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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Bolivia inicia exportación de Urea a Brasil y le generarrá US$ mlls. anuales
Bolivia inicia exportación de Urea a Brasil y le generarrá US$ mlls. anuales
Bolivia inició la primera exportación de urea a Brasil. La comercialización generará US$ 100 mllsl. anuales, que representan la mitad de los ingresos de la producción total de la Planta de Bulo Bulo, en Cochabamba.
Se despacharon las primeras cargas con la presencia de las autoridades gubernamentales en Puerto Quijarro, punto fronterizo con Brasil, en el departamento de Santa Cruz.
El presidente Evo Morales, el ministro de Hidrocarburos, Luis Alberto Sánchez, y autoridades locales resaltaron que la transformación del gas en urea es un hecho histórico en el país, y ello se debe a la nacionalización de los hidrocarburos en 2006.
"El ingreso de toda la producción de la planta de Bulo Bulo de US$ 200 mlls. aproximadamente, y el contrato que Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) ha firmado con la empresa brasileña es de cien millones de dólares", informó la autoridad de Hidrocarburos.
En su discurso, el presidente Morales explicó que Bolivia importaba entre 30.000 y 40.000 toneladas de urea por año, pero con la puesta en marcha del complejo petroquímico se empezó a atender la demanda de los agricultores y empresarios, además se consolidó la primera venta al exterior.
"La capacidad máxima de la planta es de 700.000 toneladas. Se atenderá al mercado interno con 10% a 15% de la producción. El mercado más grande en la región es Brasil, y a este país se está garantizando 335.000 toneladas, casi el 50% de la producción de la planta", detalló.
El Jefe de Estado resaltó que el complejo en Bulo Bulo generará $us 5.000 millones de ingresos en 20 años de funcionamiento. Con esta entrada económica se cancelará la deuda al Banco Central de Bolivia (BCB), adquirida para construir la planta.
Señaló que la industria mejorará la productividad en Bolivia. La producción de maíz subirá en 70%, sorgo 24%, trigo 57%, arroz 57% y pastizales 115%.
"Éste será el primer envió. Seguramente las próximas semanas vamos a hacer más envíos a otros países. El presidente Evo Morales ha traducido en 11 años lo que no se ha podido hacer en 192. Ésa es la alegría de todos nosotros", dijo Sánchez.
Importante
La Planta de Urea fue inaugurada el 14 de septiembre. Para su construcción, el Gobierno nacional invirtió US$ 953 mlls., financiados por el BCB.
En Bolivia se potenciará la producción de alimentos.
(Publicado por Cambio - Bolivia, 30 noviembre 2017)
http://la.migalhas.com/Calientes/134,MI270243,81042-Bolivia+inicia+exportacion+de+Urea+a+Brasil+y+le+generarra+US+mlls
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Bolívia apresenta em Haia argumentos contra Chile por acesso ao mar
Bolívia apresenta em Haia argumentos contra Chile por acesso ao mar
HAIA - O presidente da Bolívia, Evo Morales, entregou pessoalmente ontem, terça-feira, à Corte Internacional de Justiça (CIJ), em Haia, um documento com os argumentos de uma demanda contra o Chile em que busca recuperar o acesso ao mar, perdido há mais de um século em uma guerra.
O governo boliviano recorreu à corte no ano passado contra o país vizinho na tentativa de forçar o Chile a sentar à mesa de negociações para discutir a demanda boliviana por um acesso ao oceano Pacífico, mas que o Chile afirma que carece de argumentos.
Morales, um ex-líder socialista dos plantadores de coca que prometeu recuperar a saída ao mar para a Bolívia, entregou o documento de 200 páginas com os antecedentes jurídicos da solicitação na sede do tribunal.
"Confiamos que a Bolívia logo voltará ao Pacífico com soberania, temos todos os argumentos", afirmou Morales ao entregar o documento.
"A questão do mar é irredutível para os bolivianos. Como um país pacifista recorremos aos tribunais internacionais para que se faça justiça de uma demanda histórica, e temos muita confiança", acrescentou.
A Bolívia, que perdeu seu acesso ao mar em uma guerra vencida pelo Chile em 1883, realiza grande parte de seu comércio através de portos chilenos graças a um acordo para o trânsito de mercadorias, apesar de os países terem rompido suas relações diplomáticas desde 1978.
A presidente chilena, Michelle Bachelet, disse que a demanda boliviana na CIJ fechou as portas para uma negociação bilateral e tem demonstrado confiança que seu país tem argumentos jurídicos para defender a integridade de seu território.
(Fonte: Reuters/Daniel Ramos, em La Paz; Reportagem adicional de Antonio de la Jara, em Santiago)
http://www.portosenavios.com.br/navegacao-e-marinha/23797-bolivia-apresenta-em-haia-argumentos-contra-chile-por-acesso-ao-mar?utm_source=newsletter_1474&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y
quarta-feira, 26 de março de 2014
Mercosul - Bolívia
BOLÍVIA A POUCO DE SER MEMBRO PLENO DO MERCOSUL
Nesta terça-feira (25/3), o Senado do Uruguai votou a favor pela incorporação da Bolívia como membro pleno do MERCOSUL. O Protocolo de Adesão da Bolívia ao MERCOSUL foi enviado, no dia 22 de setembro do ano passado, pelo Poder Executivo à Assembleia Geral para aprovação de ambas as Câmaras. Com a aprovação de hoje (25), o texto segue para a Câmara dos Deputados para sua consideração.
Durante o debate na Câmara alta uruguaia, o Parlamentar do MERCOSUL e senador socialista Roberto Conde ressaltou que “a importância estratégica e geopolítica da entrada da Bolívia ao MERCOSUL, dá ao espaço mercosulino uma dimensão quase continental e uma relevância internacional inevitável. Dependerá da vontade política dos nossos países utilizá-la para benefício e afirmação de nossas possibilidades de desenvolvimento e de presença internacional”.
Segundo Conde, quem foi o relator do projeto de lei que aprova o referido Protocolo, “a consolidação da integração da Bolívia ao MERCOSUL é um fato histórico, de dimensões históricas e devemos saber valorar em toda a sua profundidade”.
Conde também sublinhou que com a meia sanção por parte do senado uruguaio, “estamos reafirmando uma vez mais a clara vocação integracionista por parte do Uruguai”, sentenciou o Parlamentar.
O Senador do Partido Nacional, Luis Alberto Lacalle, fundamentou o seu voto a favor da entrada da Bolívia ao MERCOSUL dizendo que “no Tratado de Assunção estão chamados todos os Estados da América Latina a integrar-se a essa organização econômica e comercial que se criou no ano de 1991, mas dentro desse chamado genérico há certa lógica da geografia que faz que Bolívia esteja em condições de ser o que faltava para o armado geográfico ao redor da Bacia doPrata que é a que nos articula, então bem-vinda essa entrada [ao MERCOSUL]”, enfatizou o senador Lacalle.
Por sua parte, o Senador Ope Pasquet do Partido Colorado explicou que vota a favor da entrada da Bolívia ao bloco regional, no entendimento de que “vemos isso como um passo positivo para aumentar a ampliar o espaço do MERCOSUL, para avançar nesse caminho da integração, que aos uruguaios nos vem indicado pela Constituição da República, artigo sexto, que nos diz que devemos promover a integração social e econômica dos Estados Latino-americanos”, indicou Pasquet.
Finalizadas as exposições, o Protocolo de Adesão da Bolívia foi votado por unanimidade (19 em 19) no Senado uruguaio.
Entrada ao MERCOSUL: faltam a aprovação da Argentina, Brasil e Paraguai
Na região, Venezuela foi o único Estado Parte que aprovou formalmente a entrada da Bolivia ao MERCOSUL.
Argentina aprovou o referido Protocolo no Senado em novembro de 2013, faltando à tramitação na Câmara de Deputados. Para Guillermo Carmona, deputado argentino e Parlamentar do MERCOSUL, “o expediente relativo ao Protocolo de Adesão da Bolívia entrará na Comissão de Relações Exteriores da Câmara de Deputados na próxima reunião, em mais ou menos 15 dias”. Carmona ressaltou que “a ampliação do MERCOSUL a outros países sul-americanos é uma das prioridades estratégicas do bloco”. Assegurou que desde o Congresso argentino será dada uma rápida tramitação ao tema, assim como foi com a entrada da Venezuela.
No caso do Brasil e Paraguai, o Protocolo está pendente de aprovação por parte de seus respectivos Congressos. Em Brasil, o citado Protocolo nem se quer foi enviado ao Parlamento ainda.
Para o senador brasileiro e Vice-presidente do Parlasul Roberto Requião, a entrada da Bolívia é positiva tanto do ponto de vista comercial como geopolítico. “Essa unidade é necessária, reforça a defesa do MERCOSUL contra os interesses do Mercado comum europeu e os Estados Unidos. Nós necessitamos de muita unidade frente a esses mercados. A integração da Bolívia é importantíssima nesse sentido”, afirmou Requião.
Por sua parte, o parlamentar paraguaio Alfonso González Núñez, Presidente da Delegação Paraguaia no Parlasul, indicou que “temos a sólida convicção de que a entrada do Estado Plurinacional da Bolívia em qualidade de sócio pleno fortalecerá o MERCOSUL, tendo em conta que quanto maior o número de países membros maior também será o poder de negociação e penetração do bloco no âmbito do comércio internacional”.
González Núñez finalizou dizendo que celebra “a iminente incorporação” da Bolívia, cuja presença e aporte “coadjuvará manifestamente à hierarquização e prosperidade da nossa sociedade sul-americana de nações soberanas”, concluiu.
Fonte:
Parlamento do Mercosul
http://www.exportnews.com.br/2014/03/bolivia-a-pouco-de-ser-membro-pleno-do-mercosul/
Durante o debate na Câmara alta uruguaia, o Parlamentar do MERCOSUL e senador socialista Roberto Conde ressaltou que “a importância estratégica e geopolítica da entrada da Bolívia ao MERCOSUL, dá ao espaço mercosulino uma dimensão quase continental e uma relevância internacional inevitável. Dependerá da vontade política dos nossos países utilizá-la para benefício e afirmação de nossas possibilidades de desenvolvimento e de presença internacional”.
Segundo Conde, quem foi o relator do projeto de lei que aprova o referido Protocolo, “a consolidação da integração da Bolívia ao MERCOSUL é um fato histórico, de dimensões históricas e devemos saber valorar em toda a sua profundidade”.
Conde também sublinhou que com a meia sanção por parte do senado uruguaio, “estamos reafirmando uma vez mais a clara vocação integracionista por parte do Uruguai”, sentenciou o Parlamentar.
O Senador do Partido Nacional, Luis Alberto Lacalle, fundamentou o seu voto a favor da entrada da Bolívia ao MERCOSUL dizendo que “no Tratado de Assunção estão chamados todos os Estados da América Latina a integrar-se a essa organização econômica e comercial que se criou no ano de 1991, mas dentro desse chamado genérico há certa lógica da geografia que faz que Bolívia esteja em condições de ser o que faltava para o armado geográfico ao redor da Bacia doPrata que é a que nos articula, então bem-vinda essa entrada [ao MERCOSUL]”, enfatizou o senador Lacalle.
Por sua parte, o Senador Ope Pasquet do Partido Colorado explicou que vota a favor da entrada da Bolívia ao bloco regional, no entendimento de que “vemos isso como um passo positivo para aumentar a ampliar o espaço do MERCOSUL, para avançar nesse caminho da integração, que aos uruguaios nos vem indicado pela Constituição da República, artigo sexto, que nos diz que devemos promover a integração social e econômica dos Estados Latino-americanos”, indicou Pasquet.
Finalizadas as exposições, o Protocolo de Adesão da Bolívia foi votado por unanimidade (19 em 19) no Senado uruguaio.
Entrada ao MERCOSUL: faltam a aprovação da Argentina, Brasil e Paraguai
Na região, Venezuela foi o único Estado Parte que aprovou formalmente a entrada da Bolivia ao MERCOSUL.
Argentina aprovou o referido Protocolo no Senado em novembro de 2013, faltando à tramitação na Câmara de Deputados. Para Guillermo Carmona, deputado argentino e Parlamentar do MERCOSUL, “o expediente relativo ao Protocolo de Adesão da Bolívia entrará na Comissão de Relações Exteriores da Câmara de Deputados na próxima reunião, em mais ou menos 15 dias”. Carmona ressaltou que “a ampliação do MERCOSUL a outros países sul-americanos é uma das prioridades estratégicas do bloco”. Assegurou que desde o Congresso argentino será dada uma rápida tramitação ao tema, assim como foi com a entrada da Venezuela.
No caso do Brasil e Paraguai, o Protocolo está pendente de aprovação por parte de seus respectivos Congressos. Em Brasil, o citado Protocolo nem se quer foi enviado ao Parlamento ainda.
Para o senador brasileiro e Vice-presidente do Parlasul Roberto Requião, a entrada da Bolívia é positiva tanto do ponto de vista comercial como geopolítico. “Essa unidade é necessária, reforça a defesa do MERCOSUL contra os interesses do Mercado comum europeu e os Estados Unidos. Nós necessitamos de muita unidade frente a esses mercados. A integração da Bolívia é importantíssima nesse sentido”, afirmou Requião.
Por sua parte, o parlamentar paraguaio Alfonso González Núñez, Presidente da Delegação Paraguaia no Parlasul, indicou que “temos a sólida convicção de que a entrada do Estado Plurinacional da Bolívia em qualidade de sócio pleno fortalecerá o MERCOSUL, tendo em conta que quanto maior o número de países membros maior também será o poder de negociação e penetração do bloco no âmbito do comércio internacional”.
González Núñez finalizou dizendo que celebra “a iminente incorporação” da Bolívia, cuja presença e aporte “coadjuvará manifestamente à hierarquização e prosperidade da nossa sociedade sul-americana de nações soberanas”, concluiu.
Fonte:
Parlamento do Mercosul
http://www.exportnews.com.br/2014/03/bolivia-a-pouco-de-ser-membro-pleno-do-mercosul/
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Ley
Gobierno de Bolivia promulga nueva ley de Tratados que da pie a la revisión de acuerdos vigente
"Esto se hará en
cumplimiento de nuestra Constitución. Cada tratado tiene su plazo. Es
una base para dar cumplimiento. Sin esta ley no se lo podía hacer y
había que recurrir a un largo trámite administrativo", detalló el legislador del Movimiento Al Socialismo.
La disposición
transitoria novena de la Carta Magna establece que en el plazo de cuatro
años, desde la elección del Órgano Ejecutivo, el Gobierno debe
renegociar o denunciar los tratados internacionales que sean contrarios a
la nueva Constitución Política. Según este mandato constitucional, la
fecha límite para hacerlo es el 6 de diciembre.
Martínez explicó que se trata de una "norma genérica procedimental de ruta";
no obstante, afirmó que la decisión y fecha para renunciar o renegociar
el Tratado de 1904, como otros, será definida por la Cancillería
boliviana.
En esa línea, el
diputado Héctor Arce (MAS), en junio, aseguró que los tratados
internacionales que vayan en contra de la Carta Magna no tienen un plazo
"absoluto" para ser denunciados. La norma establece mecanismos de
retiro, admisión, incorporación de tratados y su compatibilización con
la nueva Constitución, además de que define diferentes plazos.
Respecto a la nueva
ley, el canciller David Choquehuanca dijo que ésta surgió a partir del
artículo 258 de la Carta Magna que indica: "Los procedimientos de celebración de tratados internacionales se regularán por la ley".
Sobre esa base, afirmó
que se busca que los tratados garanticen relaciones de igualdad,
respeto, independencia, no intervención en asuntos internos y de
solución pacífica de conflictos, además del rechazo a toda dictadura,
colonialismo e imperialismo. De acuerdo con Choquehuanca, destaca ANF,
la ley, de 73 artículos, establece las etapas de un tratado
internacional para su vigencia en el país; desde la renegociación hasta
la posible denuncia.
(Publicado por La Razón - Bolivia, 19 septiembre 2013)
http://la.migalhas.com/Calientes/134,MI186791,91041-Gobierno+de+Bolivia+promulga+nueva+ley+de+Tratados+que+da+pie+a+la
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