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quarta-feira, 16 de março de 2016

Agronegócio e a redução no imposto de importação sobre insumos



Agronegócio e a redução no imposto de importação sobre insumos

Fonte/Autor por: Bernardo Mattei de Cabane Oliveira/Ex-Libris Comunicação Integrada



Entre tantas notícias ruins para o agronegócio no ano passado e no início de 2016, como baixa da demanda por alimentos da China forçando o preço das comodities para baixo, enquanto o custo de produção e o dólar estão em alta, eis que surge uma boa notícia: entrou em vigor em 27 de janeiro de 2016, a resolução do CAMEX n.º 4/2016 que reduziu as alíquotas do imposto de importação para produtos que são insumos na fabricação de defensivos agrícolas.

De acordo com as novas tabelas, a alíquota do imposto de importação para PROPAGITE cai de 14% para 2%, de forma permanente. Ou seja, até nova resolução deste órgão, os insumos tendem a ficar mais baratos, trazendo alívio ao custo do agricultor no plantio da próxima safra. Vale a pena lembrar que o principal produto que sofreu redução é utilizado na formulação de acaricidas de algodão, café, morangos, tomate, citros entre outros.

Ressaltando que a CAMEX, órgão ligado ao Ministério da Fazenda, responsável pelas alíquotas do imposto de importação, tem por objetivo de coordenação de políticas ligadas ao Comércio Exterior de bens e serviços. Ou seja, o papel principal da CAMEX é definir diretrizes de ações governamentais para tornar o produto brasileiro mais competitivo.

Outro produto que sofreu redução de alíquota foi 4-Cloro-alfa,alfa,alfa-trifluor-3,5-dinitrotolueno (NCM 2904.90.14), insumo na fabricação de herbicidas, cuja alíquota de 14% passou para 2%.

Assim, o agricultor deverá ficar atento ao preço destes produtos na hora de negociar um novo lote, a fim de conseguir preços mais competitivos e aumentar a sua lucratividade por hectare.

Bernardo Mattei de Cabane Oliveira é advogado especialista em Direito Societário e Tributário e líder do Task Force de agronegócio do escritório Augusto Grellert Advogados Associados

http://www.segs.com.br/seguros/8003-agronegocio-e-a-reducao-no-imposto-de-importacao-sobre-insumos.html

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Agronegócio


AGRICULTURA – COMÉRCIO EXTERIOR – CNA critica tributação de exportações do agronegócio

Taxação ocorreria por meio da revogação da isenção da contribuição previdenciária

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Em três anos, Brasil quer aumentar exportações do agro em US$ 20 bilhões
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) classificou como um "grande equívoco" a intenção do governo de tributar as exportações do agronegócio. A taxação ocorreria por meio da revogação da isenção da contribuição previdenciária, que hoje vigora para os produtores que exportam o total ou parte de sua produção. A Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) também repudiou a ideia.

"Não é admissível extrair recursos adicionais da sociedade e da produção para aumentar o financiamento de um sistema que está errado (o Previdenciário) e não se sustentará no tempo", criticou a CNA, em nota. Para a entidade, a economia só voltará a crescer se apostar no investimento privado e no aumento das exportações: "Trata-se de um verdadeiro ataque contra um setor que foi o principal motor dos anos de crescimento e sustenta, mesmo na crise, o equilíbrio de nossas contas externas".

O presidente da FPA, o deputado Marcos Montes (PSD-MG), disse que os parlamentares estão mobilizados e que pronunciamentos devem ser feitos no plenário, criticando a medida. "O governo vai jogar na praça qualquer coisa que possa melhorar a arrecadação. O que colar, fica. O que tiver contestação comprovada, acredito eu, não deve ficar", disse. "Tenho certeza de que o bom senso vai prevalecer", afirmou.
Divulgação/Pedro Revillion

Fonte: Canal Rural

http://alfonsin.com.br/agricultura-comrcio-exterior-cna-critica-tributao-de-exportaes-do-agronegcio/

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Exportações



CNA apresenta propostas para alavancar exportações agropecuárias

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil apresentou em reunião do Conselho Deliberativo da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil).



O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, apresentou, nesta quarta-feira (18/11), em reunião do Conselho Deliberativo da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), três propostas para alavancar as vendas externas do agronegócio. Uma delas trata do aumento da participação do segmento nos projetos setoriais do órgão.


Atualmente, os setores de alimentos, bebidas e do agronegócio respondem por 28% dos projetos setoriais da Apex. Martins também defendeu uma parceria entre as duas instituições para promover maior conhecimento sobre comércio exterior por produtores rurais e cooperativas. A sugestão vai ao encontro do Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE), lançado esta semana pelo governo federal, para inserir um número cada vez maior de pequenas e médias empresas brasileiras no comércio internacional.


“As duas entidades devem trabalhar juntas para alavancar as exportações em áreas ainda deficientes, com o apoio das federações de agricultura e pecuária”, justificou. Por último, ele propôs ações para promover a imagem do Brasil no exterior, não apenas em feiras internacionais, mas com a realização de eventos específicos, como debates voltados para mostrar a sustentabilidade da produção e a qualidade dos produtos brasileiros.


O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, que preside o Conselho Deliberativo da Apex Brasil, concordou com as propostas apresentadas por João Martins e destacou a necessidade de se investir no potencial exportador da agropecuária brasileira, diante da “competitividade inquestionável” do setor. Disse, ainda, que o PNCE pode ser a ferramenta adequada para ampliar a participação do agronegócio nos projetos governamentais de exportação. Também participou do encontro o presidente da Apex Brasil, David Barione. Fonte: Canal do Produtor

http://www.suinoculturaindustrial.com.br/noticia/cna-apresenta-propostas-para-alavancar-exportacoes-agropecuarias/20151119094256_B_628

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Agronegócio

Agronegócio Dando continua Como Cartas NAS Exportações do Brasil

A soja em Grãos Segue Como o PRODUTO Diretor EXPORTADO, somando US $ 17,7 bilhões de janeiro a agosto

Dados Segundo Fazer Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), às Exportações brasileiras somaram US $ 128,3 bilhões no Acumulado de janeiro a agosto de 2015. O saldo da Balança Comercial foi positivo em US $ 7,3 bilhões, ó Que Representação aumento em Relação Ao MESMO Período de 2014. EntreTanto, o superávit Maior se desen, principalmente, A Queda de 21,3% das Importações.  Desde o Mês de março, a Balança Comercial mensal TEM apresentado Valores Superiores àqueles Vistos Nós Dois Últimos ano.
A soja em Grãos continua Sendo o Diretor PRODUTO EXPORTADO Cabelo Brasil, somando US $ 17,7 bilhões de janeiro a agosto e 13,8% REPRESENTANDO Fazer Totais das Exportações Fazer valentia país.  Comparando o Desempenho de agosto 2014 e de 2015, constata- SE aumento de 25,4% de um parágrafo soja EM Grãos.  Para o óleo de soja bruto, o aumento foi de 88,2%.  O farelo de soja, quinto PRODUTO Mais EXPORTADO, apresentou embarques de US $ 4,4 bilhões.  A diaria media das Exportações do Complexo soja, em agosto, foi de US $ 124,5 Milhões, enquanto o Pará Segundo Setor Diretor, Petróleos e Derivados, ESSA Média foi de US $ 74,5 Milhões.  A maioria da safra 2014/2015 Já foi comercializada EO plantio de soja no Brasil, Paragrafo A safra Próxima, desen Começar Mês Nesse.
A carne de frango foi o Quarto Diretor PRODUTO na pauta de Exportação brasileira, somando US $ 4,2 bilhões no ano de Fazer Acumulado.  INFORMAÇÕES Segundo do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), OS Preços Dessa proteína nenhuma Mercado interno fecharam agosto em alta, impulsionados Cabelo bom Desempenho das Exportações em 2015. ISSO Mostra a importancia do Mercado externo PARA O Produtor Rural.  Comparando o Desempenho de 2014 e 2015, PARA O Mês de agosto, houve aumento de 14% do volume de embarques fazer nao de carne de frango in natura.  O Brasil É O Maior Exportador mundial de carne de frango.
Para o Acumulado de 2015, Produtos Entre ósmio do Setor Agropecuário que apresentaram aumento no valor EXPORTADO, ESTÁ o café em grão (+ 1,1%), somando US $ 3,7 bilhões;  a celulose (+ 1,3%), somando US $ 3,5 bilhões;  hum serrada Madeira (+ 16,9%), somando US $ 308 Milhões EO Algodão (+ 4,0%), somando US $ 482 Milhões.  O bom Desempenho das Exportações de Algodão, agosto COMEU de 2015, combinado à menor oferta devido Doméstica Ao atraso da safra 2014/2015, elevou OS Preços do Algodão em Pluma nenhuma Mercado Nacional, em agosto, INFORMAÇÕES Segundo Fazer CEPEA.
Fonte:  CNA
http://www.portaldbo.com.br/Agro-DBO/Noticias/Agronegocio-continua-dando-as-cartas-nas-exportacoes-do-Brasil/13766

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Cresce exportação do agronegócio aos árabes

Cresce exportação do agronegócio aos árabes

Receita superou os US$ 900 milhões em julho, um aumento de 2% sobre o mesmo mês de 2014. Egito foi destaque e ficou em quinto lugar entre os maiores mercados do Brasil.


São Paulo – As exportações do agronegócio brasileiro aos países árabes somaram mais de US$ 900 milhões em julho, um aumento de 2,1% em relação ao mesmo mês do ano passado. Foram embarcadas 1,8 milhão de toneladas, um crescimento de 34% na mesma comparação. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O Egito foi o principal destaque. De acordo com o Mapa, o país ficou na quinta posição entre os maiores mercados do agronegócio brasileiro em julho. Os egípcios importaram o equivalente a US$ 261 milhões, um avanço de 32,4% sobre o mesmo mês de 2014. A quantidade embarcada foi de 755 mil toneladas, um acréscimo de 87,4% na mesma comparação. Os principais produtos enviados ao Egito foram açúcar, carnes (bovina e de frango), milho e soja.

Outro destaque foi a Arábia Saudita, com compras no valor de US$ 225 milhões, um aumento de 16% em relação a julho do ano passado. Vale lembrar que este desempenho ocorreu apesar da Arábia Saudita não estar importando carne bovina do Brasil, em função de um embargo imposto no final de 2012. Os principais itens comercializados foram frango, açúcar e soja.

Em receitas, avançaram também as exportações para o Catar, Ilhas Comores, Kuwait, Iraque, Jordânia, Marrocos, Mauritânia, Omã, Palestina, Sudão e Tunísia.

Por outro lado, caíram as vendas para a Argélia, Bahrein, Djibuti, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Líbano, Líbia, Síria e Somália. Iêmen, Líbia, Síria e Somália são países assolados por conflitos.

No total, os principais produtos embarcados aos países árabes foram carnes (bovina e de frango), açúcar, soja, milho, gado vivo e café.

No acumulado do ano, os embarques do agronegócio aos países árabes renderam pouco mais de US$ 5 bilhões, um recuo de 2,8% em relação ao período de janeiro a julho de 2014. O volume exportado chegou a 8,6 milhões de toneladas, um acréscimo de 3,8% na mesma comparação.
http://www.anba.com.br/noticia/21868713/agronegocio/cresce-exportacao-do-agronegocio-aos-arabes/

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Agronegócio pede prorrogação de incentivo tributário nos portos




Agronegócio pede prorrogação de incentivo tributário nos portos


Por Stênio Ribeiro - Repórter da Agência Brasil Edição:Armando Cardoso Fonte:Agência Brasil


A Câmara Temática de Infraestrutura e Logística do Agronegócio decidiu hoje (12) encaminhar à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, pedido de apoio à prorrogação do Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto).


O benefício, que termina no fim deste ano, isenta de tributação a aquisição de equipamentos para operação portuária e de terminais, tais como aparelhos e instrumentos de pesagem, guindastes, pontes rolantes, pórticos de descarga ou de movimentação, empilhadeiras, trilhos e outros elementos de vias férreas.


Órgão de assessoramento do Ministério da Agricultura, a câmara temática congrega 60 entidades dos setores público e privado. Na reunião de hoje, os participantes também avaliaram os parâmetros do Programa de Investimento em Logística (PIL) e os modelos de concessão, com ênfase naqueles definidos pelo maior valor de outorga, medida que reflete mais na cadeia logística de exportação.


Com previsão de investimentos de R$ 198,4 bilhões para concessão de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, o PIL foi anunciado pelo governo federal em junho deste ano. Os investimentos são voltados para modernização da infraestrutura do país.


A Comissão de Infraestrutura e Logística da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou proposta para segurança da navegação nas hidrovias das novas fronteiras agrícolas, que sofrem ações de pirataria, tráfico de drogas, prostituição e roubo de cargas.


O presidente da comissão da CNA, Luiz Fayet, defendeu que o efetivo das Forças Armadas faça a administração das hidrovias nessas regiões. A Marinha Brasileira já atua como autoridade marítima na segurança da navegação, na salvaguarda da vida humana nas águas e na prevenção contra a poluição hídrica.

Editor Armando Cardoso

http://www.ebc.com.br/noticias/economia/2015/08/agronegocio-pede-prorrogacao-de-incentivo-tributario-nos-portos



Exportações



Exportações do agronegócio totalizam US$ 9,11 bilhões em julho

Destaque foram os embarques de carne de frango in natura, de US$ 685 milhões
As exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 9,11 bilhões em julho deste ano, o que representou 49,2% do total das vendas externas do país no mês passado. Já as importações totalizaram US$ 1,15 bilhão, com retração de 23,7% em relação ao mesmo período de 2014. Com isso, o saldo da balança comercial do setor foi de US$ 7,96 bilhões em julho. Os dados constam do Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro (AgroStat), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A secretária de Relações Internacionais do Agronegócio, Tatiana Palermo, chamou a atenção para o fato de as vendas externas de carne de frango in natura terem alcançado um montante mensal recorde, tanto em valor (US$ 685 milhões) quanto em quantidade (410 mil toneladas).
Cinco cadeias produtivas tiveram participação de 84% do total exportado pelo agronegócio em julho: complexo soja (43,2%); carnes (16,1%); produtos florestais (10,6%); complexo sucroalcooleiro (9,1%); e café (5,1%).
Complexo soja
As exportações do complexo soja se mantiveram estáveis no mês passado, em relação a julho de 2014, e somaram US$ 3,93 bilhões. O principal produto exportado pelo setor foi a soja em grãos, com embarques de US$ 3,22 bilhões. Houve incremento de 39,7% na quantidade comercializada, alcançando 8,44 milhões de toneladas. Apesar de o preço médio do produto ter caído 26,7% em julho, passando de US$ 521 para US$ 382 por tonelada, a ampliação do volume resultou no crescimento do valor exportado em 2,3%.
O farelo de soja ficou em segundo lugar, com receita de US$ 639 milhões e 1,71 milhão de toneladas embarcadas. Em terceiro, aparece o óleo de soja, com US$ 70 milhões em vendas externas.
Carnes
As exportações de carnes totalizaram US$ 1,46 bilhão em julho. Apesar da expansão de 9,1% na quantidade, o preço médio dos produtos do setor caiu 19,1%. A carne de frango foi o principal item negociado, com US$ 764 milhões. A comercialização do produto foi de 440 mil toneladas no mês passado, representando uma variação positiva de 18,7% em relação a julho de 2014.
As vendas externas de carne bovina sofreram queda em quantidade (-22%) e no preço médio (-6,6%), o que causou diminuição de 27,8% no valor exportado, de US$ 498 milhões. Já as exportações de carne suína aumentaram 50% em volume, com embarques de 61 mil toneladas e faturamento de US$ 157 milhões.

A carne de peru também teve resultado positivo, com o valor de US$ 23 milhões e aumento de 20,1% em relação a julho de 2014. Os embarques do produto, de 11 mil toneladas, tiveram crescimento de 44,2% em volume.
Produtos florestais
Os produtos florestais ficaram na terceira posição dos setores do agronegócio que mais exportaram em julho, com US$ 966 milhões. O valor representou crescimento de 9,6%, se comparado a julho de 2014, quando foi de US$ 882 milhões.
O principal produto negociado foi papel e celulose, com US$ 727 milhões (+11,5%) e 1,37 milhão de toneladas comercializadas (+19,5%). Em seguida aparecem as exportações de madeiras e suas obras, com US$ 237 milhões e crescimento de 3,6%. Os embarques de madeiras e suas obras chegaram a 399 mil toneladas (aumento de 28,1% em relação a julho do ano anterior).
Complexo sucroalcooleiro
Com exportações de US$ 829 milhões, o complexo sucroalcooleiro ficou na quarta posição do ranking de setores. As vendas de açúcar foram destaque, com total de US$ 728 milhões, o equivalente a 2,35 mil toneladas. O álcool etílico obteve US$ 100 milhões de receita, um crescimento de 74,3%, com incremento de 135,9% na quantidade comercializada.
Café
O setor cafeeiro ocupou a quinta posição, com exportações de US$ 461 milhões no mês. Em quantidade, houve variação negativa de 9,4%, com comercialização de 158 mil toneladas, enquanto a cotação médi a das exportações de café atingiu a marca de US$ 2.916, representando decréscimo de 12,7%.
Acumulado do ano
De janeiro a julho de 2015, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 52,37 bilhões e as importações alcançaram US$ 8,21 bilhões. Com isso, a balança comercial do setor teve superávit de US$ 44,16 bilhões.
O complexo soja foi o principal item da pauta de exportações, com vendas externas de US$ 19,91 bilhões. Em seguida, aparecem o setor de carnes, com US$ 8,4 bilhões, e o de produtos florestais, com US$ 5,93 bilhões. O complexo sucroalcooleiro, com US$ 4,68 bilhões, ficou em quarto lugar. O café, com US$ 3,62 bilhões, ocupa a quinta posição.
Os cinco principais setores exportadores foram responsáveis por 81,2% das vendas externas do agronegócio brasileiro, de janeiro a julho deste ano. No mesmo período de 2014, a participação dessas cadeias produtivas chegou a 83%, o que demonstra que houve redução na concentração da pauta de exportações. A diminuição ocorreu, principalmente, em função da queda da participação do complexo soja, que passou de 41,1% entre janeiro e julho de 2014 para 38% entre janeiro e julho de 2015.
Clique aqui para acessar a nota técnica sobre a balança comercial de julho.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de comunicação social
(61) 3218-3086 –2203
Rayane Fernandes
rayane.lopes@agricultura.gov.br


http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2015/08/exportacoes-do-agronegocio-totalizam-uss-9-bilhoes-em-julho

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

AGRONEGÓCIO


PARTICIPAÇÃO DO AGRONEGÓCIO NA BALANÇA COMERCIAL DEVE CAIR 3%, PREVÊ SETOR

A Sociedade Nacional da Agricultura (SNA) prevê que a contribuição do agronegócio para a balança comercial brasileira, apesar da expectativa de safra recorde superior a 200 milhões de toneladas no período 2014/2015, deverá cair em torno de 3% em 2015, em relação a 2014. O motivo é a queda das exportações.

“Existem indicações de queda ou estagnação das exportações do setor, com retração dos preços médios dos produtos exportados. A equação pressupõe, ainda, que a produção brasileira de grãos seguirá a trajetória antecipada pelos primeiros levantamentos de safra”, ressalta a SNA.
Plantação de soja

Soja deve ter melhor desempenho na safra de 2015 com perspectiva de produção de 95 milhões de toneladas de grãosValter Campanato/Agência Brasil

As projeções indicam que o valor das exportações do setor deve cair em torno de 3%, na comparação com 2014, para próximo de US$ 99,03 bilhões, quase 1% abaixo do resultado anterior, quando o agronegócio exportou US$ 99,96 bilhões. “Provavelmente, teremos um pouco menos de exportações de soja e milho, em receita, e um pouco mais de carnes e café”, avalia o diretor da SNA, Hélio Sirimarco.

Para a entidade, a soja será o produto que terá melhor desempenho na próxima safra com um total de 95 milhões de toneladas, o que significa um crescimento de 10% em relação à safra anterior, explica Sirimarco. “Podemos esperar um novo recorde de exportação, com algo próximo a 63,2 milhões de toneladas, das quais a soja em grão responderá por 48 milhões de toneladas, contra 46 milhões esperados para 2014″, segundo previsão da Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove).

Também para as carnes, as perspectivas permanecem positivas, o que não deverá ocorrer em relação à celulose, ante a expectativa de excedente de oferta, principalmente diante do baixo desempenho econômico e financeiro da economia europeia.

A SNA espera bom desempenho no volume de exportação da carne bovina, principalmente diante de problemas de oferta enfrentados pelos principais concorrentes brasileiros, afetados por questões sanitárias e dificuldades climáticas.
Frangos

Setor avícola deve ter, em 2015, expansão entre 3% e 4% nas exportações Arquivo/Agência Brasil

Para o setor avícola, a Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa) acredita numa expansão de 3% 4% nos volumes exportados em 2015. “Será um ano positivo, mas não como em 2014”, prevê o diretor da SNA. Ele acrescenta que o desempenho das exportações do setor poderá ser potencializado pela crescente demanda por material genético produzido no país e pela multiplicação de episódios de gripe aviária.
algodão

Algodão e milho devem sofrer queda na produçãoArquivo/Agência Brasil

O algodão e o milho são produtos que sofrerão queda na produção, por causa da redução na área plantada, como explicou o presidente da SNA, Antonio Alvarenga. “Os produtores reduziram a área plantada em consequência da queda nas cotações internacionais desses produtos, o que significa menor rentabilidade para o produtor.”

Quanto à safra de café, Alvarenga antecipa uma significativa queda de produção, em decorrência do longo período de estiagem em 2014. “Em algumas regiões, a redução pode atingir 20% em relação ao ano anterior”, ressalta. Já a cana-de-açúcar deve sofrer uma redução 4% em relação ao ano anterior, “tendo em vista a estiagem e a grave crise que o setor atravessa”

Da Ag. Brasil

http://www.exportnews.com.br/2015/01/participacao-do-agronegocio-na-balanca-comercial-deve-cair-3-preve-setor/

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

AGRONEGÓCIO




EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO TOTALIZAM US$ 6,13 BILHÕES EM NOVEMBRO



Os produtos de origem vegetal somaram US$ 4,31 bilhões e os de origem animal, US$ 1,82 bilhão, em exportações

As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram o montante de US$ 6,13 bilhões em novembro de 2014. Segundo nota da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SRI/Mapa), os produtos de origem vegetal foram responsáveis por US$ 4,31 bilhões em exportações e os de origem animal, US$ 1,82 bilhão mês passado.

No período, o setor de carnes ocupou a primeira posição em termos de valor exportado, com US$ 1,43 bilhão. Deste total, US$ 657,15 milhões foram do setor de carne de frango. Em seguida vem a carne bovina, US$ 555,98 milhões e a carne suína, US$ 147,33 milhões.

O segundo setor que mais exportou em novembro de 2014 foi o do complexo sucroalcooleiro, que somou US$ 823,10 milhões e em terceiro estão os produtos florestais, com vendas de US$ 753,66 milhões, sendo US$ 537,15 milhões em papel e celulose e US$ 215,95 milhões em madeira e suas obras.


Em quarto colocado do mês passado está o complexo soja, com exportações que alcançaram a cifra de US$ 631,23 milhões. A soja em grãos gerou US$ 80,92 milhões em exportações, o farelo de soja, US$ 470,51 milhões e óleo, US% 79,79 milhões.

Por último está o café, que somou US$ 613,11 milhões com exportações. No setor cafeeiro, o grão apresentou vendas de US$ 573,10 milhões e o café solúvel, US$ 37,44 milhões.

Últimos doze meses

As exportações brasileiras do agronegócio nos últimos doze meses, entre dezembro de 2013 e novembro de 2014, registraram a cifra de US$ 96,37 bilhões. Os cinco principais setores exportadores do agronegócio no período foram complexo soja, carnes, complexo sucroalcooleiro, produtos florestais e café. Juntos representaram 78,5% do total exportado pelo agronegócio. Diante das exportações totais do país, as vendas do agronegócio representaram 40,5% do total.

http://www.exportnews.com.br/2014/12/exportacoes-do-agronegocio-totalizam-us-613-bilhoes-em-novembro/

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

EXPORTAÇÕES


EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO TOTALIZAM US$ 75,91 BILHÕES ENTRE JANEIRO E SETEMBRO



A Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SRI/Mapa) divulgou, nesta quarta-feira (08), a balança comercial do agronegócio. As exportações brasileiras do setor, entre janeiro e setembro de 2014, atingiram o montante de US$ 75,91 bilhões, com participação de 43,7% no total das vendas externas do País no ano. Entre os principais produtos, os de origem animal participaram com 22,4%, o que representa um montante de US$ 17,0 bilhões exportados no período. Os de origem vegetal atingiram a cifra de US$ 58,92 bilhões, participação de 77,6%.

Nos primeiros nove meses do ano, o complexo soja foi o principal setor da pauta exportadora, com vendas de US$ 29,24 bilhões, crescimento de 5,8% em relação ao mesmo período do ano passado. O principal item exportado foi a soja em grãos, que atingiu a cifra de US$ 22,76 bilhões (+5,3%). As vendas do farelo de soja chegaram a US$ 5,59 bilhões, aumento de 12,1% se comparado ao mesmo período de 2013.



O setor de carnes foi o segundo que mais exportou entre janeiro e setembro, com vendas que alcançaram o valor de US$ 12,84 bilhões e crescimento de 3,6%. No setor, a carne de frango se destaca, com receita de US$ 5,88 bilhões. Em segundo lugar está a carne bovina, que vendeu US$ 5,27 bilhões, aumento de 9,9% com relação ao mesmo período do ano passado. Nos primeiros nove meses desse ano, a carne suína também teve aumento, se comparado a 2013, com o montante de US$ 1,13 bilhão (+12,4%).

Em seguida, na pauta de exportações deste ano está o setor sucroalcooleiro, que atingiu o total de US$ 7,52 bilhões, seguido pelos produtos florestais, com a cifra de US$ 7,38 bilhões. Completando os cinco principais setores que mais exportaram, o setor cafeeiro participou com exportações que alcançaram US$ 4,68 bilhões, crescimento de 18,1% em relação ao período de janeiro a setembro de 2013.

Últimos doze meses

As exportações do agronegócio brasileiro atingiram a marca de US$ 97,88 bilhões, entre outubro de 2013 e setembro de 2014. O complexo soja se mantém em primeiro e foi responsável por 33,3% de todas as vendas do agronegócio. Em segundo permanece o setor de carnes, com US$ 17,25 bilhões.



Do MAPA

http://www.exportnews.com.br/2014/10/exportacoes-do-agronegocio-totalizam-us-7591-bilhoes-entre-janeiro-e-setembro/

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Exportações

Exportações do agronegócio atingem US$ 9,61 bilhões em julho

O complexo soja se mantém como principal setor com a cifra de US$ 3,94 bilhões
As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram o montante de US$ 9,61 bilhões em julho de 2014. Dentre os principais produtos, os itens de origem animal participaram com 22,2% do total exportado no mês (US$ 2,13 bilhões). Já os produtos de origem vegetal formaram a maioria das exportações do agronegócio (77,8%), com o montante de US$ 7,48 bilhões.
O principal setor exportador em julho deste ano foi o complexo soja, com vendas de US$ 3,94 bilhões, representando 41% do total das exportações do agronegócio. O principal item foi a soja em grãos, com valor negociado de US$ 3,15 bilhões. Para o farelo de soja, as vendas chegaram a US$ 657 milhões e o óleo de soja foi responsável por uma receita de US$ 131 milhões.
O setor de carnes foi o segundo principal exportador em julho, com o montante de US$ 1,66 bilhão. O destaque do setor ficou com a carne de frango, com vendas de US$ 772 milhões. A carne bovina alcançou a cifra de US$ 690 milhões e a suína gerou US$ 139 milhões.
Em terceiro lugar está o complexo sucroalcooleiro, que exportou a quantia de US$ 1,05 bilhão, sendo que o açúcar foi o principal produto do setor a ser exportado (US$ 996 milhões). Por último, dos quatro primeiros setores, estão os produtos florestais, com vendas de US$ 882 milhões, tendo papel e celulose liderado as vendas do setor (US$ 652 milhões).
Acumulado do ano
Nos últimos 12 meses, as exportações do agronegócio bateram a marca de US$ 99,81 bilhões, mantendo as exportações do complexo soja na liderança (US$ 33,84 bilhões). O setor de carnes aparece em segundo, com US$ 17,03 bilhões em vendas e o complexo sucroalcooleiro em terceiro, com a cifra de US$ 11,84 bilhões.
Os dados são da Secretaria de Relações Internacionais do Mapa (SRI/Mapa).
Clique aqui para acessar a nota técnica da balança comercial de julho.
Assessoria de Comunicação Social
http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2014/08/exportacoes-do-agronegocio-atingem-uss-9-bilhoes-em-julho

sexta-feira, 6 de junho de 2014

AGRONEGÓCIO


AGRONEGÓCIO DEFENDE MOBILIZAÇÃO PARA MONITORAR IMPACTOS DA NOVA LEI AGRÍCOLA DOS ESTADOS UNIDOS




Representantes do agronegócio brasileiro e especialistas em comércio exterior defenderam nesta quinta-feira, no Senado, o monitoramento dos impactos da Lei Agrícola 2014 dos Estados Unidos no comércio internacional de produtos agrícolas. Em audiência conjunta das comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) e de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), o consultor para Assuntos Internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), embaixador Clodoaldo Hugueney, avaliou que esta é uma “tarefa nacional” para a iniciativa privada, Executivo e Legislativo.

Nos debates, a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) defendeu a união dos países exportadores para monitorar os efeitos distorcivos de políticas de subsídios, formando uma frente de observação internacional. O tema poderá ser discutido na reunião dos Brics – grupo de potências emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – agendada para julho, no Brasil. Para dar visibilidade à questão, o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) sugeriu que seja feita nova audiência pública no plenário do Senado, com participação de outras comissões técnicas da Casa e ouvindo, também, representantes dos ministérios da Agricultura e Relações Exteriores.

O objetivo da audiência foi a apresentação do estudo encomendado pela CNA à consultoria Agroicone, mostrando que a nova Lei Agrícola norte-americana tem grande potencial de distorcer o mercado global de soja, de milho e de algodão, embora tenha modificado seus programas de subsídios. A análise tem como base projeções de preços internacionais mais baixos para os próximos dois anos. As distorções são graves porque a nova lei também prevê a ampliação significativa do seguro rural, que garante a renda dos produtores dos EUA independentemente dos preços e da produtividade, sustentando a produção até em áreas marginais.

O estudo apresentou dados preocupantes a respeito da concentração dos subsídios norte-americanos em poucos produtos específicos. Do montante anual de até US$ 29 bilhões, até US$ 20 bilhões serão destinados a milho, soja, algodão, arroz e trigo. Segundo o diretor da consultoria, André Nassar, a nova lei norte-americana será implementada a partir do início da colheita da safra 2014/2015, em setembro. O temor é que os mecanismos de sustentação de preço sejam acionados pelo Tesouro dos Estados Unidos nos próximos meses para compensar, na renda dos produtores, o recuo dos preços das commodities agrícolas. O aumento da produção subsidiada poderá pressionar os preços internacionais e comprometer o desempenho exportador do Brasil, grande produtor mundial de alimentos.

Diante deste cenário, o embaixador Hugueney, avalia que o Brasil pode, neste momento, mostrar aos Estados Unidos que “está atento ao processo de implementação das políticas”, o que pode ser feito a partir de consultas entre os dois governos. Há, também, possibilidade de rodadas de negociações com os países do G20, em Genebra, na sede da Organização Mundial do Comércio (OMC).

A CNA monitora, além da legislação dos Estados Unidos, a nova Política Agrícola Comum da União Europeia, vigente a partir deste ano. Com o orçamento anual de 60 bilhões de euros para 28 países-membros, os subsídios europeus representam, em média, 14% da renda total do produtor rural europeu. Apesar dos valores altos, os programas, em geral, não são destinados a produtos específicos.

O Brasil deverá discutir as leis americana e europeia no Comitê de Agricultura da OMC. “Não é questionar, mas abrir um debate que pode levar a um questionamento”, afirmou o Embaixador Clodoaldo Hugueney.

Assessoria de Comunicação da CNA
(61) 2109-1419
www.canaldoprodutor.com.br

http://www.exportnews.com.br/2014/06/agronegocio-defende-mobilizacao-para-monitorar-impactos-da-nova-lei-agricola-dos-estados-unidos/

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Exportações alcançam US$ 20,23 bi no primeiro trimestre


Exportações alcançam US$ 20,23 bi no primeiro trimestre


Soja em grão se destaca nas vendas externas dos três primeiros meses de 2014

As exportações do agronegócio foram de US$ 20,23 bilhões no primeiro trimestre de 2014. As importações chegaram a US$ 4,25 bilhões e o saldo comercial foi de US$ 15,97 bilhões.

No período, o embarque de soja em grão bateu recorde. A quantidade exportada passou de 4,50 milhões de toneladas para 9,05 milhões de toneladas. O valor exportado do produto atingiu uma cifra recorde para o trimestre, com US$ 4,55 bilhões em vendas.

De janeiro a março de 2014, as exportações de carne bovina tiveram incremento de 13,2% (US$ 1,65 bilhão), devido ao aumento de 17,2% na quantidade embarcada.

As exportações brasileiras do agronegócio aumentaram em três regiões: Ásia (+18,6%); Aladi (+7,7%); e outros países da América (+4,8%). O destaque ficou com a Ásia, que aumentou a participação de 33,8% para 40,8%. A soma das exportações para a Ásia e para a União Europeia representou 61,8% do total das exportações brasileiras do agronegócio.

Entre os principais países importadores, a China se destacou novamente. As compras do país subiram de US$ 2,76 bilhões para US$ 4,80 bilhões, um aumento de 73,8% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2013.

Assessoria de Comunicação Social

http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2014/04/exportacoes-alcancam-uss-20-bi-no-primeiro-trimestre

sexta-feira, 14 de março de 2014

Agronegócio exporta US$ 99,34 bilhões nos últimos doze meses



Agronegócio exporta US$ 99,34 bilhões nos últimos doze meses


Nos últimos doze meses, entre março de 2013 e fevereiro de 2014, as exportações do agronegócio alcançaram o montante de US$ 99,34 bilhões (+2,4%). O saldo da balança comercial do agronegócio no período considerado alcançou a marca de US$ 82,2 bilhões (+1,94%).

As vendas externas do complexo soja atingiram US$ 31,95 bilhões e 59,52 milhões de toneladas embarcadas. A soja em grãos foi o principal item negociado, com vendas externas de US$ 23,70 bilhões e 41,2% de incremento sobre os valores do período anterior. Já em quantidade, as vendas aumentaram 42,7%, atingindo 44,65 milhões de toneladas.

O principal destino dos produtos brasileiros continua sendo a China, com a cifra de US$ 23,78 bilhões (+33,5%). Os números demonstram o crescimento da participação chinesa nas exportações do agronegócio brasileiro, que passou de 18,4% para os atuais 23,9%.


Resultados do mês de fevereiro

As exportações brasileiras do agronegócio subiram 1,4% em fevereiro de 2014, atingindo a cifra de US$ 6,39 bilhões. O saldo comercial dos produtos do agronegócio foi de US$ 5,02 bilhões.

Em fevereiro, o complexo soja foi o principal setor exportador, atingindo a cifra de US$ 1,69 bilhão. A soja em grão foi responsável pelo forte desempenho do setor, com grande elevação da quantidade embarcada, que passou de 960 mil toneladas para 2,79 milhões de toneladas (+190,7%), e que gerou um incremento do valor exportado do produto em 168,3%, passando de US$ 517 milhões para US$ 1,39 bilhão em fevereiro de 2014.

Clique aqui para baixar a nota da balança comercial do agronegócio de fevereiro.

Assessoria de Comunicação Social

http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2014/03/agronegocio-exporta-uss-99-bilhoes-nos-ultimos-doze-meses

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Agronegócio



Agronegócio exporta US$ 99,26 bilhões nos últimos doze meses

Nos últimos doze meses, as exportações do agronegócio alcançaram o montante de US$ 99,26 bilhões (+2,7%), aumento de US$ 2,60 bilhões em valor absoluto. As importações cresceram 4,2%, passando de US$ 16,38 bilhões para US$ 17,06 bilhões. O superávit comercial foi de US$ 82,19 bilhões.

As vendas externas do complexo soja atingiram US$ 31,17 bilhões (+22,1%), valor que representou 31,4% do total das exportações do agronegócio. O principal produto exportado foi a soja em grão, as vendas externas passaram de 31,90 milhões de toneladas para 42,82 milhões de toneladas.

As exportações de carnes subiram 6,2%, atingindo a cifra de US$ 16,80 bilhões. A carne de frango ficou na primeira posição do setor (US$ 7,43 bilhões), logo em seguida veio a carne bovina (US$ 6,70 bilhões). A carne suína teve queda de 10,5% e a de peru de 8%.

Entre os países que compram produtos do Brasil, a China teve o maior aumento em termos de participação nos últimos doze meses. O país asiático expandiu sua participação em 4,7 pontos percentuais e atingiu 23,1% do total exportado pelo Brasil.

Resultados do mês de janeiro

As exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 5,87 bilhões no primeiro mês de 2014. O valor das importações foi praticamente o mesmo do ano passado, com uma pequena queda de 0,2%. O saldo da balança comercial registrou US$ 4,41 bilhões.

O maior exportador no mês, em valor, foi o setor de carnes, somando US$ 1,27 bilhão, praticamente o mesmo valor de 2013. A carne bovina obteve um crescimento de 7,7% no valor das vendas externas e exportou US$ 555 milhões. Os demais tipos de carne obtiveram redução em sua receita de exportação.

Clique aqui para baixar a nota à imprensa do mês de janeiro.

Assessoria de Comunicação Social

http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2014/02/agronegocio-exporta-uss-99-bilhoes-nos-ultimos-doze-meses

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Agronegócios / AGROEXPORTAÇÃO


Exportações do complexo carne crescem em julho, aponta MDIC

Carne bovina foi destaque em volume exportado, segundo MDICAs vendas externas do complexo carnes - suína, bovina e de aves - in natura cresceram tanto em volume quanto em receita em julho na comparação com o mesmo mês do ano passado

DO PORTAL DO AGRONEGÓCIO
De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (1/8) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações de carne de frango foram o destaque em receita. Já as vendas de carne bovina foram destaque em volume.

Em julho, as exportações de carne de frango in natura somaram US$ 597,2 milhões, avanço de 24,1% ante as de US$ 481,1 milhões de julho de 2012. O volume totalizou 311,4 mil toneladas, incremento de 11,8%, na comparação com as 278,6 mil toneladas de julho do ano passado. Os preços praticados no período subiram 11,1%, para US$ 1.917 a tonelada.

Já as vendas de carne bovina in natura ficaram em US$ 464 milhões, aumento de 22,8% ante as de US$ 377,9 milhões. Os embarques totalizaram 105,1 mil toneladas, incremento de 26,2% com relação às 83,3 mil toneladas exportadas em julho de 2012. Entretanto, foi o único segmento que apresentou queda de preços no período, de 2,7%, para US$ 4.414 a tonelada.

As exportações de carne suína in natura somaram US$ 114,6 milhões, alta de 19,3% ante US$ 96,1 milhões de julho de 2012. Os volumes registraram incremento de 15,7%, passando de 37,6 mil toneladas para 43,5 mil toneladas. Os preços praticados subiram 3,2%, para US$ 2.634 a tonelada. Os resultados, em grande parte, foram impulsionados pela retomada das vendas à Ucrânia.

Comparação mensal

O comportamento se repete na análise das vendas externas de julho ante junho. O volume embarcado de carne de frango subiu 7,4%; a receita cresceu 1,2%, mas o preço diminuiu 5,8%.

As exportações de carne suína avançaram 29,9% em receita; aumentaram 26,8% em volume e os valores foram 2,5% superiores a junho.

Já as vendas externas de carne bovina tiveram alta de 19,8% em receita; de 20% em volume e os preços ficaram praticamente estáveis. Os resultados foram influenciados pelo número de dias úteis nas bases de comparação. O mês passado teve 23 dias úteis; junho, 20 dias úteis e julho de 2012, 22 dias úteis.

http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=4&cid=168134

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

AGRONEGÓCIOS - EXPORTAÇÕES



Frigorífico Frinal fecha acordo com grupo chinês
Indústria de Garibaldi fechou negociação comercial com a Sun Lee Investments, o que deve ampliar as exportações
Marcelo Beledeli
FRINAL/DIVULGAÇÃO/JC
Indústria de Garibaldi fechou negociação comercial com a Sun Lee Investments
Indústria de Garibaldi fechou negociação comercial com a Sun Lee Investments
O Frigorífico Frinal, de Garibaldi, fechou um acordo comercial com a chinesa Sun Lee Investments, braço comercial do grupo Shiyan Yunlihong. O negócio, que foi fechado há cerca de um mês, tem como principal objetivo a entrada da empresa gaúcha no mercado chinês e vai possibilitar um investimento de R$ 50 milhões na indústria nos próximos seis meses.

De acordo com Guilherme Vaz Roehe, consultor da Sun Lee e agora diretor comercial do Frinal, o acordo vinha sendo estudado há mais de seis meses pelas duas empresas. “Para vender aves para a Ásia é preciso que o vendedor possa oferecer uma entrega bastante programada, algo que é difícil de conseguir no Brasil. Por isso, a Sun Lee tomou a decisão de buscar um parceiro comercial onde pudesse fazer investimentos em troca de produtos com qualidade e quantidade que satisfaçam os compradores.” Conforme Roehe, embora a gestão do Frinal seja compartilhada com o grupo chinês, o acordo não envolve participação societária da Sun Lee no frigorífico.

Atualmente, o Frinal emprega 790 funcionários e abate 85 mil aves por dia. Cerca de 40% da produção já é destinada para exportação. Com a parceria com o grupo chinês, o frigorífico pretende aumentar para 50% o volume de carnes destinadas ao mercado externo. “O principal alvo é a China, que deve aprovar, em breve, a licença de comércio”, destaca Roehe.

Além disso, o Frinal deverá contratar mais 310 empregados e passará a empregar dois turnos de trabalho, o que permitirá aumentar sua capacidade de abate para 165 mil aves por dia até abril de 2013. O número de produtores integrados, atualmente 240, deve aumentar em até 30%. O investimento também deverá envolver a construção de uma nova planta para a produção de derivados industrializados e o aumento da câmara fria.

A expansão também deve ter reflexos no faturamento da empresa, que, em 2011, alcançou R$ 137,5 milhões. Para 2012, a previsão é que o Frinal feche o ano com R$ 145 milhões. Já para 2013, a expectativa é de atingir R$ 335 milhões.

No Rio Grande do Sul, o grupo Shiyan Yunlihong, controlador da Sun Lee, já está investindo em uma fábrica de caminhões no município de Camaquã. Na China, a empresa está envolvida em negócios nos setores alimentícios, medicinal e automotivo.
http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=108273

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

AGRONEGÓCIO




Agronegócio ganha modalidade inédita para alavancar financiamentos
 Em uma operação inédita no mercado, as empresas Octante, Syngenta e Bunge Brasil lançam a primeira Oferta Pública de CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) para investidores pessoas físicas, criando um título de crédito para levantar financiamento para agricultores. A modalidade permite que os produtores de soja e grãos financiem um pacote completo de insumos. A liquidação dos CRAs ocorreu no início do mês de agosto e o lançamento oficial da modalidade será realizado amanhã (16/08/2012) na BM&F.
O valor nominal unitário da primeira série desta primeira emissão de CRAs para investidores qualificados é de R$ 300 mil. A demanda pelos investidores foi superior a 150% do total ofertado, de R$ 85,5 milhões de CRA Sênior, e a Bunge Brasil adquiriu os CRAs Subordinados de 5% correspondentes a R$ 4,5 milhões. “Enquanto fornecedores de fertilizantes para os agricultores brasileiros e negociadores de parte da produção nacional de grãos, acreditamos que este novo instrumento é decisivo para fomentar e desenvolver ainda mais o agronegócio no país. Por isso, atuamos como investidores, já adquirindo os CRAs Subordinados, antes mesmo do lançamento oficial para o mercado”, afirma Pedro Parente, presidente e CEO da Bunge Brasil.
A aplicação dos investidores dos CRAs Sênior remunera 109% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), é isenta de Imposto de Renda (Lei Federal 11.311, de 2006), e sua classificação de risco (rating) pela Fitch Ratings é AAA (bra). O registro da oferta, nos termos da Instrução CVM (Comissão de Valores Mobiliários) nº 400, foi concedido no dia 27 de julho. A operação, em resumo, consiste na emissão de CDCAs (Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio) por quatro distribuidores da Syngenta (Fiagril, Sinagro, Agrocat e Agrícola Panorama) lastreados por 120% de recebíveis de operações de barter . A securitizadora, então, emite os CRAs com lastro nestes CDCAs, devidamente cobertos por seguro de crédito.
A Syngenta atua como agente administrativo, responsabilizando-se pela formalização dos lastros de barter(CPRs e Contratos de Venda Futura), pelo monitoramento das lavouras e como auxiliar de cobrança. “Estamos confiantes no sucesso dessa iniciativa, que certamente irá incentivar outros fornecedores, distribuidores e produtores a utilizarem o recurso de emissão de CRAs para financiarem seus insumos“ afirma Laércio Giampani, Diretor Geral da Syngenta no Brasil.
A Octante Securitizadora é a Emissora dos CRAs aos investidores. A Bunge Brasil participou da emissão como fornecedora de fertilizantes, compradora de grãos e investidora dos CRAs Subordinados, o que garante a viabilização da operação no campo. A distribuição dos papéis aos investidores foi feita pela XP Investimentos, e a apólice de seguro de crédito foi emitida pela Chartis Europe Limited, que garante a liquidação financeira dos CDCAs e, consequentemente, dos CRAs.
Fonte: Portos e Navios
http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=69290


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Direito Marítimo
Oitava Turma mantém decisão que retira a exclusividade de trabalhadores avulsos ao serviço vigilância portuária

Por considerar que a Lei dos Portos (Lei nº 8.630/93) não obrigou a contratação de trabalhadores portuários em serviços de segurança de embarcações, a Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou agravo de instrumento do Ministério Público do Trabalho da 5ª Região (BA) que buscava a requisição obrigatória de funcionários do Órgão Gestor de Mão-de-Obra para atuar naquela tarefa.
O MPT interpôs ação civil pública contra a Tecon Salvador S/A, operadora portuária privada, situada na capital baiana, requerendo a contratação obrigatória de empregados avulsos do setor portuário para os serviços de vigilância das embarcações. O Ministério Público argumentou que a Lei de Portos havia reservado aos trabalhadores portuários a realização de atividades específicas do setor, entre as quais, a vigilância dos navios, aspecto não seguido pela empresa, já que a própria tripulação das embarcações dos navios fazia o serviço.
O artigo 26, e seu parágrafo único, da Lei de Portos, estabeleceram que as atividades de portuário de capatazia, estiva, conferência de carga, conserto de carga, bloco e vigilância de embarcações, nos portos organizados, serão realizadas por trabalhadores portuários com vínculo empregatício a prazo indeterminado e por trabalhadores portuários avulsos; a contratação dos funcionários com vínculo empregatício a prazo indeterminado será feita, exclusivamente, dentre os trabalhadores portuários avulsos registrados.
A primeira instância não havia acatado o pedido do MPT, que ingressou com recurso ordinário ao Tribunal Regional da 5ª Região (BA). O TRT, por sua vez, também negou a pretensão do Ministério Público. Para o regional, o artigo 26 não estabeleceu a obrigatoriedade de contratação, mas a faculdade, já que a própria lei, no artigo 8º, parágrafo 1, I, dispensou a utilização de operadores portuários, quando os serviços, por suas características de automação ou mecanização, puderem ser executados exclusivamente pela própria tripulação das embarcações. Além disso, a Tecon sustentou a desnecessidade do serviço de vigilância, já que o terminal privativo havia implementado mecanismos eletrônicos de segurança.
Com a rejeição do recurso de revista pelo TRT, o MPT interpôs agravo de instrumento ao TST. A relatora do recurso na Oitava Turma, ministra Maria Cristina Peduzzi, concluiu que não houve violação do artigo 26 da Lei de Portos, no mesmo entendimento colocado pelo TRT. Para ela, o intuito do legislador foi o de assegurar que a atividade de vigilância, assim as demais arroladas no dispositivo legal, não fosse exercida por trabalhadores de outra natureza. Todavia, a lei não vedou que a função deixasse de ser exercida por trabalhadores destacados para esse fim, em caso de desnecessidade e de serviço. “No caso vertente, há notícia de que a atividade de vigilância específica das embarcações tornou-se desnecessária em razão do aumento da segurança na área do terminal privativo. Desnecessária, portanto, a requisição de trabalhadores portuários para a execução de serviço, por assim, não exigir a lei.”, conclui.
Com esses fundamentos, a Oitava Turma, por unanimidade, rejeitou o agravo de instrumento do Ministério Público. (AIRR-96340-64.2006.5.05.0023)
TST


Automotivo
Grupo Waypartners abre filial na China e aposta no crescimento das suas importações no Brasil em 2010



O Grupo Waypartners, detentor da marca DSW Automotive, pretende ampliar significativamente as importações de produtos automotivos chineses a partir deste ano. Com este objetivo, o Grupo acaba de abrir seu primeiro escritório focado neste segmento, na China, na cidade de Guangzhou, no Sul do país. O município tem localização estratégica, pois está próximo de uma região com muitos fabricantes de acessórios automotivos.
A DSW Automotive é o braço automotivo do Grupo Waypartners, associação que reúne diversos fabricantes chineses de equipamentos eletro-eletrônicos – incluindo, por exemplo, itens como semicondutores, transistores, diodos, capacitores eletrolíticos, indutores e varístores -, além de vários fornecedores de acessórios automotivos. O Grupo Waypartners já possui duas outras filiais na China, nas cidades de Shangai e Yangzhou, ambas focadas em outros segmentos de mercado. Por meio dos seus parceiros internacionais, a Waypartners comercializa seus produtos em mercados como Estados Unidos, Europa, Oceania e América do Sul.
“Temos um mercado potencial muito grande para atuar. Acreditamos que o Brasil tenha capacidade para gastar perto de R$ 1 bilhão na compra de acessórios automotivos chineses ao longo de 2010”, prevê Pedro Pastorelli, diretor da DSW Automotive.
De acordo com o executivo, a filial na China terá duas missões. A primeira será incrementar as vendas de produtos automotivos chineses com a marca DSW Automotive no mercado brasileiro. “Com nosso pessoal atuando diretamente na China, teremos muito mais agilidade e eficiência para identificar novos fornecedores, desenvolver novos produtos e até mesmo monitorar a qualidade e o prazo de entrega dos produtos que já importamos”, explica Pastorelli.
Como segunda missão, a filial do Grupo Waypartners em Guangzhou também deverá gerar novos negócios para a empresa, que poderá passar a prestar serviços para outras companhias brasileiras. “Estamos aptos a desenvolver atividades como compras, logística, identificação de fornecedores locais, negociação com esses fornecedores e pesquisa de produtos para empresas do segmento automotivo e também de outras áreas. Toda esta estrutura que utilizamos para importar os produtos da DSW Automotive agora está disponível para o mercado”, afirma o diretor.
Criada em julho de 2008, a DSW Automotive é uma marca especializada no desenvolvimento e importação de acessórios voltados para o segmento automotivo. Atualmente, a linha DSW já está disponível em cerca de 2.500 instaladores de acessórios automotivos pelo País. Até dezembro deste ano, esta rede deverá dobrar, chegando a 5.000 pontos – em um mercado estimado em cerca de 50.000 lojas de acessórios automotivos. A marca também está disponível no site Compra Fácil (www.comprafacil.com.br).
Com sede na Zona Leste da capital paulista, a marca comercializa no País kit de TV digital, monitores de LCD, travas elétricas, sensores de estacionamento, faróis de Xenon e motores para vidro elétrico. Ainda este ano, a empresa deverá ampliar sua linha de acessórios voltada para o segmento de áudio, vídeo e entretenimento, com itens como novos monitores de LCD para painel, DVD player com tela retrátil de LCD e monitores LCD de teto.
revistafatorbrasil.com.br


Agronegócio

Governo estuda criação de estatal dos fertilizantes


A informação é do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. Segundo ele, a alta dependência de insumos importados torna o Brasil vulnerável no setor.


Brasília - O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, confirmou hoje (23) que está em estudo no governo a criação de uma empresa estatal para coordenar a extração e produção de fertilizantes no país. Ele disse, no entanto, que esse item ainda não está fechado e que o projeto final do marco regulatório para o setor de fertilizantes será apresentado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva até o final de março.
“Uma das ideias é tentar ver que instituição vai coordenar e comandar as ações decorrentes tanto do projeto de autossuficiência quanto da legislação que vai regular a exploração de jazidas para fertilizantes. Essa instituição pode ser uma empresa, mas isso ainda não está definido”, afirmou Stephanes.
Segundo ele, o país está em situação vulnerável em relação aos fertilizantes. No caso do potássio, em que a dependência é maior, os agricultores brasileiros importam 91% do que utilizam. Fugir dessa situação é o motivo que leva o governo a produzir um marco regulatório para o setor.
“A razão é clara: sair de um cartel e de um monopólio que dominam alguns desses produtos no mercado mundial. Também se deve utilizar os minerais das jazidas que já temos aqui no Brasil”, afirmou. Stephanes disse que os custos de produção serão reduzidos, aumentando a renda do produtor e melhorando os preços pagos pelo consumidor.
Agência Brasil


Agronegócio articula acordo para evitar retaliação



A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) e Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) querem evitar que o governo brasileiro retalie os Estados Unidos no caso do algodão.
As entidades estão negociando com o governo americano compensações pelos subsídios dados aos agricultores nos EUA, o que a Organização Mundial do Comércio condenou.
A proposta elaborada pelas entidades brasileiras prevê a redução e gradual eliminação das tarifas impostas pelos EUA ao etanol, o fim das barreiras fitossanitárias contra a carne in natura, melhores condições de acesso para o suco de laranja e a criação de um fundo de apoio à cotonicultura brasileira, com recursos norte-americanos, direcionado a investimentos em pesquisa e eficiência tecnológica.
De acordo com o presidente da Abiec, Roberto Gianetti da Fonseca, também diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o acordo seria uma forma de compensar o agronegócio brasileiro enquanto a lei agrícola norte-americana (Farm Bill) não é revista, o que deve ocorrer apenas em 2012.
Segundo ele, o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, demonstrou ser favorável à negociação em reunião realizada hoje em São Paulo. "O embaixador sinalizou a abertura de um diálogo com a Fiesp para que o acordo de compensação seja discutido", afirmou.
Segundo Gianetti, essa seria a alternativa já que o embaixador disse ser impossível atender a imediata revisão da Farm Bill. Teria garantido, no entanto, que o governo americano trabalhará para que o Congresso dos EUA faça os ajustes necessários até 2012.
Se a proposta das entidades for aceita, os Estados Unidos deverão apresentá-la ao governo brasileiro até o início de março, antes que o País inicie o processo de retaliação, informou Gianetti.
A Câmara de Comércio Exterior (Camex) está finalizando uma lista de bens que poderão sofrer retaliação. Essa lista, que será divulgada em 1º de março, representará US$ 560 milhões.
Além disso, foi publicada em 11 de fevereiro, no Diário Oficial da União, a Medida Provisória (MP) 482, que autorizou o governo brasileiro a adotar medidas de suspensão de concessões e direitos de retaliação aos Estados Unidos. Por meio dessa MP, o Brasil poderá retaliar os EUA em direitos de propriedade intelectual em US$ 299,3 milhões.
Segundo o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, retaliar os EUA não é interesse do setor privado brasileiro. Diversas entidades representativas, entre elas Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) já pediram que produtos norte-americanos importados utilizados pelas indústrias associadas sejam excluídos da lista da Camex.
"Retaliar e contrarretaliar é um caminho, mas pode existir um caminho criativo que seja apoiado pelo agronegócio brasileiro. Para o Brasil o que interessa é aumentar seus negócios com os EUA, poder vender mais carne, etanol, suco de laranja e algodão. Isso é o que mais interessa", afirmou Skaf. "Hoje temos uma churrascaria brasileira instalada nos EUA com dificuldade de servir carne brasileira. É uma coisa bem incoerente que precisa ser corrigida também", declarou.
Para Gianetti da Fonseca, a retaliação não será positiva. "Ao contrário, vai desgastar as relações comerciais e bilaterais. Isso sem falar na retaliação em propriedade intelectual, autorizada pela primeira vez na OMC, que criaria um clima hostil. Ninguém ganha com retaliação e contrarretaliação. É um perde-perde."
Shannon não confirmou a visita da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, que deve ocorrer no início do mês de março. "Ela tem muito interesse em vir ao Brasil, mas não posso afirmar nem confirmar a informação de que a secretária vem", limitou-se a dizer.
Para a Fiesp, o encontro de Hillary, programado para ocorrer no dia 3 de março, com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pode simbolizar a intenção de se chegar a um acordo entre os países. "Ela tem a oportunidade de ouro de chegar aqui com a solução do problema", afirmou Gianetti da Fonseca.
parana-online.com




Indústria
Indústria vai crescer 7% em 2010, diz CNI


A estimativa foi divulgada hoje pelo presidente da entidade, Armando Monteiro Neto. Ele espera o retorno das atividades aos níveis pré-crise
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Brasília - O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto afirmou hoje (23) que a indústria deverá ter crescimento "vigoroso" neste ano, em relação a 2009, da ordem de 7%. Esse deverá ser o resultado na indústria da transformação, na construção Civil e na área da extração mineral.
No entanto, ele ressalva que isso deverá significar "apenas uma volta ao índice pré-crise, pois o país deverá voltar ao desempenho verificado em 2008". No ano passado, a indústria em geral teve queda de cerca de 7% em relação a 2008, lembra Monteiro.
De acordo com o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias de São Paulo (Depecon/Fiesp), o crescimento estimado pela CNI para 2009 significará o efeito carry over, ou seja, o crescimento efetivo em relação a 2008, já que a previsão seria de desempenho de 12% em relação a 2009.
Agência Brasil


Exportação
Iraque passa a importar mais do Brasil

Além do aumento, houve diversificação de produtos, embora a pauta ainda se concentre em frango
As obras para reconstrução do Iraque abriram oportunidades de negócios para empresas brasileiras. Em 2009, as exportações do Brasil para o país do Oriente Médio praticamente dobraram, atingindo US$ 717 milhões. Além do aumento, houve diversificação de produtos, embora a pauta ainda se concentre em frango. A participação de veículos como tratores agrícolas e motoniveladoras nas exportações diretas do Brasil ao Iraque cresceu de 1,5% para 9,5%. Com fatia de 4% nas exportações totais da Agco do Brasil, o país surgiu em 2009 no mapa de vendas da fabricante de equipamentos agrícolas.
Valor Econômico


Desembaraço Aduaneiro
Receita prepara modernização da alfândega



Programa prevê desembaraço mais rápido de mercadorias e nova declaração para compras pela internet


De olho na retomada do crescimento econômico e do comércio mundial em 2010, a Receita Federal vai acelerar o programa de modernização da área aduaneira. Trata-se de um conjunto de medidas que vão desde mudanças no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), para tornar o desembaraço de mercadorias mais rápido, até ações para fortalecer o combate ao contrabando. O comércio ilegal é acompanhado de práticas como sonegação, falsificação e pirataria.
— O comércio internacional vai voltar a se expandir. Para isso, temos que modernizar a aduana de forma geral — afirmou o coordenador-geral de Administração Aduaneira da Receita, José Tostes Neto.
Segundo ele, faz parte do plano valorizar os auditores e técnicos que trabalham nas fronteiras. A ideia é dar uma gratificação aos servidores que trabalham nessas áreas. Um projeto preliminar que a Receita quer apresentar ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, prevê um adicional de 10% nos salários dos servidores que estão nas áreas de fronteira.
O trabalho da Receita é intenso nas áreas de fronteira, especialmente em Foz do Iguaçu (PR), onde está na tríplice fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina).
Somente este ano, as apreensões de mercadorias em Foz já somam quase R$ 80 milhões, o que representa um crescimento de 3% em relação a 2008.

Maior controle sobre entrada e saída de cargas
Na área de comércio, a Receita quer aumentar o cruzamento eletrônico de informações sobre as cargas que ingressam e saem do país, de modo que seja acelerado o processo de desembaraço nos portos e aeroportos, além da chamada fronteira seca.
Para isso, está sendo feita uma licitação para a compra de equipamentos mais modernos como scanners que ajudem a fiscalizar as mercadorias sem a abertura de contêineres, por exemplo.
Além disso, a Receita vai colocar em prática um sistema de controle de remessas expressas internacionais. Esse tipo de comércio — que se dá quando uma pessoa física, por exemplo, compra um produto no exterior pela internet e recebe a mercadoria em casa — vai ser acompanhado pelo Fisco por meio de uma declaração mais detalhada.
Martha Beck e Gustavo Paul -  O Globo

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

AGRONEGÓCIOS - AUTOMOTIVO - COMÉRCIO EXTERIOR -ECONOMIA

AGRONEGÓCIOS
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VALE COMPRA ÁREA DE FERTILIZANTES DA BUNGE NO BRASIL
O acordo de US$ 3,8 bilhões foi anunciado hoje e inclui as operações de produção da multinacional de commodities. Ela ainda vai se manter no negócio de distribuição.

Da redação
São Paulo – A mineradora Vale e multinacional Bunge anunciaram hoje (27) a assinatura de um acordo de compra, pela companhia brasileira, dos ativos relacionados à produção de fertilizantes da Bunge no Brasil.
O acordo de US$ 3,8 bilhões inclui a parte de nutrientes e a participação da Bunge na Fosfertil (Fertilizantes Fosfatados S.A.). O valor líquido da transação é de aproximadamente US$ 3,5 bilhões e não envolve negócios de varejo ou distribuição de fertilizantes.
Foi determinado que a Vale adquirirá a participação de 42,3% que a Bunge detém na Fosfertil, assim como as minas de fosfato integralmente pertencentes à Bunge e suas instalações produtivas no Brasil. A capacidade anual de produção de rocha fosfática e sua participação na Fosfertil correspondem a aproximadamente 3 milhões de toneladas.
A Bunge manterá seu negócio de varejo em fertilizantes no Brasil e firmará um acordo de suprimento com a Vale até 2012, com opção de prorrogação por mais um ano. A Bunge também manterá suas operações de fertilizantes na Argentina e nos Estados Unidos, e sua participação de 50% na joint-venture com a Office Cherifien des Phosphates (OCP), no Marrocos.
"É um momento oportuno para deixarmos a produção de fertilizantes no Brasil. Para manter o crescimento, teríamos que fazer investimentos de capital significativos. Com as incertezas relacionadas aos preços internacionais e ao câmbio local, acreditamos que será melhor investir em outras oportunidades”, declarou em nota Alberto Weisser, CEO da Bunge.
“Além disso, grandes mineradoras globais estão ingressando no setor e diversificando seus portfólios de mineração. Ficamos felizes que este negócio passe para a Vale, que compartilha com a Bunge o compromisso de longo prazo com o Brasil", completou Weisser.
"Esta operação é de fundamental importância para a consolidação da estratégia da Vale em focar o Brasil como o grande mercado para sua produção de fosfatados, tendo em vista o potencial das minas locais, bem como o crescimento associados aos projetos desenvolvidos no exterior, como Bayóvar e, no futuro, Evate, todos com produção prioritariamente destinada ao mercado brasileiro”, afirmou Roger Agnelli, presidente da Vale, também em nota.
“Estamos felizes porque a aquisição destes ativos, combinada com os vários projetos de potássio, que envolvem depósitos de alta qualidade nas principais geografias do mundo, facilita e engrandece a estratégia de rápido crescimento da Vale, viabilizando a criação de um novo líder global na indústria de fertilizantes", ressaltou Agnelli.
A Bunge espera que a transação, que está sujeita às condições de fechamento de praxe, incluindo algumas aprovações governamentais relativas às concessões minerais, seja finalizada no segundo trimestre de 2010.
ANBA

SETOR AVÍCOLA CRIA FÓRUM PAN-AMERICANO

O órgão vai discutir temas de interesse da avicultura e seus impactos nos países membros. Ele será presidido pelo brasileiro Francisco Turra.
Da redação
São Paulo – A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (Abef) anunciou hoje (27) a criação do Fórum Avícola Pan-Americano, que terá representantes do Brasil, Estados Unidos, Venezuela, México, Colômbia, Argentina, Peru, Canadá e Chile.
O anúncio ocorreu em Atlanta, nos EUA, durante o Fórum dos Países Exportadores da Américas. O presidente da Abef, Francisco Turra, foi escolhido para dirigir a nova entidade, que vai ter como objetivo a discussão dos principais temas do setor e seus impactos nos países membros.
Anba

AUTOMOTIVO
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CARRO COREANO SERÁ FEITO PARA BRASILEIROS

O automóvel que a Hyundai fabricará em Piracicaba (SP) a partir de 2012 é um modelo pequeno que está sendo desenvolvido especialmente para o Brasil, segundo o vice-presidente mundial da Hyundai, Chang Hwan Han.
Ontem à tarde o executivo visitou um conjunto habitacional que está sendo erguido no Jaraguá, zona Norte de São Paulo, para fazer uma doação de US$ 100 mil para o projeto organizado por ONGs de moradia. "Nós sentimos uma espécie de responsabilidade pelas sociedades onde decidimos ter fábricas", disse Han ao Valor.
O projeto que está em desenvolvimento na Hyundai não é, como se costuma ouvir nessa indústria, mais um carro "para países emergentes", deixou bem claro o executivo. "É um carro para o Brasil", reforçou Han, que comanda as operações americanas do oitavo maior produtor de veículos do mundo.
Segundo ele, o investimento, que chega a US$ 700 milhões na fase inicial, será, em breve, reforçado para ampliar a capacidade de produção na nova fábrica, projetada inicialmente para 150 mil veículos por ano. "Queremos ter pelos menos 10% do mercado do Brasil em três anos", disse.
Não foi apenas Han que deixou a Coreia para visitar o projeto de moradias populares paulista. Um grupo de 100 estudantes por volta dos 20 anos de idade foi escolhido entre os milhares que se inscreveram para vir ao Brasil para participar, por conta da Hyundai, de uma semana de trabalhos voluntários no projeto habitacional do Jaraguá.
Na tarde chuvosa do feriado pelo aniversário de São Paulo, ontem, Han assistiu à uma série de danças típicas e exibições de tae-kwon-do que os estudantes apresentaram na casa de retiros Padre Kentenich, um espaço da igreja católica encravado em meio à mata atlântica. Foi nesse lugar que os estudantes coreanos se hospedaram nos últimos dias para ficar próximos à construção do conjunto que beneficiará 200 famílias. O projeto habitacional Colinas da Oeste é resultado de parceria entre a ONG Habitat para a Humanidade, União dos Movimentos de Moradia de São Paulo e a Associação dos Trabalhadores sem Teto da Zona Oeste.
Os jovens ajudaram nas obras das moradias no Jaraguá da mesma forma como outros 200 estudantes coreanos também seguiram recentemente para a Índia e mais 200 para a China. A unidade de Piracicaba será a sétima fábrica do grupo fora da Coreia. A Hyundai também produz nos Estados Unidos e Turquia, além de China e Índia. A montadora coreana está construindo também na Rússia e República Tcheca.
O investimento em Piracicaba, que deverá abrir 2,5 mil empregos, está na fase de terraplenagem. A empresa também deverá definir, nos próximos dias, a construtora do empreendimento. O deputado federal William Woo, do grupo parlamentar Brasil-Coreia, conta que tem sido procurado por grupo coreanos, principalmente do setor de autopeças, interessados em investir no Brasil, aproveitando o projeto da Hyundai. Woo lembra que os fornecedores da Hyundai costumam se instalar a uma distância máxima de 20 quilômetros da montadora.
A simplicidade das apresentações dos estudantes no acanhado auditório do retiro contrastavam com o tamanho da Hyundai. Ko Duk Hyu, de 24 anos, disse que tinha vontade de visitar o Brasil desde que assistiu a um filme feito no país. Na plateia, misturado aos representantes dos movimentos de moradia e sem teto, Han aplaudia cada movimento dos jovens.
Ao seu lado, também assistia às apresentações o empresário brasileiro Carlos Alberto de Oliveira Andrade, até aqui o único representante da Hyundai no Brasil. Presidente da empresa chamada Hyundai CAOA (siglas do nome do empresário), Andrade garante à marca coreana uma situação privilegiada, com participação de mercado de mais de 3%, percentual que outras montadoras não conseguiram nem depois de construir fábricas no país.
Andrade tem a sua própria fábrica, inaugurada há três anos em Anápolis (GO), e na qual, segundo conta, já aplicou R$ 850 milhões. Além dos planos ousados de crescimento no mercado brasileiro, onde vendeu 71 mil veículos em 2008, entre modelos fabricados em Anápolis e importados da Coreia, Andrade gosta de destacar o bom relacionamento que tem com a matriz da Hyundai, para a qual paga pelo uso da tecnologia.
No mercado, há quem duvide que a CAOA permanecerá nos negócios da Hyundai depois que a matriz investir na sua própria fábrica. Mas o vice-presidente da montadora coreana diz não ver motivos para abandonar o parceiro local. Segundo Han, a linha de produtos que a CAOA fabrica em Goiás (o caminhão pequeno HR e o utilitário Tucson) é bem diferente do carro de passeio que será produzido em Piracicaba. Talvez desta vez preservar o parceiro local seja a forma de ganhar mais fôlego para avançar no mercado brasileiro.
Valor Econômico


COMERCIO EXTERIOR

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DIRETOR-GERAL DA OMC ALERTA PARA RISCO DE BOLHA NA CHINA E BRASIL
 O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio está cauteloso, mas é só elogios ao falar de emergentes, informa Luciana Coelho, de Genebra, em reportagem publicada pela Folha.
Para Pascal Lamy, esses foram os países mais bem conduzidos na crise econômica global e sua fatia no comércio mundial, hoje perto de 35%, continuará a crescer se novos obstáculos não surgirem e se o risco de bolha na China e no Brasil for controlado.
Os próximos dados oficiais, aliás, devem mostrar a estreia do país asiático como maior exportador global, à frente da Alemanha. E uma retração de só 6% do comércio no bloco em desenvolvimento --a metade da verificada nas nações mais ricas.
A OMC espera uma retomada do comércio internacional neste ano, após suas estimativas indicarem um mergulho maior que 10% em 2009. Mas não prevê ainda qual a força. Os primeiros números oficiais saem em março, mesmo mês em que a entidade fará um exercício crucial: reavaliar a decrépita Rodada Doha de liberalização do comércio global.
Se não se constatar avanços, as negociações poderão ser enterradas finalmente. Embora Lamy ache bobagem voltar ao zero após oito anos, ele admite que as idas e vindas no processo prejudicaram a credibilidade do sistema multilateral, objeto de outros arranhões em 2009. O francês, que iniciou em setembro seu segundo mandato de quatro anos, recebeu a Folha em seu gabinete, na gigantesca sede da OMC, na última sexta.
Folha OnLine – SP


BRASIL DESTINA 80% DAS VENDAS EXTERNAS DE SERVIÇOS A PAÍSES RICOS
A análise dos destinos das exportações de serviços do Brasil - excluídos fretes e viagens internacionais - revela que cerca de 80% das vendas são feitas para países desenvolvidos, sendo em torno de 50% para os Estados Unidos e 27% para a União Europeia.
É um perfil muito distinto das vendas externas de bens, nas quais a fatia total das economias desenvolvidas gira em torno de 40%. Os dados fazem parte do estudo da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) Brazil´s emergence as the regional export leader in services: A case of specialization in business services, que inclui dados de exportação do Banco Central.
A pesquisa mostra que o Brasil foi o país mais dinâmico da América Latina e do Caribe no comércio de serviços entre 1990 e 2009. "O `País conseguiu aumentar sua participação nas vendas mundiais em "outros serviços". Com isso, em 2007 ficou em 14º lugar no ranking global de exportadores. Mas a fatia do País é pequena, de 0,8%, e comparado a outros emergentes, como China e Índia, o desempenho brasileiro foi inferior", explicou Ricardo Sennes, diretor da Prospectiva Consultoria, um dos autores do estudo.
No período de 2005 a 2008, as subcategorias de "outros serviços" que mais se destacaram foram arquitetura e engenharia (37%), instalação de escritórios (22%) e remuneração de serviços autônomos, com 12%.
Sennes aponta três razões básicas para o aumento das exportações brasileiras de serviços, em especial financeiros. A primeira é a internacionalização das empresas do País, que demandam o suporte de serviços integrados. A segunda é que o Brasil conta com setores competitivos, como o de TI. A terceira se refere a nichos de mercado em que o País desenvolveu capacidade para controlar riscos e desenhar modelos mais rentáveis de negócios do que seus competidores de países desenvolvidos, como projetos e serviços de desenvolvimento de infraestrutura.
Diante desse quadro e do fato de a balança de serviços do Brasil ainda ser altamente negativa - déficit de US$ 7 bilhões em 2008 -, o autor aponta a necessidade de o Brasil delinear uma estratégia de exportação de serviços. Essa política deve ser distinta daquela necessária para bens, dadas as diferenças entre os setores.
Entre os caminhos apontados pelos autores, estão ações como a melhoria das estatísticas do comércio de serviços e a organização do setor privado para conseguir melhor diálogo com o governo a respeito de políticas para exportação.
Diário do Comércio e Indústria

OLEO DE PALMA DO PARÁ ATRAI DELEGAÇÃO DE CHINESES

Uma delegação chinesa da empresa Pallas International Consultants, liderada por Richard Qiu, esteve no Brasil com o objetivo de estabelecer parcerias com o Pará. Um estudo preliminar realizado pelos chineses em território brasileiro mostrou o Pará com grande potencial para a produção de óleo de palma. A principal meta dos chineses é a produção de óleo de palma para fins comestíveis. A expectativa dos possíveis investidores é obter informações em áreas específicas nesse estado, tecnologia e oportunidades identificadas pelo estado na cultura do dendê. Inicialmente, a ideia é cultivar 100 mil hectares, devendo chegar em cinco anos a 250 mil hectares.
Diário do Comércio e Indústria

PEC TORNA A ZONA FRANCA DE MANAUS PERMANENTE
A Câmara analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 439/09, do deputado Silas Câmara (PSC-AM), que torna permanente a Zona Franca de Manaus. Pelas regras atuais, a área de livre comércio vigora até 2023.
A Zona Franca foi criada em 1957, por meio da Lei 3.173. A Constituição de 1988 manteve a área por 25 anos, ou seja, até 2013, mas esse prazo foi prorrogado por mais dez anos com a Emenda Constitucional 42, de 2003.
Segundo Silas Câmara, o polo industrial de Manaus "resultou numa rara combinação de desenvolvimento econômico com conservação ambiental". Para ele, a manutenção da Zona Franca é essencial para a sustentabilidade da região.
O parlamentar lembra que, mesmo com o crescimento econômico, o Amazonas apresenta baixos índices de desmatamento. "Mais de 50% do estado está protegido, por meio de reservas indígenas e unidades de conservação, e o PIB per capita é o dobro do verificado nos demais estados da região", acrescenta.


Tramitação
A PEC será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania quanto à admissibilidade. Se aprovada, será analisada por uma comissão especial a ser criada especificamente para esse fim. Depois, seguirá para o Plenário, onde precisará ser votada em dois turnos.
Agência Câmara



ECONOMIA
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COPOM MANTÉM UMA VEZ MAIS TAXA BÁSICA DE JUROS EM 8,75%

Brasília - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a taxa básica de juros (Selic) em 8,75% ao ano, sem possibilidade de revisão. O índice está em vigor desde julho do ano passado e é o mais baixo da história do Copom, criado em junho de 1996.
O anúncio foi feito há pouco, ao final do segundo dia de reunião do comitê. A decisão foi tomada por unanimidade e reafirmou a expectativa geral dos analistas de mercado, ouvidos pela pesquisa Focus do BC na última sexta-feira (23).
Segundo nota divulgada pelo colegiado, "avaliando a conjuntura macroeconômica e as perspectivas para a inflação, o Copom definiu, por unanimidade, manter a taxa Selic em 8,75% ao ano, sem viés. O comitê irá acompanhar a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária". A reunião está marcada para os dias 16 e 17 de março.
Embora a taxa nominal de juros permaneça igual, a taxa de juros real (descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses) está estimada em 4%, o que se constitui na taxa mais alta dentre os 40 países desenvolvidos e em desenvolvimento pesquisados pela UpTrend Consultoria Econômica.
O Brasil retoma, assim, o lugar mais alto no ranking dos juros mundiais, posição que havia perdido há nove meses e era ocupado pela China. Mas, com o recrudescimento da inflação no país asiático, no mês passado, o Brasil voltou ao topo dos juros reais mais altos, seguido de perto pela Indonésia.
Stênio Ribeiro - Agência Brasil