LEGISLAÇÃO

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

PORTOS E LOGÍSTICA - 19/10/2011

Três aeroportos podem ter greve na 5ª-feira
A semana que começou com voos cancelados por causa das cinzas do vulcão Puyehue promete mais transtornos para os brasileiros que passarem pelos aeroportos de Brasília, Guarulhos e Campinas. Ontem, os funcionários da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) aprovaram uma greve de 48 horas a partir de quinta-feira contra o modelo de privatização adotado pelo governo para os aeroportos.

Segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina), Francisco Lemos, é preciso alertar a sociedade para os riscos da transferência para a iniciativa privada de atividades como a segurança aeroportuária: "A quem a população vai cobrar se os serviços oferecidos forem precários? Hoje, a sociedade pode cobrar do governo".

Para Lemos, o governo deveria privatizar apenas a área comercial dos aeroportos, deixando o segmento de infraestrutura nas mãos da União.

"Empresários trabalham com um conceito de aeroshopping. Mas isso pode ser um perigo, porque deixa em posição secundária as operações de aviação."

O presidente do sindicato lembra que apenas 15% dos aeroportos do mundo são privatizados e 98% dos acidentes acontecem durante as manobras de pouso ou decolagem. "A paralisação é para alertar a sociedade dos riscos de entregar à iniciativa privada a atividade-fim dos aeroportos", disse. Ao fim do protesto, a categoria pretende se reunir novamente para decidir se prorroga a greve.

Investimentos. Inicialmente, a greve vai mobilizar apenas os três aeroportos - Guarulhos, Brasília e Campinas (Viracopos) - que estão no cronograma de privatização do governo. A expectativa é que os leilões aconteçam até o início de 2012. Juntos, os aeroportos têm 3 mil funcionários.

Mas Lemos acredita que a paralisação possa mobilizar também trabalhadores de outros aeroportos. Ao todo, a Infraero tem 15 mil funcionários.

Pelo modelo de privatização, o governo vai exigir investimento mínimo de R$ 13,2 bilhões no aumento da capacidade dos três aeroportos. Um terço desses recursos deverá ser gasto para equipar o sistema para a Copa. A cifra foi fixada com base nos estudos econômicos, que o ministro da Secretaria da Aviação Civil, Wagner Bittencourt, entregou na semana passada ao Tribunal de Contas da União (TCU).
O Estado de São Paulo




Hamburg Süd batiza porta-contêineres “Santa Rosa”
Navio tem capacidade para 7,1 mil TEUs e é equipado com 1,6 mil tomadas.

No último dia 10 de outubro, a Hamburg Süd batizou, em Buenos Aires, o porta-contêineres “Santa Rosa”. A madrinha da embarcação foi Sabine Verpermann, esposa do Dr. Arnt Verpermann, membro do Conselho Executivo da Hamburg Süd.

O “Santa Rosa” é o sexto de uma série de 10 navios idênticos com capacidade para 7,1 mil TEUs e equipado com 1,6 mil tomadas reefer. Isso os coloca entre os maiores navios já construídos para a Hamburg Süd. Todos os navios da série “Santa” serão entregues até meados de 2012.

Desde a entrega no Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering Co. Ltd. (DSME), na Coreia, em julho, o “Santa Rosa” foi empregado no serviço da Hamburg Süd entre Ásia e África do Sul/Costa Leste da América do Sul, denominado New Good Hope Express.

“Santa Rosa” é o nome de uma cidade argentina da província de La Pampa.

Dados técnicos do “Santa Rosa”:
Capacidade: 93,430 tdw
Capacidade dos contêineres: 7,100 TEUs
Plugs para contêineres refrigerados: 1,600
Comprimento total: 299.9 m
Comprimento entre perpendiculares: 286.8 m
Largura: 42.8 m
Calado máximo: 13.5 m
Velocidade: 22.2 kn
Potência do motor principal: 41,180 kW

Sobre a Hamburg Süd
Fundada em 1871, a Hamburg Süd é um dos maiores grupos operando no transporte marítimo e está presente nas Américas, Europa, África, Ásia e Oceania, seja diretamente ou através de empresas coligadas. A Hamburg Süd, adquirida pelo Grupo Oetker no fim da década de 40, também é um dos maiores especialistas no transporte de cargas congeladas e refrigeradas com tecnologias inovadoras.

Em 2010, a empresa movimentou 2,9 milhões de TEUs. O maior fluxo de mercadorias concentra-se nos trechos Brasil e Argentina paa a Europa. Nesta rota, os produtos mais transportados são café, tabaco, autopeças, carne, frango e frutas. Na rota inversa aparecem os produtos químicos e autopeças.
Guia Marítimo




Vem aí revolução no mercado de marítimos

Transpetro ajudará a formar pessoal

Na última década, travou-se uma batalha entre o Sindicato dos Armadores (Syndarma) e o Sindicato dos Oficiais de Marinha (Sindmar). Estudo dos armadores apregoou apagão no mar, por falta de profissionais, enquanto o Sindmar contratou outra análise, esta mostrando o contrário, que o aumento na formação de oficiais pela Marinha poderia até gerar excesso, em vez de escassez de pessoal no mar.

A polêmica ganha agora novo contorno. Dona da maior frota do país - com cerca de 100 navios - e, de longe, a maior empregadora de marítimos, a Transpetro resolve adotar uma atitude direta para solucionar o que considera um problema. A estatal está montando, com ênfase, a Academia Marítima Transpetro, destinada a revolucionar o setor. A cada ano, são formados em torno de 900 marítimos e a nova entidade pretende colocar no mercado centenas de novos profissionais a cada ano - fala-se em algo entre 400 e 600 oficiais de marinha.
A lógica é simples: a lei permite que pessoas com curso superior, após um ano de especialização, se tornem oficiais de máquinas (Azom) ou oficiais de náutica (Azon). A Academia Marítima Transpetro deve começar a funcionar em janeiro e pretende, a cada ano, ampliar a oferta de profissionais habilitados. Os cursos contarão com suporte técnico da Fundação de Estudos do Mar (Femar).

Segundo se informa, a iniciativa tem apoio total da Marinha do Brasil - força armada responsável pela formação de oficiais de marinha mercante.

FROTA EM ALTA

Cresce a frota da nacional Maestra,de cabotagem. A emergente empresa conta com dois navios, "Maestra Atlântico" - o antigo Lloyd Atlântico - e "Maestra Mediterrâneo - o antigo Neptunia Mediterrâneo. Permite a lei brasileira que, quem dispõe de frota própria possa contratar igual tonelagem em navios estrangeiros, que passam a contar com os benefícios inerentes aos navios nacionais. Com isso, a Maestra trará dois navios do exterior passará a operar com quatro navios na cabotagem brasileira - rigorosamente dentro da lei.

A EXPANSÃO DA LIBRA

Marco Rossa, gerente-geral de Marketing Estratégico da Libra, revela que os planos da empresa são para lá de ousados na área de containeres. No Rio, a expansão terá três fases, com investimento de R$ 546 milhões. A primeira etapa deverá ser concluída no fim de 2014, com extensão do cais e aterro, com nova área para armazenagem, mais do que dobrando a capacidade do terminal. Este ano, a Libra deve movimentar 162 mil containeres no Rio - a capacidade máxima é de 214 mil - e, com as melhorias, a capacidade atingirá 428 mil containeres.

Em Santos, o total deste ano chegará a 509 mil unidades, com alta de 6% em relação aos 480 containeres de 2010.

Com bom-senso, diz Rossa:
- O Brasil está em posição excepcional, pois seu comércio vem crescendo muito acima do nível mundial. No entanto, nenhum país se isola da crise mundial. Se a crise mundial não for resolvida, haverá efeitos no país, sem a menor dúvida.

Marco Rossa dá uma informação interessante. Diz que foi feito um acordo com as autoridades do Rio. Com isso, pedra e terra obtidos na escavação da linha 4 do Metrô do Rio serão usados pela Libra no aterro que será feito para sua expansão no porto do Rio. Haverá, assim, um bom uso ecológico, pois material tirado de uma região terá função de desenvolvimento econômico e social em outra área.


PROJETOS NACIONAIS

A Projemar, líder em engenharia naval e offshore no Brasil, ficou novamente em evidência no lançamento ao mar do navio graneleiro Log-In Tambaqui, ocorrido dia 11, no estaleiro Eisa, localizado na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro.

O presidente da Projemar, engenheiro naval Tomazo Garzia, informa que o navio Log In Tambaqui, com capacidade de transportar 80.100 toneladas de minério, tem o projeto totalmente brasileiro. “É maior navio já construído no estaleiro Eisa. É mais um exemplo bem sucedido da engenharia naval brasileira. Antes do final do ano o estaleiro entregará o Log-In Jatobá, o segundo navio porta contêiner com engenharia naval da Projemar, e o estaleiro Mauá entregará à Transpetro o navio para transporte de produtos de petróleo Celso Furtado, também totalmente construído com engenharia brasileira da Projemar, atendendo a todas as especificações da Petrobras. A Projemar também foi responsável pelo projeto de engenharia básica do maior navio de transporte de minérios do mundo, com 400 mil toneladas de capacidade de carga, o Vale Brasil, construído na China e que realizou seu primeiro carregamento de minério brasileiro em maio de 2011.

Como se sabe, o Celso Furtado será o primeiro dos 49 navios dos dois programas de renovação de frota da Transpetro a ser entrgue ao armador.

FALTAM PRÁTICOS NO NORTE

No Sudeste, há uma discussão entre armadores e práticos pelo valor do serviço prestado. No Norte, a polêmica é outra. Armadores se queixam da falta de profissionais. Diz um executivo: " No Rio Amazonas, o navio fica parado quase dois dias aguardando prático para prosseguir a navegação, comprometendo sua estadia em Manaus devido aos compromissos assumidos em outros portos de escala que trabalham em outra dinâmica, com janelas de atracação, tendo dia e hora para chegar, atracar operar e sair num serviço de hora certa". Se perder uma data de chegada (janela) a probabilidade de atracação é remota, o que obriga o cancelamento da escala com altos custos para todos.

Sabe-se que diversos práticos da região Norte fizeram novos concursos e foram aprovados para o Sul/Sudeste, atraídos, supõe-se, pela proximidade de suas famílias.

MUITAS ENTIDADES

Não será por falta de entidades que o setor portuário não irá se desenvolver. A lista é extensa. Uma das mais tradicionais é a ABTP- Associação Brasileira de Terminais Portuários. Mas atuam ainda, cada uma em uma determinada faixa: Abtra- Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados; Abratec - Associação Braisleira de Terminais de Containeres de Uso Público; ABTTC- Associação Brasileira de Terminais Retroportuários e das Empresas Transportadoras de Containeres; e ABTC-Associação Brasileira de Logística e Transporte de Carga. Ufa!

PEDIDOS À RECEITA

Recentemente, dirigentes da Fenavega e da Fenamar se reuniram com servidores da Secretaria da Receita Federal do Brasil. Em nome dos agentes, a Fenamar apresentou uma lista de reivindicações que começa pela necessidade de aperfeiçoamento do Siscomex-Carga, sistema em uso desde 2008.

Outros itens citados pelos empresários foram: necessidade de diferenciação entre o tratamento dado às cargas de cabotagem e as de longo curso; redução do prazo de permanência de carga de importação em Recinto Alfandegado, visando a agilizar o fluxo das mercadorias; diminuição de prazos do processo Iicitatório, de cargas em perdimento, aquelas apreendidas pela Receita ou abandonadas; elucidação de interpretações não-uniformes, de servidores da Receita, quanto ao Siscomex-Carga; pedido de unificação dos bancos de dados de Siscomex-Exportação e Siscomex-Carga; flexibilixação do Siscomex Carga para desdobramento e/ou troca de containeres com defeito; modificação na forma de lançamento contábil dos containeres vazios.

No caso de navios de passageiros, os empresários apontaram que há conflitos interpretativos na Instrução Normativa 137, quanto à definição sobre operação de cabotagem ou longo curso, o que gera diversidade de enquadramento tributário. Também foi mostrado à Receita que, no caso de admissão temporária de navios off-shore, há questionamento quando aos diferentes procedimentos adotados pela Receita.
Os agentes querem, ainda, o direito de reter a carga no terminal por falta do pagamento de frete, da mesma forma que funcionava antes da implementação do Siscomex-Carga em 2008.

NA BAHIA

O Governo da Bahia está cuidando da burocracia ambiental, visando à instalação de um novo porto, o chamado Porto Sul.

Acredita-se que o empreendimento terá um grande impacto econômico e social em todo o Sul da Bahia.

Se tudo correr bem, o Porto Sul terá terminais públicos para armazenamento e movimentação de cargas como soja, etanol, fertilizantes e outros granéis sólidos, áreas administrativas e operacionais e Zona de Apoio Logístico (ZAL), além de Terminal de Uso Privativo (TUP) da Bahia Mineração, destinado à exportação de minério de ferro. Será construído em Aritaguá, litoral norte de Ilhéus. Os investimentos para a realização da obra são de R$ 2,6 bilhões, com a geração de cerca de 2.500 empregos diretos e indiretos na fase de construção.
http://www.netmarinha.com.br/NetMarinha-Colunistas.aspx?action=detail&k=454&Vem-ai-revolucao-no-mercado-de-maritimos




Porto do Pecém: Movimentação de contêineres cresce 23%

A movimentação de contêineres através do porto do Pecém registrou no período de janeiro a setembro do corrente ano, elevação de 23% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram movimentados 141 mil TEUs (unidade equivalente a contêiner de 20 pés), sendo 69 mil na exportação e 72 mil na importação. O transporte de longo curso registrou a movimentação de 77 mil TEUs, enquanto o de cabotagem assinalou 64 mil. Em toneladas (t) a movimentação no mesmo período cresceu em 15%, com 2.3 milhões transportadas no corrente ano, contra dois milhões movimentados no ano passado, sendo 674 mil t na exportação e 1,7 milhão de t na importação.

As exportações registraram a movimentação de 161 mil t de minério de ferro, 141 mil t de frutas, 37 mil t de sal, 27 mil t de produtos da indústria de moagem, 23 mil t de preparações de produtos hortículas e 21 mil t de carnes. Nas importações os principais itens movimentados foram o ferro fundido, ferro e aço com 435 mil t, combustíveis minerais com 390 mil t, cimentos não pulverizados denominados clinkers com 100 mil t, arroz com 94 mil t, escória com 86 mil t, plásticos e suas obras com 60 mil t e algodão com 57 mil toneladas.

Ranking

Segundo os dados da Secex – Secretaria do Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o Pecém manteve a liderança nas exportações de frutas e calçados, registrando mais uma vez a terceira colocação na importação de ferro fundido, ferro e aço e a segunda na movimentação de algodão através da importação.

Na exportação de frutas o Pecém registrou participação de 37%, seguido pelos portos de Santos (20%), Salvador (11), Mucuripe (9) e Rio Grande, com oito. Nas exportações de calçados o Pecém empata com o porto de Rio Grande, ambos com 30% de participação, seguidos dos terminais portuários de Santos (22), Mucuripe (7) e Salvador, com 4%.

No item importação de ferro fundido, ferro e aço o Pecém teve participação de 15%, ficando na terceira colocação, antecedido pelos portos de São Francisco do Sul, com 24% e de Santos com 19. Na importação de algodão a liderança permanece com o porto de Suape, com participação de 33%, seguido pelos portos do Pecém (27%), Itajaí (15) e Santos com 9%.
Assessoria de Comunicação da Cearáportos
http://www.ceara.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/4460-porto-do-pecem-movimentacao-de-conteineres-cresce-23-





Paranaense Cargolift investe no transporte de Comércio Exterior

Com o objetivo de ampliar sua capacidade operacional em mais de oito mil containers por ano, a Cargolift agora investe na aquisição de 30 novos porta-containers da marca Randon. A negociação representa um aumento de 32% na capacidade atual e reflete a expectativa de crescimento de 30% da empresa no segmento de transporte ligado ao comércio exterior.

Com um crescimento de 47,8% em relação ao primeiro semestre do ano passado, a Cargolift também trabalha na expansão da sua frota de rodotrem. Além da recente aquisição de cinco conjuntos de rodotrem porta-container, o projeto da empresa para 2012 é investir nos veículos de tração, já que oferecem maior capacidade de carga e uma redução no impacto ambiental superior a 30%.

“A Cargolift tem uma preocupação constante com a renovação e a evolução da sua frota. Foi a primeira empresa a operar com Rodotrem 2x40’ no trecho Curitiba-Paranaguá, em 2002, e atualmente opera com veículos de 30 metros em siders e containers. Com os novos equipamentos para longas distâncias, superiores a 300 km, esperamos alcançar novos mercados e negócios e continuar reafirmando a excelência dos serviços da nossa marca”, pontua o diretor-presidente da Cargolift, Markenson Marques.

Empresa aposta no transporte de longa distância

Tanto a aquisição dos porta-containers quanto a expansão da frota de rodotrem representam para a Cargolift uma inserção cada vez maior no segmento de transportes ligados ao comércio exterior. A empresa opera mensalmente cerca de dois mil containers, o que a caracteriza como uma das principais operadoras desta locação. “Temos uma atuação de 17 anos marcada pela seriedade com o desempenho do trabalho e pela satisfação das empresas envolvidas”, afirma o diretor.

Com a melhora no tempo de carga e descarga no terminal Santos-Brasil, o interior de São Paulo passa a ser também um foco de investimento da Cargolift, assim como o Porto de Itapoá, em Santa Catarina. “Estamos otimistas com os volumes a serem operados neste porto, pois se trata do único no país com estrutura para receber navios full containers de grande porte”, adianta Marques.

Sobre a Cargolift

Fundada no Paraná em 1994 e embasada 100% em capital nacional, a Cargolift é uma das operadoras logísticas mais conceituadas do Brasil. Seu sucesso é comprovado pelo crescimento em volume de negócios e clientes que buscam excelência e inovações tecnológicas em gestão logística.

A Cargolift possui filiais espalhadas pelo Brasil e uma das melhores e mais jovens frotas do país – com uma média de 2,7 anos por veículo –, resultado do investimento constante em melhorias e aquisição de novos equipamentos. Só em 2010, a empresa aplicou cerca de R$ 12 milhões na compra de caminhões, carretas e veículos de tração.

Depois de inaugurar, em 2010, uma nova filial em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, a Cargolift conta hoje com uma equipe capacitada de mais de 500 funcionários.

Dentre os seus clientes estão a MWM, Caterpillar, Renault do Brasil, Volvo do Brasil, Metalsa, DHB, Electrolux, Scania e General Motors – empresa que em 2010 elegeu a Cargolift como um dos seus melhores fornecedores logísticos.

Serviço:Cargolift
http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=automoveis&id=31333




CMA CGM, MSC e CSAV remanejam trajetória de serviços

Escalas entre a Ásia, México, América Central e América do Sul.

O grupo CMA CGM, MSC e CSAV anunciou a reorganização do seu serviço ligando a Ásia, México, América Central e costa oeste da América do Sul. O serviço (chamado ACSA para CMA CGM e CSAV para ANDEX) será agora administrado pela MSC.

Este serviço ainda vai ser operado em dois loops distintos implantação respectivamente, 11 x 8.500 TEUs (1 CMA CGM, CSAV 2, 8 MSC) e 10 x 6.500 contentores TEUs (3 CMA CGM, CSAV 7)

O novo trajeto será o seguinte:

Sling 1: Chiwan, Hong Kong, Ningbo, Xangai, Pusan​​, Yokohama, Manzanillo, Balboa, Callao, Iquique, San Antonio, San Vicente, San Antonio, Callao Balboa, Manzanillo, Shanghai, Keelung e de volta para Chiwan.

Sling 2: Xingang, Qingdao, Pusan​​, Xangai, Ningbo, Xiamen, Hong Kong, Chiwan, Pusan ​​Manzanillo, Lazaro Cardenas, Balboa, Buenaventura, Lazao Cardenas, Manzanillo, Yokohama, Xingang

Com esta nova configuração, CMA CGM, MSC e CSAV será capaz de ajustar melhor a sua tonelagem para a época baixa do comércio e durante a operação com uma frota de alto desempenho para garantir economias de escala.

A primeira viagem com esta nova configuração acontecerá hoje, será fornecido, no primeiro loop, por CMA CGM NABUCCO deixando Chiwan e para o segundo ciclo, pela CSAV Puelo, vela de Xingang em 21 de outubro.
Guia Marítimo




14 mil veículos importados aguardam liberação e lotam Porto de Paranaguá

Segundo a Appa, a liberação de um carro argentino demorava dois dias no primeiro trimestre de 2011 e, desde maio, pode levar até 60 dias. As restrições comerciais entre Brasil e Argentina tornaram a liberação dos veículos mais lenta

Aproximadamente 14 mil veículos importados aguardavam a liberação no Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná, nesta segunda-feira (17). A capacidade do pátio é para 6 mil carros. Os demais foram abrigados em armazéns do porto que não estavam sendo utilizados, de acordo com a assessoria de imprensa da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). A maior parte dos carros que esperam a liberação veio da Argentina.

O Porto de Paranaguá recebeu peças gigantes na semana passada, as quais serão enviadas para empresas de Três Lagoas (MS) e São Mateus do Sul, região Sul do Paraná. Grande parte do espaço disponível foi ocupado por essas peças e por isso os veículos tiveram de ser colocados em espaços alternativos do cais.

Segundo a Appa, a liberação de um carro argentino demorava dois dias no primeiro trimestre de 2011 e, desde maio, pode levar até 60 dias. As restrições comerciais entre Brasil e Argentina tornaram a liberação dos veículos mais lenta.

O Brasil deixou de conceder licenças automáticas para a importação de produtos argentinos, tais como veículos, autopeças, produtos têxteis, entre outros. A medida foi adotada depois que a Argentina adotou essas restrições nos casos de produtos brasileiros, de acordo com a Appa.
Gazeta do Povo(PR)



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