã. Da América do Sul, o Equador foi destaque no mês de fevereiro, ocupando a 8ª posição, com 33.575 toneladas. Já os Estados Unidos, na América do Norte, aparece no ranking geral como 11º maior destino das exportações, com 173.494 toneladas.

Fonte: Jornal Agora (RS)

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/30414-china-e-o-principal-destino-das-exportacoes-pelo-porto-do-rio-grande

terça-feira, 26 de maio de 2015

Setor de transporte deve ser beneficiado com acordos entre Brasil e China


Setor de transporte deve ser beneficiado com acordos entre Brasil e China
Os governos brasileiro e chinês assinaram, no dia 19 último, 35 acordos bilaterais, num montante superior a R$ 150 bilhões de investimentos da China no Brasil. O setor de infraestrutura de transportes está entre os que devem ser beneficiados com as parcerias bilaterais.

Entre os principais projetos, está a construção de uma ferrovia transcontinental, que cruzará o país de leste a oeste, passando pelo Peru para acessar portos no Oceano Pacífico. Para isso, foi assinado um memorando de entendimento, a fim de desenvolver estudos de viabilidade do empreendimento que estarão concluídos até maio de 2016.

A linha, que terá 4,4 mil quilômetros somente no Brasil, sairá de Campinorte, no Tocantins, junto à Ferrovia Norte-Sul, passará por Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, atingirá o Acre e atravessará os Andes, até o litoral peruano. O governo, no entanto, ainda não divulga estimativa de valores do empreendimento.

Os acordos foram assinados durante a visita do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, ao Brasil, que, em Brasília, cumpriu agenda no Palácio do Planalto e no Congresso Nacional. “Convidamos as empresas chinesas a participarem dessa grande obra. Um novo caminho para a Ásia se abrirá para o Brasil, reduzindo distâncias e custos, que nos levará diretamente, pelo oceano pacifico, até os portos do Peru e da China”, disse a presidente Dilma Rousseff, durante a cerimônia de assinatura dos atos.

Segundo o presidente da CNT (Confederação Nacional do Transporte), Clésio Andrade, a obra já foi elencada, pela instituição, como uma das ações importantes para a solução de gargalos logísticos do país, e poderá aumentar a competitividade das exportações brasileiras. “É uma ferrovia que a Confederação Nacional do Transporte vem defendendo desde o primeiro Planto CNT de Transporte e Logística. Ao ligar o Brasil ao Oceano Pacífico, através do Peru, vai facilitar e baratear o escoamento, principalmente do minério e da soja produzidos no país”.

O primeiro-ministro, Li Keqiang, afirmou que o governo chinês quer estreitar a cooperação entre empresas dos dois países e promover a construção de infraestruturas no Brasil. A ideia, segundo ele, é reduzir os custos, movimentar a economia e ajudar na geração de empregos.

O presidente do Conselho Empresarial Brasil-China, Sérgio Amaral, consultor do Escritório da CNT na China, explica que, “para a China, isso faz parte de uma estratégia que vem sendo desenvolvida em várias regiões do mundo, que é realizar investimentos grandes em infraestrutura para obter retornos econômicos positivos e, talvez, a abertura de novos mercados”.

“A indústria ferroviária na China é altamente desenvolvida. Eles têm mais de 120 mil quilômetros de ferrovias. Ela é estratégica para o desenvolvimento chinês. Por isso, o governo tem estimulado as empresas chinesas a desenvolverem novos mercados e, para a China, o Brasil é estratégico”, diz Jose Mario Antunes, executivo do Escritório da CNT em Pequim.

Os acordos ainda preveem intercâmbios em outros setores, como da indústria automotiva e de alimentação, comércio, siderurgia, petróleo e gás.

Escritório da CNT na China

O primeiro-ministro chinês viajou para o Brasil com uma comitiva de aproximadamente 120 empresários. Durante a visita, um grupo, com atuação no setor ferroviário, participou de uma reunião na sede da Confederação Nacional do Transporte . Desde o ano passado, a CNT está presente na China com o Escritório Avançado em Pequim. O objetivo é aproximar empresas chinesas e brasileiras e estimular novos investimentos em infraestrutura logística no país.

“Vamos dar continuidade a missões empresariais, levando brasileiros para conhecerem empresas chinesas e trazendo empresas chinesas ao Brasil, para desenvolver cada vez mais esse setor", diz Jose Mario Antunes. Segundo ele, atualmente, o foco principal da China é em ferrovias e portos. "Mas eles também estão muito interessados no setor em hidrovias, aeroportos e rodovias. E a presença desses investimentos tende a ser cada vez maior”, complementa.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil. Em 2014, as trocas comerciais entre os dois países alcançaram quase US$ 78 bilhões.

https://portogente.com.br/noticias/transporte-logistica/setor-de-transporte-deve-ser-beneficiado-com-acordos-entre-brasil-e-china-86174

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Brasil e China


2014 Comércio entre Brasil e China atingiu 68,15 mil milhões de euros

O comércio entre Brasil e China envolveu 77,9 mil milhões de dólares (68,15 mil milhões de euros) em 2014, que corresponde a uma diminuição de 7% em relação a 2013, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior brasileiro.

A China é, desde 2009, o principal parceiro comercial do Brasil, segundo o Ministério das Relações Exteriores do país, e constitui uma das suas principais fontes de investimento.

Na próxima segunda-feira, o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, chegará ao país para uma visita de três dias.

As trocas comerciais anuais entre os países aumentaram de forma considerável entre 2001 e 2013, passando de 3,2 mil milhões de dólares (2,9 mil milhões de euros) para 83,3 mil milhões de dólares (72,87 milhões de euros).

Em 2015, até abril, as trocas entre os países somaram 21,78 mil milhões de dólares (19,05 mil milhões de euros).

Segundo o Ministério das Relações Exteriores (MRE), a China é uma das principais fontes de investimento estrangeiro direto para o Brasil, com destaque para os setores de energia e mineração, siderurgia e agronegócio. Há também investimentos chineses nas áreas de telecomunicações, automóveis, máquinas e serviços bancários.

O embaixador José Alfredo Graça Lima, subsecretário político do MRE, afirmou na quinta-feira que a China tenciona investir 53,3 mil milhões de dólares (46,69 mil milhões de euros) em infraestruturas no Brasil.

Desde 1988 que os países possuem um programa de Satélite de Recursos Terrestres Brasil-China (CBERS), para construção e lançamento de satélites. Em 2013, o Plano Decenal de Cooperação Espacial ampliou a cooperação espacial a outros setores, como meteorologia.

Os dois países atuam em conjunto em organismos internacionais, como o grupo BRICS, ao lado de Rússia, Índia e África do Sul, e o G20 (que junta as 19 maiores economias do mundo e a União Europeia).

http://www.noticiasaominuto.com/economia/391159/comercio-entre-brasil-e-china-atingiu-68-15-mil-milhoes-de-euros