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segunda-feira, 25 de março de 2019

Balança comercial brasileira: Semanal



Balança comercial brasileira: Semanal


BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

MARÇO 2019 – 4ª semana


RESULTADOS GERAIS

Na quarta semana de março de 2019, a balança comercial registrou superávit de US$ 721 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 4,340 bilhões e importações de US$ 3,619 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 14,252 bilhões e as importações, US$ 9,998 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,254 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 49,158 bilhões e as importações, US$ 39,006 bilhões, com saldo positivo de US$ 10,152 bilhões.


ANÁLISE DA SEMANA

A média das exportações da 4ª semana chegou a US$ 868,0 milhões, 21,2% abaixo da média de US$ 1,101 bilhão até a 3ª semana, em razão da queda das exportações nas três categorias de produtos: básicos (-24,1%, de US$ 609,2 milhões para US$ 462,4 milhões, por conta de petróleo em bruto, soja em grão, farelo de soja, café em grão, carnes de frango e bovina); manufaturados (-23,0%, de US$ 367,6 milhões para US$ 283,0 milhões, em razão de máquinas e aparelhos para terraplanagem, automóveis de passageiros, óxidos e hidróxidos de alumínio, veículos de carga, tubos flexíveis de ferro ou aço) e produtos semimanufaturados (-1,5%, de US$ 124,5 milhões para US$ 122,6 milhões, em razão de ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas, alumínio em bruto, madeira serrada ou fendida, açúcar em bruto).

Do lado das importações, apontou-se crescimento de 2,1%, sobre igual período comparativo (média da 4ª semana, US$ 723,8 milhões sobre a média até a 3ª semana, US$ 708,8 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, cereais e produtos da indústria da moagem, farmacêuticos, peixes e crustáceos, alumínio e suas obras.


ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 4ª semana de março/2019 (US$ 1,018 bilhão) com a de março/2018 (US$ 939,4 milhões), houve crescimento de 8,4%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (+17,8%, de US$ 472,6 milhões para US$ 556,8 milhões, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, soja em grão, café em grão, algodão em bruto, minério de ferro, farelo de soja) e produtos semimanufaturados (+2,6%, de US$ 120,7 milhões para US$ 123,8 milhões, por conta de produtos semimanufaturados de ferro ou aço, ouro em formas semimanufaturadas, ferro fundido, alumínio em bruto, ferro-ligas). Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-2,5%, de US$ 346,1 milhões para US$ 337,4 milhões, por conta de veículos de carga, óleos combustíveis, automóveis de passageiros, tratores, laminados planos de ferro ou aço, açúcar refinado). Relativamente a fevereiro/2019, houve crescimento de 25,0%, em virtude do aumento na venda das três categorias de produtos: básicos (+33,2%, de US$ 418,1 milhões para US$ 556,8 milhões); semimanufaturados (+25,5%, de US$ 98,7 milhões para US$ 123,8 milhões) e manufaturados (+13,3%, de US$ 297,8 milhões para US$ 337,4 milhões).

Nas importações, a média diária até a 4ª semana de março/2019, de US$ 714,2 milhões, ficou 8,6% acima da média de março/2018 (US$ 657,6 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com cereais e produtos da indústria da moagem (+87,0%), adubos e fertilizantes (+53,9%), plásticos e obras (+15,3%), combustíveis e lubrificantes (+13,3%) e equipamentos eletroeletrônicos (+8,1%). Ante fevereiro/2019, houve crescimento de 13,2%, pelos aumentos em veículos automóveis e partes (+42,1%), combustíveis e lubrificantes (+37,2%), equipamentos eletroeletrônicos (+16,7%), plásticos e obras (+14,6%) e equipamentos mecânicos (+11,8%).



SECEX

25.03.2019






http://www.mdic.gov.br/index.php/comercio-exterior/estatisticas-de-comercio-exterior/balanca-comercial-brasileira-semanal

terça-feira, 12 de março de 2019

Balança comercial brasileira: Semanal


Balança comercial brasileira: Semanal



Navegação dessa área

1. Nota completa - 1ª e 2ª semanas - Março

2. Setores e semanas - 1ª e 2ª semanas - Março

3. Commodities - 1ª e 2ª semanas - Março




BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

MARÇO 2019 – 1ª e 2ª semanas


RESULTADOS GERAIS

Nas duas primeiras semanas de março de 2019, que totalizaram 4 dias úteis, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,397 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 5,144 bilhões e importações de US$ 2,748 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 40,051 bilhões e as importações, US$ 31,756 bilhões, com saldo positivo de US$ 8,295 bilhões.


ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de março/2019 (US$ 1,286 bilhão) com a de março/2018 (US$ 939,4 milhões), houve crescimento de 36,9%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (+41,2%, de US$ 346,1 milhões para US$ 488,5 milhões, por conta de máquinas e aparelhos para terraplanagem, aviões, obras de ferro ou aço, tubos flexíveis de ferro ou aço, motores para veículos automóveis); básicos (+34,7%, de US$ 472,6 milhões para US$ 636,6 milhões, por conta, principalmente, de carnes de frango e bovina, café em grão, minério de ferro, farelo de soja, soja em grão, fumo em folhas) e semimanufaturados (+33,3%, de US$ 120,7 milhões para US$ 160,9 milhões, por conta, principalmente, de ferro-ligas, semimanufaturados de ferro ou aço, ouro em formas semimanufaturadas, couros e peles, madeira serrada ou fendida, açúcar em bruto). Relativamente a fevereiro/2019, houve crescimento de 57,9%, em virtude do aumento nas vendas de produtos manufaturados (+64,0%, de US$ 297,8 milhões para US$ 488,5 milhões); semimanufaturados (+63,1%, de US$ 98,7 milhões para US$ 160,9 milhões) e básicos (+52,3%, de US$ 418,1 milhões para US$ 636,6 milhões).

Nas importações, a média diária até a 2ª semana de março/2019, de US$ 687,0 milhões, ficou 4,5% acima da média de março/2018 (US$ 657,6 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (+72,0%), plásticos e obras (+26,3%), equipamentos eletroeletrônicos (+16,1%), químicos orgânicos e inorgânicos (+15,2%), veículos automóveis e partes (+13,3%). Ante fevereiro/2019, registrou-se crescimento de 8,9%, pelos aumentos nas compras de veículos automóveis e partes (+51,8%), plásticos e obras (+25,6%), equipamentos eletroeletrônicos (+25,4%), químicos orgânicos e inorgânicos (+16,6%) e equipamentos mecânicos (+9,5%).



SECEX

11.03.2019







http://www.mdic.gov.br/comercio-exterior/estatisticas-de-comercio-exterior/balanca-comercial-brasileira-semanal

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Balança comercial brasileira: Semanal


Balança comercial brasileira: Semanal


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1. Nota completa - 4ª semana Fevereiro

2. Setores e semanas - 4ª semana Fevereiro

3. Commodities - 4ª semana Fevereiro


ATENÇÃO: A nomenclatura dos arquivos sofreu alteração por conta de mudanças no publicador do portal do ministério. Não serão mais utilizados caracteres especiais (tais como º e ª) para nomear os arquivos semanais. O arquivo comprimido (.zip) com todos os arquivos não será mais disponibilizado.


BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

FEVEREIRO 2019 – 4ª semana


RESULTADOS GERAIS

Na quarta semana de fevereiro de 2019, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,010 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 5,069 bilhões e importações de US$ 3,059 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 13,785 bilhões e as importações, US$ 10,194 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,591 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 32,364 bilhões e as importações, US$ 26,580 bilhões, com saldo positivo de US$ 5,784 bilhões.




ANÁLISE DA SEMANA

A média das exportações da 4ª semana chegou a US$ 1,013 bilhão, 28,0% acima da média de US$ 792,4 milhões até a 3ª semana, em razão do aumento nas exportações das três categorias de produtos: manufaturados(+32,4%, de US$ 307,9 milhões para US$ 407,6 milhões, em razão, principalmente, de aviões, gasolina, motores e turbinas para aviação, máquinas e aparelhos para terraplanagem, produtos laminados planos de ferro/aço), básicos (+25,2%, de US$ 384,6 milhões para US$ 481,5 milhões, por conta de soja em grão, petróleo em bruto, minério de cobre, minério de manganês, bovinos vivos) e semimanufaturados (+24,8%, de US$ 99,8 milhões para US$ 124,6 milhões, em razão de celulose, ferro fundido bruto e ferro spiegel, açúcar de cana em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, semimanufaturados de ferro/aço).

Do lado das importações, apontou-se retração de 5,7%, sobre igual período comparativo (média da 4ª semana, US$ 611,8 milhões sobre média até a 3ª semana, US$ 648,6 milhões), explicada, principalmente, pela diminuição nos gastos com combustíveis e lubrificantes, químicos orgânicos e inorgânicos, equipamentos eletroeletrônicos, plásticos e obras, cobre e suas obras, aeronaves e peças.


ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 4ª semana de fevereiro/2019 (US$ 861,5 milhões) com a de fevereiro/2018 (US$ 967,2 milhões), houve queda de 10,9%, em razão da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-22,9%, de US$ 439,9 milhões para US$ 339,1 milhões, por conta de plataforma para extração de petróleo, automóveis de passageiros, tratores, veículos de carga, açúcar refinado) e semimanufaturados (-14,2%, de US$ 125,3 milhões para US$ 107,5 milhões, por conta de açúcar de cana em bruto, óleo de soja em bruto, celulose, produtos semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas). Por outro lado, aumentaram as vendas de produtos básicos (+9,4%, de US$ 379,4 milhões para US$ 414,9 milhões, por conta, principalmente, de soja em grão, milho em grão, minério de ferro, algodão em bruto, café cru em grão. Relativamente a janeiro/2019, houve crescimento de 2,0%, em virtude dos aumentos nas vendas de produtos básicos (+9,8%, de US$ 377,9 milhões para US$ 414,9 milhões) e manufaturados (+1,6%, de US$ 333,7 milhões para US$ 339,1 milhões). Por outro lado, reduziram as vendas de produtos semimanufaturados (-19,0%, de US$ 132,8 milhões para US$ 107,5 milhões).

Nas importações, a média diária até a 4ª semana de fevereiro/2019, de US$ 637,1 milhões, ficou 20,4% abaixo da média de fevereiro/2018 (US$ 800,6 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-26,1%), equipamentos elétricos e eletrônicos (-13,2%), veículos automóveis e partes (-19,3%), equipamentos mecânicos (-8,7%), químicos orgânicos e inorgânicos (-7,7%). Ante janeiro/2019, houve queda de 14,5%, pelas diminuições em aeronaves e peças (-44,8%), equipamentos elétricos e eletrônicos (-11,5%), combustíveis e lubrificantes (-9,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (-8,2%), plásticos e obras (-4,7%).


SECEX/DEAEX

25.02.2019

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Balança comercial brasileira: Semanal


Balança comercial brasileira: Semanal


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1. Nota completa - 3ª semana Fevereiro

2. Setores e semanas - 3ª semana Fevereiro

3. Commodities - 3ª semana Fevereiro


ATENÇÃO: A nomenclatura dos arquivos sofreu alteração por conta de mudanças no publicador do portal do ministério. Não serão mais utilizados caracteres especiais (tais como º e ª) para nomear os arquivos semanais. O arquivo comprimido (.zip) com todos os arquivos não será mais disponibilizado.


BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

FEVEREIRO 2019 – 3ª semana



RESULTADOS GERAIS

Na terceira semana de fevereiro de 2019, a balança comercial registrou superávit de US$ 608 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,948 bilhões e importações de US$ 3,340 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 8,748 bilhões e as importações, US$ 7,135 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,613 bilhão. No ano, as exportações totalizam US$ 27,327 bilhões e as importações, US$ 23,522 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,805 bilhões.


ANÁLISE DA SEMANA

A média das exportações da 3ª semana chegou a US$ 789,6 milhões, 1,3% abaixo da média de US$ 800,0 milhões até a 2ª semana, em razão da queda nas exportações de produtos semimanufaturados (-8,7%, de US$ 107,0 milhões para US$ 97,6 milhões, em razão de ouro em formas semimanufaturadas, açúcar de cana em bruto, ferro-ligas, óleo de soja em bruto e zinco em bruto) e manufaturados (-7,7%, de US$ 319,6 milhões para US$ 294,9 milhões, em razão, principalmente, de máquinas e aparelhos para terraplanagem, tubos de ferro fundido, automóveis de passageiros, artigos e aparelhos de prótese ortopédica, motores para veículos automóveis e suas partes). Por outro lado, aumentaram as vendas de produtos básicos (+6,3%, de US$ 373,5 milhões para US$ 396,9 milhões, por conta de petróleo em bruto, farelo de soja, minérios de ferro, minérios de cobre, bovinos vivos).

Do lado das importações, apontou-se crescimento de 5,6%, sobre igual período comparativo (média da 3ª semana, US$ 667,9 milhões sobre média até a 2ª semana, US$ 632,3 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, adubos e fertilizantes, instrumentos de ótica e precisão, bebidas e álcool, cobre e suas obras.


ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 3ª semana de fevereiro/2019 (US$ 795,3 milhões) com a de fevereiro/2018 (US$ 967,2 milhões), houve queda de 17,8%, em razão da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-29,9%, de US$ 439,9 milhões para US$ 308,4 milhões, por conta de plataforma para extração de petróleo, automóveis de passageiros, tratores, veículos de carga, açúcar refinado) e semimanufaturados (-18,0%, de US$ 125,3 milhões para US$ 102,8 milhões, por conta de celulose, açúcar de cana em bruto, óleo de soja em bruto, ferro fundido, alumínio em bruto, couros e peles, depilados). Por outro lado, aumentaram as vendas de produtos básicos (+1,2%, de US$ 379,4 milhões para US$ 384,1 milhões, por conta, principalmente, de soja em grão, milho em grãos, minério de ferro, algodão em bruto, carnes bovina e de frango, café em grãos). Relativamente a janeiro/2019, houve queda de 5,8%, em virtude da redução nas vendas de produtos semimanufaturados (-22,6%, de US$ 132,8 milhões para US$ 102,8 milhões) e manufaturados (-7,6%, de US$ 333,7 milhões para US$ 308,4 milhões). Os produtos básicos apresentaram aumento (+1,6%, de 377,9 milhões para US$ 384,1 milhões).

Nas importações, a média diária até a 3ª semana de fevereiro/2019, de US$ 648,6 milhões, ficou 19,0% abaixo da média de fevereiro/2018 (US$ 800,6 milhões). Nesse comparativo, reduziram os gastos, principalmente, com veículos automóveis e partes (-26,1%), combustíveis e lubrificantes (-16,4%), farmacêuticos (-14,1%), equipamentos eletroeletrônicos (-11,0%), equipamentos mecânicos (-8,6%). Ante janeiro/2019, houve queda de 12,9%, pela diminuição em aeronaves e peças (-35,1%), alumínio e suas obras (-17,5%), equipamentos eletroeletrônicos (-9,2%), veículos automóveis e partes (-4,6%), químicos orgânicos e inorgânicos (-3,1%).


SECEX/DEAEX

18.02.2019





http://www.mdic.gov.br/comercio-exterior/estatisticas-de-comercio-exterior/balanca-comercial-brasileira-semanal

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Duas primeiras semanas de fevereiro tem superávit de US$ 1,069 bilhão




Duas primeiras semanas de fevereiro tem superávit de US$ 1,069 bilhão


No acumulado do ano, as exportações somam US$ 23,444 bilhões e as importações, US$ 20,182 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,262 bilhões

Nas duas primeiras semanas de fevereiro de 2019, com seis dias úteis, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,069 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,865 bilhões e importações de US$ 3,795 bilhões. No ano, as vendas externas somam US$ 23,444 bilhões e as compras no exterior, US$ 20,182 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,262 bilhões. Acesse aqui os dados completos da balança comercial semanal.

Mês

Nas exportações, se compararmos a média até a segunda semana de fevereiro deste ano (US$ 810,8 milhões) com a de fevereiro do ano passado (US$ 944,6 milhões), houve queda de 14,2%, em razão, principalmente, da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-27,5%, influenciada pela redução nas vendas ao exterior de plataforma para extração de petróleo, automóveis de passageiros, óleos combustíveis, tratores e veículos de carga) e semimanufaturados (-12,1%, por conta, principalmente, de celulose, ferro fundido bruto e ferro spiegel, óleo de soja em bruto, açúcar de cana em bruto e semimanufaturados de ferro e aço). Por outro lado, cresceram as vendas de produtos básicos (0,6%, devido, principalmente, a soja em grãos, milho em grãos, algodão em bruto, café em grãos, carnes bovina e de frango, e fumo em folhas). Em relação a janeiro de 2019, houve queda de 4%, em virtude da redução nas vendas de produtos semimanufaturados (-17,1%) e produtos manufaturados (-4,4%), enquanto que subiram as vendas de produtos básicos (1%).

Nas importações, a média diária até a segunda semana de fevereiro de 2019, de US$ 632,6 milhões, ficou 21% abaixo da média de fevereiro de 2018 (US$ 800,6 milhões). Nesse comparativo, diminuíram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-38,0%), veículos automóveis e partes (-26,6%), instrumentos médicos de ótica e precisão (-16,3%), equipamentos mecânicos (-6,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (-4,9%). Na comparação com janeiro de 2019, houve queda de 15,1%, pela diminuição nas compras de bebidas e álcool (-29,0%), combustíveis e lubrificantes (-24,3%), instrumentos médicos de ótica e precisão (-6,1%), veículos automóveis e partes (-5,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (-3%).

http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3808-duas-primeiras-semanas-de-fevereiro-tem-superavit-de-us-1-069-bilhao

Balança comercial brasileira: Semanal


Balança comercial brasileira: Semanal


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BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

FEVEREIRO 2019 – 1ª e 2ª semanas


RESULTADOS GERAIS

Nas duas primeiras semanas de fevereiro de 2018, com 6 dias úteis, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,069 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,865 bilhões e importações de US$ 3,795 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 23,444 bilhões e as importações, US$ 20,182 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,262 bilhões.
ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparada a média até a 2ª semana de fevereiro/2019 (US$ 810,8 milhões) com a de fevereiro/2018 (US$ 944,6 milhões), houve queda de 14,2%, em razão da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-27,5%, de US$ 439,9 milhões para US$ 319,0 milhões, por conta de plataforma para extração de petróleo, automóveis de passageiros, óleos combustíveis, tratores e veículos de carga) e semimanufaturados (-12,1%, de US$ 125,3 milhões para US$ 110,1 milhões, por conta, principalmente, de celulose, ferro fundido bruto e ferro spiegel, óleo de soja em bruto, açúcar de cana em bruto e semimanufaturados de ferro/aço). Por outro lado, cresceram as vendas de produtos básicos (+0,6%, de US$ 379,4 milhões para US$ 381,7 milhões, por conta, principalmente, de soja em grãos, milho em grãos, algodão em bruto, café em grãos, carnes bovina e de frango, e fumo em folhas. Relativamente a janeiro/2019, houve queda de 4,0%, em virtude da redução nas vendas de produtos semimanufaturados (-17,1%, de US$ 132,8 milhões para US$ 110,1 milhões) e produtos manufaturados (-4,4%, de US$ 333,7 milhões para US$ 319,0 milhões), enquanto subiram as vendas de produtos básicos (+1,0%, de US$ 377,9 milhões para US$ 381,7 milhões).

Nas importações, a média diária até a 2ª semana de fevereiro/2019, de US$ 632,6 milhões, ficou 21,0% abaixo da média de fevereiro/2018 (US$ 800,6 milhões). Nesse comparativo, diminuíram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-38,0%), veículos automóveis e partes (-26,6%), instrumentos médicos de ótica e precisão (-16,3%), equipamentos mecânicos (-6,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (-4,9%). Ante janeiro/2019, registrou-se queda de 15,1%, pela diminuição nas compras de bebidas e álcool (-29,0%), combustíveis e lubrificantes (-24,3%), instrumentos médicos de ótica e precisão (-6,1%), veículos automóveis e partes (-5,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (-3,0%).


SECEX/DEAEX

11.02.2019





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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Balança comercial brasileira: Semanal


Balança comercial brasileira: Semanal




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BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

JANEIRO 2019 – 4ª semana


RESULTADOS GERAIS

Na quarta semana de janeiro de 2019, a balança comercial registrou superávit de US$ 618 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,620 bilhões e importações de US$ 3,002 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 16,274 bilhões e as importações, US$ 14,135 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,139 bilhões.
ANÁLISE DA SEMANA

A média das exportações da 4ª semana chegou a US$ 724,0 milhões, 25,6% abaixo da média de US$ 973,5 milhões até a 3ª semana, em razão da queda nas exportações das três categorias de produtos: semimanufaturados (-36,2%, de US$ 159,0 milhões para US$ 101,5 milhões, em razão de celulose, açúcar de cana em bruto, semimanufaturados de ferro/aço, ouro em formas semimanufaturadas e alumínio em bruto); manufaturados (-26,2%, de US$ 391,4 milhões para US$ 288,9 milhões, em razão, principalmente, de plataformas de extração de petróleo, gasolina, suco de laranja não congelado, etanol, máquinas e aparelhos para terraplanagem) e básicos (-21,1%, de US$ 422,8 milhões para US$ 333,5 milhões, por conta de petróleo em bruto, minérios de ferro e seus concentrados, soja em grãos, farelo de soja e algodão em bruto).

Do lado das importações, apontou-se queda de 29,9%, sobre igual período comparativo (média da 4ª semana, US$ 600,4 milhões sobre média até a 3ª semana, US$ 856,4 milhões), explicada, principalmente, pela diminuição nos gastos com químicos orgânicos e inorgânicos, combustíveis e lubrificantes, equipamentos eletroeletrônicos, aeronaves e peças e siderúrgicos.
ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 4ª semana de janeiro/2019 (US$ 904,2 milhões) com a de janeiro/2018 (US$ 774,0 milhões), houve crescimento de 16,8%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (+25,2%, de US$ 289,8 milhões para US$ 362,9 milhões, por conta de plataformas de extração de petróleo, aviões, óleos combustíveis, partes de motores e turbinas para aviação e gasolina); semimanufaturados (+19,7%, de US$ 119,5 milhões para US$ 143,0 milhões, por conta de celulose, produtos semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, ferro fundido bruto e ferro spiegel e ouro em formas semimanufaturadas) e básicos (+15,9%, de US$ 343,3 milhões para US$ 398,0 milhões, por conta, principalmente, de milho em grãos, soja em grãos, petróleo em bruto, minérios de ferro e seus concentrados e farelo de soja). Relativamente a dezembro/2018, houve retração de 7,5%, em virtude de queda nas vendas de produtos básicos (-18,7%, de US$ 489,6 milhões para US$ 398,0 milhões). Por outro lado, aumentaram as vendas de produtos semimanufaturados (+7,6%, de US$ 132,9 milhões para US$ 143,0 milhões) e manufaturados (+2,2%, de US$ 355,3 milhões para US$ 362,9 milhões).

Nas importações, a média diária até a 4ª semana de janeiro/2019, de US$ 785,3 milhões, ficou 21,6% acima da média de janeiro/2018 (US$ 645,6 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com aeronaves e peças (+99,2%), adubos e fertilizantes (+80,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (+12,8%), plásticos e obras (+8,0%) e equipamentos mecânicos (+3,8%). Ante dezembro/2018, houve crescimento de 21,6%, pelos aumentos em equipamentos eletroeletrônicos (+36,5%), equipamentos mecânicos (+12,1%), químicos orgânicos e inorgânicos (+17,5%), plásticos e obras (+32,6%) e borracha e obras (+35,5%).

SECEX/DEAEX

28.01.2019

4ª Semana 01 Mês

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Corrente de comércio soma US$ 9 bi na terceira semana de janeiro


Corrente de comércio soma US$ 9 bi na terceira semana de janeiro


Nas três semanas do mês, balança comercial acumula superávit de US$ 1,5 bi

Brasília (21 de janeiro) – A balança comercial registrou déficit de US$ 1,985 bilhão na terceira semana de janeiro de 2019. Esse é o resultado de exportações no valor de US$ 3,536 bilhões e importações de US$ 5,521 bilhões. Neste primeiro mês do ano, as exportações somaram US$ 12,708 bilhões e as importações, US$ 11,134 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,574 bilhão.

Confira aqui os dados completos da balança comercial.

A média das exportações da terceira semana chegou a US$ 707,3 milhões, 38,3% abaixo da média de US$ 1,146 bilhão até a segunda semana. Houve queda nas exportações de produtos manufaturados (-50,3%, de US$ 485,5 milhões para US$ 241,5 milhões, em razão, principalmente, de plataforma para extração de petróleo, aviões, laminados planos de ferro e aço, veículos de carga, gasolina) e básicos (-41,5%, de US$ 506,2 milhões para US$ 296,0 milhões, por conta de petróleo em bruto, minério de ferro, soja em grão, milho em grão, algodão em bruto). Por outro lado, cresceram as exportações de produtos semimanufaturados (10%, de US$ 154,4 milhões para US$ 169,8 milhões, em razão de celulose, ferro fundido, alumínio em bruto, madeira serrada ou fendida, ceras vegetais).

Do lado das importações, houve crescimento de 57,4% sobre a segunda semana (média de US$ 1,104 bilhão sobre média de US$ 701,6 milhões até a segunda semana). Esse aumento pode ser explicado, principalmente, pelo aumento nos gastos com adubos e fertilizantes, aeronaves e peças, combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, filamentos e fibras sintéticas e artificiais.

Mês

Nas primeiras três semanas de janeiro, as médias das exportações foi de US$ 977,5 milhões, superior à US$ 774 milhões de janeiro de 2018, aumento de 26,3%, em razão do crescimento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (35,2%, de US$ 289,8 milhões para US$ 391,6 milhões, por conta de plataforma para extração de petróleo, gasolina, óleos combustíveis, partes de motores e turbinas para aviação, aviões, laminados planos de ferro ou aço); semimanufaturados (34,1%, de US$ 119,5 milhões para US$ 160,3 milhões, por conta de celulose, semimanufaturados de ferro ou aço, ouro em formas semimanufaturadas, ferro fundido, catodos de cobre, alumínio em bruto) e básicos (23,9%, de US$ 343,3 milhões para US$ 425,4 milhões, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, milho em grão, minério de ferro, soja em grão, farelo de soja, algodão em bruto). Em relação a dezembro de 2018, as exportações permaneceram estáveis, em virtude da queda nas exportações de produtos básicos (-13,1%, de US$ 489,6 milhões para US$ 425,4 milhões) e dos aumentos nas vendas de produtos semimanufaturados (20,6%, de US$ 132,9 milhões para US$ 160,3 milhões) e manufaturados (10,2%, de US$ 355,3 milhões para US$ 391,6 milhões).

Nas importações, a média diária até a terceira semana de janeiro de 2019 (US$ 856,5 milhões) ficou 32,7% acima da média de janeiro de 2018 (US$ 645,6 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com aeronaves e peças (152%), adubos e fertilizantes (89,6%), químicos orgânicos e inorgânicos (22,4%), plásticos e obras (12,9%), equipamentos mecânicos (5,5%). Ante dezembro/2018, houve crescimento de 32,6%, pelos aumentos em equipamentos elétricos e eletrônicos (41,8%), plásticos e obras (38,6%), químicos orgânicos e inorgânicos (27,5%), equipamentos mecânicos (14%) e veículos automóveis e partes (12,4%).

http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3795-corrente-de-comercio-soma-us-9-bi-na-terceira-semana-de-janeiro

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Segunda semana de janeiro tem superávit de US$ 1,766 bilhão na balança comercial brasileira


Segunda semana de janeiro tem superávit de US$ 1,766 bilhão na balança comercial brasileira


No mês, saldo do comércio exterior do país já é positivo em US$ 3,611 bilhões

Brasília (14 de janeiro) - Na segunda semana de janeiro, a balança comercial brasileira teve saldo positivo de US$ 1,766 bilhão. Este foi o resultado das exportações no valor de US$ 5,406 bilhões, menos as importações registradas no período, que foram de US$ 3,640 bilhões. No mês, as vendas externas somam US$ 9,224 bilhões e as compras no exterior chegam a US$ 5,613 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,611 bilhões.

Confira aqui os dados completos da balança comercial

A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 1,081 bilhão, o que representa 15,1% menos que a média de US$ 1,273 da primeira semana, em razão da queda nas exportações de produtos básicos (-45,2%, por conta de petróleo em bruto, minério de ferro, farelo de soja, minério de cobre, carnes de frango e bovina, fumo em folhas) e de semimanufaturados (-23,7%, em razão de ferro-ligas, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, produtos semimanufaturados de ferro ou aço, catodos de cobre, açúcar em bruto).

Por outro lado, cresceram as vendas de produtos manufaturados (46,1%, por conta, principalmente, de plataforma de extração de petróleo, máquinas e aparelhos para terraplanagem, tubos flexíveis de ferro ou aço, tubos de ferro fundido, suco de laranja não congelado, óleos combustíveis).

Nas importações, houve crescimento de 10,7%, sobre igual período comparativo (média da segunda semana, US$ 728 milhões sobre a média da primeira semana, US$ 657,7 milhões), explicado, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, automóveis e partes, adubos e fertilizantes, borracha, plásticos e obras.

Mês

Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de janeiro de 2019 (US$ 1,153 bilhão) com a média de janeiro de 2018 (US$ 774 milhões), houve crescimento de 49% em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (67,6%, por conta de plataforma de extração de petróleo, aviões, gasolina, laminados planos de ferro ou aço, óleos combustíveis, veículos de carga), básicos (49,2%, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de ferro, milho em grão, soja em grão, farelo de soja, algodão em bruto) e semimanufaturados (29,6%, em função de produtos semimanufaturados de ferro ou aço, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, ferro-ligas, catodos de cobre, ferro fundido).

Em relação a dezembro de 2018, houve crescimento de 17,9%, em virtude do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (36,7%), semimanufaturados (16,5%) e básicos (4,6%). Nas importações, a média diária até a segunda semana de janeiro de 2019 (US$ 701,7 milhões) ficou 8,7% acima da média de janeiro de 2018 (US$ 645,6 milhões). Aumentaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (67,8%), alumínio e suas obras (42,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (31,4%), plásticos e obras (20,3%) e equipamentos eletroeletrônicos (11,8%). Sobre dezembro de 2018, as importações cresceram 8,6% em função de equipamentos eletroeletrônicos (52,9%), plásticos e obras (47,7%), químicos orgânicos e inorgânicos (36,9%), veículos automóveis e partes (13,2%) e equipamentos mecânicos (12%).

http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3789-segunda-semana-de-janeiro-tem-superavit-de-us-1-766-bilhao-na-balanca-comercial-brasileira

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Balança comercial

Balança comercial tem superávit de US$ 1,887 bilhão


    Houve crescimento de 66,2% nas exportações em relação à primeira semana de janeiro do ano passado
    Brasília (7 de janeiro) - A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,887 bilhão na primeira semana de janeiro de 2019 que teve três dias úteis. O saldo é resultado de exportações no valor de US$ 3,860 bilhões e importações de US$ 1,973 bilhões.
    Confira aqui os dados completos da balança comercial
    Nas exportações, comparadas as médias da primeira semana de janeiro de 2019 (US$ 1,287 bilhão) com a de janeiro de 2018 (US$ 774 milhões), houve crescimento de 66,2%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (110,8%, principalmente petróleo em bruto, minério de ferro, farelo de soja, soja em grãos, milho em grãos); semimanufaturados (54,8%, em especial semimanufaturados de ferro/aço, celulose, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas, catodos de cobre) e manufaturados (30,4%, principalmente laminados planos de ferro ou aço, aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, gasolina, veículos de carga).
    Em comparação a dezembro de 2018, houve crescimento de 31,6%, em virtude do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (47,8%, de US$ 489,6 milhões para US$ 723,6 milhões); semimanufaturados (39,2%, de US$ 132,9 milhões para US$ 185,0 milhões) e manufaturados (6,4%, de US$ 355,3 milhões para US$ 378 milhões).
    Nas importações, a média diária da primeira semana de janeiro de 2019 (de US$ 657,7 milhões) ficou 1,9% acima da média de janeiro de 2018 (US$ 645,6 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (47,3%), químicos orgânicos e inorgânicos (44,1%), cereais e produtos da indústria da moagem (39%), plásticos e obras (14,3%), equipamentos eletroeletrônicos (11%). Em relação a dezembro do ano passado, houve crescimento nas importações de 1,8%, pelo aumento das compras de equipamentos eletroeletrônicos (51,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (50,1%), plásticos e obras (40,3%), borrachas e obras (30,9%) e siderúrgicos (23,1%).

    segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

    Segunda semana de dezembro tem superávit de US$ 918 milhões


    Segunda semana de dezembro tem superávit de US$ 918 milhões

    No ano, exportações somam US$ 230 bilhões e saldo comercial é positivo e ultrapassa US$ 54 bi

    Brasília (17 de dezembro) - Na segunda semana de dezembro de 2018, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 918 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 4,564 bilhões e importações de US$ 3,645 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 10,101 bilhões e as importações, US$ 7,294 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,807 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 230,068 bilhões e as importações, US$ 175,603 bilhões, com superávit de US$ 54,466 bilhões.

    Confira aqui os dados completos da balança comercial.

    A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 912,7 milhões, 17,6% abaixo da média de US$ 1,107 bilhão até a primeira semana, em razão da queda nas exportações das três categorias de produtos: manufaturados (-24,7%, em razão, principalmente, da queda nass vendas de aviões, suco de laranja congelado, bombas, compressores e ventiladores, produtos hortícolas preparados, suco de laranja não congelado, gasolina); semimanufaturados (-24,1%, em razão de celulose, açúcar em bruto, ferro fundido, ouro em formas semimanufaturadas, madeira serrada ou fendida, ferro-ligas) e básicos (-10%, por conta de farelo de soja, algodão em bruto, minério de cobre, petróleo em bruto, carne de frango, milho em grão).

    Do lado das importações, a média da segunda semana (US$ 729,1 milhões) foi 0,7% menor em relação à média até a primeira semana (US$ 729,8 milhões), o que foi causado, principalmente, pela diminuição nos gastos com adubos e fertilizantes, equipamentos eletroeletrônicos, equipamentos mecânicos, siderúrgicos e alumínio e obras.

    Análise do mês

    Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de dezembro de 2018 (US$ 1,010 bilhão) com a de dezembro de 2017 (US$ 879,8 milhões), houve crescimento de 14,8%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (37,9%, de US$ 363,7 milhões para US$ 501,6 milhões) e semimanufaturados (14,5%, de US$ 131,2 milhões para US$ 150,3 milhões). Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-1,7%, de US$ 364,1 milhões para US$ 358,1 milhões). Relativamente a novembro de 2018, houve retração de 3,4%, em virtude da queda nas vendas de produtos manufaturados (-15,4%, de US$ 423,3 milhões para US$ 358,1 milhões), enquanto cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (14,2%, de US$ 131,7 milhões para US$ 150,3 milhões) e básicos (2,2%, de US$ 490,8 milhões para US$ 501,6 milhões).

    Nas importações, a média diária até a segunda semana de dezembro de 2018 (US$ 729,4 milhões) ficou 15,8% acima da média de dezembro de 2017 (US$ 629,9 milhões). Nesse comparativo, aumentaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (66,2%), químicos orgânicos e inorgânicos (40,1%), siderúrgicos (33,5%), combustíveis e lubrificantes (19,3%) e plásticos e obras (17,6%). Comparando com novembro de 2018, registrou-se queda de 13,5%, pela diminuição nas compras de veículos automóveis e partes (-22,9%), borracha e obras (-12,3%), equipamentos eletroeletrônicos (-10,1%), plásticos e obras (-9,3%) e equipamentos mecânicos (-4%).

    Assessoria de Comunicação Social do MDIC

    http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3751-segunda-semana-de-dezembro-tem-superavit-de-us-918-milhoes

    segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

    Primeira semana de dezembro tem superávit de US$ 2,019 bi


    Primeira semana de dezembro tem superávit de US$ 2,019 bi


    Saldo é resultado de exportações no valor de US$ 5,667 bilhões e importações de US$ 3,649 bilhões

    Brasília (10 de dezembro) - A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,019 bilhões na primeira semana de dezembro de 2018, que teve cinco dias úteis. O saldo é resultado de exportações no valor de US$ 5,667 bilhões e importações de US$ 3,649 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 225,635 bilhões e as importações, US$ 171,957 bilhões, com saldo positivo de US$ 53,677 bilhões.

    Confira aqui os dados completos da balança comercial.

    Nas exportações, comparadas as médias até a primeira semana de dezembro de 2018 (US$ 1,1 bilhão) com a de dezembro de 2017 (US$ 879,8 milhões), houve crescimento de 28,8%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (46,1%, principalmente de soja em grãos, farelo de soja, algodão em bruto, milho em grãos e café em grãos), semimanufaturados (33,3%, principalmente celulose, ferro-ligas, ferro fundido bruto, açúcar de cana em bruto e madeira serrada ou fendida) e manufaturados (17,2%, por conta de aviões, papel para fabricação de papel higiênico, lenço ou toalha, suco de laranja congelado, suco de laranja não congelado e produtos hortícolas preparados ou conservados em ácido acético).

    Na comparação com novembro de 2018, houve crescimento de 8,3%, em virtude do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (32,9%, de US$ 131,7 milhões para US$ 174,9 milhões), básicos (8,3%, de US$ 490,7 milhões para US$ 531,5 milhões) e manufaturados (0,9%, de US$ 423,3 milhões para US$ 427 milhões).

    Nas importações, a média diária até a primeira semana de dezembro de 2018 (US$ 729,7 milhões) ficou 15,9% acima da média de dezembro de 2017 (US$ 629,9 milhões). Nesse comparativo, aumentaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (120,2%), bebidas e álcool (74,2%), alumínio e suas obras (59,2%), leite e derivados (58,6%) e siderúrgicos (52%). Comparado com novembro de 2018, houve queda de 13,4%, pela diminuição nas compras de veículos automóveis e partes (-20,9%), combustíveis e lubrificantes (-12,1%), instrumentos médicos de ótica e precisão (-9,4%), plásticos e obras (-8,4%) e equipamentos elétricos e eletrônicos (-3,1%).

    Assessoria de Comunicação Social do MDIC

    http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3723-primeira-semana-de-dezembro-tem-superavit-de-us-2-019-bi

    segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

    Exportações e importações até novembro superaram o desempenho de 2017




    Exportações e importações até novembro superaram o desempenho de 2017



    Para o secretário de Comercio Exterior, resultado mostra que comércio exterior brasileiro está mais forte

    Brasília (3 de dezembro) – Os valores das exportações e das importações brasileiras, até novembro de 2018, já superaram o desempenho de todo o ano passado. No período de 11 meses, as exportações somaram US$ 220 bilhões sendo que, de janeiro a dezembro de 2017, os embarques somaram US$ 217,7 bilhões. As importações, que chegaram a US$ 168,3 bilhões, de janeiro a novembro, também superaram o ano de 2017 fechado, cujas compras somaram US$ 150,7 bi.

    Confira aqui os dados completos da balança comercial.

    O resultado da balança comercial foi divulgado nesta segunda-feira pelo secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto, em coletiva de imprensa. “Houve um crescimento muito forte das nossas vendas de produtos básicos, que decorrem inclusive de uma safra recorde esse ano, mas também houve um comportamento muito positivo de diversos outros produtos da pauta brasileira de exportações como máquinas e aparelhos de terraplanagem e semimanufaturados de ferro e aço”, disse.

    Produtos como minério de ferro e seus concentrados, soja, óleos brutos de petróleo e celulose tiveram recorde de exportação tanto em volume quanto em valor nos primeiros 11 meses deste ano e contribuíram com o resultado positivo, mas o secretário citou também uma série de ações que foram tomadas na área de facilitação de comércio que tem dado maior competitividade para as exportações brasileiras.

    De acordo com Abrão Neto, exemplo disso é o relatório de competitividade Doing Business do Banco Mundial que mostrou neste ano um avanço expressivo na posição do Brasil, com 33 posições. “E do lado das importações, o mercado interno e a maior demanda brasileira têm movimentado nossas compras externas, desde produtos intermediários, insumos para a indústria e agropecuária, bens de capital e bens de consumo”, completou. Segundo ele, a importação de veículos de passageiros acumula um crescimento de 50% no ano.

    Para o secretário, o resultado alcançado até novembro mostra que o comércio exterior brasileiro está mais forte, o que tem contribuído para a geração de emprego e renda. “Apesar de um superávit expressivo, mas menor que o de 2017, o desempenho do comércio exterior brasileiro em 2018 supera em qualidade e em dimensão os resultados do ano passado, o que contribui com a economia brasileira”, afirmou.

    A corrente de comércio, que é a soma das exportações e das importações, até novembro (US$ 388,3 bilhões) também superou o valor de todo ano de 2017 (US$ 368,5 bilhões). O saldo comercial registrado em 11 meses foi de US$ 51,7 bilhões, “o que confirma a previsão de fecharmos o ano com um superávit na casa dos US$ 50 bi”.

    Assessoria de Comunicação Social do MDIC

    http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3716-exportacoes-e-importacoes-ate-novembro-superaram-o-desempenho-de-2017

    segunda-feira, 26 de novembro de 2018

    Exportações somam US$ 4,840 bi na quarta semana de novembro


    Exportações somam US$ 4,840 bi na quarta semana de novembro


    No período, importações foram de US 5,960 bilhões, o que gerou déficit de US$ 1,12 bilhão

    Brasília (26 de novembro) - A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 1,12 bilhão na quarta semana de novembro de 2018, que teve cinco dias úteis. O saldo é resultado de exportações no valor de US$ 4,840 bilhões e importações de US$ 5,960 bilhões, com destaque para a aquisição de uma plataforma de petróleo no valor de US$ 2,2 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 17,060 bilhões e as importações, US$ 13,631 bilhões, com superávit de US$ 3,428 bilhões. No ano, o saldo também é positivo: US$ 51,064 bilhões, com exportações de US$ 216,139 bilhões e importações de US$ 165,075 bilhões.

    Confira aqui os dados completos da balança comercial

    A média das exportações da quarta semana chegou a US$ 968 milhões, 20,8% abaixo da média de US$ 1,2 bilhão até a terceira semana, em razão da diminuição nas exportações das três categorias de produtos: manufaturados (-38%, de US$ 530,3 milhões para US$ 329,2 milhões), semimanufaturados (-12,2%, de US$ 149,9 milhões para US$ 131,6 milhões) e básicos (-6,4%, de US$ 541,5 milhões para US$ 506,9 milhões).

    Do lado das importações, houve crescimento de 55,4%, na comparação com a média da quarta semana (US$ 1,2 bilhão) sobre a média até a terceira semana (US$ 767,1 milhões), explicado, principalmente, pelo aumento nos gastos com adubos e fertilizantes, aeronaves e peças, combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos e químicos orgânicos e inorgânicos.

    Análise do mês

    Nas exportações de novembro, comparadas as médias até a 4ª semana (US$ 1,137 bilhão) com a de novembro de 2017 (US$ 834,2 milhões), houve crescimento de 36,3%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (51,3%, motivadas, principalmente, pelo aumento das vendas de petróleo em bruto, soja em grãos, algodão em bruto, minérios de ferro e seus concentrados e milho em grãos), produtos manufaturados (36,8%, graças ao aumento dos embarques de plataformas de perfuração ou de exploração, gasolina, óleos combustíveis, partes de motores e turbinas para aviação e tubos flexíveis, de ferro ou aço e semimanufaturados (14,1%, por conta do aumento na venda da venda de madeira em estilhas ou em partículas, ferro-ligas, madeira serrada ou fendida, produtos semimanufaturados de ferro/aços e celulose). Relativamente a outubro de 2018, houve crescimento de 13,7%, em virtude do aumento nas exportações de manufaturados (30,9%), semimanufaturados (8,1%) e produtos básicos (4,4%).

    Nas importações, a média diária até a quarta semana (US$ 908,8 milhões) ficou 38,3% acima da média de novembro do ano passado (US$ 657,1 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (106%), combustíveis e lubrificantes (27,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (25,5%), veículos automóveis e partes (11,3%) e equipamentos mecânicos (6%). Comparado com outubro, houve crescimento de 24,1%, pelo aumento de gastos em bebidas e álcool (57%), adubos e fertilizantes (28,4%), siderúrgicos (22,6%), equipamentos eletroeletrônicos (10,8%) e veículos automóveis e partes (7,6%).

    Assessoria de Comunicação Social do MDIC

    http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3704-exportacoes-somam-us-4-840-bi-na-quarta-semana-de-novembro

    segunda-feira, 19 de novembro de 2018

    Terceira semana de novembro tem superávit de US$ 1,802 bilhão


    Terceira semana de novembro tem superávit de US$ 1,802 bilhão



    Tanto as exportações quanto as importações tiveram crescimento

    Brasília (19 de novembro) - A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,802 bilhão na terceira semana de novembro, resultado de exportações no valor de US$ 5,002 bilhões e importações de US$ 3,199 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 12,233 bilhões e as importações, US$ 7,671 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,562 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 211,313 bilhões e as importações, US$ 159,115 bilhões, com superávit de US$ 52,198 bilhões.

    Confira aqui os dados completos da balança comercial

    A média das exportações da terceira semana chegou a US$ 1,2 bilhão, 3,7% acima da média de US$ 1,1 bilhão até a segunda semana, em razão do aumento nas exportações de produtos manufaturados (83,1%, de US$ 397,3 milhões para US$ 727,3 milhões). Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-53%, de US$ 192,2 milhões para US$ 90,3 milhões) e de produtos básicos (-29,7%, de US$ 615,3 milhões para US$ 432,7 milhões).

    Do lado das importações, comparadas as médias da terceira semana (US$ 799,9 milhões) com as da segunda semana (US$ 745,3 milhões), houve crescimento de 7,3% pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, cereais e produtos da indústria de moagem, veículos automóveis e partes, siderúrgicos e adubos e fertilizantes.

    Análise do mês

    Nas exportações, em relação ao mesmo período do ano passado, houve crescimento de 46,7%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (56,3%, de US$ 338,7 milhões para US$ 529,3 milhões), produtos básicos (54,8%, de US$ 350,2 milhões para US$ 542,3 milhões) e semimanufaturados (20,2%, de US$ 126 milhões para US$ 151,5 milhões). Relativamente a outubro de 2018, houve crescimento de 22,3%, em virtude da expansão nas vendas de produtos manufaturados (49,6%), semimanufaturados (13,8%) e básicos (6,8%).

    Nas importações, a média diária até a terceira semana de novembro de 2018 (US$ 767,1 milhões) ficou 16,7% acima da média de novembro do ano passado (US$ 657,1 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (69,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (23%), combustíveis e lubrificantes (20,1%), veículos automóveis e partes (18,1%) e equipamentos eletroeletrônicos (7,6%). Em relação a outubro de 2018, houve crescimento de 4,8%, pelo aumento em bebidas e álcool (83,4%), alumínio e obras (31,2%), cobre e obras (27,3%), siderúrgicos (24,9%) e cereais e produtos da indústria de moagem (19,6%).

    Assessoria de Comunicação Social do MDIC

    http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3693-terceira-semana-de-novembro-tem-superavit-de-us-1-802-bilhao

    Balança comercial brasileira: Semanal



    Balança comercial brasileira: Semanal


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    BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

    NOVEMBRO 2018 – 3ª semana


    RESULTADOS GERAIS

    Na terceira semana de novembro de 2018, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,802 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 5,002 bilhões e importações de US$ 3,199 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 12,233 bilhões e as importações, US$ 7,671 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,562 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 211,313 bilhões e as importações, US$ 159,115 bilhões, com saldo positivo de US$ 52,198 bilhões.
    ANÁLISE DA SEMANA

    A média das exportações da 3ª semana chegou a US$ 1,2 bilhão, 3,7% acima da média de US$ 1,1 bilhão até a 2ª semana, em razão do aumento nas exportações de produtos manufaturados (+83,1%, de US$ 397,3 milhões para US$ 727,3 milhões, em razão, principalmente, de plataformas de perfuração, exploração, dragas, tubos flexíveis de ferro/aço, aviões, etanol e óleos combustíveis). Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-53,0%, de US$ 192,2 milhões para US$ 90,3 milhões, em razão de ouro em formas semimanufaturadas, ferro-ligas, celulose, produtos semimanufaturados de ferro ou aços e açúcar de cana, em bruto) e de produtos básicos (-29,7%, de US$ 615,3 milhões para US$ 432,7 milhões, por conta de carnes de frango e bovina, soja em grãos, milho em grãos, café em grãos, petróleo em bruto).

    Do lado das importações, apontou-se crescimento de 7,3%, sobre igual período comparativo (média da 3ª semana, US$ 799,9 milhões sobre média até a 2ª semana, US$ 745,3 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, cereais e produtos da indústria de moagem, veículos automóveis e partes, siderúrgicos e adubos e fertilizantes.
    ANÁLISE DO MÊS

    Nas exportações, comparadas as médias até a 3ª semana de novembro/2018 (US$ 1,2 bilhão) com a de novembro/2017 (US$ 834,2 milhões), houve crescimento de 46,7%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (+56,3%, de US$ 338,7 milhões para US$ 529,3 milhões, por conta de plataformas de perfuração ou de exploração, dragas, gasolina, óleos combustíveis, tubos flexíveis de ferro/aço e partes de motores e turbinas para aviação), produtos básicos (+54,8%, de US$ 350,2 milhões para US$ 542,3 milhões, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, soja em grãos, algodão em bruto, café em grãos, minérios de ferro e seus concentrados) e semimanufaturados (+20,2%, de US$ 126,0 milhões para US$ 151,5 milhões, por conta de madeira em estilhas ou em partículas, ferro-ligas, produtos semimanufaturados de ferro/aço, celulose e ouro em formas semimanufaturadas). Relativamente a outubro/2018, houve crescimento de 22,3%, em virtude do aumento nas vendas de produtos manufaturados (+49,6%, de US$ 353,8 milhões para US$ 529,3 milhões), semimanufaturados (+13,8%, de US$ 133,1 milhões para US$ 151,5 milhões) e básicos (+6,8%, de US$ 507,8 milhões para US$ 542,3 milhões).

    Nas importações, a média diária até a 3ª semana de novembro/2018, de US$ 767,1 milhões, ficou 16,7% acima da média de novembro/2017 (US$ 657,1 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (+69,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (+23,0%), combustíveis e lubrificantes (+20,1%), veículos automóveis e partes (+18,1%) e equipamentos eletroeletrônicos (+7,6%). Ante outubro/2018, houve crescimento de 4,8%, pelo aumento em bebidas e álcool (+83,4%), alumínio e obras (+31,2%), cobre e obras (+27,3%), siderúrgicos (+24,9%) e cereais e produtos da indústria de moagem (+19,6%).

    SECEX/DEAEX

    19.11.2018








    http://www.mdic.gov.br/comercio-exterior/estatisticas-de-comercio-exterior/balanca-comercial-brasileira-semanal

    segunda-feira, 12 de novembro de 2018

    Duas primeiras semanas de novembro têm superávit de US$ 2,665 bilhões


    Duas primeiras semanas de novembro têm superávit de US$ 2,665 bilhões



    Houve crescimento de 42,6%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos

    Brasília (12 de novembro) - Com seis dias úteis, as duas primeiras semanas de novembro de 2018 tiveram superávit de US$ 2,665 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 7,137 bilhões e importações de US$ 4,472 bilhões. No acumulado do ano, as exportações chegam a US$ 206,217 bilhões e as importações, a US$ 155,916 bilhões, com saldo positivo de US$ 50,301 bilhões.

    Confira aqui os dados completos da balança comercial

    Análise do mês

    Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de novembro (US$ 1,2 bilhão) com a média diária embarcada em novembro de 2017 (US$ 834,2 milhões), houve crescimento de 42,6%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (69,7%,em função, principalmente, de petróleo em bruto, soja em grãos, minério de ferro, milho em grãos, carnes bovina e de frango), semimanufaturados (55,4%, por conta de celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, açúcar de cana em bruto, ouro em formas semimanufaturadas) e manufaturados (17,7%, causado por óleos combustíveis, gasolina, máquina e aparelhos para terraplanagem, partes de motores e turbinas de aviação, tubos de borracha vulcanizada e acessórios). Em relação a outubro último, houve crescimento de 18,9%, em virtude do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (47,1%), básicos (17,1%) e manufaturados (12,7%).

    Nas importações, a média diária até a segunda semana de novembro deste ano (US$ 745,4 milhões) ficou 13,4% acima da média de novembro do ano anterior (US$ 657,1 milhões). Nesse comparativo, aumentaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (57,4%), químicos orgânicos e inorgânicos (34,2%), plásticos e obras (20,8%), equipamentos eletroeletrônicos (10,8%) e equipamentos mecânicos (7%). Na comparação com a média de outubro de 2018, houve crescimento de 1,8%, pelo aumento nas compras de cobre e obras (49,9%), equipamentos eletroeletrônicos (21,4%), plásticos e obras (13,4%), farmacêuticos (9,2%) e veículos automóveis e partes (4,9%).

    Assessoria de Comunicação Social do MDIC

    http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3686-duas-primeiras-semanas-de-novembro-tem-superavit-de-us-2-665-bilhoes

    segunda-feira, 22 de outubro de 2018

    Balança comercial tem superávit de US$ 1,4 bilhão na terceira semana de outubro




    Balança comercial tem superávit de US$ 1,4 bilhão na terceira semana de outubro


    No ano, saldo positivo já é de US$ 48,9 bi

    Brasíllia (22 de novembro) - Na terceira semana de outubro de 2018, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,408 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 5,334 bilhões e importações de US$ 3,925 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 14,971 bilhões e as importações, US$ 10,385 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,586 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 194,631 bilhões e as importações, US$ 145,730 bilhões, com saldo positivo de US$ 48,900 bilhões.

    Confira aqui os dados completos da balança comercial

    A média das exportações da terceira semana chegou a US$ 1,066 bilhão, 0,4% abaixo da média de US$ 1,070 milhões da segunda semana, em razão da queda nas exportações de produtos semimanufaturados (-43,1%, em razão de açúcar de cana em bruto, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, ferro-ligas e madeira serrada ou fendida) e produtos manufaturados (-12,4%, em razão, principalmente, de ônibus e outros veículos com capacidade para mais de 10 pessoas, aviões, óleos combustíveis, automóveis de passageiros e motores para veículos automóveis e suas partes). Por outro lado, cresceram as vendas de produtos básicos (23,5%), graças às vendas de petróleo em bruto, minérios de ferro e seus concentrados, bovinos vivos, algodão em bruto e lagostas congeladas.

    Do lado das importações, houve crescimento de 9,3% em relação à média da segunda semana, explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com cobre e suas obras, adubos e fertilizantes, combustíveis e lubrificantes, farmacêuticos e veículos automóveis e partes.

    Análise do mês

    Nas exportações, comparadas as médias até a terceira semana de outubro de 2018 (US$ 1,069 bilhão) com a de outubro de 2017 (US$ 898,7 milhões), houve crescimento de 19%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (40,4%, de US$ 403,1 milhões para US$ 566,1 milhões), semimanufaturados (4,5%, de US$ 140,8 milhões para US$ 147,1 milhões) e manufaturados (5,5%, de US$ 333,26 milhões para US$ 351,6 milhões). Relativamente a setembro de 2018, houve aumento de 6,6%, em virtude do crescimento nas vendas de produtos básicos (9,8%, de US$ 515,5 milhões para US$ 566,1 milhões) e manufaturados (6,5%, de US$ 330,2 milhões para US$ 351,6 milhões), enquanto diminuíram as vendas de produtos semimanufaturados (-0,9%, de US$ 148,4 milhões para US$ 147,1 milhões).

    Nas importações, a média diária de US$ 741,8 milhões ficou 13,9% acima da média de outubro de 2017 (US$ 651,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (97,9%), químicos orgânicos e inorgânicos (36%), farmacêuticos (35,1%), combustíveis e lubrificantes (25,9%) e equipamentos mecânicos (8,9%). Em relação a setembro de 2018, houve queda de 0,2%, pela diminuição na importação de aeronaves e peças (-41,3%), siderúrgicos (-26,7%), adubos e fertilizantes (-21,9%) e veículos automóveis e partes (-11,6%).

    Assessoria de Comunicação Social do MDIC

    http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3641-balanca-comercial-tem-superavit-de-us-1-4-bilhao-na-terceira-semana-de-outubro

    Balança comercial brasileira: Semanal



    Balança comercial brasileira: Semanal

      BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA
      OUTUBRO 2018 – 3ª semana
       RESULTADOS GERAIS
      Na terceira semana de outubro de 2018, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,408 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 5,334 bilhões e importações de US$ 3,925 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 14,971 bilhões e as importações, US$ 10,385 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,586 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 194,631 bilhões e as importações, US$ 145,730 bilhões, com saldo positivo de US$ 48,900 bilhões.
      • ANÁLISE DA SEMANA
      A média das exportações da 3ª semana chegou a US$ 1,066 bilhão, 0,4% abaixo da média de US$ 1,070 milhões até a 2ª semana, em razão da queda nas exportações de produtos semimanufaturados (-43,1%, de US$ 173,8 milhões para US$ 99,0 milhões, em razão de açúcar de cana em bruto, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, ferro-ligas e madeira serrada ou fendida e produtos manufaturados (-12,4%, de US$ 367,9 milhões para US$ 322,2 milhões, em razão, principalmente, de ônibus e outros veículos com capacidade para mais de 10 pessoas, aviões, óleos combustíveis, automóveis de passageiros e motores para veículos automóveis e suas partes. Por outro lado, cresceram as vendas de produtos básicos (+23,5%, de US$ 522,3 milhões para US$ 645,0 milhões, por conta de petróleo em bruto, minérios de ferro e seus concentrados, bovinos vivos, algodão em bruto e lagostas congeladas.
      Do lado das importações, apontou-se crescimento de 9,3%, sobre igual período comparativo (média da 3ª semana, US$ 785,1 milhões sobre média até a 2ª semana, US$ 717,7 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com cobre e suas obras, adubos e fertilizantes, combustíveis e lubrificantes, farmacêuticos e veículos automóveis e partes.
      • ANÁLISE DO MÊS
      Nas exportações, comparadas as médias até a 3ª semana de outubro/2018 (US$ 1,069 bilhão) com a de outubro/2017 (US$ 898,7 milhões), houve crescimento de 19,0%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+40,4%, de US$ 403,1 milhões para US$ 566,1 milhões, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, arroz em grãos, inclusive arroz quebrado, soja em grãos, minérios de manganês e seus concentrados e carne bovina), semimanufaturados (+4,5%, de US$ 140,8 milhões para US$ 147,1 milhões, por conta de produtos semimanufaturados de ferro/aço, zinco em bruto, ferro-ligas, celulose e madeira serrada ou fendida) e manufaturados (+5,5%, de US$ 333,26 milhões para US$ 351,6 milhões, por conta de gasolina, óleos combustíveis, partes de motores e turbinas para aviação, etanol e aviões). Relativamente a setembro/2018, houve aumento de 6,6%, em virtude do crescimento nas vendas de produtos básicos (+9,8%, de US$ 515,5 milhões para US$ 566,1 milhões) e manufaturados (+6,5%, de US$ 330,2 milhões para US$ 351,6 milhões), enquanto diminuíram as vendas de produtos semimanufaturados (-0,9%, de US$ 148,4 milhões para US$ 147,1 milhões).
      Nas importações, a média diária até a 3ª semana de outubro/2018, de US$ 741,8 milhões, ficou 13,9% acima da média de outubro/2017 (US$ 651,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (+97,9%), químicos orgânicos e inorgânicos (+36,0%), farmacêuticos (+35,1%), combustíveis e lubrificantes (+25,9%) e equipamentos mecânicos (+8,9%). Ante setembro/2018, houve queda de 0,2%, pela diminuição em aeronaves e peças (-41,3%), siderúrgicos (-26,7%), adubos e fertilizantes (-21,9%) e veículos automóveis e partes (-11,6%)
      SECEX/DEAEX
      22.10.2018
       3ª Semana 10 Mês
      http://www.mdic.gov.br/comercio-exterior/estatisticas-de-comercio-exterior/balanca-comercial-brasileira-semanal


      terça-feira, 16 de outubro de 2018

      Superávit de US$ 1,746 bilhão na balança comercial da segunda semana de outubro


      Superávit de US$ 1,746 bilhão na balança comercial da segunda semana de outubro



      Exportações foram de US$ 4,467 bilhões e importações somaram US$ 2,721 bilhões

      Brasília (15 de outubro) - A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,746 bilhão na segunda semana de outubro de 2018, que teve quatro dias úteis. O saldo é resultado de exportações no valor de US$ 4,467 bilhões e importações de US$ 2,721 bilhões.

      No mês, as exportações somam US$ 9,519 bilhões e as importações, US$ 6,460 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,059 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 189,178 bilhões e as importações, US$ 141,805 bilhões, com superávit de US$ 47,374 bilhões.

      Confira aqui os dados completos da balança comercial

      A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 1,1 bilhão, valor 10,5% acima da média de US$ 1 bilhão da primeira semana, em razão do crescimento nas exportações de produtos semimanufaturados (86%) e manufaturados (12,4%). Na primeira categoria de produtos, o destaque foi a venda de açúcar de cana em bruto, ferro fundido, semimanufaturados de ferro/aço, madeira serrada ou fendida e celulose. Entre os produtos manufaturados cresceram, principalmente, os embarques de tratores, torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes e partes, aviões, máquinas e aparelhos para terraplanagem, perfuração e suco de laranja não congelado.

      Por outro lado, diminuíram as vendas de produtos básicos (-7,9%), por conta de soja em grãos, minérios de cobre e seus concentrados, milho em grãos, minérios de manganês e seus concentrados e farelo e resíduos da extração de óleo de soja.

      Do lado das importações, a média da segunda semana (US$ 680,2 milhões) teve queda de 9%, sobre a média da primeira semana (US$ 747,8 milhões), explicada, principalmente, pela diminuição nos gastos com combustíveis e lubrificantes, aeronaves e peças, filamentos e fibras sintéticas, plásticos e obras e cobre e suas obras.

      Análise do mês

      As exportações, comparadas as médias até a segunda semana de outubro (US$ 1 bilhão) com a de outubro de 2017 (US$ 898,7 milhões), registraram crescimento de 17,7%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (26,2%), semimanufaturados (23,7%) e manufaturados (10,4%). Relativamente a setembro de 2018, houve aumento de 5,4%, em virtude do crescimento nas vendas de produtos semimanufaturados (17,4%) e manufaturados (11,4%), enquanto caíram as vendas de produtos básicos (-1,3%).

      Nas importações, a média diária até a segunda semana de outubro de 2018, de US$ 717,7 milhões, ficou 10,2% acima da média de outubro de 2017, que foi de US$ 651,4 milhões. Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (68,7%), químicos orgânicos e inorgânicos (36,7%), farmacêuticos (26,5%), combustíveis e lubrificantes (12,1%) e equipamentos mecânicos (9,1%). Na comparação com setembro deste ano, houve diminuição nas importações de 3,4%, pela queda nas compras de adubos e fertilizantes (-33,4%), siderúrgicos (-27,9%), cereais e produtos da indústria de moagem (-19,8%), veículos automóveis e partes (-13,3%) e equipamentos eletroeletrônicos (-2,5%).

      Assessoria de Comunicação Social do MDIC

      http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3622-superavit-de-us-1-746-bilhao-na-balanca-comercial-da-segunda-semana-de-outubro