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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Porto de Itajaí recupera linha da Ásia



Porto de Itajaí recupera linha da Ásia







A APM Terminals recuperou para o Porto de Itajaí o serviço ASIA, que liga semanalmente a costa leste da América do Sul a portos asiáticos na Malásia, Singapura, China e Coreia do Sul. O ASIA é parte do antigo serviço ASAS, que em 2015 deixou o Porto de Itajaí e passou a operar na Portonave. Na época a mudança reduziu pela metade a movimentação no terminal e agravou a crise de arrecadação na cidade.


De lá para cá, a linha se dividiu em duas: uma parte operada pela CMA CGM e armadores parceiros, e o serviço ASIA, com 13 navios porta-contêineres dos operadores Hapag Lloyd, NYK, Hamburg Sud, ZIM, UASC e HMM.


A primeira atracação do novo serviço está prevista para o dia 9 de setembro. Até abril do ano que vem serão atracações quinzenais — isso porque seis dos 13 navios operados pela linha ASIA têm mais de 305 metros de comprimento e ainda não podem ser manobrados no Complexo Portuário do Itajaí. Assim que a primeira fase da bacia de evolução for concluída, o que deve ocorrer em abril de 2018, as atracações passam a ocorrer toda semana.


Cada navio do serviço ASIA movimenta de 700 a mil contêineres, o que deve aumentar em até 20% os volumes em Itajaí.


O terminal já opera outro serviço semanal que conecta a costa leste da América do Sul à Ásia, o qual é servido pela Maersk Line, Mol e MSC, através de um sistema de double call — no qual os navios atracam em ambos os terminais do Complexo.


A Portonave não se manifestou sobre a negociação.


Bacia de evolução


As negociações do serviço ASIA levaram em conta o andamento das obras da nova bacia de evolução e a promessa de que a primeira etapa será concluída no primeiro quadrimestre do ano que vem.


Manter a velocidade da obra é essencial para os novos contratos que estão em negociação, sob o risco de perdas irreparáveis para Santa Catarina.


Fôlego


A recuperação do serviço traz fôlego novo à APM Terminals em Itajaí. A empresa, que há anos aguarda autorização do governo federal para extensão do prazo de contrato, previsto para terminar em 2022, já havia tido uma injeção de ânimo em maio, com a mudança no marco regulatório dos portos. A alteração aumentou a possibilidade de êxito no pleito da arrendatária.


Pontos extras


Trazer o Asia de volta a Itajaí deve fazer a APM Terminals ganhar pontos importantes com a prefeitura — e, quem sabe, alterar os rumos das negociações para operação de cargas no berço 3, cujas obras serão retomadas este mês. Na última sexta-feira, em reunião com o prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (PMDB) e representantes dos sindicatos dos Trabalhadores Portuários, a Superintendência do Porto de Itajaí se comprometeu em priorizar a operação de contêineres no berço 3.


Fonte: clickrbs


https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/39458-porto-de-itajai-recupera-linha-da-asia

quinta-feira, 7 de julho de 2016

PORTO DE ITAJAÍ DE OLHO NAS EXPORTAÇÕES DE VEÍCULOS


PORTO DE ITAJAÍ DE OLHO NAS EXPORTAÇÕES DE VEÍCULOS


O Porto de Itajaí quer voltar a figurar na rota das exportações de veículos. A superintendência tem se reunido com executivos da BMW no Brasil para tentar transferir à cidade as operações da fábrica, que hoje utiliza o Porto de Paranaguá, no Paraná.

Havia uma preocupação da empresa em relação aos estragos causados pelas enchentes em Itajaí e a possibilidade de inviabilizarem operações. O porto entregou recentemente à indústria um dossiê sobre a estrutura e os resultados que os investimentos em dragagem trouxeram na enchente de 2011, quando, apesar do grande volume de chuvas, os alagamentos ficaram abaixo da média. A expectativa é que os dados oficiais ajudem na negociação.

Se firmado, o acordo pode trazer um novo fôlego ao porto, que perdeu metade das linhas – e das atracações – no segundo semestre do ano passado.

A operação com veículos é conhecida como RoRo (roll on, roll off), quando a carga entra no navio sem o auxílio de outros equipamentos. Os carros são guiados para dentro da embarcação. Uma operação considerada “limpa”, por não demandar o transporte com caminhões-contêineres.

Itajaí já operou esse tipo de carga há 15 anos, quando o porto era usado para importação de veículos da Citröen para o Brasil. Mas os carros deram lugar aos contêineres.

A APM Terminals, arrendatária que opera o terminal, informou apenas que já apresentou a janela de atracações para a indústria alemã.

As certificações de segurança da empresa, que faz parte da gigante Maersk, são ponto positivo na disputa pela carga. O fato de Itajaí não ter operação de grãos também, já em portos graneleiros o carro suja com mais facilidade.

Com Paranaguá, o acordo é de envio de 10 mil veículos ao ano para o exterior.

Fonte: Diario Catarinense/Dagmara Spautz

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/34907-porto-de-itajai-de-olho-nas-exportacoes-de-veiculos

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Porto de Itajaí quer movimentar exportações da BMW06 de julho de 2016





Porto de Itajaí quer movimentar exportações da BMW06 de julho de 2016




Foto: Lucas Correia, Arquivo



O Porto de Itajaí quer voltar a figurar na rota das exportações de veículos. A superintendência tem se reunido com executivos da BMW no Brasil para tentar transferir para a cidade as operações da fábrica, que hoje utiliza o Porto de Paranaguá, no Paraná.

Havia uma preocupação da empresa em relação aos estragos causados pelas enchentes em Itajaí e a possibilidade de inviabilizarem operações. O porto entregou recentemente à indústria um dossiê sobre a estrutura e os resultados que os investimentos em dragagem trouxeram na enchente de 2011, quando, apesar do grande volume de chuvas, os alagamentos ficaram abaixo da média. A expectativa é que os dados oficiais ajudem na negociação.

Se firmado, o acordo pode trazer um novo fôlego ao porto, que perdeu metade das linhas _ e das atracações _ no segundo semestre do ano passado.
A operação com veículos é conhecida como RoRo (roll on, roll off), quando a carga entra no navio sem o auxílio de outros equipamentos. Os carros são guiados para dentro da embarcação. Uma operação considerada “limpa”, por não demandar o transporte com caminhões-contêineres.

Itajaí já operou esse tipo de carga há 15 anos, quando o porto era usado para importação de veículos da Citröen para o Brasil. Mas os carros deram lugar aos contêineres.

A APM Terminals, arrendatária que opera o terminal, informou apenas que já apresentou a janela de atracações para a indústria alemã.
As certificações de segurança da empresa, que faz parte da gigante Maersk, são ponto positivo na disputa pela carga. O fato de Itajaí não ter operação de grãos também, já em portos graneleiros o carro suja com mais facilidade.
Com Paranaguá, o acordo é de envio de 10 mil veículos ao ano para o exterior.

Em obras

O cais ideal para operar veículos em Itajaí seria o berço 3, adaptado para cargas não conteinerizadas, mas que está com as obras paralisadas por falta de recursos do governo federal. Até que o atracadouro fique pronto, os embarques da BMW _ caso o negócio seja concretizado _ terão que ser feitos nos berços 1 e 2, em horários escalas especiais que não interfiram no transporte de contêineres.

O superintendente do Porto de Itajaí, Antônio Ayres dos Santos Junior, recebeu na última semana a confirmação do envio de R$ 4,8 milhões a Itajaí para a obra _ praticamente metade do que o governo federal deve à empresa Serveng, responsável pelos trabalhos.
Com o dinheiro a caminho, Santos Junior negocia com a direção da empresa a retomada das obras.

Prioridade

A prioridade dos portos catarinenses para as operações de comércio exterior fizeram parte das tratativas da vinda da BMW para o Estado.
Paulinho Bornhausen, que respondia pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Sustentável na época, diz que sempre houve interesse mútuo de viabilizar o uso dos portos locais, mas uma série de entraves impediu que isso ocorresse no primeiro momento _ inclusive a lotação dos terminais conteineiros.


http://wp.clicrbs.com.br/guarda-sol/2016/07/06/porto-de-itajai-quer-movimentar-exportacoes-da-bmw/?topo=15,2,18,,,15

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

PORTO DE ITAJAÍ



FECHAMENTO DO CANAL DE ACESSO AOS PORTOS JÁ SOMA PREJUÍZO DE R$ 40 MILHÕES EM ITAJAÍ








Os últimos 15 dias de fechamento total ou parcial do canal de acesso aos portos em Itajaí e Navegantes, devido à força da correnteza, já contabilizaram um prejuízo de R$ 40 milhões à cadeia portuária, só em outubro, e um novo arranhão à imagem do Complexo Portuário.


Este ano os fechamentos totais ou parciais já se repetiram por mais de 40 vezes, com perdas que chegam à cifra de R$ 100 milhões e ultrapassam as nossas fronteiras. Atingem desde o empresário responsável pelo envio ou recebimento da carga, em todo o país, até o trabalhador do porto.


Números como esses estão embasando pedidos da superintendência do Porto de Itajaí para que o escoamento do rio e as atividades na foz, que além do porto incluem estaleiros e pesca, sejam considerados nos projetos de contenção de cheias no Itajaí-açu feitos pela Defesa Civil do Estado.


A abertura simultânea de comportas, por exemplo, pode provocar uma correnteza devastadora na foz e arrastar sedimentos que vão parar, justamente, no canal que dá acesso ao motor da economia de Itajaí e Navegantes.


Técnicos defendem análise do comportamento hídrico em relação aos impactos em cada cidade por onde passa o rio e a avaliação da bacia como um todo. Um progresso histórico nos projetos de prevenção, que por décadas desconsideraram os danos econômicos das cheias do Itajaí-açu por aqui.


Pedido à presidente


A necessidade urgente de uma dragagem de aprofundamento no canal do Itajaí-açu foi um dos pedidos entregues em documento pelo Estado à presidente Dilma Rousseff (PT) no fim de semana. A justificativa é que a empreitada, avaliada em R$ 40 milhões, ajude, além da economia portuária, também a escoar com maior rapidez as águas que descem do Vale e impedir maiores estragos à área urbana de Itajaí.

A mesma solicitação havia sido entregue na semana passada pela bancada catarinense ao ministro da Secretaria Especial de Portos (SEP), Helder Barbalho.


Urgência


Há consenso de que as soluções para os fechamentos de canal em Itajaí têm que ser mais rápidas. Se considerada apenas a carga tributária decorrente dos valores que deixaram de ser injetados este ano na economia, a perda em arrecadação para município, Estado e governo federal soma R$ 38 milhões. Quase o valor da dragagem que é pleiteada em Brasília.


Emergência


No fim de semana a Defesa Civil Estadual confirmou a homologação do Decreto de Situação de Emergência em Itajaí, em decorrência dos prejuízos causados pela correnteza no porto. O decreto depende agora de reconhecimento da União.


Como a correnteza não integra o rol de justificativas de decreto, o de Itajaí foi feito com base em inundação, sob o entendimento de que as inundações do Itajaí-açu provocaram a forte corrente, que prejudica a atividade portuária.


Fonte: ClickRBS/Dagmara Spautz


https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/32124-fechamento-do-canal-de-acesso-aos-portos-ja-soma-prejuizo-de-r-40-milhoes-em-itajai

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

DEFESA CIVIL ESTADUAL CONFIRMA DECRETO DE EMERGÊNCIA EM ITAJAÍ


DEFESA CIVIL ESTADUAL CONFIRMA DECRETO DE EMERGÊNCIA EM ITAJAÍ



A Defesa Civil confirmou, na manhã deste sábado, a homologação do Decreto de Situação de Emergência em Itajaí, em decorrência dos prejuízos causados pela correnteza no porto. O decreto depende agora de reconhecimento da União _ a expectativa é que a presidente Dilma Rousseff (PT), que estará em Santa Catarina durante a tarde, assine a documentação.

Como a correnteza não integra o rol de justificativas de decreto, o de Itajaí foi feito com base em inundação, sob o entendimento de que as inundações do Itajaí-açu provocaram a forte corrente, que prejudica a atividade portuária.

Desde 10 de outubro o canal de acesso aos terminais portuários de Itajaí e Navegantes permanece fechado, ou operando com restrições. A situação só deve normalizar depois que toda a água que está, ainda, no Vale, escoar para a foz.

O decreto de emergência de Itajaí servirá unicamente para justificar a dragagem do canal de acesso, estimada em R$ 40 milhões. Esta semana o ministro da Secretaria Especial de Portos (SEP), Helder Barbalho, afirmou que o envio do recurso seria possível, caso a justificativa se comprovasse.

Fonte: ClickRBS/Dagmara Spautz

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/32085-defesa-civil-estadual-confirma-decreto-de-emergencia-em-itajai

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

PORTOS DE ITAJAÍ E NAVEGANTES



CANAL DE ACESSO AOS PORTOS DE ITAJAÍ E NAVEGANTES SEGUE SEM PREVISÃO DE REABERTURA


O canal de acesso ao Complexo Portuário de Itajaí e Navegantes amanheceu mais uma vez fechado ontem, quarta-feira. É o quinto dia consecutivo sem manobras no Itajaí-açu e não há previsão para que as operações sejam restabelecidas. Com o nível do Itajaí-açu ainda subindo em Blumenau (estava acima de 6,8 metros pela manhã), a expectativa é de pelo menos mais alguns dias de correnteza forte e manobras suspensas.


Na manhã desta quarta, além dos seis navios que já aguardavam para entrar nos portos e um para sair, outros três que tinham escala prevista chegaram. A preocupação é que, devido à falta de perspectivas de reabertura, os armadores decidam cancelar a escala e seguir para outros portos _ o que pode potencializar os prejuízos, já que os terminais e a autoridade portuária perderiam em receita de movimentação e taxas.


A perda já é elevada. Com uma média de US$ 40 mil de prejuízo por navio a cada dia parado, e isso apenas para o afretador, nesta quarta o déficit já soma mais de R$ 5 milhões. Há custos ainda de transporte, armazenagem e atraso no cumprimento de contratos, o que torna o dano total incalculável. É o maior impacto à economia catarinense causado pelas cheias _ Itajaí e Navegantes respondem, juntos, por 70% do comércio exterior no Estado.


Presidente da Associação Empresarial de Itajaí (ACII) e do Sindicato das Agências Marítimas e Comissárias de Despacho de Santa Catarina (Sindasc), Eclésio da Silva define a situação como “catastrófica”. Os prejuízos ocorrem em um momento em que o Porto de Itajaí, em especial, sofre com a perda de 50% das linhas e queda vertiginosa na arrecadação.


Em nome das duas entidades de classe, Eclésio pediu à autoridade portuária que estude alternativas para aquisição de um correntômetro, equipamento que informa a velocidade real da corrente _ um pedido antigo da Praticagem, que hoje afere a correnteza com equipamentos de superfície e “no olho”. A expectativa é que o correntômetro possa alterar parâmetros para manobras e permitir operações em condições que, hoje, não são autorizadas.


Solução a longo prazo


Desde a enchente de 2008 discute-se a possibilidade de um canal extravasor que pudesse, em conjunto com as barragens no Vale do Itajaí, segurar a força da correnteza na foz. Uma das ideias, inclusive, era um canal extravasor em Navegantes. A proposta fez parte do conjunto de ações apontadas pela agência japonesa Jica, mas não há prazo para que a avaliação seja concluída e a ideia possa ser colocada em prática. O canal faz parte da terceira etapa do plano de contenção de cheias no Vale e Foz do Itajaí.


Fonte: Diário Catarinense/Dagmara Spautz

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/31959-canal-de-acesso-aos-portos-segue-sem-previsao-de-reabertura-e-prejuizo-ultrapassa-r-5-milhoes

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

PORTO DE ITAJAÍ



PORTO DE ITAJAÍ REAJUSTA TARIFAS PARA ENFRENTAR QUEDA NA ARRECADAÇÃO


A autoridade portuária aumentou os valores da tabela 1, pagas pelos armadores para atracações em Itajaí ou Navegantes. O reajuste deve minimizar a perda de receita que se acentuou nos últimos anos, com a redução no número de atracações (decorrentes do uso de navios maiores) e na armazenagem. O aumento, autorizado em junho pela Antaq, deixou as taxas 21% mais caras: a movimentação de cada contêiner cheio custa agora R$ 73,57 e a de contêiner vazio, R$ 32,70.


O reajuste de tabelas portuárias foi liberado pela Antaq em todo o país – em Imbituba, por exemplo, a autorização foi para elevar os preços ainda mais, em até 39% (esse é o teto do aumento, não necessariamente aplicado pelo porto). Em Itajaí o último reajuste, de 10%, havia ocorrido em 2013.


A tabela 1 é a usada para pagar por serviços de manutenção do Complexo Portuário. Com as contas fechando seguidamente no vermelho, a autoridade portuária também decidiu suspender por 60 dias a dragagem de manutenção da profundidade do canal, conforme publicamos ontem por aqui.


Fonte: Sol Diário/Dagmara Spautz


https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/31593-porto-de-itajai-reajusta-tarifas-para-enfrentar-queda-na-arrecadacao

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

RECEITA PRORROGA EM UM ANO PRAZO DE ALFANDEGAMENTO NO PORTO DE ITAJAÍ




RECEITA PRORROGA EM UM ANO PRAZO DE ALFANDEGAMENTO NO PORTO DE ITAJAÍ


A Receita Federal prorrogou para até 5 de agosto de 2016 o prazo de alfandegamento de área para o Porto Organizado de Itajaí, em Santa Catarina. A decisão está presente em ato declaratório da Superintendência Regional da Receita publicado no Diário Oficial da União ontem, terça-feira (4). Pela regra anterior, o prazo terminaria hoje(5).

Alfandegamento é a autorização, por parte da Receita Federal, para estacionamento ou trânsito de veículos procedentes do exterior ou destinados ao exterior; assim como embarque, desembarque ou trânsito de viajantes e de bens dos viajantes, remessas postais internacionais, movimentação, armazenagem e submissão a despacho aduaneiro de mercadorias, inclusive sob regime aduaneiro especial. As definições sobre requisitos e procedimentos para o alfandegamento de locais e recintos estão presente na portaria 3.518/2011 da Receita Federal.

Fonte: Paraná online

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/31148-receita-prorroga-em-um-ano-prazo-de-alfandegamento-no-porto-de-itajai?utm_source=newsletter_7561&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Porto de Itajaí

Transferência de cargas do Porto de Itajaí é alvo de procedimento na Antaq

Foto: Marcos Porto
Foto: Marcos Porto

A retirada de cargas de importação do Porto de Itajaí para armazenagem em outros terminais é alvo de um procedimento na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), em Brasília. A Superintendência do Porto de Itajaí pediu que fosse analisado o envio de contêineres, via terrestre, para empresas que deveriam, em tese, receber cargas somente por transporte aquaviário. Nos últimos sete anos o volume de arrecadação do porto com a manutenção dessas cargas até a liberação passou de R$ 42 milhões, em 2008, para 7,8 milhões em 2014 _ uma queda de 80%.
Os questionamentos quanto à legalidade desse tipo de movimentação começaram em 2013, quando um dos terminais privados que recebem essas cargas apresentou notificação extrajudicial ao porto reclamando do valor cobrado pela APM Terminals e a Portonave sobre o chamado levante, a suspensão do contêiner para transporte. A Antaq abriu procedimento para apurar o caso, e a superintendência do Porto de Itajaí _ que tem dever legal de fiscalização _ levantou a lebre das transferências.
No documento, enviado à agência em janeiro, a superintendência ressalta que já vinha enfrentando dificuldades financeiras devido à perda de arrecadação portuária, e um dos principais motivos seria a transferência de cargas por meio do regime DTC _ a Declaração de Trânsito de Contêineres _, um processo simplificado da Receita Federal. Hoje, 50% dos contêineres de importação que aportam em Itajaí são levados para outros terminais antes de serem liberados.
A questão toda é que, caso esse modelo de operação (via DTC) for considerado irregular, as transferências passariam a ser feitas via Declaração de Trânsito Aduaneiro (DTA), um processo que custa quase 10 vezes mais.
A primeira providência da Antaq foi pedir que a própria Receita se manifestasse a respeito. A resposta foi que, do ponto de vista do fisco, não há irregularidade.
Recentemente, a agência pediu que o Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Santa Catarina (Sindaesc) informe quais as motivações dos clientes para retirar as cargas do porto “mesmo tendo que suportar os ônus adicionais”, referindo-se aos custos de levante, transporte terrestre e armazenagem.
Marcelo Petrelli, presidente do Sindaesc, diz que as taxas de armazenagem mais baixas justificam a opção dos importadores pela retirada dos contêineres do porto e questiona a intenção da superintendência de manter os contêineres: “Sempre se disse que porto era local de passagem, e não de armazenagem”, afirma.
Pelo menos três terminais de Itajaí seriam diretamente afetados pela perda de transferências, se for esse o entendimento da Antq. Caso isso ocorra, apenas Brasfrigo e Multilog (que são chamados de porto seco, ou zona secundária) poderiam seguir recebendo cargas via sistema DTC (o mais barato).

terça-feira, 23 de junho de 2015

PORTO DE ITAJAÍ



CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA TENTA REVERTER PERDA DE ATRACAÇÕES EM ITAJAÍ 


A iminência de perda da linha asiática ASAS, que corresponde a 40% da movimentação do Porto de Itajaí, fez subir o tom da reunião do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) na sexta-feira. Na tentativa de evitar prejuízo fiscal e perda de empregos, os conselheiros deixaram a reunião com a intenção de discutir com a direção da Portonave, na segunda-feira, a possibilidade de propor aos seis armadores que integram a linha dividirem as cargas ou as escalas de atracações entre as duas margens. O fato é que, mesmo que APM Terminais e Portonave entrem em acordo, a palavra final será dos armadores.

A estimativa das perdas inclui cerca de mil empregos diretos e uma queda sensível na arrecadação de ISS em Itajaí: hoje as quatro maiores pagadoras estão ligadas ao setor portuário e a APM Terminals responde pela maior fatia do imposto, que rendeu em 2013 R$ 6 milhões para o município. Um impacto que poderá ser sentido, inclusive, no PIB da cidade, hoje o maior de SC.

A migração de serviços entre terminais portuários ocorre com regularidade e, via de regra, leva a melhor quem oferece a melhor relação entre custo e produtividade – é, portanto, uma questão de mercado.

De acordo com o diretor-superintendente da APM, Ricardo Arten, porém, a instituição da nova Lei dos Portos, que expandiu o mercado para os terminais privados, teria reduzido a competitividade dos terminais que atuam em portos públicos sob arrendamento, como é o caso de Itajaí. Nos últimos 30 dias, Itajaí perdeu outros três serviços menores para Navegantes, dois do Golfo e um da África.

_ Se não forem tomadas providências os terminais públicos vão morrer. Está na hora de decidir: querem uma empresa privada (na operação) ou não? _ disse.

O diretor-superintendente da Portonave, Osmari Castilho Ribas, estava em Londres nesta sexta-feira e não participou da reunião do CAP.

Demora

Arten reclamou que espera há três anos uma resposta da Secretaria Especial de Portos (SEP) para estender o arrendamento da APM, que hoje contempla os berços 1 e 2, também para os atracadouros 3 e 4 (que ficaram fora do pacote de concessões do governo federal). Cutucou ainda a inércia em relação às obras de infraestrutura que beneficiariam a movimentação de cargas em Itajaí, como a Via Expressa Portuária: “Precisamos olhar para nossa cidade para concorrer com quem quer que seja”.


De olho

Trabalhadores Portuários Avulsos lotaram a sede do CAP e acompanharam de perto a reunião e os argumentos da APM Terminals. Saul Airoso da Silva, diretor de Integração do Porto de Itajaí e representante dos trabalhadores, reclamou da relação entre o custo da mão-de-obra e os problemas de competitividade e cobrou mais transparência da empresa em favor dos trabalhadores: quer saber “quem é quem” no custo operacional.


Vai além

Ficou claro na reunião que o problema não é a disputa entre as duas margens do Itajaí-açu: se não tiver competitividade, o Porto de Itajaí pode amargar perdas, também, para outros terminais no país.

Fonte: Clic RBS/Dagmara Spautz

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/30468-conselho-de-autoridade-portuaria-tenta-reverter-perda-de-atracacoes-em-itajai

quinta-feira, 18 de junho de 2015

COMPLEXO PORTUÁRIO DO ITAJAÍ REGISTRA SEGUNDA MAIOR MOVIMENTAÇÃO DO ANO


COMPLEXO PORTUÁRIO DO ITAJAÍ REGISTRA SEGUNDA MAIOR MOVIMENTAÇÃO DO ANO

Escrito por Redação


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O Complexo Portuário do Itajaí registrou em maio sua segunda melhor movimentação do ano. Foram operados 84,8 mil TEUs (Twenty-foot Equivalent Unit – unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés), volume que fica atrás apenas dos 89,63 mil TEUs movimentados em março. A APM Terminals Itajaí respondeu pela fatia de 33,8%, enquanto a Portonave Terminal Portuário Navegantes S/A movimentou 66,2%.

Nos cinco primeiros meses do ano, o Complexo Portuário movimentou 408,61 mil TEUs, com recuo de 9% sobre igual período do ano passado. Desse volume a APM Terminals movimentou 161,16 mil TEUs e, a Portonave, 247,44 mil TEUs.

Fonte: Ascom/Secretaria de Portos - SEP/PR

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/30407-complexo-portuario-do-itajai-registra-segunda-maior-movimentacao-do-ano

quinta-feira, 11 de junho de 2015

PORTO DE ITAJAÍ



BERÇOS DO PORTO DE ITAJAÍ FICAM FORA DA RODADA DE CONCESSÕES DO GOVERNO FEDERAL 

Escrito por Redação





O esperado pacote de concessões anunciado nesta terça-feira pelo governo federal deixou de fora a área que corresponde aos berços (atracadouros) 3 e 4 do Porto de Itajaí, que estão em fase de reforma e realinhamento _ uma obra paga pelo próprio governo, ao custo de R$ 117 milhões. A expectativa era que o arrendamento da área pudesse integrar o programa, que prevê a concessão de 29 áreas portuárias no país apenas na primeira fase do pacote.

Foram anunciadas concessões nos blocos 1 e 2, inclusive uma área no Porto de São Francisco do Sul. A área de Itajaí, porém, está no bloco 4 do pacote. Isto significa que não deve ser licitada até o ano que vem.

Os berços 3 e 4 foram usados provisoriamente pela APM Terminals, arrendatária do Porto de Itajaí, durante as obras de recuperação dos atracadouros 1 e 2, que foram danificados nas enchentes de 2008 e 2011. As obras de realinhamento começaram no ano passado e devem ser concluídas até o fim deste ano. Como a autoridade portuária (a superintendência) é proibida de operar cargas por força de lei, e o local está “sem dono”, o interesse em entregá-lo à iniciativa privada é antigo.

A expectativa agora é pela resposta a um questionamento apresentado pela própria APM Terminals à Secretaria Especial de Portos (SEP). A empresa pede para anexar a área dos berços 3 e 4 sem concorrência, sob a alegação de que o tamanho maior dos navios operando na costa brasileira não permite mais que ela atraque duas embarcações ao mesmo tempo em seus berços arrendados _ conforme prevê o contrato.

Caso a resposta da SEP seja negativa, a tendência é que os berços permaneçam inoperantes até o arrendamento, que ainda não tem data para ocorrer.


Terminais privados

O pacote do governo federal inclui Itajaí apenas entre os pedidos de Terminais de Uso Privado (TUPs) que estão em análise. Há solicitação de mudança no modelo de cargas operadas no Terminal Trocadeiro, que pede a inclusão de Granel Líquido e Gasoso, Conteinerizada e Carga Geral, mediante um investimento de R$ 6 milhões. A outra solicitação é de um grupo de empresários catarinenses que pretende criar o Barra do Rio Terminal Portuário S/A, ainda em fase de autorizações na Antaq.

Itajaí também é citada entre os pedidos de prorrogação de prazo de arrendamentos já existentes _ no caso, o da APM Terminals. Em todo o país são 24 pedidos como esse, com investimentos previstos de R$ 10,8 bilhões.

Fonte: ClicRBS

https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/30283-siderurgicas-voltam-a-cair-em-dia-de-poucos-negocios

quarta-feira, 27 de maio de 2015

PORTO DE ITAJAÍ


SAÍDA DE EMPRESAS DE IMPORTAÇÃO ACENDE ALERTA NA ECONOMIA EM ITAJAÍ

Escrito por Redação

A debandada de empresas especializadas em importação tem causado preocupação em Itajaí. Pelo menos 10 deixaram a cidade nos últimos meses, e a maioria não viajou para longe: com exceção de um escritório, que partiu para Recife (PE), os demais se instalaram em Itapoá e passaram a operar pelo porto local.

O principal motivo para a mudança foi a demora na liberação de cargas, em especial as que demandam fiscalização especial. De um lado, há falta de fiscais para dar conta do trabalho na Anvisa e no posto do Ministério da Agricultura. De outro, uma fiscalização mais rigorosa da Receita Federal para as cargas que exigem uma averiguação detalhada do contêiner. Uma adequação à qual todos os portos terão que passar mais cedo ou mais tarde.

O fato é que, para algumas cargas, o prazo de liberação em Itajaí chega a ser até três vezes maior do que no Porto de Itapoá. Numa tentativa de resolver o problema, a Associação Empresarial de Itajaí levou a demanda para Brasília.

Fonte: Click RBS(SC)
https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/30017-saida-de-empresas-de-importacao-acende-alerta-na-economia-em-itajai?utm_source=newsletter_7484&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y

terça-feira, 14 de abril de 2015

ITAJAÍ: POLO NÁUTICO BRASILEIRO



ITAJAÍ: POLO NÁUTICO BRASILEIRO 

Escrito por Redação


Itajaí é uma cidade economicamente importante para a região sul. Ostenta números expressivos, como um Produto Interno Bruto (PIB) que ultrapassa R$ 1 bilhão – o maior de Santa Catarina –, conquistado por meio das mais variadas vertentes econômicas possíveis quando se pensa no melhor aproveitamento de um rio. Na onda dos bons resultados, a prefeitura local busca reconhecimento nacional. Quer fazer da cidade um famoso polo náutico brasileiro. “A Prefeitura de Itajaí decidiu se reposicionar institucionalmente. Espera projetar a cidade como líder em assuntos náuticos perante o país e, ao mesmo tempo, iniciar a construção de uma marca emblemática que maximize o impacto da comunicação”, explica João Satt, diretor-presidente do grupo Competence, um dos maiores grupos de branding e comunicação do Brasil, contratado para realizar a nova campanha institucional do município.

As atividades portuária e pesqueira, que atraíram empresas de prestação de serviços e de comércio em geral, além de indústrias e construtoras, levaram Itajaí a desenvolver sua economia rapidamente. Hoje, o complexo portuário instalado no município é essencial para o escoamento das exportações da região sul. “É o segundo porto em movimentação de contêineres no ranking nacional, sendo superado apenas pelo porto de Santos”, salienta Satt. Outra importante vantagem de Itajaí é a localização privilegiada, que conta ainda com o bem sucedido Terminal de Cruzeiros de Itajaí. Este é o primeiro píer alfandegado e exclusivo para passageiros do Brasil, localizado separadamente da área portuária e dotado de infraestrutura para receber navios turísticos em rotas nacionais e internacionais. “Nosso píer alfandegado pela receita federal é um diferencial, é o único do sul do Brasil. Recebemos mais de 30 transatlânticos nessa temporada”, conta o secretário de comunicação de Itajaí, Murilo da Conceição.

Fonte: Grupo Amanhã/Conrado Esber

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quarta-feira, 25 de março de 2015

Porto de Itajaí


Porto de Itajaí se prepara para novas e grandes demandas

Escrito por Redação Portogente

Esforços conjuntos do governo federal, estadual e da Autoridade Portuária para investir no Complexo Portuário de Itajaí o preparam para as demandas do mercado. O engenheiro Marcelo Werner Salles, ex-presidente do Conselho de Administração Portuária (CAP) de Itajaí, adiantou ao PortoGente parte dos temas que irá tratar na reunião desta quarta-feira (25/3), na Câmara para Assuntos de Transporte e Logística da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), em Florianópolis, Santa Catarina. Na reunião serão debatidos o conjunto dos planos e ações da Secretaria de Estado e Infraestrutura para o porto.

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Quais são as necessidades de infraestrutura de médio e longo prazo para a melhoria do atendimento e as perspectivas de investimentos do governo federal no Complexo Portuário de Itajaí para atender as novas demandas do mercado?
Salles - O Porto de Itajaí está recebendo investimentos, em recursos da União, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2), na soma de R$ 117,05 milhões nas obras de realinhamento e reforço dos berços 3 e 4. A obra começou no ano passado e deverá estar concluída no segundo semestre de 2015. O investimento possibilitará que esse trecho de cais, de 490 metros, opere navios de maiorporte e dimensão, assim como receba equipamentos mais modernos e de melhor performance, além de ter sua cota de dragagem ampliada de 10m para 14m. Também estamos pleiteando junto à União a liberação de recursos na ordem de R$ 210 milhões para que possamos fazer a segunda etapa das obras da bacia, o alargamento dos canais de acesso e, assim, operar navios de até 365 metros. Nossa expectativa é que os recursos sejam liberados nos anos de 2015 e 2016.

E quanto ao governo estadual, quais as previsões de investimento dentro do objetivo de melhorias da capacidade do porto?
Salles - O Governo do Estado de Santa Catarina está investindo cerca de R$ 104 milhões nas obras da primeira etapa da nova bacia de evolução do Complexo Portuário do Itajaí, que possibilitará, até o fim deste ano, que operemos navios de até 335 metros de comprimento. Hoje nosso limite são navios de no máximo 306 metros.

Em termos de recursos próprios, como são investidos, especialmente para atender o incremento da relação comercial de Santa Catarina com o mercado chinês?
Salles - Além dos investimentos externos, a Autoridade Portuária investe, em recursos próprios, cerca de R$ 25 milhões por ano em dragagens de manutenção da profundidade dos canais de acesso e bacia de evolução, batimetrias, balizamento e sinalização náutica. Tais investimentos são necessários para adequar o complexo portuário ao mercado da navegação e mantê-lo competitivo. Além destes, os terminais estão investindo pesado em equipamentos, o que adéqua o Porto a atender as necessidades de mercado, como é o caso do incremento nas relações comerciais com a China.

https://portogente.com.br/noticias/transporte-logistica/presidente-do-cap-de-itajai-fala-sobre-as-perspectivas-do-porto-catarinense-85436

quarta-feira, 18 de março de 2015

Porto de Itajaí recebe obras de ampliação



Porto de Itajaí recebe obras de ampliação

O Complexo Portuário de Itajaí recebeu, na manhã de segunda-feira, 16, a autorização para dar início a obra para modernizar e garantir o dinamismo das operações no porto. O governador Raimundo Colombo entregou a ordem de serviço para o alargamento do canal de navegação e da bacia de evolução. O projeto contempla ainda a adequação das estruturas de proteção do rio Itajaí-Açu.

O conjunto de obras, nesta primeira etapa, vai permitir que o porto receba navios com até 335 metros de comprimento. “A navegação mundial está operando com navios maiores, é uma realidade que se impõe em razão da eficiência e da competitividade e sem as obras aqui, eles certamente migrariam para outros portos”, avalia o governador.

O investimento está orçado em R$ 103 milhões, com recursos do programa Pacto por Santa Catarina e a obra deve ser concluída em 2016. O secretário de Estado da Infraestrutura, João Carlos Ecker, destaca a “agilidade e o empenho da equipe de trabalho em tratar de uma demanda fundamental para o bom desempenho da economia de Santa Catarina”.

A ampliação demanda a retirada das guias correntes do molhe Sul, junto ao Saco da Fazenda, para que sejam executadas as obras da nova bacia de evolução (480 metros de diâmetro), retirada de parte dos espigões transversais do molhe norte (groins) e dragagens da área da nova bacia e para o alargamento do canal de acesso.

Estudos

O superintendente do Porto de Itajaí, engenheiro Antonio Ayres dos Santos Júnior, explica que desde quando foi constatada a necessidade do mercado até a assinatura da ordem de serviço para as obras, houve um estudo embasado em modelagens e simulações de navegação por equipamentos de alta tecnologia e por empresas das mais bem conceituadas no segmento. “Técnicos da Autoridade Portuária, Terminais e Praticagem também acompanharam os estudos, que hoje, após todo os licenciamentos necessários, resultaram nesse importante ato para nosso Complexo”, diz Ayres.

A prefeita em exercício de Itajaí, Dalva Rhenius, falou da importância da interação Porto-cidade. “Desde a municipalização do Porto, na década de 90, o complexo já recebeu mais de R$ 1,5 bilhão em investimentos da União, Estado, Município e iniciativa privada, por outro lado, o desenvolvimento dessa atividade contribui com o crescimento econômico de toda a região”, disse.

Ainda de acordo com a prefeita em exercício, a estrutura portuária traz compensações com áreas de preservação permanente, como o Parque da Atalaia; em ações de infraestrutura para a Cidade, como a Via Expressa Portuária – eixo de circulação de caminhões, com o objetivo de segregar o transito urbano de transporte de cargas –, ou no fomento do turismo por meio da construção do Terminal de Passageiros de Itajaí, ou ainda na Marina de Itajaí.

Outra contribuição citada por Dalva Rhenius é que o complexo portuário de Itajaí permite ao município receber eventos com foco no turismo, como as regatas Volvo Ocean Race e Transat Jacques Vabre, que garantem à cidade e ao Porto visibilidade internacional e os insere ao seleto grupo de portos mundiais com infraestrutura para receber este tipo atividade.

Fonte: economiasc

http://www.portosenavios.com.br/portos-e-logistica/28572-porto-de-itajai-recebe-obras-de-ampliacao

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Termina bloqueio de pescadores ao complexo portuário do Itajaí


Termina bloqueio de pescadores ao complexo portuário do Itajaí

Após um dia e meio, terminou ontem o bloqueio de pescadores ao complexo portuário do Itajaí (SC). O movimento começou na segunda-feira e cerca de 200 barcos de pesca travaram o acesso e o canal de navegação. Um transatlântico foi cercado e depois liberado para seguir viagem.

Os pescadores protestaram contra portaria do governo federal que proíbe a captura de espécies consideradas ameaçadas de extinção, como os peixes namorado, garoupa e cação. Seis embarcações (incluindo navios de carga e balsas) foram impedidas de entrar ou sair do porto devido ao protesto. A manifestação foi organizada pelo Sindicato dos Armadores e Indústria da Pesca (Sindipi) e Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Pesca (Sitrapesca).

A suspensão do bloqueio foi feita após o ministro da Pesca e Aquicultura, Helder Barbalho, anunciar cinco pontos ontem à tarde. Entre eles, Barbalho garantiu a criação de um grupo de trabalho para tratar dos pedidos dos sindicatos; a criação de outro grupo de trabalho mais amplo, incluindo representantes do setor e pesquisadores; e uma audiência pública com ele e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, amanhã.

O complexo de Itajaí é o segundo do país em movimentação de contêineres, onde estão as cargas de maior valor agregado. O primeiro é Santos. Um navio programado para atracar no terminal da Portonave ficou 12 horas parado devido ao episódio. "Assim como a pesca, a atividade portuária é importante para a economia da a região e a não operação dos portos traz prejuízo para a cadeia logística como um todo", disse o diretor-superintendente administrativo da Portonave, Osmari Ribas. Ele disse não ser possível calcular prejuízos, mas afirmou que o efeito é em cadeia, influenciando a rotação do navio em outros portos.

Já a APM Terminals, que também controla um terminal no porto, disse não ter sido afetada.

Fonte: Valor Econômico/Fernanda Pires | De Santos

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Bloqueio no porto de Itajaí já afeta a movimentação de navios



Bloqueio no porto de Itajaí já afeta a movimentação de navios


Um bloqueio no canal de acesso ao porto de Itajaí (SC), motivado por um protesto de pescadores, já afetou a entrada ou a saída de pelo menos três navios de contêineres, informou nesta terça-feira (6) a autoridade portuária.

Pescadores bloqueiam o complexo portuário desde a manhã de segunda-feira, em protesto contra uma medida do governo federal que impede a pesca de centenas de espécies ameaçadas de extinção, muitas delas consideradas comerciais.

O porto de Itajaí, que inclui o terminal privado Portonave, que fica ao lado, no município de Navegantes, é um importante polo de exportação de carnes.

Além dos navios de carga, um transatlântico com passageiros está atracado no porto, sem poder movimentar-se. Um navio de serviço que atende plataformas da Petrobras também está impedido de entrar no local.

A administração do porto de Itajaí e a Portonave ainda não estimaram o volume de mercadorias que deixou de ser movimentado neste período.

Autoridades e manifestantes estão reunidos na tarde desta terça em busca de uma solução para o impasse.

Fonte: Folha de São Paulo/DA REUTERS

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Porto de Itajaí está entre os 120 maiores do mundo



Porto de Itajaí está entre os 120 maiores do mundo


O Complexo Portuário do Itajaí está entre os 120 maiores portos do mundo e ganhou cinco posições na edição de 2014 do World Top Container Ports, ranking publicado anualmente pela publicação britânica Container Management. Com 1.120,627 TEUs (Twenty-foot Equivalent Unit – unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés) operados em 2013, o Complexo catarinense passou da 108ª posição, na edição de 2013, para a 103ª posição, neste ano.

Entre os portos brasileiros, somente Itajaí e Santos (38ª posição) constam no ranking. A publicação aponta ainda uma evolução de 12% na movimentação das cargas do Complexo do Itajaí entre os anos de 2012 e 2013.

“O fato de estarmos no seleto grupo dos 120 maiores portos do mundo, ganhando posições ano a ano, é um motivo de grande satisfação para a Autoridade Portuária de Itajaí, que vê essa colocação como um reconhecimento a todo o trabalho desenvolvido e aos investimentos que o Porto vem recebendo em melhorias de sua infraestrutura terrestre e aquaviária”, explica o superintendente do Porto de Itajaí, Antonio Ayres dos Santos Júnior.

Para Ayres, a posição alcançada por Itajaí no World Top Container Ports 2014 também pode ser creditada a garra e determinação da comunidade portuária de Itajaí e região, bem como a atenção especial que o Porto de Itajaí recebe da Secretaria de Portos da Presidência da República, que com constantes investimentos em infraestrutura

Fonte: economiasc\victor schneider

http://www.portosenavios.com.br/portos-e-logistica/25751-porto-de-itajai-esta-entre-os-120-maiores-do-mundo

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Porto de Itajaí movimenta 1,11 milhão de Teus nos últimos 12 meses


Porto de Itajaí movimenta 1,11 milhão de Teus nos últimos 12 meses





O Porto de Itajaí encerrou julho de 2014 com a movimentação de 101,2 mil Teus, volume que somado à movimentação dos seis primeiros meses de 2014 eleva a movimentação acumulada para 625,34 mil Teus. O avanço, com relação ao igual período do ano passado, é de 1%.

O moderado crescimento verificado foi resultado da baixa movimentação registrada em junho, uma vez que o Complexo Portuário ficou inoperante por 11 dias, e por dois dias em julho. No entanto, a expectativa é de que sejam recuperados os índices de crescimento registrados no primeiro semestre deste ano.

Para o superintendente do Porto de Itajaí, engenheiro Antonio Ayres dos Santos Júnior, existe uma tendência natural de crescimento nas operações de comércio exterior nos últimos meses do ano, o que contribuirá para que se encerre 2014 com um índice de crescimento em torno de 5%, que foi a média verificada entre janeiro e maio.

Fonte: Assessoria

http://www.conexaomaritima.com.br/index.php?option=noticias&task=detalhe&Itemid=22&id=14669