Mostrando postagens com marcador Porto de Paranaguá. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Porto de Paranaguá. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 31 de maio de 2018
Porto de Paranaguá
Após 9 dias de paralisação, caminhões voltam a descarregar no Porto de Paranaguá
Após nove dias sem registrar a entrada de caminhões carregados de produtos, o Porto de Paranaguá voltou a receber suas primeiras cargas na tarde desta quarta-feira (30). Às 14h, os primeiros veículos deram entrada no Pátio de Triagem para aguardar o chamamento e descarregar nos terminais. Em duas horas de operação, 52 caminhões chegaram ao porto.
De acordo com o diretor presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), Lourenço Fregonese, com a liberação da estrada, são aguardados 1168 caminhões nas próximas 24 horas, o que representa cerca de 42 mil toneladas de soja.
“No período de greve deixaram de ser movimentadas 648 mil toneladas de produtos no Porto de Paranaguá, incluindo líquidos, cargas gerais, grãos, fertilizantes e outros”, informa Fregonese.
Neste momento, dez navios estão atracados, sendo que cinco deles estão operando normalmente com granéis líquidos, açúcar e cargas gerais.
CAMINHÕES - Desde o início da paralisação, 18 mil caminhões deixaram de descarregar no Porto de Paranaguá.
FERROVIAS – O abastecimento do Porto via ferrovias se manteve igual no período. Ao todo 30% dos produtos chegam pelas ferrovias e já desembarcaram 248 mil toneladas desde o dia 21 de maio. A média de vagões que chega a Paranaguá é de 500 por dia.
EXPORTAÇÃO – O Corredor de Exportação dos Portos do Paraná deixou de embarcar cinco navios de farelo de soja e um de soja, totalizando 300 mil toneladas, aproximadamente.
CARGA GERAL - No segmento de carga geral (açúcar ensacado, celulose e cargas rodantes, por exemplo), três navios tiveram impactos nos seus embarques, totalizando 71 mil toneladas de mercadorias, aproximadamente.
IMPORTAÇÃO - Na movimentação de fertilizante e cereais, deixaram de ser descarregadas 20 mil tons/dia, ou seja, 185 mil toneladas até o momento.
GRANÉIS LÍQUIDOS – Este segmento, que no início da paralisação não sofreu impactos significativos, agora já contabiliza 300 mil toneladas de líquidos, aproximadamente, que deixaram de ser operados pelos navios.
CONTÊINERES - No Terminal de Contêineres de Paranaguá – TCP, houve uma redução na logística de operação de 19,8% e existem contêineres chegando via ferrovia.
http://www.portosdoparana.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=1825&tit=Apos-9-dias-de-paralisacao-caminhoes-voltam-a-descarregar-no-Porto-de-Paranagua
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Paranaguá tem dezenas de navios parados à espera do fim da greve
Paranaguá tem dezenas de navios parados à espera do fim da greve
Ao todo, o porto paranaense deixou de movimentar 450 mil toneladas de mercadoriasalbari rosa/gazeta do povo
Da Redação
Desde que começou a greve dos caminhoneiros, há oito dias, o Porto de Paranaguá deixou de exportar 200 mil toneladas de grãos. Ao todo, deveriam ter saído do terminal cinco navios carregados com farelo de soja e um navio com soja em grão. Em relação à chegada de caminhões, são 14.400 veículos que não descarregaram no período. As informações são da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA). A estimativa é de que, neste momento, 36 navios aguardam na baía de Paranaguá para descarregar ou carregar cargas, sendo 19 destinados ao Corredor de Exportação.
No segmento de carga geral (que envolve açúcar ensacado, celulose e cargas rodantes, por exemplo), três navios tiveram impactos nos seus embarques, totalizando 47 mil toneladas de mercadorias, aproximadamente. Em relação às importações, na movimentação de fertilizantes e cereais, deixaram de ser descarregadas 140 mil toneladas até o momento.Veja também
Governo cede em negociações, mas agronegócio diz que não vai pagar a conta
Em desespero, suinocultores falam em soltar porcos nos trevos
Greve dos caminhoneiros chega ao oitavo dia com impactos bilionários
No Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), houve uma redução na logística de operação de 17,3%. Para os granéis líquidos, segmento que, no início da paralisação, não sofreu impactos significativos, já são 200 mil toneladas, aproximadamente, que deixaram de ser operados pelos navios.
No período de greve, ao todo, deixaram de ser movimentadas 450 mil toneladas de produtos. Os Rebocadores tiveram uma redução de 40% em suas manobras com navios, considerando suas médias
http://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio/logistica/paranagua-tem-dezenas-de-navios-parados-a-espera-do-fim-da-greve-5u884wm275yhrklhcm4dz2yrd
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Porto de Paranaguá tem aumento na movimentação de cargas em 2016
Porto de Paranaguá tem aumento na movimentação de cargas em 2016
O Porto de Paranaguá fechou o ano de 2016 com 45,1 milhões de toneladas movimentadas. O resultado é 2% superior ao alcançado em 2015, quando 43,9 milhões de toneladas de cargas foram movimentadas. O resultado positivo na movimentação foi alcançado mesmo em um ano em que a exportação da safra brasileira de grãos desacelerou, principalmente milho, em função do mercado internacional e do cenário econômico nacional. Os principais responsáveis pela alta foram os fertilizantes, o açúcar e as cargas gerais.
“O planejamento estratégico do Porto de Paranaguá foi direcionado para atender os usuários e suas necessidades. Em 2016, provamos isso, movimentando com eficiência um mix de cargas mais variado, que corresponde as expectativas do setor produtivo do Estado do Paraná”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho. Ele explica que, enquanto outros portos tiveram retração de cargas, Paranaguá registrou a expansão dos volumes movimentados.
O secretário também ressalta que o porto ganhou em agilidade e eficiência com os investimentos do Governo do Estado. São R$ 923 milhões em investimentos públicos realizados desde 2011 e previstos até 2018.
EXPORTAÇÃO – Ao todo, foram exportadas 27,9 milhões de toneladas por Paranaguá em 2016. O crescimento mais significativo foi no embarque de açúcar, que movimentou 5,1 milhões de toneladas e registrou 19% de aumento em relação ao ano passado.
A marca foi alcançada em função dos recentes investimentos realizados no reforço do cais e nas dragagens de manutenção, tanto é que dois berços bateram recordes de carregamento ao longo do ano. No berço 206, em outubro, pela primeira vez um navio saiu carregado com mais de 62 mil toneladas de açúcar. No mês seguinte, foi a primeira vez que um navio saiu do berço 204 com mais de 54 mil toneladas embarcadas do produto.
CARGA GERAL - Outro tipo de mercadoria que impulsionou o resultado do porto em 2016 foi a exportação de carga geral. As 5,8 milhões de toneladas embarcadas conferiram à carga um aumento de 5% em relação ao ano anterior.
A crescente demanda de movimentação de máquinas, cargas de projeto e peças de fábricas, inclusive, tem motivado uma mudança no layout operacional do porto. Em um investimento de R$ 16,5 milhões, mais de 30 mil metros quadrados de antigos armazéns estão sendo demolidos para dar espaço no cais para a movimentação de cargas gerais.
“A movimentação de produtos como máquinas agrícolas, ônibus, chapas de aço e demais cargas gerais destacou-se em 2016 e deverá continuar crescente com as obras para ampliação de pátios especializados. Estamos atentos a esta demanda e estamos modernizando toda a infraestrutura do porto para esta realidade”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.
Além disso, as exportações de derivados de petróleo também se destacaram ao longo do ano. Com crescimento de 9% em relação a 2015, o embarque do produto alcançou a marca de 970 mil toneladas ao longo do ano.
“Apesar da maior crise econômica conhecida no Brasil, incertezas do mercado commodities e as inúmeras obras no porto, que causaram dificuldades as operações em 2016, superamos a movimentação do ano anterior”, completa Dividino.
Nos graneis sólidos, foram exportadas 7,9 milhões de toneladas de soja, 4,5 milhões de toneladas de farelo de soja e 2,6 milhões de toneladas de milho.
IMPORTAÇÃO – No outro sentido, o Porto de Paranaguá também registrou recordes. No total, foram descarregadas 17,2 milhões de toneladas em 2016, o que significa um crescimento de 21% em relação a 2015.
Praticamente todos os produtos que são importados pelo porto apresentaram forte crescimento nas suas movimentações. A entrada de fertilizantes, principal carga importada por Paranaguá e no qual o porto paranaense é líder absoluto em movimentação no Brasil, o aumento na operação foi de 6%, chegando às 8,6 milhões de toneladas.
O resultado é fruto, também, dos investimentos de R$ 93 milhões nas obras de reforço do cais, que permitiram a operação de guindastes mais pesados e eficientes trabalhando no descarregamento de granéis sólidos.
Os números de importação de derivados de petróleo (3 milhões de toneladas e 161% de aumento), metanol (803 mil toneladas e 32% de alta), cevada e malte (515 mil toneladas e 99% de crescimento) e trigo (316 mil toneladas e 380% de aumento) também foram destaque.
ANTONINA – A movimentação de cargas no Porto de Antonina também registrou aumento em 2016. Foram mais de 1,3 milhão de toneladas e um crescimento de 58% em relação a 2015.
Além de ter registrado alta de 9% na importação de fertilizantes, que chegou à marca de 845 mil toneladas no ano, o crescimento se deu pelo aumento na movimentação de açúcar, que teve seus volumes de exportação praticamente triplicados, e a adição do embarque de farelo de soja pelo terminal.
Fonte: APPA
http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/logistica/185048-porto-de-paranagua-tem-aumento-na-movimentacao-de-cargas-em-2016.html#.WG7iG9IrLIU
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Porto de Paranaguá investe em novo layout de operações
Porto de Paranaguá investe em novo layout de operações

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) está investindo em novo layout para atender os novos mercados de cargas de alto valor agregado.
Os antigos armazéns ociosos utilizados até as décadas de 1970 e 1980 para movimentação de cargas como café, mate e madeira estão dando lugar para amplos pátios preparados para movimentação de produtos de alto valor agregado como ônibus, máquinas agrícolas e pás eólicas na faixa portuária primária do porto.
As obras, que começaram em setembro e se desenrolarão até o primeiro semestre de 2017, preveem a derrubada das estruturas antigas e armazéns substituídos por enormes pátios com pavimentação em concreto de alta capacidade, demarcados e iluminados, que serão utilizados para novas operações portuárias.
As antigas operações destas cargas nos armazéns ficaram obsoletas e atualmente todos estes produtos são movimentados em contêineres.
Ao todo, são mais de 30 mil metros quadrados que passarão a ter nova finalidade na área do porto. Os espaços que eram ocupados pelos armazéns antigos serão utilizados como pátio para armazenamento de cargas gerais, como ônibus, tratores e máquinas agrícolas.
"Há uma demanda muito grande pela movimentação deste tipo de carga, que tem um alto valor agregado e movimenta toda uma cadeia produtiva no estado do Paraná. Era uma necessidade operacional do Porto de Paranaguá", afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.
No ano passado, a movimentação de cargas gerais representou 20% da atividade total do Porto de Paranaguá, com 8,8 milhões de toneladas importadas e exportadas.
Somente nos nove primeiros meses deste ano, a movimentação deste tipo de carga já cresceu 3,5% em relação ao ano anterior. Nas exportações, onde há a maior demanda para movimentação de máquinas e equipamentos produzidos no estado, a movimentação cresceu 11% em 2016.
Evolução
A demolição complementa as obras de reforço do cais e dos berços do Porto de Paranaguá, realizadas ao longo dos últimos dois anos e frutos de um investimento de R$ 89 milhões.
A reforma foi a maior já feita no cais público na história do Porto e capacitou toda a faixa primária para operações mais pesadas, que antes não eram possíveis. Além disso, ela permitiu que todos os berços fossem dragados para uma profundidade mínima de 13,8 metros.
Fonte: Bonde
https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/36840-porto-de-paranagua-investe-em-novo-layout-de-operacoes?utm_source=newsletter_8058&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y
sexta-feira, 29 de abril de 2016
PORTO DE PARANAGUÁ
PORTO DE PARANAGUÁ COMEÇA A OPERAR BERÇO EXCLUSIVO PARA VEÍCULOS, MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

O Porto de Paranaguá passa a contar com mais um berço para atracação de navios que operam na exportação e importação de veículos, máquinas, equipamentos e cargas que possam ser movimentadas direto do navio para o cais.Paranaguá, 28/04/2016.Foto: Divulgação APPA O Porto de Paranaguá passa a contar com mais um berço para atracação de navios que operam na exportação e importação de veículos, máquinas, equipamentos e cargas que possam ser movimentadas direto do navio para o cais. O berço é resultado do investimento, de R$ 60 milhões, na implantação de novos Dolfins.
Dolfins são estruturas de concreto fincadas no fundo do mar e que servem para atracar navios (de atracação) e para amarrar navios (de amarração) que carregam e descarregam cargas especiais. O conjunto de dolfins forma um novo berço de atracação.
O investimento permitiu implantar três Dolfins de atracação e um de amarração de navios, que serão utilizados, exclusivamente, para receber navios destinados à operação com veículos e cargas gerais. Eles já estão em atividade.
“O início da programação de navios nos novos dolfins significa que o Porto de Paranaguá terá um berço exclusivo para este tipo de operação, otimizando as atracações, reduzindo o tempo de espera e o custo da operação”, declarou o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.
PRIMEIRO - O primeiro navio carregado com veículos atracou nos novos dolfins do Porto de Paranaguá no dia 24 de abril. A capacidade é para receber cerca de 15 navios por mês, com tempo médio de operação de 12 horas. Em 2015, o Porto de Paranaguá recebeu 123 navios destinados ao transporte de veículos, máquinas e equipamentos. Em média, cada navio tem capacidade para transportar de 3mil a 5 mil veículos, dependendo do porte.
CURIOSIDADE - Os dolfins serão utilizados para operação de navios do tipo RO-RO (que vem do termo roll-on/roll-off), destinado para cargas que entram e saem dos porões na horizontal e geralmente sobre rodas. Outro navio que opera este tipo de carga é o PCC, termo do inglês (pure car carrier), utilizado para descrever navios que se assemelham a grandes garagens flutuantes, especializados no transporte de automóveis de fábrica em viagens longas.
Fonte:Agência de Notícias do Paraná
https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/34121-porto-de-paranagua-comeca-a-operar-berco-exclusivo-para-veiculos-maquinas-e-equipamentos
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Porto de Paranaguá
Porto de Paranaguá bate recorde de movimentação total de cargas no primeiro trimestre
O Porto de Paranaguá voltou a registrar marcas históricas. No primeiro trimestre deste ano, bateu o recorde de movimentação total de cargas. Em importações e exportações, o porto movimentou 11,18 milhões de toneladas de cargas e superou o recorde anterior, o de 11,10 milhões de toneladas registradas em 2014. Levando em conta o mesmo período do ano passado, a alta é ainda maior: 23% de aumento.
A marca foi alcançada pelo desempenho nas exportações de granéis sólidos. Na comparação com os três primeiros meses do ano passado, o Porto de Paranaguá aumentou em 17% a movimentação deste tipo de produto, com mais de 8,4 milhões de toneladas movimentadas. Dentro deste grupo, o destaque é a soja, que teve, em março, a melhor movimentação mensal de todos os tempos pelo porto, com 1,6 milhão de toneladas.
“Registramos marcas muito boas na movimentação, especialmente de grãos, antecipando os estoques da safra de 2015/2016. O ritmo forte de escoamento deve se manter pelos próximos meses e voltaremos a registrar bons números”, afirma o presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.
A movimentação de granéis líquidos também fechou o primeiro trimestre com forte alta. Foram mais de 1,1 milhão de toneladas movimentadas, crescimento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado.
RESULTADOS - A alta na movimentação de cargas é creditada também ao pacote de investimentos feitos no porto para dinamizar a operação e ganhar produtividade no escoamento.
Nos últimos cinco anos, foram R$ 511,9 milhões para melhorar a infraestrutura e logística do Porto de Paranaguá. Foram adquiridos quatro novos shiploaders (carregadores de navio), substituindo equipamentos da década de 70. Os novos carregadores conseguem embarcar grãos com 33% mais agilidade que os antigos, aumentando a velocidade de embarque de 1,5 mil toneladas por hora para 2 mil toneladas por hora.
Também foram adquiridos dez novos guindastes, balanças para pesagem dos caminhões, tombadores e demais componentes para descarregar cargas, scanners para inspeção de cargas. Além disso, foram instaladas guaritas informatizadas e novos acessos ao Pátio de Triagem.
Para os próximos anos estão previstos outros R$ 423 milhões em investimentos com recursos públicos.
DIVERSIFICAÇÃO – As exportações de produtos em contêineres e veículos também apresentaram crescimento no período. No caso dos contêineres, a movimentação registrou aumento de 5% na comparação do primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado. Ao todo, foram exportados 90,3 mil TEUs (unidade de medida equivalente a contêineres de 20 pés) de janeiro a março.
Os produtos que puxaram o resultado para cima foram carnes de aves congeladas, com alta de 17%, madeira, com crescimento de 46%, e papel, com aumento de 5%.
“Paranaguá é, hoje, o porto do Brasil com maior participação do modal ferroviário, o que é muito importante para as operações de contêineres. Conseguimos facilitar os acessos ao porto por todos os modais, reduzindo filas e tempo de espera, o que sempre foi um compromisso desta gestão”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
A exportação de veículos por Paranaguá também teve forte alta no período de janeiro a março de 2016. Foram exportados 15,7 mil carros pelo porto paranaense, um volume mais de três vezes superior ao exportado no ano passado, quando a movimentação foi de 4,2 mil veículos.
Fonte: Appa
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Porto de Paranaguá
Cresce movimentação de cargas de outros Estados por Paranaguá
Os dados são de um levantamento do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes) com base nos números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).O Porto de Paranaguá vem ganhando espaço na movimentação de cargas de outros Estados. Principal porto de escoamento de produtos agrícolas e de carne de frango do País, o terminal paranaense vem conquistando cargas principalmente do Centro-Oeste e do Sul do País. Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás aumentaram seus volumes de exportação pelo porto paranaense em até 97% no primeiro bimestre em relação ao mesmo período do ano passado.
Os dados são de um levantamento do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes) com base nos números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
A maior alta foi verificada nos embarques de produtos provenientes de Goiás, que somaram 157,5 mil toneladas, 97% mais do que as 79,5 mil toneladas registradas no mesmo período do ano passado. Em receita, a evolução foi de 8,8%, para US$ 67,3 milhões. Entre os destaques nas exportações estão carne de frango in natura, cereais, couro, carne de peru, soja em grão, máquinas agrícolas e açúcar bruto.
“O Porto de Paranaguá se modernizou nos últimos anos. Hoje não há filas de caminhões na estrada para escoamento de grãos e essa rapidez e produtividade representa, para os exportadores, redução de custos e mais eficiência”, diz Julio Suzuki Júnior, diretor-presidente do Ipardes. Além disso, a logística de transporte, com rodovias e ferrovias mais eficientes, também contribuem para o transporte de mercadorias de outros Estados até Paranaguá.
De acordo com ele, mesmo com a grande oferta de terminais para escoamento da produção no País – como os da região Norte (mais próximos geograficamente) e de Santos – os produtores de grãos do Centro-Oeste vêm optando por Paranaguá.
“O produtor hoje vê o Porto de Paranaguá como uma opção mais eficiente e com menor custo para atender o escoamento da sua produção. Nos últimos cinco anos, realizamos o maior pacote de investimentos em estrutura que os portos do Paraná já viram e agora colhemos o reconhecimento do setor produtivo”, afirma o diretor da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.
Ao todo, de acordo com ele, R$ 511,9 milhões já foram investidos em reformas e expansões da infraestrutura, como aquisição de novos shiploaders, reforma do cais e campanhas de dragagem. Outros R$ 428 milhões estão programados para os próximos anos.
Soja – Maior produtor de soja do País, o Mato Grosso ampliou em 460% seus embarques do produto por Paranaguá. Foram 119,2 mil toneladas de soja em grão no primeiro bimestre, contra 21,3 mil toneladas nos primeiros dois meses de 2015. Ao todo, a movimentação de produtos daquele estado foi 50% maior na mesma base de comparação, com 581,3 mil toneladas. Além da soja em grão, contribuíram para o avanço as exportações de cereais, farelo de soja, carne de frango in natura e madeira.
As exportações de produtos vindos do Mato Grosso do Sul, por sua vez, aumentaram 55,9% no primeiro bimestre, para 753,9 mil toneladas, impulsionadas pelos embarques de cereais, farelo de soja e celulose. A receita de exportações aumentou 4%, para US$ 224,5 milhões.
Santa Catarina - Mesmo Santa Catarina, que é conhecido por ser um Estado com eficiência portuária, vem concentrando parte dos seus embarques por Paranaguá. “Trata-se de uma mudança em relação ao que porto paranaense vivenciou alguns anos atrás, quando assistia à migração de cargas paranaenses para São Francisco do Sul. Agora os produtores de lá estão vindo para cá. Isso ocorre principalmente com soja em grão e carne de frango”, lembra Suzuki Júnior, do Ipardes.
Na mesma base de comparação, as exportações catarinenses de soja em grão por Paranaguá cresceram 232%, para 156,8 mil toneladas. Os embarques de carne de frango aumentaram 396%, para 2.194 toneladas.
Os dados do Ipardes mostram que houve, no total, um aumento de 13,9% na quantidade exportada por Santa Catarina pelo terminal, de 152,4 mil para 173,7 mil toneladas. Em receita, no entanto, a alta foi mais expressiva, de 43%, de US$ 50,2 milhões para US$ 71,8 milhões. Outros destaques foram os embarques de couro e óleo de soja bruto.
Fonte: Agência Estadual de Notícias - Paranáhttp://www.suinoculturaindustrial.com.br/noticia/cresce-movimentacao-de-cargas-de-outros-estados-por-paranagua/20160407082342_O_806
Textos, fotos, artes e vídeos da odiario.com estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização de odiario.com. As regras têm como objetivo proteger o investimento que odiario.com faz na qualidade de seu jornalismo. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://maringa.odiario.com/parana/2016/04/parana-lidera-exportacoes-das-cooperativas-brasileiras/2124463/
Textos, fotos, artes e vídeos da odiario.com estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização de odiario.com. As regras têm como objetivo proteger o investimento que odiario.com faz na qualidade de seu jornalismo. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://maringa.odiario.com/parana/2016/04/parana-lidera-exportacoes-das-cooperativas-brasileiras/2124463/
terça-feira, 22 de março de 2016
PORTO DE PARANAGUÁ
PORTO DE PARANAGUÁ AUMENTA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS EM 40%
SÃO PAULO - Nos últimos cinco anos, a movimentação de cargas no Porto de Paranaguá aumentou cerca de 40%. Entre os anos de 2005 a 2008, o porto movimentava 33 milhões de toneladas de cargas por ano, incluindo grãos, líquidos containers e cargas em geral. Já no período de 2011 e 2016, o porto atingiu a marca de 46 milhões de toneladas de cargas movimentadas anualmente.
Segundo informações da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), nas últimas cinco temporadas o Porto recebeu mercadorias de 158 países – China, Argentina, Alemanha, Estados Unidos e França são responsáveis por quase 50% de toda a importação. Em contrapartida, as exportações de produtos via Porto de Paranaguá foram destinadas para 206 países. Do total de produtos exportados, 40% são destinados para China, Holanda, Argentina, Alemanha e Coreia do Sul. Anualmente, cerca de 2 mil navios atracam no Porto.
Em março, o Porto de Paranaguá completa 81 anos. O local tem uma área total de 2,3 milhões de metros quadrados, com 4.232 metros de extensão de cais e píeres. Conta com 20 berços de atracação, um deles especial para navios que transportam veículos, e 10 shiploaders. O complexo para exportação de granéis tem capacidade estática de 1,55 milhão de toneladas ou capacidade de armazenamento de 27 mil caminhões. Na importação o complexo possui capacidade de 3 milhões de toneladas.
Fonte: Infomoney
https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/33677-porto-de-paranagua-aumenta-movimentacao-de-cargas-em-40?utm_source=newsletter_7781&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y
quinta-feira, 17 de março de 2016
PORTO DE PARANAGUÁ
MOVIMENTAÇÃO DO PORTO DE PARANAGUÁ CORRESPONDE A UM TERÇO DO PIB DO ESTADO

O Porto de Paranaguá completa 81 anos nesta quinta-feira (17) e tem cada vez mais influência na economia local, regional e nacional. O Porto de Paranaguá é uma peça fundamental para a corrente de comércio brasileira e as milhões de toneladas de grãos, carnes, alimentos e outros produtos que passam pelo local todos são fundamentais para o crescimento do Estado e do País. Atualmente, cerca de 31 bilhões de dólares por ano em mercadorias entram ou saem do Brasil por Paranaguá, o que corresponde a cerca de um terço do Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná.
As cerca de 22 milhões de toneladas exportadas de derivados e produtos agrícolas paranaenses pelo Porto de Paranaguá foram fundamentais para consolidar o Estado como a quarta maior economia do País. Pelo porto também são importados mais de 70% dos fertilizantes usados para deixar ainda mais férteis as terras do Paraná e do Centro-Oeste do País, regiões que correspondem à maior parte da produção agrícola brasileira.
“O Porto de Paranaguá é uma peça chave na estrutura da produção do Brasil. O agronegócio ainda é o principal pilar da economia do País e o Paraná e o porto são protagonistas nesta dinâmica”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Para se ter uma ideia do valor movimentado pelo porto paranaense, os 31 bilhões de dólares anuais importados ou exportados por Paranaguá correspondem ao PIB do Ceará. O valor também é superior a tudo que é produzido na Bolívia.
DESENVOLVIMENTO LOCAL – Para a cidade de Paranaguá, o impacto do porto é ainda maior. A história do porto e do município se confundem em diversos momentos. “Se Paranaguá é uma das cidades mais importantes do Estado, deve muito disso ao porto e se o Porto de Paranaguá é um dos principais da América Latina, muito se deve à cidade e ao seu povo”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino.
Pouco mais de 14% das empresas instaladas na cidade são ligadas ao transporte, armazenamento de cargas ou serviços portuários. Mais do que isso, estas empresas diretamente ligadas à atividade portuária empregam um em cada cinco trabalhadores de Paranaguá, promovendo um aumento de 16% nos empregos formais na cidade desde 2011, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.
Os dados também mostram que, além de empregar boa parte dos cidadãos parnanguaras, a atividade portuária proporciona trabalho de qualidade, com boa remuneração para seus trabalhadores.
Dos cerca de 1,6 bilhão injetados na economia da cidade em salários todos os anos, um quarto é proveniente dos empregos ligados diretamente à atividade portuária. A média salarial destes trabalhadores também é 23% superior à remuneração média dos demais trabalhadores de Paranaguá.
Fonte:Agência de Notícias do Paraná
https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/33613-movimentacao-do-porto-de-paranagua-corresponde-a-um-terco-do-pib-do-estado
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Exportação
Exportação de congelados pelo Porto de Paranaguá cresce 14%

A exportação de carnes congeladas pelo Porto de Paranaguá registrou um aumento de 14% em 2015. O porto movimentou 1,91 milhão de toneladas no ano, enquanto em 2014 exportou 1,67 milhão de toneladas dos produtos.
A preferência por Paranaguá para as exportações de congelados aumentou em função dos investimentos nas operações e na logística de acesso ferroviário. Paranaguá é o porto brasileiro com a melhor recepção ferroviária para contêineres. Com isso, tornou-se o líder nacional na exportação de congelados.
“O modal ferroviário é uma opção mais econômica para o produtor. Com custos mais baixos para o escoamento, Paranaguá se confirmou como a melhor opção para o escoamento de carnes congeladas”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho. Segundo ele, a Ferroeste, por exemplo, dobrou a capacidade de operação em função dos investimentos feitos nos últimos anos.
O diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, explica que os investimentos na modernização do porto também foram fundamentais para dar mais agilidade às operações e impulsionar a movimentação deste tipo de carga, que em 2014 já tinha apresentado 15,5% de aumento em relação ao ano anterior.
“O Paraná é um grande produtor de frangos congelados, por exemplo. Para suprir a demanda destes clientes, planejamos projetos de expansão do cais e aquisição de novos equipamentos que atendem ao padrão de agilidade que a produção do Estado precisa”, afirma Dividino.
CONTEINERES – O aumento na exportação de congelados foi fundamental para que a circulação de contêineres continuasse crescendo em Paranaguá. Em 2015, foram movimentados 786 mil TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), 3,7% superior ao registrado em 2014.
Na exportação, a alta foi de 2,5%, com 389 mil TEUs, e na importação o crescimento no ano foi de 4,9%, com 396 mil TEUs movimentados.
A preferência por Paranaguá para as exportações de congelados aumentou em função dos investimentos nas operações e na logística de acesso ferroviário. Paranaguá é o porto brasileiro com a melhor recepção ferroviária para contêineres. Com isso, tornou-se o líder nacional na exportação de congelados.
“O modal ferroviário é uma opção mais econômica para o produtor. Com custos mais baixos para o escoamento, Paranaguá se confirmou como a melhor opção para o escoamento de carnes congeladas”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho. Segundo ele, a Ferroeste, por exemplo, dobrou a capacidade de operação em função dos investimentos feitos nos últimos anos.
O diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, explica que os investimentos na modernização do porto também foram fundamentais para dar mais agilidade às operações e impulsionar a movimentação deste tipo de carga, que em 2014 já tinha apresentado 15,5% de aumento em relação ao ano anterior.
“O Paraná é um grande produtor de frangos congelados, por exemplo. Para suprir a demanda destes clientes, planejamos projetos de expansão do cais e aquisição de novos equipamentos que atendem ao padrão de agilidade que a produção do Estado precisa”, afirma Dividino.
CONTEINERES – O aumento na exportação de congelados foi fundamental para que a circulação de contêineres continuasse crescendo em Paranaguá. Em 2015, foram movimentados 786 mil TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), 3,7% superior ao registrado em 2014.
Na exportação, a alta foi de 2,5%, com 389 mil TEUs, e na importação o crescimento no ano foi de 4,9%, com 396 mil TEUs movimentados.
https://www.bemparana.com.br/noticia/428726/exportacao-de-congelados-pelo-porto-de-paranagua-cresce-14
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
PORTO DE PARANAGUÁ
PORTO DE PARANAGUÁ REGISTRA O MAIOR VOLUME EM EXPORTAÇÕES DA HISTÓRIA

O Porto de Paranaguá fechou 2015 com o maior volume em exportações da história, com 30,3 milhões de toneladas embarcadas, 8,8% a mais que em 2014. O resultado reflete a resistência do agronegócio do Estado do Paraná diante da crise econômica brasileira, o aumento dos investimentos no porto e da agilidade na movimentação de cargas.
A soja foi o produto mais movimentado em Paranaguá em 2015, com 8,5 milhões de toneladas exportadas – um recorde no porto paranaense, que tinha como melhor marca as 7,7 milhões de toneladas movimentadas do grão em 2013.
O farelo de soja também ganhou espaço e chegou a 5,4 milhões de toneladas embarcadas, outro recorde. Com isso o chamado “complexo soja” teve 9,8% de aumento nas exportações por Paranaguá.
As carnes congeladas também registraram aumento e recorde: 1,9 milhão de toneladas exportadas, crescimento de 14% em relação ao total movimentado em 2014. O desempenho também elevou o Porto de Paranaguá ao posto de líder na exportação de carne de frango.
Os números também mostram a força do agronegócio paranaense. Segundo a Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), as cooperativas fecharam 2015 com exportações de US$ 2,4 bilhões, o que representa uma alta de 4% em relação ao ano anterior. Já a receita delas teve crescimento de 12%, chegando a R$ 49 bilhões.
Nos últimos cinco anos, foram registrados recordes na operação de quase todos os produtos movimentados pelo Porto de Paranaguá, o que dinamizou e impulsionou a economia do Estado.
“O País enfrenta um momento complicado, mas o agronegócio do Paraná continua fazendo seu papel e imprimindo excelentes resultados. Com os diversos investimentos feitos no porto, conseguimos corresponder aos anseios do produtor”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
PRODUTIVIDADE - Os recordes foram alcançados mesmo com um volume de chuvas 44% superior em relação ao ano anterior e com a paralização parcial de alguns berços para a troca de equipamentos.
“Isto evidencia o ganho em produtividade que tivemos. Conseguimos trabalhar mais e melhor, mesmo com estes empecilhos. O resultado é fruto dos mais de R$ 511 milhões investidos nos portos do Paraná ao longo dos últimos anos”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.
De março a dezembro do ano passado, foram montados, erguidos e entraram em funcionamento quatro novos shiploaders – equipamentos usados para carregar os navios no Corredor de Exportação.
Os equipamentos conseguem carregar com 33% mais agilidade que os antigos, aumentando a velocidade de embarque de 1,5 mil toneladas por hora para 2 mil toneladas por hora. O investimento foi de R$ 59 milhões.
Além da montagem e substituição dos guindastes, foram feitas reformas dos berços de atracação do Corredor de Exportação. Mesmo assim, o impacto nas operações foi mínimo.
Os demais produtos com grande movimentação no porto foram o milho, com 4,12 milhões de toneladas escoadas, e o açúcar, com 4,33 milhões de toneladas. Outros produtos que tiveram significativas altas na exportação foram os derivados de petróleo, com 906 mil toneladas movimentadas e alta de 20%, e madeira, com 682 mil toneladas exportadas e 13,4% de crescimento.
Fonte: Ascom Appa
https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/32993-porto-de-paranagua-registra-o-maior-volume-em-exportacoes-da-historia
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
PORTO DE PARANAGUÁ
PORTO DE PARANAGUÁ FINALIZA MONTAGEM DO QUARTO SHIPLOADER

O quarto novo shiploader do Corredor de Exportação teve sua montagem finalizada neste fim de semana. O equipamento vai entrar agora na sua fase de ajustes finais e no dia 20 de dezembro começa a operar em regime de testes.
Com a entrega, o Porto de Paranaguá cumpre com a meta estabelecida no ano passado de trocar quatro carregadores de navios ao longo de 2015. “A inauguração dos quatro equipamentos ainda neste ano foi mais um importante compromisso assumido e cumprido pelo Governo do Paraná. Agora o Corredor de Exportação está renovado e ainda capacitado para escoar a produção do estado da maneira mais ágil e eficiente”, afirma o secretário de Indústria e Logística, José Richa Filho.
O investimento na aquisição dos quatro novos shiploaders foi de R$ 59, 4 milhões, feitos com recursos próprios da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). Dois deles começaram a operar em março deste ano. O terceiro foi finalizado em outubro. “O maior desafio foi repotencializar o Corredor de Exportação com os novos equipamentos, mas com o menor impacto possível na operação. Todo o processo foi alinhado com os terminais e, agora com a obra completa, iniciaremos o ano a todo vapor”, diz o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino.
Cada novo carregador de navio pode operar a uma velocidade de 2 mil toneladas por hora, enquanto que os carregadores antigos tinham capacidade de 1,5 mil toneladas por hora. Os novos equipamentos irão ampliar em 33% a produtividade do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá e ampliar a capacidade de carregamento para a próxima safra de grãos.
Outra boa notícia é que depois de 20 dias parado para a montagem do equipamento, o berço 212 voltou a receber navios neste final de semana. “Tivemos muitos dias de chuva no início do mês que paralisaram a operação nos outros berços. Agora temos condições de retomar as atividades nos três berços do Corredor de Exportação. É uma necessidade do mercado neste momento e que vamos atender”, afirma Dividino.
Fonte: Agência de Notícias do Paraná
https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/32639-porto-de-paranagua-finaliza-montagem-do-quarto-shiploader
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Porto de Paranaguá
Porto de Paranaguá bate recorde de carregamento diário
(foto: André Kasczeszen/APPA)SAIBA MAIS
Porto de Paranaguá assume a liderança nas exportações de carne de frango
Santuário de Nossa Senhora do Rocio, em Paranaguá, é assaltado
Porto de Paranaguá já recebeu 7 mil visitantes em 2015
O Porto de Paranaguá bateu o recorde diário de carregamento de grãos por um só berço nesta quarta-feira (9). Ao longo de 24 horas, o berço 213 do Corredor de Exportação despejou 51,68 mil toneladas de soja no navio Okinawa, que tem como destino a China.
Está a segunda vez no ano que o porto paranaense bate o recorde diário de desembarque. O carregamento destas 51,68 mil toneladas supera a marca alcançada no dia 9 de junho deste ano, quando foram desembarcadas 50,5 mil toneladas de soja pelo berço 214, também do complexo do Corredor de Exportação. A movimentação de quarta-feira é 2,3% maior que o recorde anterior.
O resultado comprova o aumento de produtividade do Porto de Paranaguá no escoamento de grãos. “Tivemos muitos dias de chuva neste último trimestre. Bastou que tivéssemos uma janela de tempo bom para que voltássemos a carregar com agilidade máxima, resultado do pacote de investimentos que fizemos nos últimos anos no Corredor de Exportação”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.
Em 2015, Paranaguá registrou 47% mais chuvas do que no ano passado – e quando chove não é possível fazer operações de embarque de grãos. “Mesmo assim, o Porto já bateu a maior marca de movimentação de soja em um único ano, com 7,7 milhões de toneladas exportadas em 2015”, disse o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Nos últimos quatro anos foram investidos R$ 511 milhões em obras para manutenção, ampliação e melhorias nos portos paranaenses. Somente nos shiploaders, que aumentaram em 33% a produtividade no escoamento de grãos, foram investidos R$ 59 milhões.
SILÃO
Toda a carga carregada no momento do recorde diário era proveniente do Silo Público do Porto de Paranaguá. Ao longo do ano, o terminal já movimentou 2,8 milhões de toneladas, 50% a mais do que o movimentado ao longo de 2014 e registrando, também, o recorde histórico do silo.
https://www.bemparana.com.br/noticia/419581/porto-de-paranagua-bate-recorde-de-carregamento-diario
Está a segunda vez no ano que o porto paranaense bate o recorde diário de desembarque. O carregamento destas 51,68 mil toneladas supera a marca alcançada no dia 9 de junho deste ano, quando foram desembarcadas 50,5 mil toneladas de soja pelo berço 214, também do complexo do Corredor de Exportação. A movimentação de quarta-feira é 2,3% maior que o recorde anterior.
O resultado comprova o aumento de produtividade do Porto de Paranaguá no escoamento de grãos. “Tivemos muitos dias de chuva neste último trimestre. Bastou que tivéssemos uma janela de tempo bom para que voltássemos a carregar com agilidade máxima, resultado do pacote de investimentos que fizemos nos últimos anos no Corredor de Exportação”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.
Em 2015, Paranaguá registrou 47% mais chuvas do que no ano passado – e quando chove não é possível fazer operações de embarque de grãos. “Mesmo assim, o Porto já bateu a maior marca de movimentação de soja em um único ano, com 7,7 milhões de toneladas exportadas em 2015”, disse o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Nos últimos quatro anos foram investidos R$ 511 milhões em obras para manutenção, ampliação e melhorias nos portos paranaenses. Somente nos shiploaders, que aumentaram em 33% a produtividade no escoamento de grãos, foram investidos R$ 59 milhões.
SILÃO
Toda a carga carregada no momento do recorde diário era proveniente do Silo Público do Porto de Paranaguá. Ao longo do ano, o terminal já movimentou 2,8 milhões de toneladas, 50% a mais do que o movimentado ao longo de 2014 e registrando, também, o recorde histórico do silo.
https://www.bemparana.com.br/noticia/419581/porto-de-paranagua-bate-recorde-de-carregamento-diario
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
PORTO DE PARANAGUÁ
CHUVAS TRAVAM PORTO DE PARANAGUÁ E ATRASAM EXPORTAÇÃO
As chuvas atrasam o fim do plantio da soja, atrapalham a aplicação de defensivos e atravancam as exportações de grãos. O quadro preocupa o campo há dois meses e agora sobrecarrega também o sistema logístico do Paraná, apurou a Expedição Safra, em viagem pelo Sul do país.
Os carregamentos foram interrompidos 15 dias em outubro e 15 dias em novembro, conforme a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). E, nos próximos dez dias, os shiploaders do Corredor de Exportação devem continuar operando dia sim, dia não.
O Corredor exportou 10% mais nos últimos dois meses do que no mesmo período de 2014. Foram 2 milhões de toneladas de grãos. Mas a demanda por embarques também é maior e deve extrapolar o fim do ano.
Empresas de logística estão com armazéns carregados no interior do estado esperando que as operações de Paranaguá deem vazão ao milho. “Vai chegar a soja [a nova colheita começa em um mês] e ainda vamos estar com milho em janeiro e fevereiro”, afirma o gerente comercial da Seara, Mauro Sergio Rodrigues. A Seara tem três complexos de armazenagens no Paraná e um em Mato Grosso –cada um com capacidade para cerca de 100 mil toneladas –, todos carregados.
Dois terços dos 60 navios ao largo do Porto de Paranaguá aguardam embarque de grãos. A espera pode durar mais de um mês. O histórico de filas de navios às portas do Paraná abriu precedente para que cargas de grãos do Oeste do estado, por exemplo, fossem encaminhadas pelos exportadores para o Porto de Rio Grande (RS), onde essa espera dura cerca de duas semanas. E esse “cano de escape” tende a ser acionado novamente se as chuvas continuarem travando as exportações via Paranaguá, avalia o trader Christian de Almeida e Souza, da I. Riedi, de Cascavel.
“Cada vez que chove, [o carregamento] atrasa mais um dia”, afirma o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino. Ele avalia que o avanço de 10% deve-se ao “conjunto de obras e intervenções [de R$ 511 milhões] que permitiram ganho substancial de produtividade”. As chuvas dos últimos dois meses causaram três vezes mais pausas que no ano passado. De janeiro a novembro, houve 1,5 dia para cada 1 dia de paralisação de 2014.
Manutenção de fim de ano deve ser feita com estrutura em operação
Para contornar o atraso provocado pelas chuvas, a administração do Porto de Paranaguá informa que não haverá pausa na virada do ano. A manutenção operacional, desta vez, deve ser feita com a estrutura portuária em funcionamento. “Vamos trabalhar para embarcar até 2 milhões de toneladas em dezembro e compensar toda a diferença até o dia 31. Se não, seguiremos a todo vapor para que até 15 de janeiro tudo esteja resolvido”, afirma o superintendente, Luiz Henrique Dividino.
Em 2015, o carregamento de grãos deve fechar perto do recorde de 2012, que foi de 16 milhões de toneladas. “Temos carga e possibilidade de embarcar. Falta parar de chover”, disse Dividino. Para o ano que vem, a previsão são 17 milhões de toneladas.
O Brasil exportou 18% mais soja e 31% mais milho neste ano, de janeiro a novembro, do que em 2014, mostram os números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Os embarques somam 53,6 milhões de 22,6 milhões de toneladas, respectivamente. Nos dois casos, o volume total do ano anterior já foi ultrapassado. Na soja, exportações marcam novo patamar recorde. No milho, em 2012, quando o país embarcou 26 milhões de toneladas, o volume exportado tinha atingido 23,5 milhões de toneladas em novembro.
Fonte: Gazeta do Povo (PR)/Allan Oliveira, especial para a Gazeta do Povo, e José Rocher
https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/32579-chuvas-travam-porto-de-paranagua-e-atrasam-exportacao
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
PORTO DE PARANAGUÁ
PORTO DE PARANAGUÁ RECEBERÁ SISTEMA DE RASTREAMENTO E CONTROLE DE CAMINHÕES E CARGAS
Professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Caio Fernando Fontana Por ser o porto com maior grau de informatização do Brasil, Paranaguá receberá um projeto-piloto do Sistema Nacional de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias, o Brasil-ID. O sistema do Ministério da Ciência e Tecnologia usa identificação por radiofrequência (RFID) e acessórios integrados para controle fiscal de mercadorias em produção e circulação pelo País.
O controle é feito com um microchip instalado nos caminhões das transportadoras e nos produtos. Também são instaladas antenas de transmissão no porto e estradas, que permitem monitorar o trajeto. Com isso, é possível automatizar a transmissão de dados fiscais, além de facilitar a logística dos veículos no acesso às áreas alfandegadas e até rastrear as cargas e automóveis em caso de roubo.
Com o chip, o caminhão sai da área do porto já com todas as informações da carga, remetente, destino final e tributação. Desta forma, não perde tempo ao parar nos postos fiscais, além de garantir que as informações prestadas são corretas.
“Este padrão único para identificação, rastreamento e autenticação de mercadorias em produção e circulação é fundamental para o desenvolvimento e a segurança de todos os órgãos envolvidos no processo de logística”, diz o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.
CURSO - As informações sobre o Brasil-ID foram apresentadas em um workshop nesta quinta-feira (26), na sede da Appa. O evento, organizado pelo Ministério Público do Paraná em parceria com o Programa Cidades do Pacto Global das Nações Unidas, serviu para esclarecer o funcionamento do sistema e as suas interações entre os órgãos públicos e o setor privado.
“O Porto de Paranaguá é referência em informatização no Brasil, o que nos garante uma melhor aplicação das ferramentas de controle fiscal e logística nas operações”, afirma o professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Caio Fernando Fontana, que recentemente concluiu um trabalho de otimização de entrada e saída de caminhões de fertilizantes no Porto de Paranaguá.
Ele conta que o sistema interligado com o mesmo padrão de comunicação em escala nacional - por meio de chips, antenas, pedágios ou balanças - reduz os custos de implantação e traz benefícios para todos os setores envolvidos. “Isso permite uma integração nas operações, já que com o mesmo chip é possível pagar o pedágio na BR-277, utilizar a balança do porto de Paranaguá e passar pela fiscalização do ICMS no Mato Grosso, por exemplo”, explica Fontana.
O líder nacional do Brasil-ID, o auditor fiscal Geraldo Marcelo Cabral de Souza, conta que o sistema acaba de sair da fase de projeto-piloto para se tornar operacional. “A Bahia e o Rio Grande do Sul já estão operando o programa, que permite a integração de documentos fiscais e torna ágeis e confiáveis os processos, desde o emissor até o receptor do produto”, explica Souza.
A promotora de Justiça do Ministério Público Estadual e coordenadora regional da Bacia Litorânea, Priscila da Mata Cavalcanti, acredita que este tipo de controle é fundamental para órgãos públicos, como Receita Federal, Receita Estadual, Appa e empresas que operam nos portos. “Temos a oportunidade de melhorar o controle das cargas, o custo, o risco, a mobilidade urbana e a vida em sociedade em Paranaguá”, afirma a promotora.
Fonte: Agência de Notícias do Paraná
https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/32473-porto-de-paranagua-recebera-sistema-de-rastreamento-e-controle-de-caminhoes-e-cargas
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
PORTO DE PARANAGUÁ
PORTO DE PARANAGUÁ ASSUME LIDERANÇA NAS EXPORTAÇÕES DE CARNE DE FRANGO

O Porto de Paranaguá assumiu a liderança nacional nas exportações de carne de frango com 1,25 milhões de toneladas exportadas nos dez últimos meses. A marca supera em 14% o volume de 1,10 milhões de toneladas do produto enviadas pelos portos catarinenses de Navegantes e Itajaí.
“A ampliação do modal ferroviário trouxe uma opção mais econômica para os produtores, fazendo com que a carne fosse canalizada para Paranaguá”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho. Ele se refere aos investimentos feitos desde 2011 na modernização da Ferroeste para dobrar sua capacidade de operação.
Para o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, os investimentos na modernização do terminal paranaense trouxeram maior agilidade para as operações e impulsionaram as exportações.
“A ampliação do cais do Porto e a aquisição de novos equipamentos possibilitaram um aumento de produtividade e trouxeram novas rotas de navios para Paranaguá. Além disso, temos a nosso favor todo o trabalho dos avicultores do Paraná que lideram a produção no País”, ressaltou Dividino.
As exportações de contêineres refrigerados carregados com carne de frango são feitas pelo Terminal de Contêineres de Paranaguá. A TCP – empresa que administra o Terminal – possui a maior capacidade de tomadas reefer (tomadas para contêineres refrigerados) do Brasil, com 2.832 tomadas. Esta capacidade será aumentada para 3.100 tomadas reffers no início de 2016.
O diretor comercial da TCP, Juarez Moraes, disse que Paranaguá “virou o jogo para a exportação de carnes congeladas” a partir do momento que entendeu a vocação produtiva do Paraná e também do Mato Grosso do Sul.
“Para otimizar o conjunto logístico foi criado o corredor de congelados do Paraná, com participação do Governo do Estado, da Appa e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em conjunto com os operadores portuários. Este projeto envolveu investimentos privados e a desburocratização do processo de exportação”, destacou Juarez Moraes.
LÍDER NO BRASIL – O Paraná lidera a produção e também é o primeiro em exportação de carne de frango. De acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, desde 2012 o Estado tem o título de maior exportador nacional – representa 32% da exportação de carne de frango do Brasil.
Em 2014, o volume de exportação atingiu a marca de 1,29 milhões de toneladas exportadas, enquanto o Brasil exportou 3,9 milhões de toneladas de carne de frango.
No que se refere ao abate de frangos de corte, no ano passado o Paraná atingiu 1,59 bilhão de cabeças. Em 2015, até setembro, foram abatidas 1,2 bilhão de cabeças.
O Paraná conta com 18.668 avicultores envolvidos na atividade – 41% localizados na região Noroeste, 28% no Sudoeste, 18,4% no Nordeste e 12,4% na região Sudeste do Estado. Segundo a Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná), oito cooperativas são responsáveis por 37,7% da capacidade instalada de abate de frangos para corte.
https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/32375-porto-de-paranagua-assume-lideranca-nas-exportacoes-de-carne-de-frango?utm_source=newsletter_7664&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Porto de Paranaguá exporta cinco vezes mais soja em outubro
Porto de Paranaguá exporta cinco vezes mais soja em outubro
Pelo terceiro mês consecutivo, o Porto de Paranaguá fechou o mês com um aumento expressivo nas exportações de soja. Em outubro deste ano o volume de exportação de soja foi cinco vezes maior do que no mesmo mês do ano passado. Foram 396 mil toneladas no período em 2015, contra 69 mil toneladas em 2014.
Com isso, as exportações totais do porto cresceram 6,7% no mês de outubro, com 2,2 milhões de tonelada escoadas ao longo do mês neste ano, frente a 2 milhões alcançadas no mesmo período do ano passado.
O desempenho evidencia os ganhos de produtividade do Porto de Paranaguá, pois o aumento na exportação ocorreu mesmo com o tempo instável no Sul do país no período. Em Paranaguá, foram 15 dias de chuva ao longo de outubro, provocando interrupção no carregamento de grãos.
“Mesmo assim, com os ganhos em produtividade, investimento e planejamento, conseguimos aumentar as exportações”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino. “Não é possível fazer o embarque com chuva. O clima tem sido um obstáculo para aumentarmos ainda mais a movimentação”, afirma ele.
EQUIPAMENTOS - No final do mês foi inaugurado o terceiro novo shiploader do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá. Os três equipamentos conseguem dar uma vazão 33% superior ao embarque de grãos, se comparados com os carregadores antigos que foram substituídos. Até o final do ano, um quarto shiploader deve entrar em funcionamento, completando o investimento de R$ 59,4 milhões.
O milho (483 mil toneladas), o açúcar (388 mil toneladas) e o farelo de soja (332 mil toneladas) também impulsionaram as exportações no mês passado.
PERÍODO FÉRTIL – O dólar no maior patamar nos últimos anos levou o produtor rural a atrasar a comercialização da soja da safra passada. Geralmente, as exportações do grão começam a diminuir no segundo semestre do ano.
Em 2015, o cenário foi diferente. Somando os meses de agosto, setembro e outubro, foram exportadas 1,56 milhão de toneladas de soja. O volume é o dobro do registrado no ano passado, quando foram embarcadas pelo porto 700 mil toneladas do grão.
FÓRUM DA AGRICULTURA - O desempenho dos portos paranaenses foram apresentados pelo diretor presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, no 3º Fórum de Agricultura da América do Sul. Ele foi o mediador do painel Novas rotas na geopolítica de integração regional, que debateu as evoluções e os desafios da logística nacional.
Na mesa-redonda, Dividino explicou as recentes mudanças ocorridas no terminal paranaense e os investimentos futuros, que vão ajudar o porto a receber as cargas do interior do país. “Temos uma dragagem de manutenção e outra de aprofundamento que darão condições para continuarmos competitivos”, afirmou.
Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
www.pr.gov.br e www.facebook.com/governopr
http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=86712&tit=Porto-de-Paranagua-exporta-cinco-vezes-mais-soja-em-outubro
Áudio
Confira o áudio desta notícia
Fotos
Áudio
Confira o áudio desta notícia
Fotos
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
PORTO DE PARANAGUÁ
Mais um moderno carregador de navios começa a operar no Porto de Paranaguá
Entrou em operação nesta terça-feira (20) mais um moderno shiploader, o terceiro de quatro equipamentos adquiridos pelo Governo do Estado para agilizar o carregamento de navios no Porto de Paranaguá. A governadora em exercício, Cida Borghetti, acompanhou o início da operação. Junto com o secretário Chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, e o presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, Cida também vistoriou a reforma do cais e as obras de reestruturação e modernização do Corredor de Exportação.
O investimento na aquisição dos quatro novos shiploaders foi de R$ 59, 4 milhões, feitos com recursos próprios da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). Dois deles começaram a operar em março deste ano. O terceiro equipamento estava sendo montado, passou pela fase de testes e entrou em operação nesta terça-feira, no Berço 214 do Corredor de Exportação.
“Os novos equipamentos representam aumento da produtividade e de riquezas. Eles simbolizam a nossa fé em um Paraná ainda mais dinâmico e mais exportador, preparado para os desafios do século XXI”, afirmou Cida Borghetti. Ela disse que os investimentos reforçam o Porto de Paranaguá como referência positiva, em nível mundial. “Estudos apontam que a modernização feita nos últimos quatro anos faz a diferença e coloca o terminal paranaense como um dos mais importantes da América do Sul e o primeiro do país em exportação de grãos”, afirmou.
Cida ressaltou que a infraestrutura é o tema do momento e que o Paraná vem dando bons exemplos. Ela mencionou o Trem Pé Vermelho, que ligará as regiões metropolitanas de Londrina (Norte) e Maringá (Noroeste). Já foi aberta a chamada para a realização de estudos e projetos do empreendimento. “O governo Beto Richa pensa o Paraná do futuro, conversa com a sociedade organizada e com o setor produtivo de maneira a modernizar o Estado e atender a todas as demandas”, afirmou a governadora.
MAIS CAPACIDADE - Cada novo carregador de navio pode operar a uma velocidade de 2 mil toneladas por hora, enquanto que os carregadores antigos tinham capacidade de 1,5 mil toneladas pro hora.
Os novos equipamentos irão ampliar em 33% a produtividade do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá e ampliar a capacidade de carregamento para a próxima safra de grãos.
“Após conseguirmos ordenar a descarga dos grãos, equilibrar o fluxo de caminhões e zerar as filas, investimos na modernização do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Para o secretário Chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, os investimentos no Porto de Paranaguá representam o resgate de um importante ativo do Paraná. “Durante muitos anos o Porto ficou em descompasso com a realidade do desenvolvimento do País e, em especial, com o que o Paraná deveria representar no Brasil. Os investimentos dos últimos anos foram significativos. O governo Beto Richa aposta no Porto de Paranaguá para alavancar o desenvolvimento do Estado e os resultados tem sido importantes”, afirmou ele.
TECNOLOGIA E SUSTENTABILIDADE - Além de mais rápidos, os novos shiploaders também possibilitarão o carregamento de navios de grande porte, já que possuem uma lança bem mais comprida. Cada lança tem 36 metros de comprimento a partir do trilho - 10 metros a mais do que os antigos carregadores adquiridos na década de 70.
“Isso proporciona um alcance maior para carregar os navios, permitindo que embarcações de grande porte possam atracar em Paranaguá”, explicou Luiz Henrique Dividino. “As lanças dos shiploaders também são mais altas do que as dos antigos carregadores, possibilitando o atendimento de maiores navios sem nenhuma restrição”, disse ele.
“Os ganhos de produtividade são bastante importantes quando consideramos a disponibilidade de equipamento, o aumento da velocidade do carregamento, a melhoria da qualidade das receitas e, principalmente, o atendimento aos usuários que é o principal objetivo da Appa”, enumerou Dividino.
MEIO AMBIENTE - Outra novidade está relacionada com a proteção ambiental. Os novos shiploaders são projetados para operar em harmonia com o meio ambiente, pois possuem um sistema de captação de pó que reduz a emissão de partículas no ar durante o carregamento de navios com produtos como, por exemplo, soja e farelo de soja.
O equipamento também tem gerador próprio, possibilitando o recolhimento da lança e a sua movimentação sobre os trilhos em caso de queda de energia. “Vamos reduzir o tempo de embarque e o custo de transporte marítimo, vantagens fundamentais no competitivo cenário logístico do comércio exterior de hoje”, afirmou o presidente da Appa.
INVESTIMENTO E RECORDE – O Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá foi ativado em 1973 e até então havia recebido investimentos apenas nos anos de 1996 e 1999, quando foi dado início ao Plano de Remodelação e Repotenciamento do Complexo.
Nos últimos quatro anos e dez meses o Governo do Estado investiu R$ 939,9 milhões e, neste ano, o Porto de Paranaguá bateu recordes de produtividade. No mês de junho de 2015, a unidade de Paranaguá exportou 1,92 milhão de toneladas de grãos - volume que corresponde ao maior já movimentado em um mês pelo Corredor de Exportação desde maio de 2011, quando foram exportadas 1,81 milhão de toneladas.
A movimentação dos primeiros seis meses do ano também foi a maior da história para o período. Foram escoadas 8,48 milhões de toneladas de grãos pelo Corredor de Exportação. Outro recorde alcançado em 2015 no Porto de Paranaguá foi o de produtividade diária. O berço 214 do Corredor de Exportação, ao longo de 24 horas, embarcou 50,5 mil toneladas de soja, batendo a maior marca anterior que era de cerca de 40 mil toneladas. Os shiploaders tiveram produção efetiva de 1,206 mil toneladas por hora no período.
PRESENÇAS - Participaram da visita o prefeito de Paranaguá Edison de Oliveira Kersten, e os prefeitos João Domero, de Antonina; Edgar Rossi, de Pontal do Paraná; Eduardo Dalmoura, de Matinhos, e Helder Teófilo dos Santos, de Morretes. Também participaram o deputado Tião Medeiros dirigentes das empresas arrendatárias de terminais no Porto de Paranaguá. Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em: www.pr.gov.br e www.facebook.com/governopr
http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=86348&tit=Mais-um-moderno-carregador-de-navios-comeca-a-operar-no-Porto-de-Paranagua
Áudio
Confira o áudio desta notícia
Fotos
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
PORTO DE PARANAGUÁ
ALTA DO DÓLAR AUMENTA MOVIMENTO DE EXPORTAÇÕES NO PORTO DE PARANAGUÁ
A alta da cotação do Dólar em relação ao Real está beneficiando os exportadores de grãos do Paraná. Com a diferença cambial os produtos brasileiros ficaram mais atrativos aos consumidores estrangeiros. A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), no litoral do estado, espera aumento de 71% no volume de exportações que vão passar pelos terminais, entre os meses de agosto e outubro.
Neste ano, devem passar pelo Porto de Paranaguá 5,48 milhões de toneladas de grãos. A maior parte se divide entre milho e soja. Para quem plantou milho, a variação cambial significou uma boa venda do produto, que acabou de ser colhido. Já para quem investiu na soja, os produtores estão conseguindo vender o que estava acumulado desde o início deste ano e com lucro maior.
A Appa já prepara uma operação para melhorar o escoamento dos grãos. Há expectativa de que o número de navios aumente de forma considerável nos próximos meses. "Uma safra vai emendar na outra. Nós já estamos nos preparando para que haja um menor tempo de paralisação de manutenção, que normalmente nós fazemos no final do ano. Então, será a menor parada possível para que a gente possa colocar o que está sendo comercializado para fora", diz o diretor-presidente dos portos Luiz Henrique Dividino.
Ainda segundo Dividino, são esperados até 80 navios a mais no corredor de exportação. A melhora é garantia de lucro não só para quem produz e exporta, mas para toda a cadeia envolvida. O caminhoneiro José Ramos comemora o aumento das vendas. Ele costuma levar grãos das plantações no interior do estado para os portos paranaenses. "Já, praticamente, estou programado para carregar alguma coisa e subir de volta. Então, temos serviço. Não dá para reclamar", afirma.
Fonte: Do G1 PR, com informações da RPC
https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/31591-alta-do-dolar-aumenta-movimento-de-exportacoes-no-porto-de-paranagua
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Porto de Paranaguá
Porto de Paranaguá terá megaexportação de soja e milho
A disparada das exportações de milho safrinha e a venda dos estoques da soja vão provocar um forte movimento de navios graneleiros no Porto de Paranaguá. A previsão da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) é que a movimentação entre agosto e outubro seja 71% superior ao do mesmo período do ano passado, atingindo 5,48 milhões de toneladas de grãos no Corredor de Exportação. Mais de 80 navios graneleiros devem carregar no terminal.
Tradicionalmente, nesta época do ano, os embarques de soja começam a desacelerar, dando lugar ao milho colhido na safra de inverno. Contudo, nesse ano haverá coincidência atípica de embarques dos dois tipos de grãos. Segundo a Appa, do total previsto, 1,792 milhão de toneladas ainda é remanescente da safra de soja, 1,595 milhão de toneladas de farelo de soja e 2,092 milhões de toneladas de milho safrinha.
“A função do porto é estar à disposição do produtor e atender a demanda do campo. Se o momento é oportuno e o câmbio está favorável, vamos dar vazão para toda esta produção”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino. Nos últimos quatro anos, de acordo com ele, foram investidos R$ 511 milhões nos portos do Paraná para suportar este crescimento da demanda na movimentação de produtos pelo porto paranaense.
A combinação das duas safras nas exportações foi provocada pela antecipação da venda do milho safrinha, que ainda está sendo colhido, e a decisão dos produtores de soja de segurar o escoamento, à espera da melhora do preço e do câmbio. Da safra recorde de 16,9 milhões de soja que o Paraná colheu em fevereiro desse ano, 4,1 milhões de toneladas ainda não tinham sido vendidas até o fim de julho, de acordo com dados do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento.
“Capitalizado, o produtor esperou para vender a soja nesse ano. Por isso as exportações começaram a ganhar fôlego no mês passado com a melhora dos preços em reais”, diz Marcelo Garrido, analista do mercado de soja do Deral. Em julho, o preço pago ao produtor pela saca de 60 quilos estava em R$ 61,15, cerca de 8,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.
SAFRINHA - Por conta do câmbio, a venda de milho safrinha disparou, indicando um forte movimento de embarques. Até julho, 25% da safra já estava comercializada, contra 17% no mesmo período do ano passado. No Paraná, a colheita acelerou nos últimos 15 dias e entrou na reta final. Até a próxima semana, 90% da safra deve ser colhida, estima Edmar Gervásio, analista de milho do Deral. “Praticamente faltam apenas 400 hectares na região Norte do Estado”, diz. O Paraná deve colher o volume recorde de 11 milhões de toneladas de milho safrinha, 6% mais do que a safra anterior.
LOGÍSTICA - As cooperativas também têm que liberar os armazéns ocupados com soja para a safrinha de milho que está sendo colhida. Segundo Tania Moreira, economista do departamento técnico e econômico da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), as exportações de soja aceleraram em junho e as de milho devem seguir mais rápidas também para segurar os preços do grão no mercado interno.
BOX
Porto investe para ganhar eficiência na movimentação
A previsão da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina é que, até 2018, os investimentos nos portos ultrapassem R$ 577 milhões em projetos de infraestrutura, obras de reforma em berços de atracação e ações contínuas de manutenção e dragagem. “Todas as ações são voltadas para atender melhor os clientes e usuários do Porto (importadores e exportadores) com menores custos. Se conseguirmos ser eficazes, certamente vamos aumentar a movimentação de cargas”, diz o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino.
As ações partem da implementação do sistema Carga Online, que ordenou a chegada dos caminhões à cidade e eliminou as filas de caminhões, até os novos shiploaders, equipamentos que aumentaram em 33% a capacidade de carregamento dos navios graneleiros do Corredor de Exportação.
Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br
http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=85527&tit=Porto-de-Paranagua-tera-megaexportacao-de-soja-e-milho
Áudio
Confira o áudio desta notícia
Fotos
Áudio
Confira o áudio desta notícia
Fotos
Assinar:
Postagens (Atom)