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sexta-feira, 29 de julho de 2016

PORTO DE RIO GRANDE REGISTRA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS RECORDE NO SEMESTRE


Porto de Rio Grande registra movimentação de cargas recorde no semestre




Volume exportado é 8% superior ao do mesmo período do ano passado



O Porto de Rio Grande movimentou o volume recorde histórico de 19,7 milhões de toneladas de carga nos seis primeiros meses de 2016. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (27), pela secretaria de comunicação do Governo do Estado.


O volume exportado é 8% superior ao do mesmo período do ano passado.


O destaque em movimentação foi a celulose: 1,3 milhão de toneladas no semestre. "Isso é consequência do investimento da Celulose Riograndense em Guaíba, cuja fábrica está em um ritmo muito intenso, valorizando a nossa hidrovia", explicou em nota o diretor-superintendente do Porto de Rio Grande, Janir Branco. "A tendência é cada vez aumentar mais essa movimentação", informou


Branco projeta uma nova movimentação recorde para o ano, que pode chegar a 39 milhões de toneladas. O recorde histórico é 37,6 milhões de toneladas em 2015.


http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2016/07/economia/512392-porto-de-rio-grande-registra-recorde-na-movimentacao-de-cargas-no-semestre.html

quinta-feira, 14 de julho de 2016

PORTO DO RIO GRANDE COMEMORA MELHOR SEMESTRE DA HISTÓRIA


PORTO DO RIO GRANDE COMEMORA MELHOR SEMESTRE DA HISTÓRIA





A Superintendência do Porto do Rio Grande realizou, nesta terça (12), o fechamento da movimentação do complexo portuário. O primeiro semestre de 2016 foi considerado como o melhor da história do porto gaúcho. Foram movimentadas mais de 19 milhões de toneladas nos seis primeiros meses do ano, um crescimento de mais de 8%, quando comparado ao mesmo período de 2015.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos, mas não estamos acomodados, pois entendemos as dificuldades do ano corrente e trabalhamos pela atração de novas cargas, melhorias no complexo e uma organização capaz de dar, cada vez, mais agilidade ao escoamento de produtos”, afirma o diretor-superintendente Janir Branco.

Apenas no mês de junho, foram movimentadas 4,1 milhões de toneladas, acumulando nos seis primeiros meses do ano o total de 19.275.653 toneladas. Em percentuais, o crescimento, quando analisado no primeiro semestre do ano passado, foi de 8,3%.

Destaques

O ano de 2016 tem sido marcado pelos destaques da carga geral e dos granéis líquidos. No acumulado do ano, o primeiro aponta crescimento de 37% passando de 3,7 milhões para 5,1 milhões de toneladas. Já os líquidos passam de 1,9 milhão para 2,2 milhões de toneladas.

- O principal destaque é a celulose que sozinha já ultrapassa a marca de 1,3 milhão de toneladas, impulsionado pelo grande investimento, realizado no Rio Grande do Sul, da empresa Celulose Riograndense que utiliza, de forma constante, o sistema hidroviário gaúcho para sua movimentação - afirma o diretor-superintendente.

Embora o Porto do Rio Grande tenha sua vocação nos granéis sólidos, esses tiveram um decréscimo no primeiro semestre de 2016, comparado a 2015 de -1,7%. O percentual negativo tem origem na queda de movimentação de trigo que passou de 1,2 milhão (2015) para 734 mil toneladas em 2016. Os demais setores seguem tendo alta como o arroz (+21%), milho (+26,4%) e cevada (+67,5%). Para os produtos citados, são considerados as segmentações granel e carga geral e, também, os embarques e desembarques.

O complexo soja, composto pelo grão, óleo e farelo, também apresentou crescimento de 3% quando comparado ao mesmo período de 2015. O complexo soma mais de 7,2 milhões de toneladas movimentadas até junho.

“O Porto do Rio Grande trabalha com a maior parte da produção gaúcha, e nosso Estado tem no campo uma de suas principais atividades econômicas. Estamos satisfeitos com os números obtidos no semestre, mas sempre trabalhando com a realidade do momento econômico nacional e do cenário internacional, já que conectamos os produtos gaúchos com quase que uma centena de rotas comerciais internacionais”, finaliza o diretor-superintendente.

Ainda no complexo portuário, os segmentos de veículos tiveram crescimento nos contêineres de 4,6% totalizando 357.771 TEUs e na quantidade de embarcações que chegaram ao número de 1589, aumento de 10%.

Fonte: Jornal Agora (RS)

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/34962-porto-do-rio-grande-comemora-melhor-semestre-da-historia

quarta-feira, 1 de junho de 2016




PORTO DO RIO GRANDE MOVIMENTA MAIS DE UM MILHÃO DE TONELADAS DE SOJA POR MÊS





A soja movimentada no Porto do Rio Grande, basicamente, é de origem gaúcha das mais diversas regiões produtoras. Cerca de 90% do que é produzido no Estado, com destino à exportação, acaba passando pelo complexo portuário local. O principal destino é a China. Em 2015, por exemplo, o Porto exportou mais de 14 milhões de toneladas de soja, deste volume, mais de 10 milhões de toneladas foram encaminhadas para o país asiático.

Organização

A Superintendência do Porto do Rio Grande (Suprg) começa a organizar o processo da safra, sempre, quando um ciclo é encerrado. De acordo com o diretor-superintendente do Porto, Janir Branco, o planejamento da safra de soja é realizado, pensando no período de abril a setembro, quando a movimentação ultrapassa a marca de um milhão de toneladas do item soja em grão, por mês. O complexo soja trabalhado no porto, segundo Janir, representa o óleo, o farelo e o grão.

“Fizemos uma avaliação da safra 2015, vimos os gargalos, que ocorreram ano passado, para melhorarmos o que vem ocorrendo em 2016. Desde o início do ano, a Diretoria Técnica, que é a responsável direta pela organização do Plano Safra, vem realizando reuniões com cada componente envolvido. Além disso, realizamos reuniões com todos os protagonistas de forma conjunta e, também, apresentamos as ações ao Conselho de Autoridade Portuária. Em 2015, ultrapassamos a marca de 14 milhões de toneladas. A nossa expectativa, baseado em informações que chegam da zona produtora, é de ultrapassarmos o que obtivemos no último ano”, informou Janir

Logística

Questionado sobre a logística para receber tanto volume, Janir informou que, através do Plano Safra, é possível visualizar os principais gargalos e atuar com antecipação, para que os impactos da movimentação sejam os menores possíveis. “Os terminais ano a ano buscam alternativas para diminuir os entraves, e a Superintendência tem trabalhado, fortemente, para que todo o complexo esteja organizado e trabalhando, de forma conjunta, para evitar situações que possam causar transtorno para a operação e para a sociedade. O agendamento eletrônico de descarga, implantado pela maior parte do complexo, tem se tornado um forte aliado, para garantir a organização e evitar filas e transtornos”, disse o superintendente.

Com relação aos caminhões que costumam se aglomerar na estrada da Barra no período, Janir afirmou que os primeiros quilômetros da BR-392 estão inseridos dentro do contexto portuário, por ser a via de acesso aos terminais. “O agendamento eletrônico, como mencionado, já atua para diminuir as filas que antes eram formadas em cima da rodovia. Situações como essa já ocorrem em bem menos quantidade do que em anos anteriores. Além disso, a Suprg distribui, nas praças de pedágio, um informativo que indica ao caminhoneiro como chegar, da melhor forma, ao pátio que ele precisa estar”, explicou. Segundo Branco, são mais de 1,7 mil vagas em pátios de estacionamento, sem considerar o do Sindicam, que fazem parte da estrutura montada pelos terminais, para evitar que os caminhões fiquem aglomerados em suas portarias e na estrada.

Desafio

Branco afirmou que o principal desafio para o período da safra é conciliar as necessidades da operação com as necessidades sociais. “Entendemos que a rodovia é de uso da sociedade e precisamos pensar em como manter o desenvolvimento e a agilidade do complexo, sem causar transtorno social. Além do agendamento, também mantemos constantes conversas com a empresa Rumo ALL, responsável pelo modal ferroviário, para evitar as manobras em cima da rodovia nos horários de pico. Lidamos com uma via simples, com grande volume de caminhões, ônibus e veículos civis e, por isso, é importante que todos os protagonistas da operação da soja trabalhem em sintonia, para evitar os mais diversos tipos de transtornos”, informou o superintendente.

Outras cargas

Apesar de todo o volume de soja, outras cargas também se destacam em movimentações no Porto, que está, diretamente, ligado à cadeia agrícola do Estado do Rio Grande do Sul. Os principais segmentos de produtos fazem parte dessa atividade que, para o superintendente, é o motor de desenvolvimento do nosso Estado. “Temos uma vasta movimentação de granéis, dos mais variados produtos. O arroz, por exemplo, no primeiro quadrimestre do ano, teve crescimento de mais de 40% quando comparado ao ano passado. São mais de 600 mil toneladas movimentadas. Outros grãos também fazem parte de nossa rotina, como o milho que já movimentou mais de 240 mil toneladas e o trigo que soma mais de 300 mil toneladas. Tudo isso voltado para a exportação. Além dos grãos in natura, também trabalhamos com produtos de valor agregado como a celulose, por exemplo, que já totaliza mais de 900 mil toneladas”, contou

Sobre a movimentação em importação, Janir afirmou o seguinte: “Estando o porto voltado à cadeia agrícola, nossas principais importações têm o campo como destino final. Os insumos para fertilizantes são os principais produtos que chegam ao porto, dos mais variados compostos como: ureia, polietileno e cloreto de potássio. Em 2015, o país, que mais enviou produtos nesse segmento de carga, foi a Rússia”, finalizou.

Fonte: Jornal Agora (RS)/Tatiane Fernandes

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/34440-porto-do-rio-grande-movimenta-mais-de-um-milhao-de-toneladas-de-soja-por-mes?utm_source=newsletter_7848&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y

terça-feira, 15 de março de 2016

PORTO DO RIO GRANDE


PORTO DO RIO GRANDE TEM CRESCIMENTO DE MOVIMENTAÇÃO NO 1° BIMESTRE


O setor de estatística, da Superintendência do Porto do Rio Grande, concluiu a análise dos dados do primeiro bimestre do ano de 2016. O complexo portuário gaúcho teve crescimento de movimentação quando comparados aos dados de 2015. Além disso, os números são os melhores da última década, principalmente, no segmento de Carga Geral.


No 1º bimestre de 2016, o Porto do Rio Grande movimentou 4.378.621 toneladas, um aumento de 13,5% com relação aos números do ano passado, que somou 3.857.523 toneladas. O segmento que mais teve destaque foi a Carga Geral, com incremento de 52,2%, chegando ao total de 1.611.650 de toneladas. Este segmento foi impulsionado pela grande movimentação de celulose e toras de madeira.


“A direção da autarquia está sempre em busca de melhorias para o recebimento de novas cargas. As toras de madeira, que, ano passado, iniciaram a operação no Porto Novo, em grande escala, agora, mostram sua repercussão. Não apenas no número, mas também na geração de emprego e renda”, afirma o diretor-superintendente Janir Branco. O Granel Sólido também teve incremento de 21,4%, chegando ao total de 714.283 toneladas. A movimentação de contêineres aumentou 13,3%, passando de 95.693, em 2015, para 108.475 TEUs, em 2016.


Cargas

Entre as principais cargas movimentadas, as toras de madeira ultrapassaram as 77 mil toneladas. A celulose já soma mais de 150 mil toneladas movimentadas no Porto Novo, cais público da Superintendência. O complexo soja (farelo, grão e óleo), em apenas dois meses, já soma mais de 700 mil toneladas, enquanto o trigo ultrapassa a marca de 260 mil toneladas. Os veículos, entre embarques e desembarques, somam 301 unidades, entre marcas como: Captiva, Tracker, Ônix e tratores.


Ministro dos Portos

O diretor-superintendente Janir Branco esteve reunido, na última quinta-feira (10), com o ministro dos Portos, Helder Barbalho. Além de tratar sobre os projetos em andamento, no Porto do Rio Grande, Branco também apresentou os bons números do complexo portuário ao ministro dos Portos. Em Santos, Janir Branco participa de encontro com as autoridades portuárias de todos os portos delegados do País.


Origens e Destinos

As exportações seguem sendo a principal movimentação do complexo portuário. A China segue sendo o principal destino dos produtos que saem do Rio Grande. Foram mais de 500 mil toneladas enviadas ao país asiático. No primeiro bimestre, 45 destinos já são rotas comerciais do Porto do Rio Grande. Nas importações, a Argentina foi o principal país a enviar produtos, somando mais de 135 mil toneladas. Ao total, 64 países já enviaram mercadorias via marítima ao Rio Grande do Sul, passando pelo Porto do Rio Grande.


Fonte: Jornal Agora (RS)


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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

PORTO DO RIO GRANDE



PORTO DO RIO GRANDE PODERÁ CONTAR COM TERMINAL PARA EMBARQUE DE "PELLETS"


A instalação de um terminal para o embarque de pellets de madeira no Porto do Rio Grande foi avaliada durante reunião, na sexta-feira (19), na Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, entre o secretário Fábio Branco, o diretor-superintendente do Porto do Rio Grande, Janir Branco, e investidores liderados pela empresa Finagro.Conforme Afonso Celso Bertucci, presidente da Finagro, a demanda mundial por "pellets" está aquecida, principalmente, nos países da Europa. Parte dessa demanda será suprida, entre outros fornecedores, pela unidade silvoindustrial que está sendo instalada no município de Pinheiro Machado (RS), dimensionada para produzir 600 mil toneladas de pellets por ano.

Em uma área de 35 mil hectares, além de pellets para exportação, a unidade silvoindustrial irá gerar 50 mil watts de energia para abastecimento doméstico. Bertucci assinalou que o pellet é um combustível granulado fabricado a partir de diversos tipos de biomassa renovável. Em Pinheiro Machado, disse, a matéria-prima para produzir o pellet virá do eucalipto, pinus e acácia.

O mercado europeu, onde 37% da energia consumida é gerada a partir de carvão mineral, busca substituir esta fonte, que gera impacto no efeito estufa, pela biomassa com elevado poder calorífico. Para o secretário Fábio Branco, tanto o terminal portuário como a logística de transporte deverá contemplar a integração de todos os modais para uma exportação estimada de 60 mil toneladas/mês.

O diretor-superintendente do Porto do Rio Grande, Janir Branco, adiantou aos investidores todos os procedimentos que precisarão ser adotados para viabilizar a instalação de um cais acostável de 500 metros de frente e das esteiras transportadoras, uma vez que o pellet, que tem formato cilíndrico com cerca de 8 milímetros de diâmetro, exige instalações adequadas para ser embarcado.

Branco assinalou que, no âmbito do Plano de Desenvolvimento do Porto, é preciso compatibilizar as atividades portuárias, criando, assim, condições em termos de cais acostável e área física para esteiras, e alertou sobre os procedimentos licitatórios de áreas e instalações portuárias exigidos pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários.

Fonte:Jornal Agora (RS)

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/33328-porto-do-rio-grande-podera-contar-com-terminal-para-embarque-de-pellets?utm_source=newsletter_7745&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

PORTO DO RIO GRANDE CONFIRMA MAIOR MOVIMENTAÇÃO DA HISTÓRIA EM 2015





PORTO DO RIO GRANDE CONFIRMA MAIOR MOVIMENTAÇÃO DA HISTÓRIA EM 2015


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A Superintendência do Porto do Rio Grande, através do setor de Estatística, confirmou que o ano de 2015 foi o melhor de toda a história do complexo portuário. Os dados consideram os 12 meses do ano. Foram movimentadas 37.667.299 toneladas dos mais variados segmentos de produtos. O resultado apresenta um crescimento de 8,9% quando comparado ao ano de 2014. A soja segue sendo o produto de maior destaque do porto gaúcho.

O complexo da soja (óleo, farelo e, grão) representa 37,8% da movimentação total do porto e teve um crescimento de 29,6% quando comparado ao ano de 2014. O total de 2015 no segmento mencionado ultrapassou 14,2 milhões de toneladas. Na Carga Geral houve um aumento de 15,6% passando de 7,8 para 9,08 milhões de toneladas. O Granel Sólido teve incremento de 10,7% ultrapassando 24,5 milhões de toneladas.

“Foi um ano de muitos desafios para os administradores públicos. Em um cenário de crise não é possível ficar acomodado e sim, é preciso enfrentar os obstáculos com criatividade e determinação. Os números de 2015 mostram que a administração portuária e a Secretária de Transportes acertaram com decisões tomadas nos momentos certos. O produto agrícola gaúcho também deve ser elogiado. A qualidade da produção do nosso Estado facilita a exportação e por isso, tivemos incrementos tão importantes em produtos como a soja e o trigo”, afirma o diretor-superintendente do Porto do Rio Grande, Janir Branco. A movimentação de containers seguiu a tendência de crescimento com 726.781 TEUS ante 678.765 TEUS em 2014.

Durante o ano de 2015, a navegação de longo curso (importação e exportação) foi a principal operação do Porto representando mais de 80% do total. A China foi o principal destino das exportações com mais de 10,7 milhões de toneladas enquanto a Rússia foi o país que mais enviou produtos ao Porto do Rio Grande, acumulando 672,3 mil toneladas. Foram 3.067 embarcações que movimentaram cargas no Porto Novo e no Superporto.

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/32919-porto-do-rio-grande-confirma-maior-movimentacao-da-historia-em-2015?utm_source=newsletter_7708&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

PORTO DO RIO GRANDE



PORTO DO RIO GRANDE TEVE RECORDE DE MOVIMENTAÇÃO NO MÊS PASSADO


A Superintendência do Porto do Rio Grande teve mais um recorde histórico mensal no ano de 2015. O complexo portuário movimentou em agosto 4.067.175 toneladas. No acumulado do ano, até agosto, o porto já registrou 25.845.634 toneladas - aumento de 3,7% em relação ao mesmo período de 2014.

No total da movimentação do ano, quando comparado ao mesmo período de 2014 (janeiro/agosto), o porto do Rio Grande teve crescimento nos setores de carga geral e granel sólido. A carga geral passou de 5.282.904 para 5.519.146 toneladas. Já o granel sólido teve acréscimo de 5,6% na movimentação, passando de 16.528.803 para 17.497,865 toneladas. Por fim, os granéis líquidos somaram 2.828.624 toneladas.

O complexo soja (farelos, óleo e grão) somou, em 2015, 10.738.902 toneladas, enquanto no mesmo período de 2014 foram 8.986.459 toneladas, que equivalem a mais de 19%. Somente o complexo soja representa 41,5% da movimentação do porto rio-grandino.

No acumulado do ano, a movimentação de contêineres teve crescimento de 3,37% no comparativo entre 2014 e 2015, passando de 458.710 para 474.200 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés). "A safra recorde tem sido o grande motivador dos expressivos números de movimentação. O complexo está ligado à produção agrícola e, mesmo diante das dificuldades do cenário internacional, estamos conseguindo manter o ritmo de atividade", afirma o superintendente do porto, Janir Branco.

No acumulado de 2015, a China segue sendo o principal destino das exportações por Rio Grande. Foram embarcadas 15.443.748 toneladas, e o país asiático recebeu 53,3% desse total. Nas importações, a Rússia aparece como principal origem, com 439.729 toneladas. O total de importações somam 3.836.572 toneladas.

Fonte: Jornal do Comercio (POA)

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/31744-porto-do-rio-grande-teve-recorde-de-movimentacao-no-mes-passado

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Porto do Rio Grande


PORTO DO RIO GRANDE SENTE POUCO OS EFEITOS DA CRISE


Apesar da crise econômica e da questão cambial, o porto do Rio Grande sustenta a estimativa feita na metade do ano de igualar, ou até mesmo superar, em 2015 a movimentação de cargas de 2014, quando foram atingidas em torno de 34,5 milhões de toneladas. "Quiçá, podemos ter alguma melhora, por incrível que pareça", afirma o diretor técnico do porto do Rio Grande, Darci Tartari.

Um fato que apoia essa tese é que, em agosto, o porto registrou o recorde histórico em movimentação de cargas em apenas um mês, chegando a 4,067 milhões de toneladas. Tartari explica que esse resultado é devido, principalmente, à soja e aos seus derivados e às exportações que são beneficiadas com a alta do dólar. Em contrapartida, o diretor admite que a valorização da moeda norte-americana prejudica importações como, por exemplo, as de fertilizantes. "Mas, para nossa agradável surpresa, a exportação está superando o déficit de importação", reforça.

A perspectiva geral do porto é compartilhada pelo Terminal de Contêineres (Tecon) Rio Grande. O gerente comercial do Tecon, Rodrigo Velho, comenta que a crise afeta todos os setores da economia e isso reflete no terminal. No entanto, o executivo espera que seja possível fechar o ano com um resultado próximo ao do ano passado, ou um pouco superior. Em 2014, o terminal trabalhou com cerca de 687 mil TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés).

Um segmento que está rendendo bons resultados para o Tecon, no momento, é a cabotagem. No mês passado, a movimentação de cargas no terminal, levando em conta o transporte entre portos brasileiros, foi 35,1% superior no comparativo a agosto de 2014. Foram deslocados 4 mil TEUs, especialmente de cargas de arroz para o Norte e para o Nordeste do País. No acumulado dos oito primeiros meses de 2015, o incremento é de 15,4%, em relação ao mesmo período do ano passado, oriundo do transporte de 27,7 mil TEUs.

Enquanto Rio Grande espera uma estagnação ou um pequeno crescimento para este ano na área portuária, a vizinha Pelotas prepara-se para um salto nessa área a partir de 2016. Em março, deverá entrar em operação o terminal de toras que servirá para alimentar de matéria-prima a fábrica de Guaíba da CMPC Celulose Riograndense. O chefe da divisão do porto de Pelotas pela Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH), Cláudio Oliveira, informa que a estrutura deverá movimentar cerca de 1,2 milhão de toneladas de toras anualmente. Hoje, são movimentadas pelo porto de Pelotas em torno de 500 mil toneladas em cargas. O investimento para adequar o complexo para essa ação é de aproximadamente R$ 5 milhões.

As embarcações envolvidas no planejamento, pertencentes à Navegação Aliança, levarão a celulose de Guaíba a Rio Grande, onde o produto ficará depositado no Porto Novo (cais público), e, na volta para a Região Metropolitana, pegarão as toras de madeira. A Sagres Agenciamentos Marítimos será o operador portuário responsável pela atividade em Pelotas. O diretor-presidente da companhia, Marcos Fonseca, detalha que a expectativa é que seja carregada uma barcaça ao dia, com capacidade para transportar de 2,5 mil a 3 mil toneladas de madeira.

O gerente de Operações Florestais da CMPC Celulose Riograndense, José Luiz Bazzo, destaca que o uso do terminal na Metade Sul desafogará rodovias gaúchas, principalmente a BR-116. "No total, deixarão de transitar por essa estrada, todo dia, 96 caminhões", salienta. Bazzo adianta que 20% da matéria-prima destinada para a fábrica de Guaíba chegará por hidrovia e 80%, por rodovia. Já no escoamento da celulose, o quadro inverte-se, com mais de 90% do material sendo deslocado pela via fluvial. Bazzo foi um dos participantes do Congresso Navegar, promovido pela revista Conexão Marítima, encerrado ontem no hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre.

Fonte: Jornal do Commercio (POA)/Jefferson Klein

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/31682-porto-do-rio-grande-sente-pouco-os-efeitos-da-crise

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Porto do Rio Grande



Antaq diz ser ‘benevolente’ com irregularidade no porto do Rio Grande

A Agência Nacional de Transporte Aquaviários (Antaq) afirmou ao Jornal do Comércio que está sendo "benevolente" com as irregularidades encontradas em projetos do porto do Rio Grande.

A reposta veio após a Superintendência do porto (Suprg) definir a vistoria do órgão fiscalizador como "extremamente radical" e capaz de inibir investimentos no local. As principais discordâncias dizem respeito à situação dos estaleiros e a obra de modernização do Pátio Gota, realizada por meio de uma Parceria Público Privada (PPP).

"As declarações nos causaram surpresa. Estamos sendo, inclusive, benevolentes", destacou o superintendente de fiscalização da Antaq, Bruno Pinheiro. De acordo com Pinheiro, no caso dos estaleiros, a irregularidade foi detectada ainda em 2009. A Antaq entende que as operações nesses locais estão em desacordo com a Lei dos Portos, pois as ocupações ocorreram sem licitação. Em 2010, foi dado um prazo de 36 meses para a regularização. "Não só não regularizaram, como também fizeram novas ocupações", afirma.

Por fim, em junho do ano passado, a Antaq solicitou a Suprg um cronograma de andamento do processo de regularização. Na ocasião, foi estipulado um prazo de 90 dias, prorrogado por quatro vezes desde então, em novembro de 2014 e janeiro, março e junho de 2015. Este último com vencimento no próximo 25 de agosto. A solução encontrada seria declarar a área como não-operacional, o que depende de um ato da Secretaria dos Portos. Entretanto, a Suprg não teria enviado todas as informações, como a planta do local, para obter tal status.

Sobre a obra de revitalização do antigo Pátio Gota, realizada por meio de uma PPP com a empresa Fibria, a Antaq apenas informou que o caso está sendo apurado e ainda há prazo para o porto do Rio Grande realizar os esclarecimentos. A companhia brasileira de celulose e papel investiu R$ 950 mil para reformar o espaço e, segundo o superintendente do porto, Janir Branco, não houve exigência de exclusividade para utilização da área, que segue sendo pública. "Notificamos pedindo explicações. Se explicarem, o processo vai ser arquivado e não haverá multa", completa Pinheiro.

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=203003

quarta-feira, 27 de maio de 2015

PORTO DO RIO GRANDE





PORTO DO RIO GRANDE DECIDE MANTER TARIFAS PORTUÁRIAS ATÉ FINAL DE 2015

Escrito por Redação





A Secretaria dos Transportes e Mobilidade juntamente com a Superintendência do Porto do Rio Grande decidiram na tarde desta terça-feira, 26 de maio pela manutenção do valor das tarifas portuárias durante todo o ano de 2015. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) autorizou a elevação dos valores em diversos portos brasileiros. Com a decisão, a alteração das tarifas só devem ocorrer, por etapas, em 2016.

A Antaq autorizou o ajuste de 29% para a Superintendência do Porto do Rio Grande. A última vez que os valores tiveram reajuste foi em 1998. “A decisão tomada pelo Governo gaúcho visa garantir a competitividade do Porto do Rio Grande. Entendemos o momento do mercado, diante da crise empresarial e que esse não é o momento adequado para gerar mais um custo”, afirmou o superintendente Janir Branco. O parcelamento do aumento será outorgado através de Ordem de Serviço que será expedida pela Superintendência até o final da semana.

A decisão foi amplamente debatida pela Secretaria dos Transportes e Mobilidade, Secretaria Geral de Governo, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Desenvolvimento Econômico. As novas tarifas portuárias serão aplicadas em duas etapas: em 1° de janeiro de 2016 será realizado reajuste de 15% e 1° de julho serão acrescidos 12,173%. Após a realização das duas etapas estará efetivado o reajuste de 29% do valor original, permitido pela Resolução 4093 da Antaq.

“O estado entende que é necessário garantir a competitividade do complexo portuário para que novas cargas possam ser atraídas e também, não seja perdida nenhum tipo de produto por um aumento abrupto das tarifas. Não abriremos mão do reajuste, já que há 17 anos não é feita essa revisão, mas podemos fazer isso de uma forma que não onere ainda mais o setor empresarial nesse momento de crise”, conclui o secretário dos Transportes, Pedro Westphalen. A manutenção dos valores ainda atende as demandas dos diversos setores que já tem contratos para 2015 baseados na tabela até então vigente. O Porto do Rio Grande já informou a Antaq sobre o ajuste das tarifas, dentro do prazo oferecido para que as autoridades portuárias analisassem a questão.

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/30028-porto-do-rio-grande-decide-manter-tarifas-portuarias-ate-final-de-2015

segunda-feira, 18 de maio de 2015

PORTO DO RIO GRANDE



PORTO DO RIO GRANDE ATINGE RECORDE HISTÓRICO DE MOVIMENTAÇÃO NO MÊS DE ABRIL




O setor de estatística da Superintendência do Porto do Rio Grande registrou, no mês de abril de 2015, a maior movimentação mensal da história da estrutura portuária. Durante o mês, passaram pelo porto rio-grandino, 4.000.805 de toneladas. Os granéis sólidos foram os principais produtos movimentados, atingindo números superiores a três milhões. A safra de soja do Rio Grande do Sul foi fundamental para que essa marca fosse atingida.

Apenas o produto soja em grão representou 1.806.293 toneladas. O óleo de soja representou 36.999 toneladas e o farelo do tipo lowpro movimentou 242.817 toneladas. “Embora a soja seja o principal produto desse período, também obtiveram bons resultados com o trigo e o milho, cada um com mais de 60 mil toneladas”, concluiu o superintendente. Nos primeiros quatro meses de 2015, o Porto do Rio Grande já movimentou 10.406.397 toneladas.

“O Porto do Rio Grande vai bem quando a produção agrícola gaúcha vai também. Estamos vivendo uma safra de soja histórica e isso reflete na movimentação portuária. Nunca tivemos um mês com registros acima dos quatro milhões de toneladas e estamos satisfeitos que nossa estrutura conseguiu absorver esse número com mínimos impactos para a sociedade”, comemorou o superintendente do Porto do Rio Grande, Janir Branco. O Plano Safra que está sendo coordenado pela Suprg conseguiu reunir os principais protagonistas do escoamento da safra, para reduzir os transtornos aos rio-grandinos. Nele, órgãos públicos e privados foram chamados para debater o andamento da operação da safra.

“Entregamos também material informativo aos caminhoneiros e mantivemos contato direto com todos os terminais. Esse diálogo constante refletiu numa melhor organização. Ainda temos muito a avançar, mas já temos uma avaliação positiva do empenho de todos os envolvidos”, afirmou o diretor técnico da SUPRG, Darci Tartari que também coordena o Plano Safra. As mais de quatro milhões de toneladas foram escoadas em 270 embarcações que atracaram no porto rio-grandino. A carga geral correspondeu com 642.359 toneledas, granel líquido com 333.801 toneladas e, granel sólido com 3.024.645.

A Redação

https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/29875-porto-do-rio-grande-e-atinge-recorde-historico-de-movimentacao-no-mes-de-abril

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Porto do Rio Grande



Rio Grande tenta evitar paralisação das transportadoras

Escrito por Redação Portogente

A Superintendência do Porto do Rio Grande realizou na tarde da última terça-feira (24) a mediação de uma reunião entre o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Bens de Rio Grande (Sindicam), transportadoras e transportadores autônomospara tratar de pagamentos repassados aos caminhoneiros e também ao preço cobrado pelos autônomos. “Estamos chamando para a reunião para que o assunto possa ser resolvido sem a necessidade de uma paralisação”, afirma o presidente do Sindicam, Giovani de Sá.

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Tanto o Sindicato como as transportadoras e autônomos entendem que é necessária uma revisão da atual tabela de preços para que a atividade seja viável para todos os segmentos. Durante o encontro, os transportadores presentes passaram a analisar a opção de um reajuste de 12% em uma tabela de 2012.

“É preciso que a partir dessa reunião possamos ter um avanço nessa negociação”, concluiu Giovani. A tabela é referência para os preços de frete entre o Rio Grande e diversas localidades. A Superintendência do Porto participou da reunião como mediadora para que os envolvidos pudessem debater as questões que movimentam a categoria.

“Estamos participando desse encontro para que todos possam conversar de forma democrática. Ficamos comprometidos em avançar e ampliar esse assunto chamando o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs) para uma nova rodada de conversas”, afirmou o superintendente do Porto do Rio Grande, Janir Branco. A data para o novo encontro ainda será definida.

https://portogente.com.br/noticias/portos-do-brasil/rio-grande-conversa-com-sindicato-das-transportadoras-para-evitar-paralisacao-85165

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Porto de Rio Grande bate recorde na exportação de soja em 2014


Porto de Rio Grande bate recorde na exportação de soja em 2014


O Porto de Rio Grande, no Sul do Rio Grande do Sul, teve em 2014 um novo recorde histórico na exportação de soja, o principal produto agrícola do estado. Segundo balanço apresentado nesta sexta-feira (19) pela Superintendência do Porto, mais de 8,3 milhões de toneladas do grão foram escoadas pelo polo naval da cidade gaúcha.

O número representa uma alta de cerca de 45 mil toneladas em comparação com o ano passado. O crescimento foi registrado apesar da redução nas exportações para a China, principal comprador da soja gaúcha, no segundo semestre.

Ainda segundo a Superintendência do Porto, 81% dos grãos chegaram ao porto em caminhões. Na safra deste ano, foram quase 200 mil veículos descarregados.

O porto gaúcho foi pioneiro no Brasil ao criar um sistema de agendamento para o recebimento dos grãos, reduzindo as filas. Atualmente, um novo armazém com capacidade para estocar 150 mil toneladas de grãos foi inaugurado no maior terminal de grãos.

O Porto de Rio Grande deve encerrar o ano movimentando 34 milhões de toneladas de mercadorias, 20 milhões apenas de grãos.

Fonte: Fonte:Do G1 RS

http://www.portosenavios.com.br/portos-e-logistica/27516-porto-de-rio-grande-bate-recorde-na-exportacao-de-soja-em-2014

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Porto do Rio Grande completa 99 anos



Porto do Rio Grande completa 99 anos


O Porto do Rio Grande completou, no último dia 15 de novembro, 99 anos de história. Para festejar esta data, a Superintendência do Porto realizará, no dia 28 de novembro, no Armazém A5 do Porto Velho, uma comemoração para a comunidade portuária.

O Superintendente do Porto do Rio Grande, Dirceu Lopes, destacou o momento vivido pelo porto. "O Porto do Rio Grande passou por uma profunda transformação nos últimos quatro anos. Diversos projetos importantes para o seu crescimento foram desenvolvidos para garantir a infraestrutura e a competitividade necessárias para os próximos 50 anos. Temos, hoje, um planejamento estratégico que irá nortear os caminhos que a gestão portuária deve percorrer no futuro", apontou.

Lopes observou ainda que o Porto do Rio Grande ganhou destaque nacionalmente e internacionalmente nestes últimos quatro anos. "Nesse período, o Porto do Rio Grande ganhou destaque tanto em nível nacional como internacional. Atualmente, os gaúchos reconhecem a riqueza do complexo portuário do Rio Grande do Sul e os rio-grandinos têm orgulho de ter em sua cidade o único porto marítimo do Estado. A relação da Superintendência com os governos estadual e federal proporcionou o encaminhamento e a realização de grandes projetos que são resultado de quase quatro anos de trabalho, como o sistema de monitoramento e controle de acesso ao cais público, obras de modernização do cais do Porto Novo, obras de qualificação do Porto Novo, o Plano Safra, dragagem no canal de acesso ao porto, entre outros", comentou.

Por fim, o superintendente completou: "Dessa forma, a atração de novos investimentos é frequente no trabalho da direção da Suprg, sempre buscando propiciar mais emprego e renda para a região sul. Além disso, a Suprg esteve sempre presente em ações para a melhoria da qualidade de vida da população rio-grandina e o cuidado com o meio ambiente.

Parabéns ao Porto do Rio Grande pelo aniversário e à toda comunidade portuária pelo belo trabalho".

Fonte?: Jornal Agora (RS)

http://www.portosenavios.com.br/portos-e-logistica/27088-porto-do-rio-grande-completa-99-anos

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Porto de Rio Grande, no RS, passa a exportar soja em contêineres


Porto de Rio Grande, no RS, passa a exportar soja em contêineres

Mudança barateia frete e permite venda de volume menor de grãos.
Grãos serão transportados pela linha férrea desde Cruz Alta.

Do G1 RS

A soja passou a ser exportada dentro de contêineres no Porto de Rio Grande, no sul do Rio Grande do Sul. A vantagem em relação ao transporte feito normalmente a granel, nos porões de grandes navios, é que o custo do frete é mais baixo e permite a venda de um volume menor de grãos, como mostra a reportagem do RBS Notícias (veja o vídeo).

O movimento de cargas no maior porto gaúcho aumentou 6% nos primeiros oito meses deste ano em comparação o mesmo período do ano passado. Para atrair cargas em um cenário de retração da economia, terminais está apostando em novas estratégias.

A soja é o principal produto de exportação do estado. Em navios, segue para outros países, principalmente a China. Nesta safra, até agora, 6 milhões de toneladas já foram exportadas. O porto de Rio Grande está apostando em uma novidade para ampliar o mercado da soja gaúcha com o transporte em contêineres.

Uma parceria foi firmada entre a Cesa, a empresa que opera a linha férrea e o terminal de contêineres. A soja será centralizada em Cruz Alta nos silos da Companhia Estadual. Lá, os contêineres serão colocados em trens, que seguirão até o porto de Rio Grande para os embarques.

Cada contêiner leva 25 toneladas, enquanto um navio transporta 80 mil toneladas. Com menos quantidade, os produtores gaúchos poderão vender para clientes interessados em encomendas mais reduzidas e com maior garantia de entrega. Os custos com o frete são mais baratos, já que os contêineres vindos da Ásia até os portos brasileiros voltam vazios.

“Passa a ser uma ferramenta para que esses produtores – grandes ou pequenos – possam atingir mercados com envios semanais, com mais segurança e menos perdas no transporte na cadeia logística. O contêiner passa a ser uma embalagem muito segura”, diz o diretor do Terminal de Contêineres de Rio Grande, Paulo Bertinetti.

Em 2010, o porto realizou embarques experimentais de soja em contêineres. Atualmente, frango, fumo e calçados são as principais cargas movimentadas pelo terminal de contêineres de Rio Grande.

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/campo-e-lavoura/noticia/2014/10/porto-de-rio-grande-no-rs-passa-exportar-soja-em-conteineres.html

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Porto do Rio Grande implanta sistema de monitoramento


Porto do Rio Grande implanta sistema de monitoramento


A Superintendência do Porto do Rio Grande (Suprg) iniciou a implantação de um projeto de modernização tecnológica. Trata-se de um novo sistema de monitoramento e controle de acesso para o Porto Novo, administração da Suprg e outras áreas estratégicas do porto.

Há um mês, estão em pleno funcionamento 86 câmeras HD de alta resolução. Nos próximos dias, mais duas câmeras de uso exclusivo e diferenciado, com sistema de infravermelho e termossensíveis, serão instaladas. Os equipamentos possibilitam a captação de imagens à noite e operam com qualquer tipo de visibilidade. Todas as câmeras têm alcance de 15 km e estão estrategicamente distribuídas em áreas do Porto Novo, prédio administrativo da Suprg e outros locais. O monitoramento destes equipamentos é feito por meio de uma central instalada na sala de controle da guarda portuária.

De acordo com o gestor do projeto, Marcelo Cordeiro Couto, o investimento da Suprg é de R$ 5 milhões. “Esta iniciativa atende ao Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code). Estamos criando ferramentas de gestão jamais atingidas. Este é um incremento na qualidade da segurança para os usuários, clientes e funcionários do porto. Este sistema representa uma garantia para as pessoas e para as cargas que circulam no ambiente portuário”, avaliou.

Conforme Couto, todos os funcionários da guarda portuária foram treinados para trabalhar com o sistema. Além disso, todos os acessos do porto são controlados por identificação biométrica. Este projeto ainda está integrado com o Sistema Porto.

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=169227

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Tecon de Rio Grande cresce 21% no 1º semestre



Tecon de Rio Grande cresce 21% no 1º semestre


A movimentação no Terminal de Contêineres (Tecon) do porto de Rio Grande (RS) encerrou o primeiro semestre com crescimento de 21% em comparação com o mesmo período de 2013. O volume chegou a 355,3 mil TEU, unidade equivalente a um contêiner de 20 pés (6,1 metros) de comprimento, puxado principalmente pelas operações de transbordo ("transhipment") e também de cabotagem e importação.

Segundo o diretor comercial da empresa controlada pelo grupo Wilson Sons, Thierry Rios, as operações de transbordo somaram 60 mil movimentos, ante 20 mil no mesmo período de 2013 e 48 mil durante todo o ano passado. Cada contêiner transferido de um navio para outro conta como dois movimentos.

"São cargas originárias da Argentina, como maçã, kiwi e peixe congelado, que transbordam em Rio Grande antes de seguir para outros destinos", diz Thierry. O maior concorrente do Tecon neste segmento é o porto de Montevidéu, mas desavenças comerciais entre Argentina e Uruguai desviaram muitas rotas para o terminal gaúcho, explica o executivo.

O problema, conforme o diretor, é que este tipo de operação é sazonal, concentrado no primeiro semestre em função das colheitas de frutas na Argentina. Com isso, mais a queda das exportações e o crescimento modesto da cabotagem e da importação de janeiro a junho, o Tecon está "brigando" para repetir em 2014 os 647,9 mil TEU movimentados em 2013. "Precisamos que a economia brasileira dê uma acordada", afirma.

As exportações recuaram 10% no semestre, para 88,3 mil TEU, prejudicadas pelo atraso na comercialização do fumo e o fraco desempenho dos embarques de alimentos como carne de frango e suína e de resinas sintéticas. Já as operações de cabotagem avançaram 2,9%, para 18,3 mil TEU, beneficiadas pelos embarques de produtos como móveis, vinhos e arroz para outros portos brasileiros.

As importações cresceram 2,5% sobre o primeiro semestre de 2013 e alcançaram 45,2 mil TEU. Conforme Thierry, o real valorizado contribuiu para o desempenho. Em junho o Tecon também começou a receber materiais para a construção de uma fábrica da marca chinesa de caminhões Foton em Guaíba, na região metropolitana de Porto Alegre, e em julho começaram a chegar os primeiros caminhões e componentes da linha para o mercado brasileiro. Até o início da produção local, prevista para o primeiro semestre de 2016, o Tecon espera importar 3 mil veículos da montadora.

Segundo Thierry, o terminal também começou neste ano a operar com novas cargas, como toras de madeira, que já somam embarques de 50 a 60 contêineres por mês para a Ásia. Também foram exportados 165 contêineres de soja em grão, aproveitando equipamentos que vêm carregados de manufaturados e retornariam vazios para a China.

"É um negócio de nicho, adequado para volumes menores, mas existe mercado para embarcar mil contêineres por mês", acredita o diretor. Cada contêiner de 20 pés tem capacidade para transportar 22 toneladas de soja.

Fonte:Valor Econômico\Sérgio Ruck Bueno | De Porto Alegre

http://portosenavios.com.br/portos-e-logistica/25205-tecon-de-rio-grande-cresce-21-no-1-semestre?utm_source=newsletter_5918&utm_medium=email&utm_campaign=noticias-do-dia-portos-e-navios-date-d-m-y

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Rio Grande prepara resposta a porto uruguaio

Rio Grande prepara resposta a porto uruguaio

Complexo gaúcho pretende aumentar o calado se projeto de terminal em Rocha, no país vizinho, sair do papel
Jefferson Klein
MARCO QUINTANA/JC
No ano passado, foram movimentadas cerca de 33,2 milhões de toneladas em cargas no terminal
No ano passado, foram movimentadas cerca de 33,2 milhões de toneladas em cargas no terminal
O porto do Rio Grande está tomando precauções, caso venha a se confirmar a concretização de um novo concorrente com a instalação de uma estrutura portuária no departamento uruguaio de Rocha. O superintendente do porto gaúcho, Dirceu Lopes, informa que o governo federal, preocupado com a celeuma gerada, solicitou os estudos disponíveis, como ambientais e modelagem virtual, para montar um projeto conceitual quanto ao aumento do calado do complexo rio-grandino para 22 metros.

Por enquanto, o dirigente afirma que o aprofundamento não é necessário. “Mas, se precisar, temos que estar preparados”, enfatiza o superintendente. A ação também implicaria melhorias na acostagem. Lopes aproveitou a sua palestra realizada ontem em Porto Alegre, no Congresso Internacional Navegar 2014, para, segundo ele, dar a “palavra final à polêmica envolvendo o Uruguai”.

De acordo com o dirigente, se o porto de Rocha for economicamente viável, alguém irá fazê-lo. Lopes acrescenta que, independentemente, se for com o apoio do Bndes ou de qualquer outra instituição financeira, o importante é o porto do Rio Grande ter competitividade em relação aos outros da região, inclusive os de Santa Catarina. Hoje, o porto gaúcho, dependendo do local, verifica profundidades de 16 a 18 metros. No entanto, dificuldades com a batimetria (medição) acabaram não permitindo a homologação do calado. No momento, trabalha-se com um calado oficial de 12,9 metros. Com a homologação, irá se adotar um parâmetro de 14,4 metros (empregam-se os 16 metros, descontando uma margem de 10%).

Durante o evento, Lopes lembrou que no ano passado foram movimentadas cerca de 33,2 milhões de toneladas em cargas no porto rio-grandino, como soja, fertilizantes, arroz, combustíveis, entre outras. Em 2012, o desempenho foi de aproximadamente 27,7 milhões. Conforme o superintendente, a expectativa para 2014 é de alcançar algo em torno de 35 milhões de toneladas transportadas. Uma das metas é atrair cargas que atualmente são deslocadas por caminhões dentro do Brasil para o sistema de cabotagem. Entre 2013 a 2016, a perspectiva é de que R$ 516 milhões sejam investidos no porto pela iniciativa privada. Já o aporte de recursos públicos, entre 2013 e 2023, deve atingir R$ 1,3 bilhão em empreendimentos como dragagem, construção de cais etc.

Além disso, outros R$ 5,8 bilhões poderão ser investidos em projetos de expansão. Uma possibilidade é o uso da ilha do Terrapleno, que pode garantir mais 18 berços ao porto. Outra ideia é estabelecer um terminal multicargas, aproveitando o pátio destinado aos automóveis, para trabalhar também com outras mercadorias.

Empresários da navegação criticam condições de operação

Apesar de serem disparadas em um clima sem animosidade, não faltaram críticas durante o Navegar às condições oferecidas pelo porto do Rio Grande e pelos terminais graneleiros às empresas de navegação interior. Os apontamentos foram feitos pelo diretor da Navegação Aliança, Ático Scherer, e pelo coordenador da comissão de infraestrutura do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs) e diretor-presidente da Navegação Taquara, Frank Woodhead.

Quando começou a ser formado o grupo para discutir o assunto no congresso, o superintendente do porto do Rio Grande, Dirceu Lopes, brincou com Woodhead que chamava os convidados: “Também vai mediar? Assim não vale”. Logo depois, quando o superintendente acomodou-se em sua cadeira, um pouco mais afastado, o diretor do Setcergs devolveu: “O Dirceu sentou longe”.

Antes disso, Woodhead havia afirmado que a produtividade do porto do Rio Grande precisa ser aprimorada. Conforme o executivo, recentemente, uma embarcação esperou oito dias para descarregar. O empresário enfatiza que os operadores de transporte enfrentam obstáculos como a falta de infraestrutura em geral e excesso de burocracia. O dirigente informa que as hidrovias gaúchas, por exemplo, verificam uma ociosidade de aproximadamente 60% quanto à movimentação de cargas. Sobre as rodovias do Estado, o empresário comenta que são apenas 12.287 quilômetros de estradas pavimentados, sendo 481 quilômetros desse total duplicado. Segundo Woodhead, é preciso repensar todo o processo logístico, para agilizar as operações. “As coisas não são tão bonitas como elas aparecem.”

Scherer é outro que faz ressalva à eficiência do porto rio-grandino e de seus terminais portuários. O diretor da Navegação Aliança cita que a operação é lenta e os equipamentos são antigos. Para resolver isso, sugere o executivo, é necessário investimentos por parte dos terminais graneleiros Termasa/Tergrasa, Bungue e Bianchini. Scherer diz que a navegação interior não é contemplada com as melhorias do porto do Rio Grande e que a implantação de um terminal de barcaça é imprescindível.

Quando tomou a palavra, Lopes afirmou que os dois empresários pareciam que tinham saído do filme Forrest Gump, como contadores de histórias. Apesar disso, o superintendente admitiu que as operações poderiam ser mais ágeis e a hidrovia melhor utilizada. Porém, frisou que essa concentração das cargas que chegam ao porto no modal rodoviário não é um privilégio do Rio Grande do Sul. “Não é tudo terra arrasada, tem um processo virtuoso lá, os operadores portuários que o digam.”

Quanto a um fato pontual, Woodhead ressaltou que um caminhão carregado com diesel marítimo tem que vir de Rio Grande (da refinaria Riograndense — antiga Ipiranga) para abastecer em Porto Alegre os navios que transitam pela hidrovia gaúcha. Lopes também afirmou que essa logística é absurda e que a superintendência avaliará essa demanda.

Problemas no porto de Estrela e no rio Gravataí afetam embarcações

Uma das preocupações das empresas de navegação é o fato de ainda não ter sido concluída a dragagem do rio Gravataí. O cenário faz com que muitas embarcações não consigam navegar naquela região com carga plena, afirma o diretor da Navegação Aliança, Ático Scherer. A dragagem, capitaneada pela Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH), acontece entre a ponte da BR-116 (na divisa de Porto Alegre com Canoas) e o encontro do Gravataí com o Guaíba.

O diretor-superintendente da SPH, coronel Arlindo Bonete, diz que está se trabalhando na dragagem há cerca de quatro meses. Porém, uma das dificuldades é que as dragas encontram diversos materiais no leito do rio, como plásticos, pneus, lixo hospitalar, entre outros. Outro empecilho é o limite de horas para que o equipamento trabalhe, pois mais embarcações precisam passar por ali. A expectativa é de que, até outubro, seja finalizada a dragagem. No Gravataí, de acordo com dados da SPH, são movimentadas, ao ano, cerca de 3 milhões de toneladas em cargas.

Mais uma preocupação é quanto ao porto de Estrela. O diretor-presidente da Navegação Taquara, Frank Woodhead, revela que algumas empresas de navegação comparam o porto de Estrela a um esporte radical: “ou tem água demais ou água de menos, mas nunca está adequado”. A situação gera danos como a quebra de hélices.

“O porto de Estrela está abandonado”, lamenta Scherer. O executivo frisa que o acesso ao complexo e ao de Cachoeira do Sul é péssimo devido, entre outros motivos, à falta de dragagem. O empresário ressalta que os números da navegação interior vêm caindo e é importante tomar alguma atitude para que esse segmento não desapareça. Scherer compara a questão com o velho dilema: quem veio primeiro, o ovo ou a galinha? No caso da navegação interior, a dúvida é se falta carga, e por isso não são feitos investimentos em terminais e equipamentos, ou se as cargas não são atraídas, pois é necessário mais estrutura.

Apesar disso, o navio João Mallmann, que está sendo construído em Triunfo, encomendado pela Navegação Aliança, deve ser entregue até o fim de julho. A embarcação terá 101 metros de comprimento, com uma “boca” de 15,5 metros e capacidade para 4,7 mil toneladas, podendo atingir uma velocidade de até 8 nós (cada nó equivale a 1,852 quilômetros por hora). O investimento na embarcação será de R$ 22,6 milhões, financiado pelo Bndes/Finame e Badesul. Scherer adianta que a Aliança pensa em encomendar mais um navio, com características idênticas, se o mercado demandar.
http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=162915

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Porto do Rio Grande


Ameaça de calote chinês muda rotina do Porto do Rio Grande

Luísa Martins

luisa.martins@zerohora.com.br


O calote que a China ameaça aplicar em cargas de soja do Brasil tem obrigado o Porto do Rio Grande a ter cautela com a saída dos navios. A possibilidade de prejuízo foi levantada quinta-feira passada por Shao Guorui, gerente-geral da Shandong Sunrise Group (empresa responsável por 12% das importações de soja do país asiático), em entrevista à agência Reuters.


Embora ainda não tenha se confirmado o calote, o Porto do Rio Grande alterou o line up de navios. Colocou no fim da fila as 12 embarcações que estão em perigo de cancelamento (de um total de 50 no Brasil). Uma medida para ganhar tempo e evitar prejuízo calculado em R$ 3,5 milhões.

— A situação nos preocupa do ponto de vista da logística. A gente espera que as questões comerciais estejam acertadas em um mês. Também nos aflige a possibilidade de ocorrer um efeito-cascata, ou seja, que, baseadas nesse suposto cancelamento, outras tradings também deem calote — diz o superintendente do Porto, Dirceu Lopes.

Conforme publicou a Reuters, alguns compradores de commodities da China ameaçaram dar calote para forçar os vendedores a baixar os preços. Outro motivo apontado por Guorui é que a maioria das cargas teria sido entregue pelos vendedores antes de receberem cartas de crédito. Os compradores não estariam dispostos a pagar agora, pois sofreriam “perdas enormes”.

Caso se concretize o calote, o Porto do Rio Grande deve rever as condições de armazenamento do excedente, estimado em 720 mil toneladas — cerca de 7,5% do montante previsto pelos terminais graneleiros para escoar na safra 2014. Está em estudo a locação de espaços de estocagem e a compra de silos infláveis.

Lopes garante que a especulação de cancelamento não tem a ver com a qualidade da soja ou com as operações portuárias, apenas com negociações comerciais. Enquanto a questão estiver no campo da especulação, o Porto do Rio Grande segue operando com normalidade, afirma.

Fonte: Zero Hora

http://www.conexaomaritima.com.br/index.php?option=noticias&task=detalhe&Itemid=22&id=14102