LEGISLAÇÃO

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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Brasil e Alemanha assinam acordos de cooperação em inovação e integração produtiva


Brasil e Alemanha assinam acordos de cooperação em inovação e integração produtiva


Brasília  - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, recebeu hoje comitiva alemã liderada pelo vice-ministro Matthias Machnig, responsável pelos departamentos de política industrial, política econômica externa, inovação, informática, política de comunicação e política para pequenas e médias empresas.

Monteiro e Machnig assinaram acordos de cooperação nas áreas de inovação e integração produtiva. O Brasil tem interesse em aprofundar o conhecimento quanto à visão alemã de quarta revolução industrial, ou seja, a integração produtiva aos sistemas de tecnologia da informação de ponta. Para isso, pretende trocar experiências em políticas públicas e apoiar parcerias entre empresas e institutos de pesquisa dos dois países.

Também foi assinada declaração de intenções em apoio à cooperação do INMETRO e os institutos de metrologia da Alemanha. Foi tratado ainda no encontro o lançamento de edital de primeira chamada no âmbito da Cooperação Bilateral em Pesquisa e Desenvolvimento Industrial Brasil – Alemanha para incentivar o desenvolvimento conjunto de projetos de P&D industrial.


Comércio

Para as exportações brasileiras, o mercado alemão é extremamente importante, posicionando-se como o maior importador de produtos brasileiros da indústria de transformação na região. A Alemanha é um dos 32 mercados prioritários do Plano Nacional de Exportações.

A Alemanha ocupou o 10º lugar no ranking do fluxo de entrada de investimentos em 2014. O estoque de investimento estrangeiro direto da Alemanha no Brasil é de US$ 18,2 bilhões, o maior na América Latina.


Assessoria de Comunicação Social do MDIC

http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&noticia=13986

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Exportações alemãs sofrem pior queda em cinco anos


Exportações alemãs sofrem pior queda em cinco anos

Comércio exterior é afetado por sanções contra a Rússia, apontam especialistas. Variação de -5,8% é a maior desde 2009, quando a crise financeira global atingiu a indústria do país. Exportações também registram baixa.




As exportações da Alemanha, a maior economia da Europa, sofreram em agosto sua pior queda em mais de cinco anos. A variação foi de -5,8% em relação ao mês anterior, divulgou o Departamento Federal de Estatísticas (Destatis) nesta quinta-feira (09/10).

A redução foi a mais acentuada desde janeiro de 2009, quando a crise financeira global atingiu o setor industrial alemão, abrindo caminho para uma recessão no país. Analistas consultados pela agência de notícias Reuters previam uma variação de -4% para agosto, depois de as exportações terem crescido 4,8% em julho em relação ao mês anterior.

Também as importações sofreram uma surpreendente queda de 1,3% em agosto. O comércio externo alemão foi influenciado por uma contração da demanda dos principais parceiros na zona do euro e uma série de crises globais.

Um dos fatores responsáveis pelos recuos em agosto seriam as sanções econômicas contra a Rússia, que entraram em vigor no dia 1º do mês, apontam especialistas. Além de bancos, as medidas afetaram armamentos e bens de alta tecnologia.

O vice-diretor-executivo da Confederação Alemã das Câmaras de Indústria e Comércio (DIHK), Volker Treier, destaca que 2014 é um ano que preocupa em termos de geopolítica.

Analistas ouvidos pela Reuters alteraram sua estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014, de 1,9% para 1,3%. Para 2015, a expectativa também caiu de 2% para 1,2%.

LPF/dpa/rtr

http://www.dw.de/exporta%C3%A7%C3%B5es-alem%C3%A3s-sofrem-pior-queda-em-cinco-anos/a-17983750

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

MDIC pede apoio da Alemanha nas negociações de acordo entre Mercosul e União Europeia

MDIC pede apoio da Alemanha nas negociações de acordo entre Mercosul e União Europeia


Hamburgo - Alemanha (1º de setembro) - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Mauro Borges, participou na manhã de hoje do Encontro Econômico Brasil-Alemanha. Em seu discurso, o ministro destacou discussões com ênfase em infraestrutura e logística. Mauro Borges também reforçou as negociações do Brasil com a União Europeia na criação de um acordo comercial.

"Brasil e Alemanha são essenciais para as propostas de acordo Mercosul e União Europeia. O Brasil já fez o dever de casa. Temos uma proposta estruturada, mas o apoio da Alemanha é fundamental e decisivo para o avanço das discussões", pontuou.

Em sua apresentação, Mauro Borges também frisou que o Brasil apresenta grandes oportunidades de investimentos e competitividade, e pontuou que existe consenso quanto à necessidade de reformas tributária, com a progressiva diminuição de tarifas, e trabalhista alinhas ao século 21. "São importantes para a guerra à burocracia", salientou.

O Encontro Econômico Brasil-Alemanha acontece na cidade de Hamburgo e reúne, além de autoridades brasileiras, o presidente da Federação das Indústrias Alemã, Urlrich Grillo, e o secretário de Estado da Economia e Energia da Alemanha, Stefan Kapferer.


Assessoria de Comunicação Social do MDIC

http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&noticia=13381

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Comércio exterior impulsiona crescimento da Alemanha no 4º tri


Comércio exterior impulsiona crescimento da Alemanha no 4º tri

Por Michelle Martin

BERLIM,  (Reuters) - O comércio exterior impulsionou o crescimento da Alemanha no quarto trimestre enquanto a demanda doméstica, que havia sido importante durante o restante do ano, acabou pesando.

Dados ajustados sazonalmente da Agência Federal de Estatísticas alemã nesta terça-feira confirmaram a estimativa preliminar mostrando que o Produto Interno Bruto (PIB) alemão cresceu 0,4 por cento no trimestre entre outubro e dezembro comparado com 0,3 por cento durante os três meses anteriores.

Os detalhes mostraram que a demanda doméstica subtraiu 0,7 ponto percentual do crescimento enquanto o comércio exterior, que havia sido fraco durante a maior parte de 2013, acrescentou 1,1 ponto percentual ao PIB.

A agência de estatísticas disse que a economia doméstica enviou "sinais mistos". Os investimentos em capital se recuperaram de forma significativa, grandes reduções de estoques travaram o crescimento e gastos públicos ficaram estagnados enquanto o consumo privado caiu.

Economistas esperam que a demanda doméstica ganhe força neste ano e Berlim conta com isso para impulsionar uma expansão prevista de 1,8 por cento, enquanto a expectativa para o comércio exterior é de que refreie o crescimento.

"Alta segurança no emprego e renda em alta, assim como inflação bastante baixa, têm impulsionado a confiança do consumidor para máximas recordes ultimamente, e isso deve se traduzir em crescimento mais forte dos gastos das famílias em 2014", disse Christian Schulz, do Berenberg Bank.

"A forte queda nos estoques pode até mesmo provocar uma retomada no primeiro trimestre de 2014 se os estoques forem repostos", completou.

A economia alemã foi uma locomotiva do crescimento durante os primeiros anos da crise da zona do euro, mas sua performance enfraqueceu nos últimos dois anos, e em 2013 o país cresceu no ritmo mais lento desde a crise financeira global.

Os dados desta terça-feira também confirmaram a preliminar de que o PIB da Alemanha avançou 1,3 por cento na comparação anual no quarto trimestre.

(Reportagem adicional de Rene Wagner)

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPEA1O00E20140225