LEGISLAÇÃO

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segunda-feira, 22 de junho de 2015

Apesar da crise nacional, Portos do Paraná aumentam a movimentação de cargas



Apesar da crise nacional, Portos do Paraná aumentam a movimentação de cargas





A movimentação de cargas dos portos de Paranaguá e Antonina teve crescimento de 2% em maio de 2015 em relação ao mesmo mês do ano passado. Foram movimentadas 4,235 milhões de toneladas, volume superior às 4,136 milhões de toneladas registradas em maio de 2014.


O resultado positivo foi puxado, principalmente, pelo aumento do volume exportado de açúcar e farelo e no crescimento na importação de fertilizantes. Com isso, os graneis sólidos fecharam o mês com 3 milhões de toneladas movimentadas, 5% acima das 2,8 milhões de toneladas de maio de 2014.


“Com os investimentos recentes, conseguimos atender o crescimento da demanda dos usuários do porto no pico do escoamento da safra”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.


EXPORTAÇÃO - Na exportação, o farelo fechou o mês com 720 mil toneladas embarcadas e 8% de crescimento em relação a maio de 2014. O açúcar registrou 374 mil toneladas e 7% de alta na mesma comparação. A soja se manteve estável, com 1,171 milhão de toneladas embarcadas.


O destravamento de acordos comerciais internacionais também fez crescer a exportação de veículos pelo Porto de Paranaguá. A quantidade de automóveis exportados em maio de 2015 é cinco vezes superior ao mesmo mês de 2014. Foram 5,1 mil carros exportados em maio deste ano e 1 mil no mesmo período do ano passado.


“A indústria automotiva é muito importante para a economia paranaense e a retomada do escoamento desta produção é um bom sinal”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.


IMPORTAÇÃO – Na corrente de entrada, os fertilizantes registraram crescimento de 27% na comparação dos meses de maio de 2015 e 2014. Neste ano, foram importadas 824 mil toneladas do produto, frente a 651 mil toneladas registradas ano passado.


Com isso, o total de importações ao longo do mês, somando todos os produtos, aumentaram 7%, com 1,357 milhão de toneladas. “Mesmo com o dólar em um patamar acima do registrado no primeiro semestre do ano passado, as exportações fecharam em alta. Isso acontece porque a agilidade de operação compensa o câmbio no Porto de Paranaguá”, afirma o diretor comercial da Appa, Lourenço Fregonese.


CONTÊINERES – A movimentação geral de contêineres por Paranaguá também registrou alta. Foram 65.942 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) movimentados em maio de 2015, 12% a mais do que os 58.801 TEUs do mesmo mês de 2014.


Na importação a alta foi de 14%, com 33.182 mil TEUs, e na exportação o crescimento foi de 10%, com 32.760 mil TEUs.


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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Portos paranaenses batem recordes históricos em exportação



Portos paranaenses batem recordes históricos em exportação



A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) acaba de bater mais um recorde de movimentação: ao longo do mês de abril de 2015, o Porto de Paranaguá escoou 1,476 milhão de toneladas de soja, superando o recorde anterior de 1,396 milhão de toneladas em abril de 2014. A alta de 6% é considerada um recorde histórico.

Além disso, o Porto de Paranaguá também foi a principal via de escoamento da produção brasileira de farelo de soja, óleo vegetal e congelados no acumulado de 2015. O porto paranaense foi o líder na movimentação destes produtos em comparação com os demais portos brasileiros nos primeiros meses do ano.

Com os recentes investimentos feitos na estrutura do porto, Paranaguá também ganhou espaço na exportação de milho e de álcool. “Este novo recorde histórico é o resultado do aumento da produtividade nas operações de grãos em Paranaguá. Isso só foi possível com investimentos em modernização”, afirmou o governador Beto Richa.

AUMENTO DA PRODUTIVIDADE - Os novos carregadores de navios inaugurados no Corredor de Exportação possibilitaram o aumento em 33% da produtividade do Porto de Paranaguá, que passou a operar de uma velocidade de 1,5 mil toneladas por hora, para 2 mil toneladas por hora. Ao todo, a Appa investiu R$ 59 milhões na compra de quatro novos carregadores, sendo que dois deles estão sendo montados e entrarão em operação no próximo semestre. Os novos shiploaders estão substituindo equipamentos adquiridos na década de 70.

Vale lembrar que o Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá não recebia investimentos desde 1999. “Hoje temos um Porto mais eficiente, desburocratizado, com licenciamento ambiental e programas jamais vistos na área de sustentabilidade. Além disso, conseguimos reconquistar a confiança da iniciativa privada que – com a aquisição de 12 novos guindastes – demonstra ter voltado a confiar na Administração do Porto de Paranaguá e Antonina”, ressaltou secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.

MELHORIAS – Entre os anos de 2011 e 2014 foram investidos R$ 511 milhões em obras de melhoria, infraestrutura e novos projetos no Porto de Paranaguá. Entre eles estão, a modernização do sistema de conferência das cargas de fertilizantes, que agilizou o trabalho e ajudou a diminuir o tempo de espera dos navios; o programa carga online, sistema informatizado que ordena a chegada de caminhões graneleiros e acabou com as filas no Porto de Paranaguá; adoção do monitoramento eletrônico e de novas regras de atracação no Corredor de Exportação, tornando mais ágil a exportação de grãos; as três campanhas de dragagem que devolveram a profundidade original aos canais de acesso e berços de atracação; recuperação das vias de acesso no entorno do Porto de Paranaguá; aumento do pátio de triagem; o Programa Porto no Campo e a garantia das licenças ambientais .

Para que se tenha uma ideia, lembra o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, o Pátio de Triagem de Caminhões do Porto de Paranaguá recebeu nos primeiros meses de 2015, entre janeiro e abril, 113.350 veículos. O número representa um aumento de 78%, se comparado com o mesmo período de 2010, quando o local recebeu 88.946 caminhões. Ao todo R$ 7,49 milhões foram aportados em melhorias no Pátio de Triagem. O local tem capacidade estática para abrigar até mil caminhões simultaneamente, mas diariamente passam pelo Pátio cerca de 2,5 mil caminhões, para descarregar grãos no período de safra.

“Após conseguirmos ordenar a descarga dos grãos, equilibrar o fluxo de caminhões e zerar as filas, investimos na modernização e repotenciamento do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá”, destaca Dividino.

Estas medidas resultaram no aumento da receita cambial, que em 2010 era de U$ 14,5 bilhões e passou para U$ 16,5 bilhões em 2014. Já a movimentação geral de cargas passou de 38,1 milhões em 2010, para 45,5 milhões em 2014.

O QUE VEM POR AÍ – Para este ano, a previsão da Appa é investir R$ 360 milhões nos portos paranaenses. Segundo Dividino, apenas nos quatro primeiros meses de 2015, o Porto de Paranaguá recebeu mais investimentos do que durante uma década.

“Tudo o que foi solicitado ao governador Beto Richa pela sociedade organizada, Conselho de Autoridade Portuária, Federações, Sindicatos, trabalhadores e operadores, foi entregue neste início de ano”, disse Dividino.

Entre as obras, equipamentos e projetos entregues em 2015 estão aquisição de novas balanças para pesagem dos caminhões, as obras de reforma do cais, a nova iluminação (em LED) da avenida portuária, a implantação de novos tombadores e demais componentes para descarregar cargas e a dragagem de manutenção do canal de acesso ao Porto de Paranaguá.

Neste montante estão previstos investimentos em infraestrutura marítima (reforma do cais já em andamento), infraestrutura de acostagem, e infraestrutura terrestre, como a implantação de um novo sistema de combate a incêndio e a recuperação da Avenida Bento Rocha, em Paranaguá.

Também estão programados investimentos em tecnologia, com a aquisição de scanners para inspeção de cargas. O meio ambiente será beneficiado, com a construção da Base de Prontidão para Emergências Ambientais e ações voltadas ao monitoramento ambiental. Todos os investimentos acima listados já estão em execução.

Para os próximos três anos, 2016 a 2018, a Appa irá investir R$ 577 milhões em projetos de infraestrutura, obras de reforma em berços de atracação e ações contínuas de manutenção e dragagem.

“Nos próximos três anos faremos mensalmente uma nova entrega, seja ela na área de tecnologia, automação, ampliação de pátios ou de projetos em execução. Ou seja, tudo aquilo que um Porto deve cuidar para permanecer e ampliar o mercado nos próximos 30 anos”, enfatizou Dividino.

PORTO DE ANTONINA – Neste início de ano o Porto de Antonina também apresentou resultados. Após um ano com o mercado em baixa, o Porto de Antonina voltou a ser uma porta de saída do açúcar ensacado brasileiro, com a perspectiva de exportar um volume maior do que 2012 e 2013 somados. O primeiro carregamento de açúcar no Porto de Antonina começou em março, com 17 mil toneladas de produto proveniente do interior de São Paulo, com destino a Angola.

Agora já chega a 28 mil toneladas o volume embarcado até abril – mais que a movimentação do produto ao longo de 2013 e 2014. A expectativa para este ano é que sejam carregadas 200 mil toneladas pelo terminal. De 2007 a 2009, não houve movimentação do produto em Antonina.

“Fizemos a dragagem de Antonina, que devolveu os 10 metros de profundidade do canal”, diz o diretor do Porto, Luiz Carlos de Souza. Com isso, navios maiores e de diferentes cargas poderão atracar em Antonina. “Vamos aumentar o portfólio de produtos negociados, o que fortalece a economia local”, reforçou Luiz Carlos.

Outra boa notícia para a cidade foi a licitação da área para arrendamento a uma empresa privada. O porto paranaense é o primeiro do Brasil a receber, da Secretaria de Portos (SEP), a autorização para licitar uma área portuária, em conformidade com a nova Lei dos Portos. Na área a ser licitada está prevista a instalação de uma indústria metal-mecânica, com investimentos de R$ 20 milhões e a geração de pelo menos 100 novos postos de trabalho.

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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Portos do Paraná passam a monitorar embarcações em tempo real




Portos do Paraná passam a monitorar embarcações em tempo real



A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) adotou uma nova ferramenta para monitoramento e planejamento de navegação. O programa, chamado FleetMon Explorer, usa imagens geradas via satélite e reduz o tempo de análise, melhora as previsões de chegada dos navios, dimuindo o período de espera e de atracação no Porto. Isso se reflete em menor custo para o usuário e mais produtividade para o Porto.

O software possibilita a visualização, em tempo real, de toda a frota situada na costa atlântica brasileira e mundial. O programa também proporciona a obtenção de informações online sobre a origem e o destino das embarcações, características dos navios e o tipo de carga que está sendo transportada ou programada para o carregamento.

Outra vantagem do software é que ele permite ao usuário checar todo o trajeto percorrido por um navio até o momento da sua atracação no porto. As imagens são geradas via satélite.

COMPETITIVOS - O secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, reforça que os investimentos em softwares integram os compromissos firmados pelo Governo do Estado, com o objetivo de tornar os Portos do Paraná ainda mais competitivos. “O aumento da produtividade dos nossos portos está diretamente relacionado às ações de modernização”, explica o secretário.

A possibilidade de acompanhar o tráfego marítimo de mercadorias feitos por navios de carga, petroleiros, balsas, navios de cruzeiros, iates e rebocadores, ao vivo, beneficia a movimentação de cargas no Porto de Paranaguá.

Para o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, o acompanhamento visto do espaço é uma solução tecnológica que aumenta a confiabilidade das operações marítimas. “São informações que validam os procedimentos da autoridade portuária e aumentam a confiabilidade do usuário”, disse Dividino.

OPERAÇÃO – Para os técnicos da diretoria de Operações da Appa, o novo software, que está sendo testado para homologação, já aponta resultados positivos. Entre os resultados estão o controle dos navios fundeados e de todas as embarcações em trânsito nas imediações do porto, o tempo exato de atracação e, o mais importante, todas as informações aparecem juntamente com o apoio de imagens reais, o que não acontecia anteriormente.

O porto de Paranaguá recebe mensalmente cerca de 200 navios, sendo que diariamente atracam nos berços do Porto uma média de sete navios.

“O sistema permite saber, por exemplo, se os navios que estão programados para atracar no Porto de Paranaguá estão acessando o canal de forma adequada e qual é a sua posição no cais enquanto está atracado”, explica o diretor comercial da Appa, Lourenço Fregonese.

APPA WEB – O monitoramento da navegação em tempo real é apenas um dos serviços que integram o Projeto Appa Web – que está em fase de conclusão e a sua primeira versão deverá entrar no ar no mês de junho.

O Appa Web consiste na modernização de todo o sistema de controle interno e externo das ações realizadas pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina.

No dia 17 abril foi assinada uma ordem de serviço solicitando que os novos usuários comecem a utilizar a primeira versão do sistema online do Porto de Paranaguá para teste.

Além de desburocratizar o acesso à informação, o Appa Web tem como objetivo eliminar o uso de papel e integrar todas as atividades da operação portuária, desde o faturamento até a gestão financeira da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina. “Ele vai permitir que todos os usuários interajam com o Porto, sem ter que vir até o Porto”, diz Luiz Henrique Dividino.

Todas as requisições de navios, pedidos de atracação, programação de carga e descarga, pagamento de faturas e atividades que, até hoje são feitas no balcão, serão realizadas através de uma base de dados.

“Em função disso, conseguiremos reduzir os custos e proporcionar mais comodidade aos nossos clientes. É uma ferramenta criada para facilitar a vida do usuário do Porto”, afirmou Dividino.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Portos do Paraná movimentaram 45,5 milhões de toneladas em 2014


Portos do Paraná movimentaram 45,5 milhões de toneladas em 2014


Os Portos de Paranaguá e Antonina fecharam o ano de 2014 com um total de 45,5 milhões de toneladas de cargas movimentadas. Ao longo do ano, os portos paranaenses exportaram 27,9 milhões de toneladas e importaram outras 17,1 milhões de toneladas. O resultado foi 1,3% abaixo do que o registrado em 2013, quando foram movimentadas 46,1 milhões de toneladas em cargas.

Na divisão dos segmentos, a movimentação de carga geral é o principal destaque positivo. O grupo fechou o ano com aumento de 3,9%, passando das 9,043 milhões de toneladas exportadas ou importadas em 2013 para 9,396 milhões de toneladas movimentadas em 2014.

Já no segmento de graneis sólidos, foram movimentados 31,230 milhões de toneladas ao longo dos 12 meses do ano 2% a maior do que foi registrado em 2013, quando a movimentação foi de 31,909 milhões de toneladas. Entre os graneis líquidos, a movimentação em 2014 foi de 4,471 milhões de toneladas, resultado que ficou 7% abaixo das 4,803 milhões de toneladas do ano anterior.

Na separação por produtos, a soja foi a carga mais exportada, com um total de 7,5 milhões de toneladas. Farelo (5,179 milhões de toneladas), açúcar (4,399 milhões de toneladas) e milho (4,204 milhões de toneladas) completam a lista de principais produtos exportados. No movimento contrário, os fertilizantes representaram mais da metade da carga importada pelos portos paranaenses, com 9,698 milhões de toneladas. No que diz respeito à entrada e saída de veículos pelos portos paranaenses, o ano fechou com um total de 37 mil unidades exportadas e 82 mil unidades importadas.

Segundo Luiz Henrique Dividino, diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), o resultado ficou aquém do programado por conta de diversos eventos da economia global. “Nos graneis agrícolas, por exemplo, a pequena queda percebida se deu pela baixa dos preços das commodities na bolsa de Chicago, que desestimulou a venda para o mercado exterior. No segmento de veículos, a queda se deu em função da conturbada relação do comercio exterior com a Argentina e a queda na venda de veículos no mercado interno. Esta situação se desdobrou também na redução de parcela da movimentação de contêineres que trazem peças e componentes automotivos”, explica.

Já no segmento de contêineres, foram movimentados 757 mil TEUs (unidade de medida equivalente a contêineres de 20 pés) no total. Em relação a 2013, a movimentação foi 2,4% maior, já que no ano anterior a marca foi de 739 mil TEUs. Na exportação, a alta foi de 7,1%, com 380 mil TEUs movimentados ao longo do ano. No sentido contrário, foram 377 mil TEUs, registrando uma queda de 1,9% nas importações via contêiner.

Segundo o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, o desempenho da economia brasileira prejudicou a movimentação de produtos de alto valor agregado. “Por outro lado, o ano de 2014 foi marcado por grandes realizações nos Portos do Paraná”, afirmou. Ele disse que com investimentos do Governo do Estado inúmeras ações realizadas proporcionarão a importadores e exportadores melhores condições operacionais. “No Corredor de Exportação, por exemplo, adquirimos quatro novos shiploders (carregadores de navios) com capacidade 33% maior do que os atuais que já começaram na exportação da safra 2014/2015. Inauguramos também um novo cais de contêineres com 315 metros com quatro novos transtêineres (guindastes de contêineres)”, explica Richa Filho.

Com o prolongamento do cais, o Porto de Paranaguá se qualificou a receber os maiores navios porta-contêiner que já escalaram a costa brasileira, de 368 metros de comprimento por 51 metros de largura. Esta embarcação, inclusive, deverá escalar Paranaguá no primeiro semestre de 2015.

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Movimentação cresce 5% nos portos paranaenses


Movimentação cresce 5% nos portos paranaenses


A movimentação de Carga Geral registrada nos portos do Paraná cresceu 5% de janeiro a novembro de 2014, em comparação ao mesmo período do ano passado. Foram 8,6 milhões de toneladas movimentadas, contra 8,2 milhões de toneladas em 2013. A Carga Geral representa mais de 20% do total movimentado pelos portos do Paraná, que fecharam novembro com 42,4 milhões de toneladas de mercadorias exportadas e importadas.

Entre os principais produtos de Carga Geral a granel movimentados neste ano, de janeiro a novembro, estão o açúcar em saca, os veículos, a madeira, o papel e máquinas (equipamentos e peças). Destes, o que apresentou alta mais significativa na exportação foi a madeira. Em 2013, foram movimentadas 5.543 toneladas do produto, volume que subiu para 21.624 neste ano – alta de 290%.

Na importação de Carga Geral, os principais destaques são os veículos, produtos siderúrgicos, máquinas (equipamentos e peças), fertilizantes (em saca) e tratores. Entre estes, o maior aumento registrado foi dos fertilizantes, com crescimento de 670%. De janeiro a novembro de 2014 foram importadas 5.771 toneladas, contra 749 toneladas movimentadas em bags no mesmo período do ano passado.

CONTEINÊRES – No fechamento do período, ainda se destaca a movimentação de contêineres. De janeiro a novembro de 2014 foram 699.729 unidades (TEUs), 3% a mais que a quantidade movimentada no ano passado (678.290). O que puxou essa alta foi a exportação, 8% maior este ano.

Entre os produtos mais exportados em contêineres estão, respectivamente, os congelados, a madeira, o papel, a soja e o açúcar. Todos registraram alta. De janeiro a novembro de 2014 foram exportadas 1.528.183 toneladas de congelados, um aumento de 14,6% em relação a 2013. No caso da madeira, o volume exportado em contêineres foi de 521.213 toneladas, alta de 17,7%.

Entre os produtos importados em contêineres se destacam, respectivamente, os plásticos e derivados, produtos químicos, máquina (peças e equipamentos), os fertilizantes e os produtos siderúrgicos. A importação de plásticos em contêineres cresceu 12,17%, com 561.522 toneladas movimentadas de janeiro de novembro de 2014. No caso dos produtos químicos, a aumento foi de 24,5% no mesmo período, com movimentação de 283.447 toneladas.

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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Portos do Paraná estabelecem plano de ajuda mútua



Portos do Paraná estabelecem plano de ajuda mútua


A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) e operadores portuários assinaram, ontem, quarta-feira (3), planos de ajuda mútua em caso de acidentes com impactos ao meio ambiente. Os documentos garantem ainda mais segurança ao ecossistema onde os portos paranaenses estão inseridos. Os planos estabelecem a ajuda mútua e unificada em caso de acidentes, seja em terra ou em mar. Ao todo, 28 empresas são signatárias dos documentos.


“O Plano de Ajuda Mútua, ou PAM, é destinado para todos os eventos ou acidentes que possam impactar o Meio Ambiente, nas operações em terra. O Plano de Área é a mesma coisa, mas para eventos em água. Isso está sendo feito para dar ainda mais atenção ao meio ambiente no Porto de Paranaguá. A partir da assinatura desses dois documentos, constituímos também uma comissão, ou seja, um grupo de pessoas que se reunirão, mensalmente, para pensar nas melhorias desses cuidados”, afirma o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino.


Ainda de acordo com Dividino, com a iniciativa, no caso de acidentes, toda comunidade portuária se mobiliza tanto com recursos humanos quanto com materiais e equipamentos para os devidos combates e contenção. “É uma situação que, atualmente, só os portos mais desenvolvidos do mundo têm. E nós, agora temos”, conclui o diretor-presidente.


São abrangidos pelos planos, todos incidentes ou acidentes que venham a ocorrer nas instalações das empresas integrantes, bem como na sua área de atuação, sempre que envolver situações de risco ou os cenários previstos nos Planos de Ação em Emergência das entidades abrangidas.


PAM - O Plano de Ajuda Mútua dos Portos Organizados de Paranaguá e Antonina foi constituído como uma “Organização Civil”, que integra toda a comunidade portuária dos dois portos do Paraná, não tem fins lucrativos e atua sem prazo determinado. O PAM estabelece a atuação de forma conjunta de seus integrantes na resposta a emergências nas instalações das empresas integrantes, 24 horas por dia, durante todos os dias da semana.


O PAM ainda visa o estabelecimento e a manutenção do constante relacionamento, a interação dos integrantes, entre si, e com as autoridades federais, estaduais e municipais responsáveis pela resposta às emergências.


Assinaram o PAM, nesta quarta-feira (3), 28 empresas que atuam nas atividades portuárias de Paranaguá e Antonina, dos diversos segmentos. Segundo Régis Prunzel, gerente do Terminal da Cargill em Paranaguá, a ajuda mútua estabelecida é um avanço.


“É uma forma de centralizar todas as ações que os terminais tem com relação às suas medidas de ação e de controle para alguma demanda ambiental e de contingência. Esse PAM é uma medida muito importante que a Appa tomou, uma maneira muito responsável de unificar e ordenar as ações no caso de demandas emergenciais”, afirma o representante do setor agrícola dos granéis de exportação.


Plano de Área – O Plano de Área, por sua vez, tem como objetivo integrar os recursos dos Planos de Emergências Individuais (PEI) dos Portos Organizados de Paranaguá e Antonina, sujeitos ao risco de poluição por óleo. Entre as empresas que compõem o documento estão a Fospar, Cattalini, Transpetro, Terminal de Contêineres de Paranaguá, Bunge, CPA, ALCOOPAR, Terminais Portuários da Ponta do Félix, Teapar, Rocha e União Vopak.


“Temos o maior orgulho desse Plano que ajudamos a construir. Além de ser um requisito legal obrigatório, atuar com prevenção é sempre o melhor caminho. Melhor ainda é poder atuar com prevenção de maneira integrada, como faremos a partir do Plano de Área assinado hoje”, afirma Melissa Spencer, gerente de terminal da União Vopak em Paranaguá.


Fonte: Appa


http://portosenavios.com.br/portos-e-logistica/25879-portos-do-parana-estabelecem-plano-de-ajuda-mutua?utm_source=newsletter_5964&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Regulamentada a empresa pública que irá gerir os portos paranaenses



Regulamentada a empresa pública que irá gerir os portos paranaenses

Escrito por Redação Portogente


O superintendente dos portos do Paraná, Luiz Henrique Dividino, apresentou hoje à comunidade portuária os detalhes sobre a implantação da nova empresa pública que irá gerir os portos paranaenses. Acaba de ser publicado do decreto 11562, que regulamenta a instituição da empresa pública, e marca a segunda etapa da implantação da nova empresa.

Com a publicação do decreto, já foi aprovado o estatuto de Administração dos Portos Paranaenses, que irá disciplinar o funcionamento da empresa, como composição e estrutura organizacional. Agora, a empresa está apta para começar a trabalhar na criação do Conselho de Administração., que irá gerir a nova empresa. Também será criada uma diretoria de meio ambiente, para atender de maneira apropriada todos os temas relativos à legislação ambiental dos portos.

“A transição entre autarquia para empresa pública é um processo tranquilo e que não trará mudanças operacionais. Trata-se de uma mudança no caráter administrativo da empresa, que não trará impactos na atividade portuária”, explica o diretor presidente dos portos do Paraná, Luiz Henrique Dividino.

Mudanças
A empresa pública será dirigida por dois órgãos: conselho administrativo e diretoria executiva. O corpo diretor irá submeter ao Conselho Administrativo e à Secretaria de Infraestrutura e Logística um plano de cargos e salários. Este plano será elaborado por uma empresa contratada, que irá montar o novo quadro funcional. Além disso, será traçado o perfil profissiográfico de cada função na empresa.

O antigo quadro funcional entrará em extinção e deixará de existir em poucos anos (nenhuma função será reocupada). Os trabalhadores poderão optar por um Plano de Desligamento Incentivado (PDI), por permanecer onde estão ou, caso haja adequação jurídica, migrarem para o novo quadro. Novas contratações (via concurso público) só serão feitas dentro do novo quadro funcional. Cargos em comissão continuarão a existir na empresa pública, mas obedecendo às três situações previstas constitucionalmente: direção, chefia e assessoramento. Cargos de perfil técnico (como engenheiros e advogados) não poderão ser comissionados.

Histórico
A última lei que tratou da natureza jurídica da Appa é de 1971. A desatualização trouxe diversos problemas, entre eles as inúmeras ações trabalhistas. É que os funcionários da Appa, todos celetistas, estavam em desacordo com a lei, que determinava que fossem estatutários. Fora isso, as mudanças legais que retiraram os portos da operação, fizeram com que centenas de trabalhadores ficassem em desvio de função. O resultado disso: em 20 anos, foram 11 mil ações, que oneraram os caixas da Appa em R$ 1,3 bilhão.

Além dos ganhos com a eliminação da indústria das ações trabalhistas, a alteração permitirá que a Appa modernize sua estrutura.

http://portogente.com.br/noticias/portos-do-brasil/paranagua/regulamentada-a-empresa-publica-que-ira-gerir-os-portos-paranaenses-82795

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Portos do PR fecham semestre com alta de 7% na movimentação de cargas


Portos do PR fecham semestre com alta de 7% na movimentação de cargas


Os Portos de Paranaguá e Antonina fecharam o primeiro semestre de 2014 com 23,4 milhões de toneladas movimentadas. O volume é 7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Entre os destaques, a soja segue liderando a alta de movimentação: foram 6,1 milhões de toneladas exportadas do produto no primeiro semestre, o que representou um aumento de 39% em relação aos seis primeiros meses de 2013.

Outro produto que registrou alta significativa foi o farelo de soja, que atingiu 2,7 milhões de toneladas exportadas, uma alta de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.

A movimentação de grãos pelo Corredor de Exportação gerou a chegada de 210,5 mil caminhões ao pátio de Triagem no primeiro semestre. A quantidade de veículos é 10% superior à registrada no mesmo período do ano passado.

Entre os importados, o destaque mais uma vez fica com os fertilizantes, que totalizaram 4,8 milhões de toneladas movimentadas – uma alta de 5% em relação a 2013.

Antonina – Do total movimentado pela Appa, 1,5 milhão é relativo à movimentação do Porto de Antonina que em junho alcançou a marca de um milhão de toneladas movimentadas. No ano passado, neste mesmo período, o porto havia movimentado pouco mais de 780 mil toneladas de produto.

As melhorias logísticas – principalmente com a dragagem do canal de acesso a Antonina – propiciaram que o Porto atingisse esta marca. Antonina tem trabalhado como um porto complementar ao porto de Paranaguá, movimentando, sobretudo, fertilizantes.

http://www.portosdoparana.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=1302&tit=Portos-do-PR-fecham-semestre-com-alta-de-7-na-movimentacao-de-cargas

terça-feira, 8 de julho de 2014

Dragagem dos Portos do PR permite queda na espera de navios e nas multas


Dragagem dos Portos do PR permite queda na espera de navios e nas multas

A realização da dragagem de manutenção contínua dos portos paranaenses permitiu a mudança de um cenário que se repetia ao longo dos anos. O porto não possui mais restrições de calado de navio, que impossibilitavam embarcações a operarem com carga plena. Além disso, com a operação mais eficiente e sem a necessidade de reatracações por motivo de “aguardar maré”, a produtividade aumentou e a confiança dos operadores também.

A dragagem de manutenção – que devolveu a profundidade original ao canal de acesso, bacias de evolução e berços de atracação – foi uma das principais causas deste ganho. Ao todo, a Appa já investiu, em recursos próprios, R$ 154,7 milhões em três campanhas de dragagem, sendo que a terceira ainda está em curso.

Quando ainda havia restrições de atracação, o setor operacional do Corredor de Exportação chegou a contabilizar 820 horas de embarcações paradas por “aguardar maré”. Hoje a situação já é outra. A prova concreta disso é que, em 2014, a soja movimentada em Paranaguá já tem prêmio positivo. Em anos anteriores, o prêmio era negativo.

“Agora os exportadores podem receber prêmio para operar aqui, pela eficiência no embarque e produtividade alcançada”, explica o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

Outros portos brasileiros, como o de Santos, não contabilizam os mesmos ganhos. Atrasos na dragagem do porto vizinho causam assoreamento do canal e dificuldade na atracação de navios. Um estudo realizado pelo Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar) aponta que a falta de manutenção do Porto de Santos já gera prejuízos de R$ 2,2 bilhões a todo o setor marítimo.

Queda – No Paraná, o Sindicato da Indústria de Adubos e Corretivos Agrícolas (Sindiadubos) divulgou um estudo falando sobre a queda no preço das multas de sobrestadia pagas no segmento de fertilizantes. De janeiro a maio deste ano, foi registrada queda 18% no pagamento de demurrage em Paranaguá. “Nossa meta é reduzir a zero o custo com demurrage em Paranaguá”, afirma Dividino.

Para alcançar estes números, a Appa trabalhou, além da dragagem, na realização de um diagnóstico de todo o sistema de descarga de fertilizantes para descobrir onde estavam os principais gargalos, que consumiam tempo e tornavam as operações menos ágeis.

Antonina – A dragagem também já surte efeitos no porto de Antonina. Os ganhos obtidos com a limpeza do canal de acesso já devolveram ao porto a possibilidade de embarcar mais cargas. O calado dos navios permitidos por lá aumentou em 30 centímetros. “Isso significa mais carga operada e maior segurança na operação”, garante o superintendente.

http://www.portosdoparana.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=1296&tit=Dragagem-dos-Portos-do-PR-permite-queda-na-espera-de-navios-e-nas-multas

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Ampliação do TCP é exemplo da modernização dos portos do Paraná



Ampliação do TCP é exemplo da modernização dos portos do Paraná

O governador Beto Richa participou nesta quarta-feira (25/06) da inauguração do novo cais do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), que a partir de agora pode receber simultaneamente até três dos maiores navios de contêineres em operação. O investimento foi de R$ 370 milhões.

Richa ressaltou que o investimento realizado pelo TCP em Paranaguá integra um pacote que soma cerca de R$ 2 bilhões desde 2011, entre recursos públicos e privados. “É o maior pacote de investimentos concentrados da história dos portos paranaenses”, afirmou o governador.

Ele disse que a segurança jurídica e institucional possibilitou a ampliação dos investimentos da iniciativa privada em novas estruturas portuárias, silos, aquisição de equipamentos e construção de sistemas de tancagem.

O Governo do Estado investe R$ 470 milhões na modernização da infraestrutura e projetos estruturantes nos portos paranaenses, com recursos da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).

Entre os destaques, estão três campanhas de dragagem feitas nos últimos três anos, que devolveram a profundidade original aos canais de acesso e berços de atracação dos portos. Também foram adquiridos quatro novos carregadores de navios (shiploaders), que vão aumentar em 30% a produtividade do Corredor de Exportação.

“Os investimentos no Porto de Paranaguá têm sido frequentes e sistemáticos, com recursos públicos, recursos da própria administração portuária e da iniciativa privada. Isso se concretiza em crescimento do Porto, que é hoje referência de boa gestão entre todos os portos brasileiros”, afirmou Beto Richa.

Ele ressaltou que a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) coloca Paranaguá como modelo para os demais portos. “Alavancar o nosso terminal foi um dos fortes compromissos que assumi, porque me sentia indignado, os paranaenses envergonhados por ver nosso porto até mesmo em páginas policiais. Agora somos referência em boas ações, em resultados positivos, garantindo a modernização e eficiência que contribuem para um desenvolvimento econômico mais vigoroso e para redução do custo de produção do Paraná”, afirmou Richa.

O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, também ressaltou o volume de investimentos e a participação da iniciativa privada. “Quando o empreendedor volta a investir é sinal que o governo está no caminho certo. Muitas vezes o governador participa ele próprio das negociações com investidores, isso amplia a segurança e garante investimentos. Há quatro anos Paranaguá era patinho feio entre os portos e hoje é referência no Brasil, tanto para portos públicos e para portos privados”, José Richa.

PREJUÍZO – O superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino, afirmou que a intervenção federal prejudica os portos do Paraná, que há mais de 20 anos também não recebem investimentos da União. Ele explicou que a nova lei dos portos (12.815/13) retirou da Appa os processos de concessão de áreas para implantação de novos terminais portuários.

Dividino explicou ainda que a Appa também está impedida de implantar o Plano de Zoneamento e Desenvolvimento do Porto Organizado (PDZPO). O estudo foi elaborado em parceria com entidades privadas (G7 e Fórum Futuro 10) para que a operação portuária seja ampliada de modo ordenado, atendendo às demandas de quem utiliza o porto.

“Este estudo não foi adotado pelo Governo Federal”, explica Dividino. “Com a centralização para as novas concessões em Brasília, o Governo Federal também não conseguiu aprovar os projetos da Estruturadora Brasileira de Projetos (EBP), que ainda estão sob análise do Tribunal de Contas da União (TCU)”.

NOVO CAIS – O presidente do Terminal de Contêineres de Paranaguá, Luiz Antônio Alves, explicou que o investimento da empresa permitiu a expansão do cais e também a compra de novos equipamentos, novos contêineres, transtêineres. “Esses investimentos são vitais para que o TCP possa oferecer níveis serviços compatíveis com o que esperam os clientes, que são exportadores e importadores, que competem em cenário global”.

Com a obra de ampliação, o TCP terá sua capacidade operacional aumentada de 900 mil TEUs para 1,5 milhão de TEUs/ano, garantido o bom atendimento dos usuários do Porto de Paranaguá.

O projeto inclui, além de 300 metros do novo cais, 10 equipamentos de pórtico de última geração, a exemplo dos quatro transtêineres já instalados e prontos para operação.

O TCP já recebeu o primeiro lote de seis, de um total de dez, transtêineres. Os novos equipamentos podem empilhar em alturas de até seis contêineres, com velocidade de operação de um contêiner por minuto, o que deve reduzir tempo de espera para retirada das cargas no terminal. A chegada do segundo lote restante de quatro transtêineres está prevista para o final do mês de julho.

Até o mês de maio, o Porto de Paranaguá movimentou quase 300 mil contêineres, sendo que metade deles foi de contêineres para exportação, 5% a mais do que a quantidade registrada em 2013.

PRESENÇAS - Participaram da inauguração o secretário executivo da Secretaria dos Portos da Presidência da República, Antônio Henrique Silveira; o representante da Antaq, José Ricardo Ruchel; a senadora Gleisi Hoffmann; o prefeito de Paranaguá, Edson Kersten; o diretor-superintendente do TCP, Juarez Moraes e Silva; o diretor financeiro da empresa, Alexandre Rúbio; o capitão dos Portos do Paraná, capitão Francisco Dantas de Almeida; o deputado federal Ângelo Vanhoni; os deputados estaduais Raska Rodrigues e Artagão Júnior; a prefeita de Guaratuba, Ivani Justus, e o prefeito de Matinhos, Eduardo Dalmora.

http://www.portosdoparana.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=1289&tit=Ampliacao-do-TCP-e-exemplo-da-modernizacao-dos-portos-do-Parana

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Portos do PR registram alta de 7% na movimentação de cargas


Portos do PR registram alta de 7% na movimentação de cargas


Entre as exportações do mês de maio, se destacam a soja e os contêineres. Já o volume de trigo, que é importado, dobrou a quantidade. O fechamento foi divulgado nesta terça-feira (10)

Nos primeiros cinco meses do ano, os portos paranaenses movimentaram mais de 19,3 milhões de toneladas. Esse total é 7% maior que o registrado no mesmo período do no ano passado. Nessa movimentação crescente, se destacam a exportação de soja e de cargas em contêineres. Foram quase 300 mil contêineres movimentados por Paranaguá no período, sendo que metade delas foi de contêineres para exportação, 5% a mais do que a quantidade registrada em 2013.

De granéis sólidos movimentados pelos Portos do Paraná foram quase 13,6 milhões de toneladas - volume 6% maior que o registrado no mesmo período, no ano passado (12,8 milhões). Apenas de soja, foram quase 5,3 milhões de toneladas exportadas - 53% a mais que o volume registrado em 2013 (cerca de 3,5 milhões).

Considerando toda a movimentação do período, pelo Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá, foram quase 7,1 milhões de toneladas de cargas exportadas (soja, milho e farelos de soja) – mais de 7% a mais que o volume registrado em 2013 (com pouco mais de 6,6 milhões).

Entre as importações, o destaque está no volume de trigo importado que quase dobrou. Nos primeiros cinco meses deste ano foram 153,6 mil toneladas do produto, 54% a mais que o volume importado em 2013.

Líquidos - Em 2014, o volume de granéis líquidos movimentado foi de mais de 1,8 milhão de toneladas, 8% a mais que o registrado nos cinco primeiros meses de 2013 (com pouco mais de 1,7 milhão).

Entre esses produtos, se destacam as movimentações de óleos vegetais, principalmente de exportação (quase 105,5 mil toneladas) e derivados de petróleo (quase 207 mil toneladas), importação e exportação.

Caminhões – O fluxo de caminhões registrado de janeiro a maio deste ano também segue em alta. Em 2014, nesse período, o Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá recebeu 176 mil caminhões. No mesmo período, no ano passado, foram 155,6 mil.


Confira a galeria de fotos desta notícia:







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terça-feira, 13 de maio de 2014

Portos do Paraná fecham quadrimestre com alta de 12% na movimentação


Portos do Paraná fecham quadrimestre com alta de 12% na movimentação

Os portos de Paranaguá e Antonina fecharam os primeiros quatro meses do ano com alta de 12% na movimentação de mercadorias. Foram 15,1 milhões de toneladas movimentadas. Deste total, pouco mais de 9 milhões de toneladas são referentes a produtos exportados e 5,7 milhões de toneladas de mercadorias importadas.

A receita cambial gerada pelas exportações atingiu US$ 5,5 milhões no quadrimestre, apresentando alta de 12% em relação ao mesmo período de 2013.

Considerando os tipos de mercadorias, a carga geral apresentou alta de 15% na movimentação. Os contêineres são o destaque, com 237,7 mil TEUs movimentados até abril. Já os granéis sólidos apresentaram alta de 13% na movimentação do quadrimestre.

Na exportação, a soja segue sendo o principal destaque entre os granéis, totalizando 4,1 milhões de toneladas exportadas – e alta de 83% em relação ao mesmo período de 2013. Entre os produtos importados, o destaque mais uma vez é do fertilizante. Até abril, os portos paranaenses importaram 3,1 milhões de toneladas do produto, uma alta de 11% na movimentação em relação os primeiros quatro meses do ano passado.

http://www.portosdoparana.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=1261&tit=Portos-do-Parana-fecham-quadrimestre-com-alta-de-12-na-movimentacao

sábado, 10 de maio de 2014

Os desafios dos portos paranaenses


Os desafios dos portos paranaenses

Escrito por Redação Portogente

O superintendente dos portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino, participou, nesta quarta-feira (7/5), na sede da Associação Comercial de Curitiba (ACP), como palestrante convidado da reunião mensal do Conselho de Comércio Exterior e Relações Internacionais (Comex-RI) da ACP.

Além de tirar dúvida dos empresários e representantes do setor acadêmico paranaense, Dividino falou sobre os principais desafios que atingem o setor portuário paranaense, as melhorias implantadas nos portos do Paraná e a expectativa de liberação de recursos e realização de licitações por parte do Governo Federal.

De acordo com o presidente da ACP, Edson José Ramon, o setor produtivo paranaenses precisa conhecer com mais profundidade o que tem sido feito nos portos paranaenses com o intuito de aprimorá-los. “Conhecemos os desafios que estão sendo superados, no entanto, dentro da velocidade permitida. Ao trazer esta explanação para este fórum, queremos dar amplo conhecimento do trabalho que vem sendo desenvolvido com êxito nos portos paranaenses”, disse.

Dividino apresentou os projetos futuros dos portos paranaenses, o pacote de investimentos realizado durante esta gestão – o maior da história dos portos do Paraná. “Estamos realizando todas as melhorias e modernizações que podemos nos portos. Também temos realizado importantes projetos que permitam o desenvolvimento dos portos do Paraná. Agora esperamos a mesma agilidade do Governo Federal para colocar as licitações que tanto precisamos na rua ,e com isso, permitir que os projetos de expansão saiam do papel”, afirmou Dividino.

Investimentos - Os portos paranaenses receberam, nos últimos anos, o maior pacote de investimentos já realizado na história. São R$ 470 milhões em obras de melhoria, infraestrutura e projetos estruturantes. Entre as obras, destacam-se as três campanhas de dragagem, que devolveram a profundidade original aos canais de acesso e berços de atracação dos portos paranaenses. “A dragagem de manutenção ainda está em curso, mas já finalizamos o projeto de reforma dos berços de atracação, que permitirá unificar a profundidade de todos eles e dar mais competitividade ao Porto de Paranaguá”, destacou o superintendente.

Dividino disse ainda que a Appa aguarda a licitação, que será realizada pelo Governo Federal, para realização da dragagem de aprofundamento, que aumentará em um metro a profundidade do Canal da Galheta, de 15 para 16 metros.

http://portogente.com.br/noticias/portos-do-brasil/paranagua/os-desafios-dos-portos-paranaenses-81892

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Porto de Paranaguá implanta novo sistema para monitorar caminhões de fertilizantes



Porto de Paranaguá implanta novo sistema para monitorar caminhões de fertilizantes

Escrito por Redação Portogente

publicado originalmente pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) finaliza nesta terça-feira (29) os últimos detalhes para a implantação de um sistema de monitoramento de caminhões de fertilizantes. A tecnologia possibilita a organização do fluxo desses veículos, reduzindo o impacto na cidade. Além disso, traz mais segurança e produtividade à operação do produto pelo Porto de Paranaguá.

Nesse primeiro momento, o Radio-Frequency IDentification (RFID) será instalado apenas nos quase 500 caminhões da cooperativa que faz o transporte do produto do cais até os armazéns da retaguarda.

Leia também

* O que é e como funciona o Radio-Frequency IDentification (RFID)

A tecnologia não terá nenhum custo aos Portos do Paraná, que já têm um Sistema de Controle de Cargas formado e em andamento. A implantação do sistema será coordenada pelo professor doutor Caio Fernando Fontana, do Instituto do Mar, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cuja equipe visitou o porto, nesta terça-feira (29).

Segundo ele, que é especializado em Supervia Eletrônica de Dados e Automação Portuária, o Porto de Paranaguá foi escolhido para esse projeto piloto no segmento de fertilizantes pelo nível de informatização.

“O Porto tem um alto grau de informatização. Está muito bem organizado e é isso que nos permite utilizar esses componentes de automação, que trazem inúmeros benefícios, principalmente diminuir o ciclo do tempo da descarga, aumentar o número de viagens do caminhão e aumentar o controle e a confiabilidade dessa cadeia. Já terminamos o mapeamento desse fluxo, já fizemos reuniões com o Porto, com os terminais e cooperativas. Agora, é só implantar”, conclui.


Sistema

Os caminhões serão localizados por meio de etiquetas (tags) colocadas no para-brisa – com um material indestrutível, que impossibilita a adulteração – e antenas serão instaladas no acesso ao cais, nos funis, na saída do cais e nos armazéns da retaguarda, que recebem esse fertilizante. A Appa conseguirá ter o posicionamento exato dos veículos, reduzindo o tempo perdido nos casos de erro – quando o caminhão pega a fila errada, carrega no funil errado ou leva produto diferente ao armazém – e outros transtornos, inclusive fiscais.

O Sistema funciona sem bateria e tem duração de até sete anos. A localização, em cada ponto, é possível a uma distância de até 12 metros. Ou seja, a essa distância será possível, em caso de erro, reposicionar o caminhão que vai buscar o fertilizante que está sendo descarregado ao navio certo, funil exato e terminal agendado.


Foto: Appa
Técnicos acertam os últimos detalhes para a implantação do sistema


O superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino, explica que uma solução para ampliar este controle dos caminhões de fertilizantes vem sendo estudada há dois anos e faz parte de uma série de medidas e investimentos em informatização que vêm sendo feitos desde 2011.

“Este novo sistema vem complementar o processo de automação da descarga de fertilizantes, que já estamos realizando. Os resultados obtidos foram substanciais ganhos de produtividade. Agora, com o monitoramento por rádio, será possível saber exatamente onde estão possíveis falhas e gargalos e dar ainda mais segurança a todo o processo”, explica Dividino.

O secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, garante que os portos do Paraná terão, em muito pouco tempo, uma plataforma modelo sobre rastreamento e controle na descarga de fertilizantes. “A maioria dos caminhões que chega para descarregar grãos no Porto de Paranaguá faz o que chamamos de frete de retorno. Ou seja, eles descem com soja, milho ou farelo e sobem carregados com os fertilizantes. Investindo na implantação desses sistemas, estamos começando a fechar a cadeia. Nossa ideia é desenvolver uma espécie de carga online, ao contrário, melhorando não apenas o atendimento aos usuários dos portos, mas, principalmente, melhorando a vida da população de Paranaguá”, afirma Richa Filho.

http://portogente.com.br/noticias/portos-do-brasil/paranagua/porto-de-paranagua-implanta-novo-sistema-para-monitorar-caminhoes-de-fertilizantes-81737

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Portos do Paraná


Portos do Paraná tem crescimento de 15% na movimentação de cargas




A movimentação de cargas pelos portos de Paranaguá e Antonina atingiu a marca das 11 milhões de toneladas neste primeiro trimestre. O volume é 15% maior do que aquele registrado no mesmo período de 2013.

Entre os destaques está a exportação de soja, que já é 157% superior aos três primeiros meses de 2013, totalizando 2,7 milhões de toneladas exportadas. A exportação de farelo de soja apresentou alta de 8%, totalizando 883,7 mil toneladas. A exportação de açúcar também registrou crescimento, uma alta de 19% em relação ao primeiro trimestre de 2013.

Fonte: Guia Marítimo

http://www.conexaomaritima.com.br/index.php?option=noticias&task=detalhe&Itemid=22&id=14095

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Portos paranaenses



Projeto que altera regime jurídico dos portos paranaenses é aprovado pela CCJ

Com a alteração de autarquia para empresa pública, a Appa poderá corrigir as disfunções em seu quadro funcional que, nos últimos 20 anos, geraram indenizações trabalhistas que somam R$ 1,3 bilhão

   O projeto de lei 661/2013, que transforma o regime jurídico da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Paraná. Nesta quarta-feira (27), o projeto seguiu para as demais comissões.

   Encaminhado esta semana pelo Poder Executivo à AL, o projeto visa transformar o regime jurídico da Appa de autarquia para empresa pública. A mudança é uma obrigação imposta pela legislação que regula o setor portuário.

   “O projeto visa readequar legislativamente a Appa pondo fim às distorções e às demandas trabalhistas, além de propor o alinhamento da Appa com os novos marcos legais do setor portuário criados em 2012, com a medida provisória 595 e que culminaram, em 2013, com a lei 12815”, explica o chefe de gabinete da Appa, Sebastião Henrique de Medeiros.

   Se aprovada a alteração, a Appa passa a ser uma empresa pública. Na prática, a nova configuração jurídica dará agilidade às contratações, menos burocracia nos processos e consolidará o quadro funcional sob o regime celetista. “O porto ganhará característica e velocidade da iniciativa privada para fazer frente ao dinamismo da atividade portuária”, explica Medeiros.

Ações trabalhistas – Um dos principais ganhos que a nova configuração jurídica trará é a possibilidade de corrigir um problema que se perpetua há anos na Appa: os problemas de seu quadro funcional. Por estar em desacordo com a legislação e com as obrigações da Appa, o quadro traz inconsistências como, por exemplo, a existência da função de maquinista, obrigação esta que desde 1993 não compete mais à autoridade portuária.

   O resultado destas disfunções é a avalanche de ações trabalhistas movidas por desvios de função. Nos últimos 20 anos, a Appa pagou R$ 1,3 bilhão em indenizações trabalhistas por desvio de função e horas extras. Todos estes desvios foram causados pelas mudanças legislativas do setor portuário ao longo da história, sem que houvesse – por parte da Appa – as adequações devidas.

   Agora, o PL 661/2013 segue para ser analisado pelas demais comissões da Assembleia, para depois ser votado em plenário. 

terça-feira, 9 de julho de 2013

Portos paranaenses


Portos paranaenses terão sistema de monitoramento eletrônico dos embarques de grãos no Corredor de Exportação

Sistema pela internet permite acompanhar a medição dos produtos que estão sendo embarcados nos navios e a recepção de carga nos terminais.
A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) acaba de implantar um sistema que permite o monitoramento, em tempo real pela internet, dos totais embarcados nas balanças de fluxo dos terminais interligados ao Complexo Corredor de Exportação. Através do portal é possível acompanhar a medição dos produtos que estão sendo embarcados nos navios e a recepção de carga (descarga de caminhões ou vagões) nos terminais.
O sistema permite ver o estoque real de cada terminal, quanto está chegando de carga e quanto está saindo. A integração atende a uma determinação da Receita Federal e dá mais transparência ao sistema de embarques, garantindo a exatidão dos números informados, além de ser capaz de avisar, em tempo real, possíveis falhas ou panes no sistema de embarque. O portal foi totalmente desenvolvido por técnicos da Appa e da Celepar.
“Fomos além do exigido pela Receita. O sistema nos permite saber quem está carregando, quanto está embarcando. Integramos também as balanças rodoviárias e  agora temos a visão do estoque real de cada terminal. Isso nos permite fazer uma logística mais precisa, para poder adequar o recebimento da carga com a velocidade de embarques”, explica o superintendente Luiz Henrique Dividino.
 Antes desta ferramenta, os estoques de cada terminal eram informados durante as reuniões de atracação, realizadas diariamente em Paranaguá. Com base nestes dados eram estabelecidas as quotas diárias de caminhões liberados para descarregar no porto, com como a programação dos navios.
“Agora, a informação que temos dos estoques passa a ser oficial e nos dará maior segurança na definição da logística de embarques e desembarques, garantindo um giro maior de navios no Corredor de Exportação. Fora isso, esta é mais uma importante etapa no processo de recuperação da credibilidade e imagem dos Portos do Paraná perante o mercado internacional”, afirma o secretário de infraestrutura e logística, José Richa Filho.
Ao todo, sete terminais privados e dois públicos estão interligados ao Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá. Um complexo que soma 32 quilômetros de esteiras rolantes interliga os terminais aos shiploaders que abastecem os navios. Na saída de cada um dos terminais, existem balanças instaladas nas esteiras, que fazem a aferição da carga que está sendo embarcada nos navios.
 Facilidades – O sistema de monitoramento vai facilitar a programação de navios uma vez que a visão dos estoques de cada terminal estará mais clara. Além disso, a produtividade de cada terminal poderá ser medida, possibilitando correções do fluxo de embarque quando estiver fora dos padrões estabelecidos. Os terminais integrados ao corredor terão acesso ao portal Infoger através de senha registrada pelo CNPJ.

Ate agora, três dos sete terminais já estão totalmente integrados ao sistema. Até o final do mês de agosto, todos estarão atendendo à nova demanda.

http://www.jornaldiadia.com.br/index.php/economia-e-negocios/133135-portos-paranaenses-terao-sistema-de-monitoramento-eletronico-dos-embarques-de-graos-no-corredor-de-exportacao