LEGISLAÇÃO

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

COMÉRCIO EXTERIOR - 02/08/2012




Julho registra segundo maior superávit do ano
Julho registra segundo maior superávit do ano
Brasília – Julho registrou o segundo maior saldo mensal do ano na balança comercial com US$ 2,9 bilhões. No comparativo com a série histórica, julho de 2012 verificou o segundo maior resultado para as exportações (US$ 21 bilhões), o que também aconteceu com as importações (US$ 18,1 bilhões). Já a corrente de comércio foi recordista para o mês, com US$ 39,1 bilhões.
No acumulado do ano, as vendas ao exterior dos sete primeiros meses de 2012 somam US$ 138,2 bilhões, apresentando o segundo maior número na série história. As importações registram recorde no acumulado de 2012 (US$ 128,3 bilhões) e o mesmo ocorre para a corrente de comércio (US$ 266,5 bilhões). No ano, o saldo comercial totaliza US$ 9,9 bilhões.
Em entrevista coletiva hoje para apresentar os dados da balança comercial de julho, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Alessandro Teixeira, disse que os resultados “estão em ritmo satisfatório”, levando em consideração o contexto de retração no comércio exterior mundial.
A secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Lacerda Prazeres, avaliou que, embora tenha havido queda de 3% na média diária das exportações no comparativo entre o acumulado anual de 2012 em relação a 2011, a redução nos produtos manufaturados foi menor; de 2%. “Isso mostra que a venda de manufaturados está evitando uma queda maior nas exportações nesse comparativo”, disse.
No ano, os principais países de destino das exportações brasileiras foram: China (US$ 25,1 bilhões), Estados Unidos (US$ 16,2 bilhões), Argentina (US$ 10,3 bilhões), Países Baixos (US$ 8,3 bilhões) e Alemanha (US$ 4,2 bilhões).
Já as principais origens das importações brasileiras no acumulado de janeiro a julho foram: China (US$ 18,9 bilhões), Estados Unidos (US$ 18,7 bilhões), Argentina (US$ 8,7 bilhões), Alemanha (US$ 8,2 bilhões) e Coréia do Sul (US$ 5,4 bilhões).
Assessoria de Comunicação Social do MDIC



Exportação de celulose cresce 10,9% em julho

Agência Estado

O volume de exportações da indústria brasileira de celulose apresentou forte recuperação em julho, pelo segundo mês consecutivo, com base em dados divulgados nesta quarta-feira pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Foram exportadas 748,2 mil toneladas no mês passado, resultado 10,9% superior ao registrado em julho de 2011. Em junho, o indicador já havia crescido 8,1% ante igual mês do ano passado, para 730 mil toneladas. O resultado do mês passado, além de ser 2,5% superior ao de junho deste ano, representa o maior nível de vendas do setor desde março passado.
A expansão do volume vendido compensou o preço médio mais baixo do produto e com isso a receita brasileira com exportações alcançou US$ 402,4 milhões (preço FOB) em julho, número 0,7% superior ao verificado em julho do ano passado. O preço médio da tonelada comercializada teve queda de 9,2% em igual base comparativa, alcançando R$ 537,8 por tonelada em julho.
Na comparação entre julho e junho deste ano, a receita cresceu 1,6%, a despeito da queda de 0,9% no preço médio da tonelada vendida. A leve oscilação no preço médio reflete a trajetória de queda dos valores aplicados à celulose vendida no mercado spot internacional ao longo das últimas semanas.

Minério de ferro
As vendas externas de minério de ferro no mês de julho somaram 27,251 milhões de toneladas, volume que representa um crescimento de 5,3% em relação ao registrado no mês imediatamente anterior. Na comparação com julho de 2011 o volume ficou praticamente estável (-0,26%).
Ainda de acordo com dados da Secex, o preço do minério de ferro no período foi de US$ 104,3 a tonelada, abaixo da média negociada em junho, de US$ 106,2. Na relação com o preço de julho de 2011 houve uma queda de 23,9%.
As exportações de laminados planos em julho atingiram 148,6 mil toneladas, um recuo de 12% ante o verificado no mês anterior. O preço da tonelada do produto negociado somou US$ 906,8, crescimento de 3,55% em relação a junho.



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