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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Empresários negociam exportações para Dubai






Empresários negociam exportações para Dubai


Rodada de negócios organizada pela Câmara Árabe reuniu 18 empresas brasileiras de alimentos e construção, e companhias do emirado.

Marcos Carrieri
marcos.carrieri@anba.com.br


São Paulo - Empresas brasileiras dos setores de alimentos e construção participaram nesta terça-feira (09) de uma rodada de negócios com compradores de Dubai organizada pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira em parceria com a agência de fomento às exportações Dubai Exports e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo. Produtores de mel, temperos, doces e tradings, entre 18 companhias, apresentaram produtos aos compradores, que integram uma delegação da Dubai Exports.

Marcos Carrieri/ANBA



Labban: em Dubai, nada é impossível

Gerente de vendas internacional da Bazzar, empresa que produz molhos para temperos e caldos doces, entre outros, Célia Bentaleb afirmou que há grande chance de vender seus produtos para o mercado de Dubai. Uma das empresas com a qual se reuniu, a AlphaSky, vende alimentos para restaurantes, hotéis e companhias aéreas. “Dos 13 produtos que apresentei, o representante se interessou por quatro, pediu amostras e preços. Esse pode ser um dos caminhos para que nossa marca entre nos Emirados Árabes”, disse.

A empresa foi criada em 2007 para atender a demanda dos clientes do restaurante de mesmo nome no Rio de Janeiro. O sucesso foi grande, os produtos passaram a ser vendidos em outras cidades brasileiras além do Rio de Janeiro e depois ganharam mercado em outros países. Londres, Nova York, Paris, Tóquio são alguns dos destinos da marca, que agora quer chegar a Dubai. Ela afirmou que desde seu desenvolvimento, a Bazzar marca já tinha como foco o mercado árabe, pois todas as exigências do mercado halal (que segue as regras islâmicas) já são atendidas pela empresa.

Gerente Comercial da fabricante de mel e derivados Apisvida, Cecília Solano afirmou que a empresa busca novos mercados. “Dubai é um mercado de grande poder de compra. Estamos trabalhando a marca para um público elitizado, o que combina com os árabes”, afirmou Cecília. Um dos empresários com quem ela se reuniu pediu amostras do produto.

A gerente de novos projetos da trading Target, Claudia Moura, também observou que o alto poder de compra dos moradores de Dubai é um atrativo para o exportador. Além desse motivo, ela citou a população jovem e a grande quantidade de turistas e expatriados. Aos compradores, apresentou o projeto da empresa de exportar carne bovina ao emirado.

“Dubai está em ascensão, tem público do mundo inteiro e muitos jovens. Nossa empresa costuma trabalhar com os parceiros em projetos de longo prazo e é o que pretendemos agora. Queremos vender uma carne premium, mais saborosa aos distribuidores. Depois, em outro momento, podemos apresentar outros produtos brasileiros, que sempre têm grande aceitação”, disse.

Entre os árabes que vieram para a rodada de negócios, o CEO da empresa de engenharia e projetos Module, Ashraf Saleh Al Labban, buscou pedras e mármores e apresentou as oportunidades no mercado de construção dos emirados árabes. “Vemos empresas indianas, europeias e norte-americanas em Dubai e Abu Dhabi, mas não muitas empresas e investidores do Brasil. O mercado de Dubai oferece muitas oportunidades porque está crescendo e tem muitos projetos. Em Dubai nada é impossível”, afirmou. Além da Module e da AlphaSky, vieram a DP World, de movimentação de cargas e administração de portos, e a autoridade que regula o comércio de commodites em Dubai, DMCC.

As empresas árabes integram de uma delegação organizada pela Dubai Export e pelo consulado-geral dos Emirados Árabes Unidos em São Paulo. Também nesta terça-feira, o consulado e a Dubai Exports promoveram em São Paulo um seminário sobre produtos halal.

http://www.anba.com.br/noticia/21867997/oportunidades-de-negocios/empresarios-negociam-exportacoes-para-dubai/

sexta-feira, 20 de junho de 2014

China e Dubai aumentam procura por açúcar do Brasil



China e Dubai aumentam procura por açúcar do Brasil

A demanda da China e da refinaria Al Khaleej, em Dubai, por açúcar bruto do Brasil cresceu fortemente desde que os preços internacionais caíram abaixo de 17 centavos por libra-peso neste mês.

Por sua vez, as vendas da Tailândia e da América Central têm sofrido desaceleração.

Operadores do mercado disseram que a escala de navios nos portos brasileiros deve ser movimentada em junho, com mais navios chegando para embarcar o produto rumo a China, Nigéria, Malásia e à refinaria de Al Khaleej.

O período de junho e julho é visto como o pico da colheita de cana no centro-sul do Brasil.

TAILÂNDIA

Ao mesmo tempo que as exportações brasileiras ganham ritmo, a fila de navios na Tailândia, segundo maior exportador depois do Brasil, está pouco carregada depois de uma moagem recorde.

Origens na América Central, como Guatemala, estão encontrando dificuldade de fechar contrato, sinalizando que poderia haver uma grande entrega de açúcar da América Central contra o vencimento julho do açúcar na bolsa de Nova York, que vence em 30 de junho.

Grandes compradores globais de açúcar bruto como China e a refinaria Al Khaleej são clientes costumeiros do produto brasileiro, devido à sua alta qualidade, em um momento de preços relativamente baixos de frete marítimo.

INTERESSADOS

"A demanda por açúcar bruto do Brasil acelerou, e nós estamos vendo uma falta de interesse por brutos da América Central e da Tailândia", disse um operador sênior.

Outra fonte do mercado citou negócios com a China e a Malásia, e consultas da região do Mar Negro e da refinaria de Dubai.

Uma terceira fonte disse que há navios agendados para carregar açúcar bruto do Brasil para refinarias na Venezuela, Índia, Marrocos, Argélia e Canadá.

Negociantes disseram que compradores se acumularam quando os preços na bolsa de Nova York caíram abaixo do nível de suporte a US$ 0,17.

"Quando o mercado cai abaixo de 17 centavos, você encontra demanda. Quando o mercado dispara para 17,50 centavos, há falta de negócios", disse um operador.

Na última sexta-feira (13), os futuros do açúcar tocaram a mínima de oito semanas, a 16,67 centavos, pressionados por uma ampla oferta global.

Fonte:Folha de São Paulo\DA REUTERS

http://portosenavios.com.br/geral/24772-china-e-dubai-aumentam-procura-por-acucar-do-brasil?utm_source=newsletter_5891&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y

terça-feira, 11 de março de 2014

Comércio exterior de Dubai alcança AED 1,329 trilhão em 2013



Comércio exterior de Dubai alcança AED 1,329 trilhão em 2013

Taxa de crescimento duas vezes superior à previsão do comércio mundial da OMC

DUBAI, Emirados Árabes Unidos, 10 de março de 2014 /PRNewswire/ -- Com um novo pico para o comércio exterior não petrolífero em 2013, o crescimento acelerado de Dubai no comércio exterior culmina com um volume de AED 1,329 trilhão, alcançando um aumento de AED 94 bilhões do valor de 2012, que totalizou AED 1,235 trilhão.

Neste contexto, o príncipe herdeiro de Dubai e presidente do Conselho Executivo de Dubai H.H. Sheikh Hamdan bin Mohammed bin Rashid Al Maktoum elogiou o desempenho notável do setor do comércio não petrolífero em Dubai, que ecoa o crescimento contínuo de todos os setores em Dubai e nos Emirados Árabes Unidos como um todo. H.H. Sheikh Hamdan atribuiu este avanço positivo à sábia liderança do vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos, o primeiro-ministro e governador de Dubai H.H. Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum e sua presença constante para garantir a disponibilidade de todos os elementos que suportam o o crescimento progressivo e sustentado para as entidades locais, regionais e internacionais que operam a partir dos Emirados Árabes Unidos.

H.H. Sheikh Hamdan afirmou que Dubai está dando um grande passo à frente com o anúncio da iniciativa "Smart Dubai", que visa elevar a fasquia na melhoria do desempenho global dos setores do governo de Dubai e impulsionar o setor econômico em particular. O príncipe herdeiro de Dubai pediu aos líderes e executivos em setores do governo de Dubai para não deixarem pedra sobre pedra em busca de novas oportunidades para fortalecer ainda mais o desempenho e definir Dubai como uma referência internacional para o desenvolvimento e prosperidade, além de seu papel como elo fundamental nas rotas comerciais globais.

Elogiando os esforços genuínos das entidades do governo de Dubai, H.H. Sheikh Hamdan expressou confiança em sua capacidade de produzir ideias e iniciativas ainda mais inovadoras como parte de uma grande equipe trabalhando para atingir os objetivos inspirados pela visão de H.H. Sheikh Mohammed bin Rashid formando o futuro de um país que celebra o desenvolvimento, modernização e sucesso.

O comércio exterior tem conseguido acompanhar a nova onda econômica de Dubai, com base em uma diversidade maior de crescimento, onde vários setores econômicos contribuem com taxas convergentes. Em resposta a este grande salto no desempenho econômico, o comércio exterior atinge uma taxa de crescimento que excede em duas vezes a previsão de crescimento do comércio mundial de 2,5% da OMC.

Este desempenho econômico crescente certamente solidifica a posição de Dubai na vanguarda do cenário econômico global. A concessão do direito de sediar a Expo 2020 é uma prova clara da confiança da comunidade internacional na capacidade econômica de Dubai e, com os preparativos para tal ocasião, considerada a maior e mais celebrada exposição comercial internacional do mundo, o emirado entra em uma nova etapa de aumento contínuo de novos picos de desempenho e realização. Isto tornará Dubai um líder regional e um concorrente internacional de acordo com todos os indicadores globais, principalmente no que diz respeito à competitividade, confiança e felicidade.

"Somos movidos pela visão abrangente e perspicaz de H.H. Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos e primeiro ministro e governador de Dubai, sobre a natureza da nova etapa do curso econômico de Dubai", disse Ahmed Butti, presidente-executivo de Portos, Alfândegas e Corporação de Zona Livre e diretor geral da Alfândega de Dubai. "Estamos prontos para desenvolver e implementar uma estratégia de trabalho criativa que seja capaz de acompanhar o ritmo da fase em que Dubai embarca com um papel mais proeminente na economia global, por meio do desenvolvimento da capacidade do emirado na ligação eficiente com os mercados regionais e internacionais. Com base na sua infraestrutura avançada e aumentando as vantagens competitivas, o emirado servirá como porta de entrada para os mercados que praticamente se estendem por todo o mundo."

O Sr. Butti continuou: "Em linha com o papel fundamental de Dubai no comércio global, trabalhamos para desenvolver uma gama de serviços da Alfândega de Dubai a fim de responder de forma eficiente à expansão do mercado global. O crescimento do comércio exterior de Dubai de 8% reflete a capacidade do emirado de melhorar as suas relações comerciais em todos os níveis. As importações do emirado viram um aumento de AED 74 bilhões para chegar a AED 811 bilhões em 2013, na comparação com AED 737 bilhões em 2012. Por outro lado, as exportações e reexportações aumentaram em AED 20 bilhões, com um valor total de AED 518 bilhões, na comparação com AED 498 bilhões registrados no ano passado."

Além disso, o comércio direto de Dubai com o mundo exterior subiu para AED 846 bilhões, acima dos AED 808 bilhões. O volume de comércio das zonas francas de Dubai registraram AED 467 bilhões, na comparação com AED 417 bilhões. O comércio no depósito da Alfândega subiu de AED 10 bilhões para AED 16 bilhões.

"Nós da Alfândega de Dubai temos uma determinação incansável para promover o nosso desempenho, a fim de manter o ritmo com o papel de Dubai no comércio global", disse o Sr. Butti, acrescentando que "A Alfândega de Dubai está ansiosa para fornecer serviços de alta qualidade para os comerciantes e investidores, reduzindo o tempo e esforço despendidos na realização de operações, garantindo assim que um valor real seja adicionado desde a escolha de Dubai como destino comercial. Isso também aumenta a capacidade do emirado de atrair o maior crescimento do comércio sustentável, que utiliza de forma eficiente o seu desempenho econômico global. Em 2013, e em resposta à iniciativa do Governo Inteligente lançado pelo H.H. Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, a Alfândega de Dubai foi a primeira entidade do governo a se transformar em um governo totalmente inteligente."

Durante 2013, Dubai manteve uma relativa diversidade em seus mercados externos. A Índia é a principal entre os parceiros comerciais de Dubai com um volume de comércio total de AED 137 bilhões que representa uma participação de 10%. A China vem em segundo lugar com um valor de AED 135 bilhões que representa cerca de 10%. Os EUA é o terceiro com AED 86 bilhões, ou seja, uma participação de 6%. A Arábia Saudita sobe para a quarta posição, com uma participação total de 4% no valor de AED 56 bilhões e o Reino Unido, com uma participação total de cerca de 4% respondendo por AED 54 bilhões.

Com relação às importações de Dubai, a China lidera a lista de parceiros comerciais seguida pelos EUA e Índia. Quanto às reexportações, a Arábia Saudita vem em primeiro lugar, seguida pela Índia e o Iraque. A Índia, Turquia e Suíça são, respectivamente, os principais parceiros de Dubai em termos de exportações.

Contatos: Sura Manhal +971(50)3803852 - sura.manhal@dubaicustoms.ae

FONTE Dubai Customs

http://exame.abril.com.br/negocios/releases/comercioexteriordedubaialcancaaed1329trilhaoem2013.shtml