LEGISLAÇÃO

terça-feira, 9 de março de 2010

PORTOS E LOGISTICA

Cingapura à mercê de terroristas
A Marinha de Cingapura alertou os navios petroleiros que transitam no Estreito de Málaca, na Malásia, sobre a possibilidade de sofrerem ataques terroristas. Segundo o órgão, um grupo não identificado pode infligir ataques às embarcações na área.

A atitude da Marinha se justifica por conta de ocorrências anteriores em navios menores, como botes, lanchas e barcos de pesca, que são comuns no Estreito de Málaca.
Outros navios maiores com cargas perigosas também estão em risco. A Marinha recomendou que as embarcações reforcem suas medidas de segurança a bordo, permaneçam alertas e relatem incidentes incomuns.
Cerca de 33% dos embarques globais de petróleo bruto passam pelo canal, cuja jurisdição é compartilhada pela Malásia, Indonésia e Cingapura. Os órgãos marítimos da Malásia informaram que já estão cientes da situação e intensificaram a segurança em suas rotas de navegação.
Guia Marítimo


Draga chinesa de 13,5 mil metros cúbicos chega a Santos
Equipamento passa por vistoria da Capitania dos Portos e da Codesp.


A draga chinesa de grande capacidade Xin Hai Hu, com 13,5 mil metros cúbicos de cisterna, chegou ao Porto de Santos no último sábado, dia 6. O equipamento será utilizado na dragagem de aprofundamento do maior complexo da América Latina.

Antes de ser liberada, entretanto, a draga passará por vistoria da Capitania dos Portos e da Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo) e a tripulação fará treinamento sobre aspectos ambientais. O equipamento está atracado no cais do Armazém 12, na margem direita do porto, e começará a operar tão logo terminar o rito burocrático.
A Xin Hai Hu complementará os trabalhos da draga Hang Jun 5001, com capacidade para 5 mil metros cúbicos, e que já está em funcionamento. Um terceiro equipamento será integrado à frota que realiza o serviço.
O aprofundamento de Santos trata-se do maior projeto de infraestrutura aquaviária em curso no Brasil. Quando finalizado, aumentará em 30% o potencial de escoamento de cargas do porto. Isso será possível porque elevará para 15 metros a profundidade do complexo, permitindo a atracação de navios da geração pós-panamax, com capacidade para mais de 7 mil Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés).
Hoje, dadas as restrições de operação da navegabilidade no porto, o máximo que escala o complexo são navios com até 5.500 Teus. Mesmo assim, não podem entrar ou sair com toda a capacidade ocupada.
Guia Marítimo

 
Valência quer aumentar comércio com Santos
O Porto de Valência, na Espanha, quer ampliar o comércio de contêineres com o Porto de Santos, tornando-se a principal entrada de cargas brasileiras no Mar Mediterrâneo. O interesse vai ao encontro das pretensões do cais santista, que é levar seus produtos a novos mercados, como o Norte da África.
O interesse dos dois portos foi externado ontem, em Santos, durante a assinatura de um acordo de cooperação técnica, comercial e de capacitação, firmado entre a Prefeitura de Santos, a Codesp e representantes do porto e do governo espanhóis.
Para o presidente do governo valenciano, equivalente a um governador no Brasil, Francisco Camps Ortiz, a ideia do acordo com o Porto de Santos é expandir a atuação do complexo espanhol no continente europeu e, principalmente, garantir mercado para seus produtos.
A Tribuna


Frete custa quase 50% da safra de soja de MT
Precariedade das estradas de Mato Grosso e o aumento no custo do pedágio no Paraná e em São Paulo são alguns dos motivos da alta de 25% no valor do frete neste ano

José Maria Tomazela, da Agência Estado.
RONDONÓPOLIS - De cada dez sacas de soja colhidas nesta safra no Estado de Mato Grosso, quase cinco serão consumidas pelo frete. Os custos do transporte até o porto representam 8 milhões de toneladas, quase a metade da produção do Estado que responde por 62% da soja produzida no Brasil. O frete está 25% mais caro este ano, e ainda faltam caminhões. Os produtores culpam a precariedade das estradas de Mato Grosso e o aumento no custo do pedágio no Paraná e em São Paulo pelo que chamam de "apagão logístico".
Quem leva a soja para o Porto de Santos paga R$ 1.095,50 por viagem só de pedágio, média de R$ 2 por saca. É como deixar 42 sacas nas praças de cobrança. "Temos o frete mais caro do mundo", reclama o empresário Eraí Maggi Scheffer, de Rondonópolis, um dos maiores produtores do País.
O Estado já colheu mais da metade das 18,4 milhões de toneladas previstas. Como grande parte da produção foi negociada no mercado futuro, os produtores têm pressa de embarcar a produção. Muitos estão com os silos abarrotados com o milho que não foi vendido por causa dos preços baixos. O aumento na produção da soja e a coincidência da colheita com outras regiões produtoras fizeram crescer a demanda pelo transporte. Na semana passada, apenas na região de Rondonópolis cinco mil carretas circulavam. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Portos e Navios


Ministério colhe subsídios para Logística e Transporte no MS
A Fiems, o Governo do Estado e o Ministério dos Transportes realizam nesta terça-feira (09/03), no auditório do Centro de Convenções e Exposições Albano Franco, em Campo Grande, reunião com o secretário de Política Nacional de Transportes, Marcelo Perrupato, para discutir o Plano Nacional de Logística e Transporte (PNLT) e o planejamento de transportes para Mato Grosso do Sul.
A reunião, que terá as presenças do presidente da Fiems, Sérgio Longen, e do governador André Puccinelli, é uma iniciativa do Ministério dos Transportes e integra o processo de planejamento de transportes do Governo Federal de modo federativo, participativo, interinstitucional e multimodal, envolvendo todos os órgãos e entidades afins e correlatos com o setor de transportes.
O objetivo é atualizar as demandas de investimentos em infra-estrutura de transportes, com vistas à preparação do PPA (Programa Plurianual) 2012-2015 que será enviado ao Congresso Nacional até meados do próximo ano. Paralelamente, as reuniões visam também organizar um programa de investimentos, envolvendo ações e obras prioritárias necessárias para melhor qualificar a logística do País no deslocamento da população e na movimentação de cargas, seja nos fluxos do abastecimento interno, seja no seu comércio exterior.
“O Brasil tem necessidade de que o assunto seja discutido nos Estados limítrofes, além do que o empresário precisa de orientação sobre a infra-estrutura logística que envolve estradas, terminais portuários, aéreos, marítimos e fluviais”, afirmou Marcelo Perrupato.
Segundo Sérgio Longen, a expectativa é de que o setor privado e produtivo compareça e manifeste-se sobre as reivindicações de operadores e usuários de transportes. “Temos de lembrar que é da discussão sobre o Plano Nacional de Logística e Transporte que surgirão as bases do Programa Plurianual (PPA) que será enviado ao Congresso Nacional ainda neste ano, contendo as demandas atualizadas de investimentos em infra-estrutura de transportes”, reforçou o presidente da Fiems.
Serviço – O Centro de Convenções e Exposições Albano Franco fica na Avenida Mato Grosso, 5.017, no Bairro Carandá Bosque, em Campo Grande, e as inscrições podem ser feitas no site www.transportes.ms.gov.br
msnoticias

Nenhum comentário: