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segunda-feira, 2 de julho de 2018
Rússia está entre os países que mais importam e exportam por Paranaguá
Rússia está entre os países que mais importam e exportam por Paranaguá
Neste ano, os olhos do mundo todo se voltam à Rússia. Mas, para a economia paranaense, a sede da Copa do Mundo 2018 vem representando uma influência significativa há bastante tempo. De acordo com dados divulgados pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), o país está entre os 20 principais destinos de exportação e é o 2º no ranking de origens dos produtos importados, puxado pelo fertilizante.
O relatório divulgado nesta semana considera os registros dos três últimos anos. Anualmente, são movimentadas cerca de 2,2 milhões de toneladas de cargas recebidas ou enviadas da/para a Rússia pelo Porto de Paranaguá – em um trajeto que dura de 20 a 23 dias. Isso representa a aproximadamente 5% de tudo o que passa pelos terminais paranaenses.
PRINCIPAIS PRODUTOS – A importação é a principal responsável pelo número expressivo, com uma média anual de 1,7 milhão de toneladas que chegam da Rússia. Os produtos mais importados são fertilizantes e óleo diesel. Já a média de exportação para o país por ano é igual a 500 mil toneladas, sendo o açúcar e a soja as principais mercadorias.
REFERÊNCIA NO BRASIL – Para o diretor da Appa, Lourenço Fregonese, a capacidade de operar cargas de naturezas diversificadas é um dos principais aspectos que levam à escolha do Porto de Paranaguá para operações de exportação e importação de diferentes lugares do mundo. “Atualmente, exportamos mercadorias para mais de 200 países e importamos de mais de 150. Acompanhando a realidade global e as demandas do mercado internacional, preparamos o porto paranaense para movimentar diferentes tipos de carga e isso tem sido um diferencial”, diz.
Nos últimos sete anos, foram investidos no porto paranaense mais de R$ 650 milhões, o que ampliou a capacidade operacional portuária, em volume e diversificação de produtos.
Fonte: Appa
https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/russia-esta-entre-os-paises-que-mais-importam-e-exportam-por-paranagua?utm_source=newsletter_8589&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Japão e Rússia concedem acesso preferencial a produtos brasileiros
Japão e Rússia concedem acesso preferencial a produtos brasileiros
No caso do Japão, 3.478 produtos são elegíveis para usufruir da tarifa preferencial
Brasília (11 de novembro) - O governo do Japão e a União Econômica Euroasiática concedem, por meio do Sistema Geral de Preferências (SGP), acesso preferencial a determinados produtos originários do Brasil.
No caso do Japão, 3.478 produtos são elegíveis para usufruir da tarifa preferencial que, em alguns casos, pode chegar a 100% do imposto de importação do país asiático. Informações adicionais estão disponíveis aqui.
Em relação à União Econômica Euroasiática, mais especificamente de Rússia, Bielorrússia e Cazaquistão, 3.725 linhas tarifárias estão contempladas e possibilitam uma redução de 25% do imposto de importação do país europeu. Mais informações podem ser encontradas nesta página.
Em ambos os casos, os bens devem ter origem comprovada no Brasil por meio da emissão de Certificado de Origem “Form A”. Tal formulário pode ser obtido junto ao Banco do Brasil, nesta página.
Em caso de dúvida, por favor contatar deint@mdic.gov.br; dacess@itamaraty.gov.br ou apexbrasil@apexbrasil.com.br
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
http://www.mdic.gov.br/component/content/article?id=2087
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Rússia habilita SEIS frigoríficos brasileiros sem Inspeção Prévia e suspende restrições a cinco
Rússia habilita SEIS frigoríficos brasileiros sem Inspeção Prévia e suspende restrições a cinco
O Serviço Federal Sanitário e Fitossanitário da Federação da Rússia - Rosselhoznadzor - aprovou SEIS Novas plantas Paragrafo hum Exportação de carnes Entre o final de julho e de de Início de setembro. Além Disso, o Rosselhoznadzor suspendeu restrições temporarias Pará Outros cinco Estabelecimentos de carnes do Brasil. Os Estabelecimentos Autorizados Irão fornecer carne bovina, suína e de aves, Bem Como miúdos e envoltórios ao Mercado russo. Estima-se, sem Caso de Estabelecimentos de carne bovina, um Faturamento da Ordem de US $ 14 Milhões Anuais, POR Planta. O incremento de Receita cambial Paragrafo OS frigoríficos de carne suína E Estimado em US $ 6 Milhões. A Rússia e Um dos principais Importadores de carnes brasileiras. SOMENTE em agosto, foram embarcadas 13,8 mil Toneladas de carne in natura, O Que representou, Em Valores, US $ 48,3 Milhões. O ritmo intenso Mais de aprovações E Reflexo Fazer protocolo de prelisting - Lista pré-autorizadas de Estabelecimentos Exportadores SOLUCO Garantias fazer Pais Exportador - Pará Produtos de Origem animal, assinado Entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) EO Rosselhoznadzor, Durante uma visita da Ministra Kátia Abreu a Moscou, em julho Passado. o Faça Totais de onze, cinco plantas habilitadas Pelas eram autoridades Russas sem Inspeção prévia, com base de NAS de Garantias apresentadas Cabelo Mapa.
http://www.comunidadecomercioexterior.com.br/p/russia-habilita-estabelecimentos-de_4.html
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Rússia aprova volta de importação de imitações
Rússia aprova volta de importação de imitações
Aleksêi Lossan, Gazeta Russa
Governo russo aprovou no início do mês a 'importação paralela. Isso significa que será possível vender ao país produtos sem permissão dos titulares da licença de marca. O governo espera que a medida leve à queda dos preços, mas especialistas dizem que a principal consequência será o aumento da falsificação. Além disso, a medida é contrária às normas da União Econômica da Eurásia, aliança que tem importância significativa no território da antiga União Soviética.
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Com medida, queda de preços poderá alcançar entre 30% e 50% em medicamentos. Foto: Artiom Gueodakian/TASS
No início de maio, o governo russo aprovou uma medida que permitirá a importação paralela em diversas categorias de produtos, especialmente medicamentos.
De acordo com o primeiro-ministro, Dmítri Medvedev, a legalização da importação de imitações pode se tornar uma medida anticrise e ajudar a derrubar os preços.
"A legalização da importação paralela leva, sem dúvida, a uma diminuição acentuada do nível médio dos preços de medicamentos e outros produtos, aos quais se pode estender a nova lei", diz o analista da holding de investimento Finam, Timur Nigmatulin.
De acordo com ele, dependendo do segmento a queda de preços poderá alcançar entre 30% e 50% nos medicamentos.
Processo de aprovação
Com a decisão do governo, deverá ser elaborada uma lista de produtos autorizados para importação nessa categoria.
O gabinete de ministros discute sobretudo a compra de bens de contrafação na esfera de medicamentos, perfumaria e artigos eletrônicos – atualmente, todos vendidos à Rússia por meio de distribuidores oficiais.
Segundo estimativas da Comissão Econômica da Eurásia, a importação paralela poderá levar a quedas de 60% a 80% nos preços de peças importadas de automóveis, de 20% a 60% em produtos de perfumaria, e de até 50% em bebês-confortos.
As importações paralelas estavam proibidas na Rússia desde 2002, e o controle das vendas de artigos de marca foi confiado aos proprietários das licenças. A importação e a venda de bens sem autorização desses são consideradas falsificações.
"Foi justamente a proibição das importações paralelas que contribuiu para atrair investidores estrangeiros ao mercado russo e os incentivou a iniciar produção própria no país", disse à Gazeta Russa o diretor-geral da Associação de Negócios Europeus, Frank Schauff.
O regresso às práticas da década de 1990, segundo ele, reduzirá drasticamente a capacidade de atração de investimento estrangeiro ao mercado russo na abertura de novos negócios.
Assim, o Ministério da Indústria também é contrário à medida. O chefe da pasta, Denis Manturov, disse à agência Tass que as importações paralelas contradizem as normas da União Econômica da Eurásia – uma aliança de integração de importância vital no antigo território da União Soviética.
Composta por Rússia, Cazaquistão, Bielorrússia e Armênia, a união pressupõe a inexistência de controle alfandegário nas fronteiras dos países-membros.
Em um futuro próximo, o Quirguistão também deverá se juntar ao grupo. Além disso, em 8 de maio, a aliança iniciou negociações com a China para cooperação comercial e econômica.
Aumento de falsificações
Segundo Timur Nigmatullina, da Finam, a volta das importações paralelas levará a um aumento de mercadorias falsificadas entre artigos importados. Mas esse aumento será nivelado pela diminuição de produtos falsificados fabricados em território russo.
"A União Econômica da Eurásia não pretende introduzir as importações paralelas em áreas que tenham porcentagens elevadas de investimento estrangeiro na produção local", disse à Gazeta Russa o ministro da comissão econômica da Eurásia para os negócios, Andrêi Slepnev.
Por outro lado, segundo ele, a questão da autorização das importações paralelas já é discutidahá muito tempo na aliança. Inicialmente, a parte russa propôs permitir a importação paralela de medicamentos e o Cazaquistão, de peças de carro.
"A importação paralela pode ser autorizada para determinados grupos de mercadorias. Estão agora sendo discutidos os diferentes critérios de seleção desses: tanto a política de preços dos distribuidores oficiais, como a disponibilidade de investimento na produção desses bens no território da União Econômica da Eurásia e as particularidades dos mercados de produtos específicos", diz Slepnev.
No entanto, diz ele, isso exigirá a introdução de mudanças nos estatutos da união.
http://br.rbth.com/economia/2015/05/15/o_que_significa_para_a_russia_a_volta_das_importacoes_paralelas_30353.html
No início de maio, o governo russo aprovou uma medida que permitirá a importação paralela em diversas categorias de produtos, especialmente medicamentos.
De acordo com o primeiro-ministro, Dmítri Medvedev, a legalização da importação de imitações pode se tornar uma medida anticrise e ajudar a derrubar os preços.
"A legalização da importação paralela leva, sem dúvida, a uma diminuição acentuada do nível médio dos preços de medicamentos e outros produtos, aos quais se pode estender a nova lei", diz o analista da holding de investimento Finam, Timur Nigmatulin.
De acordo com ele, dependendo do segmento a queda de preços poderá alcançar entre 30% e 50% nos medicamentos.
Processo de aprovação
Com a decisão do governo, deverá ser elaborada uma lista de produtos autorizados para importação nessa categoria.
O gabinete de ministros discute sobretudo a compra de bens de contrafação na esfera de medicamentos, perfumaria e artigos eletrônicos – atualmente, todos vendidos à Rússia por meio de distribuidores oficiais.
Segundo estimativas da Comissão Econômica da Eurásia, a importação paralela poderá levar a quedas de 60% a 80% nos preços de peças importadas de automóveis, de 20% a 60% em produtos de perfumaria, e de até 50% em bebês-confortos.
As importações paralelas estavam proibidas na Rússia desde 2002, e o controle das vendas de artigos de marca foi confiado aos proprietários das licenças. A importação e a venda de bens sem autorização desses são consideradas falsificações.
"Foi justamente a proibição das importações paralelas que contribuiu para atrair investidores estrangeiros ao mercado russo e os incentivou a iniciar produção própria no país", disse à Gazeta Russa o diretor-geral da Associação de Negócios Europeus, Frank Schauff.
O regresso às práticas da década de 1990, segundo ele, reduzirá drasticamente a capacidade de atração de investimento estrangeiro ao mercado russo na abertura de novos negócios.
Assim, o Ministério da Indústria também é contrário à medida. O chefe da pasta, Denis Manturov, disse à agência Tass que as importações paralelas contradizem as normas da União Econômica da Eurásia – uma aliança de integração de importância vital no antigo território da União Soviética.
Composta por Rússia, Cazaquistão, Bielorrússia e Armênia, a união pressupõe a inexistência de controle alfandegário nas fronteiras dos países-membros.
Em um futuro próximo, o Quirguistão também deverá se juntar ao grupo. Além disso, em 8 de maio, a aliança iniciou negociações com a China para cooperação comercial e econômica.
Aumento de falsificações
Segundo Timur Nigmatullina, da Finam, a volta das importações paralelas levará a um aumento de mercadorias falsificadas entre artigos importados. Mas esse aumento será nivelado pela diminuição de produtos falsificados fabricados em território russo.
"A União Econômica da Eurásia não pretende introduzir as importações paralelas em áreas que tenham porcentagens elevadas de investimento estrangeiro na produção local", disse à Gazeta Russa o ministro da comissão econômica da Eurásia para os negócios, Andrêi Slepnev.
Por outro lado, segundo ele, a questão da autorização das importações paralelas já é discutidahá muito tempo na aliança. Inicialmente, a parte russa propôs permitir a importação paralela de medicamentos e o Cazaquistão, de peças de carro.
"A importação paralela pode ser autorizada para determinados grupos de mercadorias. Estão agora sendo discutidos os diferentes critérios de seleção desses: tanto a política de preços dos distribuidores oficiais, como a disponibilidade de investimento na produção desses bens no território da União Econômica da Eurásia e as particularidades dos mercados de produtos específicos", diz Slepnev.
No entanto, diz ele, isso exigirá a introdução de mudanças nos estatutos da união.
http://br.rbth.com/economia/2015/05/15/o_que_significa_para_a_russia_a_volta_das_importacoes_paralelas_30353.html
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Exportações
Exportações de carne brasileira para a Rússia cresceram em 2014
Foto: Voice of Russia/Evguenia Samoylichenko
Foto de arquivo
Em 2014, o Brasil aumentou as suas exportações de carne para a Rússia. Em certas posições, o crescimento supera os 100%.
Segundo dados oficiais do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para janeiro-novembro de 2013, o volume total de exportação da carne bovina brasileira superou as 1.073 mil toneladas. Dados para o mesmo período de 2014 apontam para mais de 1.119 mil toneladas. E a Rússia registra crescimento também: em 2014, o país recebeu 301,2 mil toneladas da carne bovina do Brasil, sendo este volume em 2013 de 281,6 mil toneladas.
O aumento do comércio deste item entre o Brasil e a Rússia deve-se, em parte, à retirada do embargo motivado pela presença de ractopamina, proibida na Rússia. O fim parcial da restrição aconteceu em meados do ano em curso. Hoje em dia, cerca de 60 empresas brasileiras produtoras de carne bovina estão autorizadas a exportar este produto para a Rússia.
Já com a carne suína, há quase 30 empresas brasileiras autorizadas a exportar para a Rússia. As exportações mundiais deste item caíram de 408,5 mil toneladas em 2013 a 387,1 mil em 2014. No entanto, no que toca às importações russas de carne suína produzida no Brasil, estas foram de 124,8 mil toneladas em 2013 e de 172,3 mil toneladas em 2014.
Contudo, o maior crescimento é mostrado pela carne de frango. Em 2013, foram registrados 45,4 mil toneladas enviadas pelo Brasil à Rússia. E em 2014, são já 117,7 mil. O volume total das exportações mundiais deste item brasileiro também apresenta crescimento, mas não tão grande: de mais de 3.258 toneladas em 2013 a quase 3.337 toneladas em 2014.
Estes são os dados mais recentes sobre as exportações brasileiras para a Rússia em 2014. Nos inícios do ano que está quase transcorrido, as autoridades fitossanitárias russas registravam queda das importações de carne, resultado de tensão nas relações internacionais. A abertura do mercado brasileiro é considerada por vários especialistas como uma medida eficaz tanto para a Rússia, como para o Brasil.
Além da carne acima mencionada, que corresponde aos códigos 020711-020714 do Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias (SH), foram viabilizadas as importações na Rússia de produtos lácteos do Brasil. O volume do fluxo russo-brasileiro deste item ainda não é muito grande, mas especialistas preveem avanços significativos nesta área no futuro.
http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_12_30/exportacoes-de-carne-brasileira-para-a-russia-cresceram-em-2014-3232/
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Geller anuncia acordo com Rússia com liberação recorde para exportação
Geller anuncia acordo com Rússia com liberação recorde para exportação
O serviço sanitário russo (Rosselkhoznadzor) autorizou nessa quarta-feira (06) a liberação de 87 estabelecimentos para exportação de carnes, miúdos de carnes, aves, miúdos de aves, suínos e miúdos de suínos. Umas das novidades é a inclusão de 2 estabelecimentos de produtos lácteos. No total 89 frigoríficos foram liberados. Duas novas plantas podem ser confirmadas nos próximos dias.
“Frente a este resultado, o Brasil ampliará substantivamente suas exportações de carnes e lácteos para os países da União Aduaneira, consolidando a parceria no agronegócio internacional e as relações de confiança e amizade entre os dois países”, afirmou o ministro da Agricultura, Neri Geller.
A Rússia já é o principal destino das exportações brasileiras de carnes suína e bovina. Apenas de carne bovina in natura, foram comercializadas entre Brasil e Rússia, em 2013, 303 mil toneladas, gerando US$ 1,2 bilhão em receitas. De carne suína, foram exportados 134 mil toneladas, com receita na ordem de US$ 412 milhões. Os produtos agropecuários exportados à Rússia no ano passado garantiram o ingresso de US$ 2,72 bilhões na balança comercial brasileira.
Histórico – Durante a 82ª Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), realizada no final de maio deste ano em Paris, França, o ministro Neri Geller manteve entendimentos com o chefe do Serviço Veterinário da Federação Russa, Serguey Dankvert, quando trataram da importância do monitoramento do serviço sanitário brasileiro como garantidor da sanidade do produto exportado. Foi tratado ainda sobre o envio de listas de potenciais fornecedores de carne para a Rússia. Na ocasião Dankvert disse estar satisfeito com as relações com o Brasil, demonstrando potencial para intensificar a parceria.
No dia 14 de julho também deste ano a presidente Dilma Rousseff recebeu no Brasil o presidente da Rússia, Vladimir Putin, quando foram assinados uma série de acordos bilaterais nas áreas de economia, defesa, tecnologia, energia e produção de vacinas. Um dos principais termos dos acordos previa o aumento das trocas comerciais entre os dois países ao patamar de US$ 10 bilhões anuais.
Nos últimos dias 5 e 6 de agosto, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizou uma missão técnica junto a Federação Russa que rendeu a aprovação de Serviços de Inspeção Federal (SIFs) para a comercialização de miúdos (rim, fígado, coração, intestino) e a oficialização do Certificado Sanitário Internacional (CSI) para a exportação de lácteos para a União Aduaneira (UA), formada pela Rússia, Bielorússia e Casaquistão. Foi apresentado ainda um protocolo com as exigências fitosanitárias da UA para exportação de trigo da Rússia para o Brasil.
Assessoria de Comunicação Social
http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2014/08/geller-anuncia-acordo-com-russia-com-liberacao-recorde-para-exportacao
quinta-feira, 20 de março de 2014
Forças russas expulsam militares ucranianos e tomam conta do Porto de Sebastopol
Forças russas expulsam militares ucranianos e tomam conta do Porto de Sebastopol
Forças da Rússia tomaram conta da base do Porto de Sebastopol, na Criméia, sem grande resistência dos militares ucranianos nesta quarta-feira (19). Cerca de 200 civis expulsaram o comando da Marinha local. O porta-voz naval ucraniano, Sergey Bogdanov, afirmou que não houve violência e que a ocupação foi liderada pelas denominadas unidades de autodefesa pró-Rússia.
Horas depois, outro grupo pró-Rússia atacou a base sul da Marinha ucraniana em Novoozerne, no oeste da Península Crimeia, derrubando o portão com um trator, segundo o porta-voz do ministério ucraniano da Defesa. Cerca de 50 militares ucranianos foram vistos retirando arquivos sob os olhares das forças pró-russas, enquanto uma bandeira russa era hasteada.
Em Kiev, o presidente interino Olexandre Turchinov deu três horas para que o almirante Gaiduk e outros reféns fossem libertados, sem explicar que medidas seriam tomadas caso isso não acontecesse. O governo está elaborando um plano para retirar suas tropas da Crimeia, após ver uma a uma suas bases serem atacadas após a região se decidir pela anexação à Rússia.
O secretário do Conselho de Segurança Nacional e Defesa, Andriy Parubiy, disse que o governo pedirá à ONU que converta a Crimeira em uma zona desmilitarizada depois que as tropas ucranianas partirem. O país decidiu ainda deixar a CEI – a Comunidade dos Estados Independentes. Fundado no final de 1991, o grupo reúne onze ex-repúblicas soviéticas e é liderado pela Rússia.
As informações são da Reuters.
http://portogente.com.br/noticias-do-dia/forcas-russas-expulsam-militares-ucranianos-e-tomam-conta-do-porto-de-sebastopol-81370
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