LEGISLAÇÃO

quarta-feira, 4 de julho de 2012

GREVE E OPERAÇÃO PADRÃO




Auditores continuam com operação padrão para atendimento

Eles aguardam uma proposta do governo federal
Já são 15 dias de operação padrão por parte dos auditores da Receita Federal. Durante este período apenas 20% das metas estabelecidas são cumpridas, além disso nenhum trabalho de fiscalização é concluído ou entregue.

De acordo com o presidente do Sindifisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais) até agora não houve nenhum sinal de negociação por parte do governo. "Nós já estamos em negociação com o governo desde fevereiro, as negociações do ano de 2011 foram totalmente frustradas, o governo não apresentou nenhuma proposta de reajuste, e nós já estamos há quatro anos sem nenhuma negociação salarial por parte do governo", Eduardo Maia, presidente do Sindifisco.

Entre as reivindicações estão a reposição salarial de 30% referente as perdas de inflação dos últimos quatro anos, além do pedido de investimentos e contratações. No próximo 11 de julho em assembleia a categoria deve deliberar a greve. Até o dia 31 de julho o governo tem prazo para se manifestar e apresentar uma proposta para os trabalhadores, caso isso não aconteça será deflagrada a greve dos auditores fiscais.

Se a paralisação for geral os prejuízos serão grandes. "Nesse momento de operação padrão, e com a redução das metas gerencias a 20% nós estamos estimando uma perda diária de R$ 150 milhões. Isso fora os prejuízos que acontecem também com relação o desembaraço das cargas de aeroportos e portos que geram prejuízos a toda a sociedade", conclui o presidente.


Em Itajaí, 805 DIs estão represadas por conta da operação-padrão
Por adelto  - BREAKING NEWS
SÃO FRANCISCO DO SUL – O CRM (Comando Regional de Mobilização) da 9ª RF (Região Fiscal) reuniu cerca de 20 Auditores-Fiscais, no Porto de São Francisco do Sul (SC), para uniformizar procedimentos para portos e unidades de fronteiras terrestres durante a Campanha Salarial. A ideia é não desembaraçar mercadorias nas sexta-feiras e continuar operação-padrão de segunda a quinta-feira.
O diretor-adjunto de Administração do Sindifisco Nacional e integrante do CRM da 9ª RF, Gelson Myskovsky, informou que no Porto de Itajaí, a 116 km de São Francisco do Sul, 805 DIs (Declarações de Importação) estão represadas por conta da operação-padrão. Já no Porto de Paranaguá (PR), há mais de 400 DI represadas.“O tempo médio de análise das DI está entre sete e dez dias”, informou Gelson Myskovsky.
Na terça-feira (10/7), o CRM da 9ª RF e integrantes de outros Comandos realizam uma nova reunião em Foz do Iguaçu (PR).
 Fonte: Sindifisco Nacional


Comando da 9ª RF reúne Auditores no Porto de São Francisco do Sul
Ana Flávia Câmara   
O CRM (Comando Regional de Mobilização) da 9ª RF (Região Fiscal) reuniu cerca de 20 Auditores-Fiscais, no Porto de São Francisco do Sul (SC), para uniformizar procedimentos para portos e unidades de fronteiras terrestres durante a Campanha Salarial. A ideia é não desembaraçar mercadorias nas sexta-feiras e continuar operação-padrão de segunda a quinta-feira.
O diretor-adjunto de Administração do Sindifisco Nacional e integrante do CRM da 9ª RF, Gelson Myskovsky, informou que no Porto de Itajaí, a 116 km de São Francisco do Sul, 805 DI (Declarações de Importação) estão represadas por conta da operação-padrão. Já no Porto de Paranaguá (PR), há mais de 400 DI represadas.“O tempo médio de análise das DI está entre sete e dez dias”, informou Gelson Myskovsky.
Na terça-feira (10/7), o CRM da 9ª RF e integrantes de outros Comandos realizam uma nova reunião em Foz do Iguaçu (PR).
Sindifisco - Boletim Informativo - Ano III Nº 694, 3/7/2012


Mais de 2 mil servidores públicos devem aderir à greve nacional, no Amazonas

Movimentação dos órgãos federais e universidades já atinge milhares de trabalhadores no Estado
Servidores federais do Ministério da Agricultura, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), do Instituto de Meteorologia (Inemet) e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) decidem esta semana se vão aderir ao movimento nacional grevista que já atinge no Estado cerca de 2 mil pessoas, sendo mil ligadas ao Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Amazonas (Sindsep).
Já estão paralisados os funcionários de carreira da Fundação Nacional do Índio (Funai), Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Outro movimento é dos auditores fiscais da Receita Federal que estão desde o dia 18 de junho sem realizar as atividades de desembaraço de mercadorias e liberação de cargas nos postos aduaneiros de Manaus. “Somos 180 servidores ativos em Manaus. Como tivemos várias conversas com empresariado, houve diminuição das importações. Eles programaram férias coletivas. O movimento não tem data para acabar porque o Governo Federal ainda não negociou nada”, explicou o presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais da Alfândega da Receita no Amazonas (Sindifisco-AM), Eduardo Toledo.
Mais de 800 professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) também cruzaram os braços desde o dia 17 de maio e já ganharam, no dia 25 de junho, reforço com a greve dos servidores e professores do Instituto Federal de Educação Tecnológica do Amazonas (Ifam).
Os servidores federais reivindicam reajuste salarial, plano de carreira, além de reestruturação dos órgãos, como o fechamento dos escritórios do Ibama, das unidades avançadas do Incra e das superintendências da Funai em vários municípios. “Queremos ainda concursos públicos, porque as pessoas estão se aposentando e não está tendo gente para substituir”, disse o diretor administrativo do Sindsep, Menandro Abreu.




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