LEGISLAÇÃO

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Porto de Suape


Porto de Suape quer incentivar exportações e ampliar operações com PCCE

Em 2015, iniciativa embarcou 1 milhão de cargas para portos internacionais
Mariama Correia, da Folha de Pernambuco


Para incentivar as exportações e ampliar as operações de comércio exterior no Porto, o Complexo Industrial Portuário de Suape lançou o projeto de Consolidação de Cargas para Exportação (PCCE). No ano passado, o Porto de Suape embarcou 1 milhão de cargas para portos internacionais. A iniciativa, em parceria com a Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (AD Diper), pretende integrar as empresas de logística - entre armadores, agentes de cargas, terminais e portos de destino - aos pequenos exportadores locais. “De um lado sensibilizamos os agentes para oferecerem descontos e do outro aproximamos eles de novos clientes em potencial”, explicou o presidente do Porto de Suape e secretário de Desenvolvimento Econômico, Thiago Norões.

Empresas de vários setores que nunca exportaram ou exportam pouco são o alvo das ações. “As produtoras de bebidas, principalmente aguardente, o setor têxtil, de movelaria são alguns setores de maior foco”, acrescentou Norões. Inicialmente, cerca de 30 empresas de logística estão participando.

Ao todo, o projeto será desenvolvido em quatro etapas. A primeira é a identificação das empresas com cargas compatíveis e capacitação deles para atuação no mercado externo. As mercadorias e os destinos serão identificados e repassados às cadeias de logística. Em seguida, serão identificados custos, prazos e datas de embarque e, por último, os produtos serão entregues no terminal de destino. Essas operações terão suporte de entidades governamentais durante um ano.

http://www3.folhape.com.br/cms/opencms/folhape/pt/economia/noticias/arqs/2016/02/0052.html

terça-feira, 5 de maio de 2015

Porto de Suape



MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS EM SUAPE BATE RECORDE BALANÇO DO PRIMEIRO TRIMESTRE DO ANO INDICA UM CRESCIMENTO DE 32,7% EM RELAÇÃO AO MESMO PERÍODO DE 2014


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O primeiro trimestre do ano registrou recorde na movimentação de cargas do Porto de Suape. Bateu a casa dos 5 milhões de toneladas. A marca é 32,7% maior que o total registrado no mesmo período de 2014, quando circularam 3,78 milhões de toneladas de cargas, segundo informações da assessoria de comunicação do porto. Março teve a maior movimentação do período, com cerca de 1,81 milhão. Isso significa um novo recorde mensal, com crescimento de 49% em relação ao mesmo mês do ano passado e 11% a fevereiro deste ano, que era o recorde até então, com 1,63 milhão de toneladas.

Conforme a assessoria, entre as cargas movimentadas, os granéis líquidos (combustíveis, álcoois, óleos, gases e produtos químicos) foram os responsáveis pelo grande aumento, já que registraram o crescimento de 59% em relação aos três primeiros meses de 2014. Neste ano, passaram pelo Porto de Suape 3,56 milhões de toneladas de granéis líquidos, contra 2,24 milhões do ano passado. Se compararmos apenas os meses de março, a movimentação de granéis líquidos, em 2015, foi 92% superior a 2014. Dentre essas mercadorias, destacam-se óleo diesel (960 mil t), óleo combustível (737 mil t), óleos brutos (560 mil t) e querosene de aviação (328 mil t).

As cargas conteinerizadas somaram 1,12 milhão de toneladas ou 101 mil TEUs (unidade de contêiner de 20 pés); os granéis sólidos, 249 mil toneladas, e carga geral solta 55 mil toneladas. “A nossa movimentação está crescendo a cada mês, principalmente, devido ao início da operação da primeira etapa da Refinaria Abreu e Lima, em dezembro passado. Seguindo esse crescimento, esperamos encerrar o ano perto de 20 milhões de toneladas de cargas”, comentou o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco e presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Thiago Norões.

Com relação às cargas transportadas por cabotagem, que é a navegação costeira entre os portos de um mesmo país, Suape registrou um aumento de 53% neste tipo de navegação. Os embarques e desembarques de cabotagem neste trimestre somaram 3,15 milhões de toneladas, contra 2,06 milhões em 2014. A navegação de longo curso (importação e exportação) também cresceu e fechou o trimestre com alta de 26,2%. Quanto ao fluxo de navios, o porto recebeu 385 embarcações, 28 a mais que os três primeiros meses de 2014.

No ano passado, Suape movimentou 15,2 milhões de toneladas de cargas e 418 mil TEUs, sendo o principal porto em movimentação de contêineres do Norte e Nordeste. Entre as mercadorias que passaram por Suape em 2014, destacaram-se óleo diesel (17%), GLP (16,6%), óleo combustível (9,2%) e gasolina (5,7%), além das cargas transportadas por contêineres que representaram 30,8% da movimentação.


Balanço

Nesta quinta-feira (30), a administração do Complexo Industrial Portuário de Suape divulgou o balanço patrimonial de 2014 no Diário Oficial do Estado de Pernambuco. No ano passado, o faturamento do porto foi de R$ 112,5 milhões, o que representa um crescimento de 27,11% em relação a 2013, que tinha registrado R$ 88,5 milhões. No faturamento, são contabilizados os pagamentos provenientes dos arrendamentos, das tarifas portuárias e dos aluguéis. O lucro líquido do exercício de 2014 foi de R$ 9,44 milhões, superior ao de 2013 em 7,63%, que tinha sido de R$ 8,77 milhões.

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/29639-porto-de-suape-movimenta-5-milhoes-de-toneladas-de-cargas-no-primeiro-trimestre

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Porto de Suape



NAVIOS QUE ABASTECIAM EM SUAPE PRECISAM REPROGRAMAR VIAGEM E VÃO PARA SANTOS

Escrito por Redação
Publicado em Portos e logística

Os erros cometidos pelo governo federal na gestão energética do País estão atingindo um alvo inusitado: os navios de grandes transportadoras que operam em Pernambuco. Há seis meses a Petrobras não disponibiliza o bunker – óleo combustível para as embarcações – no Complexo Industrial Portuário de Suape. O motivo, segundo a estatal, é o direcionamento do produto para atendimento às termelétricas.

Segundo a Petrobras, única fornecedora do produto no Brasil, o volume de aproximadamente 5.000 toneladas mensais do combustível deixou de ser encaminhado para Suape desde setembro do ano passado. “As operações de óleo combustível nas instalações da Transpetro no porto de Suape estão comprometidas por conta do atendimento às térmicas”, diz um trecho da resposta oficial da estatal aos questionamentos da reportagem. A companhia não deu previsão para normalizar o atendimento, pois “está avaliando as alternativas logísticas para voltar a oferecer o combustível em Suape”.

Segundo o diretor de Planejamento e Desenvolvimento da Log In Intermodal, Cleber Lucas, a falta do bunker faz com que a empresa tenha que suprimir rotas, já que é preciso reprogramar as viagens para abastecer em Santos, em São Paulo, e não mais no Nordeste. “E isso é tirar carga de Suape”, alerta. A Log In é um dos armadores que atuam em Suape e têm no terminal um dos seus mais importantes pontos de conexão entre os destinos atendidos dentro e fora do País. O bunker é, ainda, uma vantagem competitiva que os portos brasileiros oferecem para as viagens de longo curso – aquelas que incluem portos internacionais: as operadoras desses navios não pagam PIS, Cofins nem ICMS sobre o combustível.

Cleber Lucas também é presidente da Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac) e não aceita a explicação da Petrobras. “Na verdade, isso é uma falta de planejamento e falta de uma decisão da Petrobras de incrementar os estoques de Suape. Não acredito que esteja faltando bunker no Brasil”, critica.

Os problemas dos armadores de Suape começaram bem longe do porto. No início dos anos 2000, as térmicas foram a opção do governo para formar uma rede de segurança em relação ao sistema hídrico. Embora o modelo tenha falhado, ao não suprir a demanda e ao gerar uma energia cara, foi mantido. Em 2013, a redução “artificial” do valor da tarifa criou um buraco nas contas do setor, que continua usando a cara energia das térmicas para tentar compensar a escassez de água. É para este “ralo” que supostamente está indo o bunker que deveria estar em Suape.

Fonte: Jornal do Commercio (PE)

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/29328-navios-que-abasteciam-em-suape-precisam-reprogramar-viagem-e-vao-para-santos

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Porto de Suape


Receita Federal autoriza terminais alfandegados de Suape a armazenarem cargas de cabotagem


A partir de autorização da Recita Federal, os terminais alfandegados do Porto de Suape já podem realizar operações com cargas de cabotagem em seus recintos e armazenar essas mercadorias por até sete dias.
Antes, as mercadorias oriundas de rotas nacionais, principalmente as de projeto e, sobretudo, as grandes peças da indústria eólica e outras indústrias que movem cargas entre portos, eram embarcadas ou desembarcadas dos navios diretamente para os caminhões e só podiam ficar guardadas em empresas de logísticas situadas fora da zona primaria portuária, diferentemente das cargas vindas do exterior (longo curso), que podiam ficar armazenadas nos terminais.
A nova regra que permite maior competitividade em Suape é da Alfândega da Receita Federal do Brasil no porto pernambucano.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União neste mês, seguindo o modelo que já ocorre no Porto de Vitória, no Espírito Santo.
Para realizarem as operações, os terminais precisam solicitar autorização ao órgão.
De acordo com a gestão, com a medida da portaria ALF/SPE nº 5, as operações de cabotagem de grandes peças produzidas no Brasil serão mais ágeis em Suape, já que a logística envolverá menos caminhões e um maior ganho de tempo, uma vez que as mercadorias poderão ficar armazenadas nos terminais alfandegados esperando o embarque nos navios, ou após o desembarque.
“Ampliamos o leque da movimentação de cabotagem no porto e oferecemos mais competitividade aos terminais. Com isso, estamos caminhando para nos consolidarmos como um hub port, ou seja, um porto com vocação para distribuição de cargas no país”, explicou Bernardo D’Almeida, vice-presidente de Suape.
Para Eduardo Razuck, diretor comercial da Localfrio, empresa que possui dois terminais em Suape, a nova liberação cria uma situação de competitividade para os operadores portuários, reduzindo os custos para a indústria.
“Enxergamos um novo mercado para os agentes portuários e mais segurança na movimentação dessas peças, que têm um alto valor agregado. Além disso, esperamos aumentar o volume de negócios com a cabotagem este ano, e ao mesmo tempo criar mais um grande diferencial competitivo ao mercado do Nordeste”, comentou. A Localfrio deve enviar nos próximos dias o primeiro pedido de autorização para a Receita Federal.
Antes da nova portaria, apenas o Tecon Suape, terminal de contêineres com 370 mil metros quadrados, armazenava cargas de contêiner de cabotagem.
Além desse, o maior terminal do Complexo, Suape dispõe de mais 237,2 mil metros quadrados de área alfandegada, que conta com a oferta da Localfrio, com 90 mil metros quadrados, do Fedex/Rapidão Cometa, com 10 mil metros quadrados, e dos portos secos da Wilson Sons Logística e JSL, com 79 e 58,2 mil metros quadrados, respectivamente, totalizando 607,2 mil metros quadrados de área alfandegada. Os dois últimos ficam localizados na área industrial do Complexo e não foram afetados pela mudança.
Em 2014, Suape bateu o recorde de movimentação de cargas com 15,2 milhões de toneladas, dos quais 8,6 milhões foi de cabotagem que tiveram como origem ou destino os portos do país, principalmente Santos e Manaus. Isso representou um aumento de 22,5% em relação a 2013, quando a cabotagem somou 7 milhões de toneladas.
No Brasil, a cabotagem foi responsável por 21,5% de toda a carga transportada por navios de janeiro a setembro do ano passado e teve um crescimento de 4% em relação ao mesmo período de 2013, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
A cabotagem é o transporte nacional de mercadorias realizado entre os portos costeiros do país por via marítima.
Em Suape, a carga chega de outros países em navios maiores e é distribuída para os outros portos em navios menores, que podem adentrar mais facilmente os locais com pouca profundidade, como é o caso da maioria das instalações portuárias brasileiras.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Porto de Suape movimenta 15 milhões de toneladas e fatura R$ 103.4 milhões em 2014



Porto de Suape movimenta 15 milhões de toneladas e fatura R$ 103.4 milhões em 2014

Nos 11 primeiros meses de 2014, o Porto de Suape, entre as cidades de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife (RMR), movimentou 15 milhões de toneladas em cargas e faturou R$ 103,4 milhões. Tanto a movimentação de cargas quanto o faturamento representam recordes na história do porto. Suape representa cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco.

Em comparação com o ano de 2013, o faturamento do Complexo Industrial e Portuário de Suape cresceu 27,8%. No ano passado, o faturamento havia sido de R$ 80,9 milhões. “O Porto de Suape é a joia da coroa de Pernambuco”, afirma o secretário estadual de Desenvolvimento, Márcio Stefanni.

Já a movimentação de cargas cresceu 16,7% em relação ao último ano, quando foram transportadas 12,8 milhões de toneladas. Em 2014, houve um aumento de 30% no volume de granéis líquidos e de 21% na quantidade de contêineres transportados.

A previsão é que, em 2015, sejam movimentadas 20 milhões de toneladas de cargas. A projeção do Governo de Pernambuco é que a quantidade de carga transportada chegue a 90 milhões em 2030.

Estaleiro Atlântico Sul em Suape. Foto: Eduarda Azoubel/Suape

Neste ano, o Porto de Suape também ampliou em 15,39% a sua área alfandegária, que passou de 526,2 mil para 607,2 mil metros quadrados.

A administração do Porto também comemorou a chegada da primeira carga de petróleo da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em setembro. A expectativa é que o primeiro trem já esteja em operação no próximo ano.

Ainda no mês de dezembro, deve entrar em fase de testes uma fábrica de motocicletas da Shineray. Ao longo do ano, Suape também ganhou uma térmica a gás do grupo Bolognesi, com investimento de R$ 3,5 bilhões.

Ao longo de 2014, o Estaleiro Atlântico Sul também lançou o terceiro navio, o Dragão do Mar, e o Estaleiro Vard Promar lançou seu primeiro navio, o Barbosa Lima Sobrinho.

A administração de Suape tem a expectativa, agora, de conseguir aprovar, junto ao governo federal, o aumento nas tarifas portuárias, congeladas desde 2000. O pleito já foi solicitado há mais de um ano.

O aumento nas tarifas deve ser, em média, de 6%. O pedido já foi aprovado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e está, agora, na Secretaria Especial dos Portos da Presidência da República.

Navio transportando containeres em Suape. Foto: Eduarda Azoubel/Suape

INVESTIMENTOS – Entre os anos de 2007 e 2014, o Governo de Pernambuco investiu R$ 2,19 bilhões em obras de infraestrutura portuária. Neste ano, foram aplicados R$ 139,4 milhões. O principal investimento do ano foi a conclusão do acesso rodoviário aos estaleiros, onde foram aplicados R$ 112 milhões.

A ampliação do pátio de veículos, que deve ajudar a transportar os veículos do polo automotivo custou R$ 42 milhões. Outros R$ 37 milhões foram gastos para fazer a Terraplanagem da Nova Vila Claudete, projeto habitacional para a população que mora em Suape.

Apesar de o padrão de investimento ter diminuído em relação aos últimos anos, a estratégia foi definida por Stefanni. “A gente preparou o Porto para os próximos 30 anos. Então os investimentos agora serão menores”, disse.

Para 2015, a expectativa é que sejam realizadas as licitações do 2º Terminal de Contêineres, que ajudará Suape a atrair demanda da Ásia, através do Canal do Panamá, e do Terminal de Granéis Sólidos da Ilha de Cocaia.

Desde a aprovação da MP dos Portos, todas as licitações dos portos públicos dependem da realização do governo federal e estão paradas em todo o País. A administração de Suape nega a hipótese de retaliação política contra o Estado.

Fonte: NE 10

http://www.portosenavios.com.br/portos-e-logistica/27206-porto-de-suape-movimenta-15-milhoes-de-toneladas-e-fatura-r-103-4-milhoes-em-2014

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Porto de Suape cresce 42,7% na movimentação de cargas


Porto de Suape cresce 42,7% na movimentação de cargas


Exportação teve alta de mais de 80% em relação ao ano passado





A movimentação de cargas no Porto de Suape registrou de janeiro a junho mais de 7,7 milhões de toneladas, uma evolução de 42,7% se comparado ao mesmo período do ano passado, quando movimentou cerca de 5,4 milhões. O resultado deve-se, sobretudo, ao aumento de 64,6% na movimentação de graneis líquidos, que são gasolina, diesel, gás liquefeito de petróleo, óleo comestível, entre outros.

A exportação registrou crescimento de mais de 80% em relação ao primeiro semestre de 2013, somando quase dois milhões de toneladas de cargas. A importação, por sua vez, cresceu 32%, com cerca de 5,7 milhões de toneladas.

O desempenho também contou com o incremento de 37,7% na movimentação de graneis sólidos (açúcar e trigo) e de 5,7% na de carga geral solta, que representa itens como veículos, chapas de aço e peças destinadas às indústrias da região, por exemplo. A movimentação de contêineres cresceu 15,6% se considerado o peso bruto da carga. Se for contabilizado em TEU, a evolução chega a 4,5%, com 202.771 Teus movimentados no período.

O diretor de Gestão Portuária de Suape, Leonardo Cerquinho, explica que a expectativa para o próximo semestre é manter os mesmos níveis de crescimento alcançados no primeiro. “Nossa previsão é encerrar o ano atingindo aproximadamente 15 milhões de toneladas movimentadas”, contabiliza.

http://www.guiamaritimo.com/gm_wp/noticias/porto-de-suape-cresce-427-na-movimentacao-de-cargas/

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Porto de Suape integra rota para transporte de cargas de grande porte



Porto de Suape integra rota para transporte de cargas de grande porte


As indústrias pernambucanas agora podem utilizar uma nova rota para transportar máquinas e peças de grande porte pelo Brasil. A empresa Aliança Navegação e Logística, que pertence ao grupo alemão Hamburg Süd deu início a uma rota nacional ideal para transportar máquinas, turbinas e pás eólicas, conhecidas como carga de projeto, por não caberem em contêineres. Até então, o transporte desse material era realizado por via terrestre ou em rotas marítimas internacionais.

A viagem inaugural contou com uma parada no Porto de Suape. A embarcação veio do Porto de Santos (SP) e descarregou no terminal pernambucano 1,1 mil toneladas de transformadores elétricos. “Já realizávamos operações internacionais deste tipo. O ganho agora é para as indústrias, que terão facilidades de transporte nacional. Este navio virá por demanda. O contato é realizado entre a empresa e o armador”, explicou o diretor de Gestão Portuária do Complexo Industrial Portuário de Suape, Leonardo Cerquinho.

O foco do projeto são indústrias dos setores de petróleo, gás, siderúrgica, naval, offshore e de energia eólica. Além dessa linha de cabotagem (realizada entre portos marítimos de um mesmo país), o Porto de Suape dispõe de sete linhas nacionais regulares no transporte de contêineres. De janeiro a junho deste ano, a movimentação por cabotagem representou 57,6% do total de cargas movimentadas em Suape. O percentual equivale a mais de 4,4 milhões de toneladas

Fonte:Diário de Pernambuco (PE)/Rochelli Dantas

http://portosenavios.com.br/navegacao-e-marinha/25211-porto-de-suape-integra-rota-para-transporte-de-cargas-de-grande-porte?utm_source=newsletter_5918&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y