Auditores continuam com operação padrão para atendimento
Eles aguardam uma proposta do governo federal
Já são 15 dias de operação padrão por parte dos auditores da Receita Federal. Durante este período apenas 20% das metas estabelecidas são cumpridas, além disso nenhum trabalho de fiscalização é concluído ou entregue.
De acordo com o presidente do Sindifisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais) até agora não houve nenhum sinal de negociação por parte do governo. "Nós já estamos em negociação com o governo desde fevereiro, as negociações do ano de 2011 foram totalmente frustradas, o governo não apresentou nenhuma proposta de reajuste, e nós já estamos há quatro anos sem nenhuma negociação salarial por parte do governo", Eduardo Maia, presidente do Sindifisco.
Entre as reivindicações estão a reposição salarial de 30% referente as perdas de inflação dos últimos quatro anos, além do pedido de investimentos e contratações. No próximo 11 de julho em assembleia a categoria deve deliberar a greve. Até o dia 31 de julho o governo tem prazo para se manifestar e apresentar uma proposta para os trabalhadores, caso isso não aconteça será deflagrada a greve dos auditores fiscais.
Se a paralisação for geral os prejuízos serão grandes. "Nesse momento de operação padrão, e com a redução das metas gerencias a 20% nós estamos estimando uma perda diária de R$ 150 milhões. Isso fora os prejuízos que acontecem também com relação o desembaraço das cargas de aeroportos e portos que geram prejuízos a toda a sociedade", conclui o presidente.
De acordo com o presidente do Sindifisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais) até agora não houve nenhum sinal de negociação por parte do governo. "Nós já estamos em negociação com o governo desde fevereiro, as negociações do ano de 2011 foram totalmente frustradas, o governo não apresentou nenhuma proposta de reajuste, e nós já estamos há quatro anos sem nenhuma negociação salarial por parte do governo", Eduardo Maia, presidente do Sindifisco.
Entre as reivindicações estão a reposição salarial de 30% referente as perdas de inflação dos últimos quatro anos, além do pedido de investimentos e contratações. No próximo 11 de julho em assembleia a categoria deve deliberar a greve. Até o dia 31 de julho o governo tem prazo para se manifestar e apresentar uma proposta para os trabalhadores, caso isso não aconteça será deflagrada a greve dos auditores fiscais.
Se a paralisação for geral os prejuízos serão grandes. "Nesse momento de operação padrão, e com a redução das metas gerencias a 20% nós estamos estimando uma perda diária de R$ 150 milhões. Isso fora os prejuízos que acontecem também com relação o desembaraço das cargas de aeroportos e portos que geram prejuízos a toda a sociedade", conclui o presidente.
Em Itajaí, 805 DIs estão represadas por conta da operação-padrão
SÃO FRANCISCO DO SUL – O CRM (Comando Regional de Mobilização) da 9ª RF (Região Fiscal) reuniu cerca de 20 Auditores-Fiscais, no Porto de São Francisco do Sul (SC), para uniformizar procedimentos para portos e unidades de fronteiras terrestres durante a Campanha Salarial. A ideia é não desembaraçar mercadorias nas sexta-feiras e continuar operação-padrão de segunda a quinta-feira.
O diretor-adjunto de Administração do Sindifisco Nacional e integrante do CRM da 9ª RF, Gelson Myskovsky, informou que no Porto de Itajaí, a 116 km de São Francisco do Sul, 805 DIs (Declarações de Importação) estão represadas por conta da operação-padrão. Já no Porto de Paranaguá (PR), há mais de 400 DI represadas.“O tempo médio de análise das DI está entre sete e dez dias”, informou Gelson Myskovsky.
Na terça-feira (10/7), o CRM da 9ª RF e integrantes de outros Comandos realizam uma nova reunião em Foz do Iguaçu (PR).
Fonte: Sindifisco Nacional
| Comando da 9ª RF reúne Auditores no Porto de São Francisco do Sul |
| Ana Flávia Câmara |
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O CRM (Comando Regional de Mobilização) da 9ª RF (Região Fiscal) reuniu cerca de 20 Auditores-Fiscais, no Porto de São Francisco do Sul (SC), para uniformizar procedimentos para portos e unidades de fronteiras terrestres durante a Campanha Salarial. A ideia é não desembaraçar mercadorias nas sexta-feiras e continuar operação-padrão de segunda a quinta-feira.
O diretor-adjunto de Administração do Sindifisco Nacional e integrante do CRM da 9ª RF, Gelson Myskovsky, informou que no Porto de Itajaí, a 116 km de São Francisco do Sul, 805 DI (Declarações de Importação) estão represadas por conta da operação-padrão. Já no Porto de Paranaguá (PR), há mais de 400 DI represadas.“O tempo médio de análise das DI está entre sete e dez dias”, informou Gelson Myskovsky.
Na terça-feira (10/7), o CRM da 9ª RF e integrantes de outros Comandos realizam uma nova reunião em Foz do Iguaçu (PR).
Sindifisco - Boletim Informativo - Ano III Nº 694, 3/7/2012
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